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Acessibilidade em Estação de Metrô: Normas e Checklist, Teses (TCC) de Engenharia Civil

Um estudo de caso sobre a implementação da acessibilidade em uma estação de metrô sem projeto específico para pessoas com deficiências, analisando os parâmetros da nbr 9050/2015 e do manual técnico de acessibilidade de são paulo. O documento inclui a elaboração de um checklist para verificar a conformidade com as normas vigentes, como rampas, elevadores, dimensões de portas, banheiros e pisos adequados.

Tipologia: Teses (TCC)

2019

Compartilhado em 21/06/2022

luana-beatriz-13
luana-beatriz-13 🇧🇷

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Não perca as partes importantes!

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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO
Bruna Andrezza Mendes Gonçalves Almeida 315110329
Débora Jesus da Silva 315109292
Gustavo Silva Oliveira - 315101802
Luana Beatriz de Oliveira Araújo 315110429
Rodrigo Sanches Rigo 915125347
Tiago Camargo Lara de Jesus 315103069
Trabalho de Conclusão de Curso TCC II
Acessibilidade em Áreas Públicas Estação de Aracaré
São Paulo,
2019
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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO

Bruna Andrezza Mendes Gonçalves Almeida – 315110329 Débora Jesus da Silva – 315109292 Gustavo Silva Oliveira - 315101802 Luana Beatriz de Oliveira Araújo – 315110429 Rodrigo Sanches Rigo – 915125347 Tiago Camargo Lara de Jesus – 315103069

Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II

Acessibilidade em Áreas Públicas – Estação de Aracaré

São Paulo, 2019

Bruna Andrezza Mendes Gonçalves Almeida – 315110329 Débora Jesus da Silva – 315109292 Gustavo Silva Oliveira - 315101802 Luana Beatriz de Oliveira Araújo – 315110429 Rodrigo Sanches Rigo – 915125347 Tiago Camargo Lara de Jesus – 315103069

Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II

Acessibilidade em Áreas Públicas – Estação de Aracaré

São Paulo, 2019 Trabalho apresentado a Universidade Nove de Julho – UNINOVE, como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Engenharia Civil. Ministrado pela Orientadora: Prof. (a) Ms.(a) Larissa Regina Gonçalves Jacintho de Oliveira.

Lista de Figuras

  • Figura 1 - Mapa do Transporte Metropolitano – SP.
  • Figura 2- Inauguração da estação de Aracaré, em 1950.
  • Figura 3 - Estação de Aracaré nos dias atuais.
  • Figura 4 - Censo Demográfico.
  • Figura 5 - Guia de Balizamento.
  • Figura 6 - Fórmula do cálculo de inclinação das rampas.
  • Figura 7 - Patamares das rampas - Vista superior.
  • Figura 8 - Escadas Fixas.
  • Figura 9 - Corrimãos em escada e rampa.
  • Figura 10 - Corrimão central......................................................................................
  • Figura 11 - Corrimão intermediário interrompido no patamar.
  • Figura 12 - Sinalização de pavimento - Vista lateral.
  • Figura 1 3 - Sinalização de corrimão - Vista superior.
  • Figura 14 – Sinalização tátil de alerta e relevos táteis de alerta instalados no piso.
  • piso. Figura 15 – Sinalização tátil direcional e relevos táteis direcionais instalados no
  • Figura 16 - Símbolo internacional de acesso - Forma A.
  • Figura 17 - Símbolo internacional de acesso - Forma B.
  • Figura 18 - Símbolo internacional de acesso.
  • Figura 19 - Sinalização Visual – Número disponibilizado pela CPTM.
  • Figura 20 – Área de circulação - Ausência de Piso Tátil.
  • Figura 21 - Escadas - ausência de sinalização tátil...................................................
  • Figura 22 - Escadas - ausência de sinalização tátil...................................................
  • Figura 23 - Sinalização Visual – Número disponibilizado pela CPTM.
  • Figura 24 - Sinalização Visual – Área de passagem.
  • Figura 25 - Indicação do Telefone.
  • Figura 26 - Indicação do Telefone.
  • Figura 27 - Indicação do Telefone.
  • Figura 28 - Vão entre o Trem e a plataforma.
  • Figura 30 - Vão entre o Trem e a plataforma – Vista lateral.
  • Figura 29 - Vão entre o Trem e a plataforma – Vista lateral.
  • Figura 31 - Vão entre o Trem e a plataforma - Medição............................................
  • Figura 32 - Vão entre o Trem e a plataforma. - Medição...........................................
  • Figura 33 - Vão entre o Trem e a plataforma - Medição............................................
  • Figura 34 - Desnível entre a plataforma e o Trem – Medição..
  • Figura 35 - Desnível entre a plataforma e o Trem – Medição.
  • Figura 36 – Vão e Desnível entre o Trem e a plataforma.
  • Figura 37 – Desnível entre a plataforma e o Trem
  • Figura 38 - Escadas.
  • Figura 39 – Escadas – Espelho e degraus..
  • Figura 40 – Escadas - Altura.
  • Figura 41 – Escadas – Segunda entrada.
  • cadeirantes. Figura 42 – Escadas – Placa indicando o número para atendimento aos
  • Figura 43 – Escadas – Degraus da entrada..
  • Figura 44 – Escadas – Comprimento dos degraus.
  • Figura 45 – Escadas – Indicação do comprimento do degrau.
  • Figura 46 - Escadas.
  • Figura 47 – Escadas – Altura do espelho.
  • Figura 48 – Corrimão – Comprimento da extremidade.
  • Figura 49 - Corrimão. – Altura.
  • Figura 50 – Corrimão.
  • Figura 51 - Sanitário Feminino.
  • Figura 52 - Sanitário Feminino - entrada.
  • Figura 53 - Sanitário Feminino – Degrau da entrada.
  • Figura 54 - Sanitário Feminino – Medida do Degrau da entrada.
  • Figura 55 - Sanitário Feminino – Vista da entrada.
  • Figura 56 - Sanitário Feminino – altura da Pia.
  • Figura 57 - Sanitário Feminino – Segundo degrau.
  • Figura 58 - Sanitário Feminino – Comprimento da entrada.
  • Figura 59 - Sanitário Feminino – Medição do segundo degrau.
  • Figura 62 - Sanitário Feminino – Vista frontal.
  • Figura 60 - Sanitário Feminino – Horaraio de funcionamento.
  • Figura 61 - Sanitário Feminino – Porta para entrada do banheiro.............................
  • Figura 63 - Sanitário Feminino – Medida do banheiro.
  • Figura 64 - Sanitário Feminino – Comprimento do banheiro.
  • Figura 65 - Sanitário Masculino.
  • Figura 66 - Sanitário Masculino – Degrau de entrada..
  • Figura 68 - Sanitário Masculino – Indicação da Pia.
  • Figura 69 - Sanitário Masculino – Vista dentro do banheiro.
  • Figura 70 - Sanitário Masculino – Porta do banheiro.
  • Figura 672 - Sanitário Masculino - Pia.
  • Figura 71 - Sanitário Masculino – Altura do vaso sanitario.
  • Figura 72 - Sanitário Masculino – Altura da Pia.
  • Figura 73 - Sanitário Masculino – Vaso sanitario.
  • Frontal. Figura 74 - Simulação da Estação com todos os parâmetros de acessibilidade – Vista
  • Lateral. Figura 75 - Simulação da Estação com todos os parâmetros de acessibilidade – Vista
  • Tabela 1 - Dimensionamento de rampas para situações excepcionais. Lista de Tabelas
  • Tabela 2 - Dimensionamento das Rampas.
  • Tabela 3 - Escadas Fixas.
  • Tabela 4 - Número mínimo de sanitários acessíveis.
  • Tabela 5 – Dimensão da sinalização tátil e visual de alerta
  • Tabela 6 – Dimensão da sinalização tátil e visual direcional.
  • Tabela 7 - Aplicação e formas de informação e sinalização.
  • Tabela 8 - Crominância.
  • Tabela 9 - Tabela de Parametrização.
  • Tabela 10 - Tabela Checklist.
    1. Introdução Sumário
    1. Justificativa
    1. Objetivo
  • 3.1 Objetivo Geral
  • 3.2 Objetivo Específico..............................................................................................................
    1. Revisão Bibliográfica...................................................................................................................
  • 4.1 Portadores de necessidade especiais
  • 4.2 Acessibilidade
  • 4.3 Legislação pertinentes:
  • 4.4 Estação de Aracaré
  • 4.5 População com deficiência – Itaquaquecetuba
  • urbanos. 4.6 NBR 9050/2015 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
  • 4.7 Ambientes adaptados
  • 4.7.1 Profissional especializado
  • 4 .7.2 Mobiliário
  • 4.7.3 Equipamentos
  • 4.7.4 Rampas
  • 4.7.5 Escadas
  • 4.7.6 Corrimão
  • 4.7.7 Sanitários
  • 4.7.8 Piso tátil
  • 4.8 Sinalização
  • 4.9 Certificado de acessibilidade
  • pessoa portadora de deficiência 4.10 ABNT 13994/00 - Elevadores de Passageiros – Elevadores para transporte de
    1. Metodologia
  • 5.1 Classificação da pesquisa:.................................................................................................
  • 5.2 Revisão Bibliográfica...........................................................................................................
  • 5.3 Matriz de Parametrização
  • 5.4 Elaboração do Checklist
  • 5.5 Estudo de Caso
    1. Resultados Esperados................................................................................................................
    1. Resultados e Análises
  • 7.1 Parametrização das Normas
  • 7.2 Checklist................................................................................................................................
  • 7.3 Resultados
  • 7.3.1 Rampas
  • 7.3.2 Piso Tátil
  • 7.3.3 Sinalização
  • 7.3.4 Vão
  • 7.3.5 Escadas
  • 7.3.6 Corrimão
  • 7.3.7 Elevadores
  • 7.3.8 Sanitários
  • 7.4 Análises
    1. Conclusão
    1. Referências Bibliográficas

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2. Justificativa

A necessidade de acessibilidade em locais públicos é de extrema importância, não só para as pessoas deficientes, mas para todos os usuários. No Brasil, nos dias de hoje, o que mais encontramos são espaços públicos sem acessibilidade, o que dificulta na mobilidade dos usuários, principalmente das pessoas com deficiência. Este é um tema que quase não é comentado, mas merece mais atenção e deve ser levado mais a sério. Todas as pessoas e principalmente as que possuem alguma deficiência, merecem mais consideração e respeito. O presente trabalho irá realizar um estudo de caso em uma estação de trem, onde a mesma não apresenta projeto de acessibilidade. Para esse estudo foi realizado um quadro comparativo de parâmetros entre o Manual de instruções técnicas de acessibilidade para apoio ao projeto arquitetônico de São Paulo e a NBR 9050/2015. Através desse estudo será elaborado um CheckList para indicar os parâmetros que são necessários para a estação ser considerada com acessibilidade e a mudança que um ambiente acessível ocasiona, para uma melhor qualidade de vida, na vida dos usuários. Segundo a lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, Art. 11 para edificações públicas ou privadas as construções, reformas e ampliações, que são destinadas a uso coletivo, deverão ser realizadas de modo que estejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida e portadoras de deficiência. Além da grande importância para as pessoas deficientes, a acessibilidade no âmbito público também é importante para crianças e idosos, pois ajuda a prevenir acidentes e estabelece mais autonomia e segurança.

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3. Objetivo

3.1 Objetivo Geral

O trabalho proposto tem como objetivo analisar questões voltadas para a acessibilidade em ambientes públicos, sendo adotada a Estação de trem Aracaré, regida pela CTMP - linha 12 safira, como ferramenta de estudo para os comprimentos das normas e suas aplicações de forma apropriada. Será realizado um “Checklist”, que consiste em um conjunto de condutas que deve ser seguido para a estação ser considerada com acessibilidade.

3.2 Objetivo Específico

● Identificar quais condições são necessárias para a estação ser considerado com acessibilidade. ● Verificar o ambiente e analisar se apresentam acessibilidade, que proporcione liberdade, segurança e autonomia de acordo com as normas. ● Analisar como adaptar acessibilidade para estações que não seguem as normas.

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4.2 Acessibilidade

Conforme a NBR 9050/2015 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), o conceito de acessibilidade é organizar e planejar ambientes irregulares para que se transformem em locais seguros, agradáveis e adequados, com fácil acesso para deficientes e pessoas com mobilidade reduzida. Também pode ser definida como garantia e possibilidade de acesso das pessoas com deficiência a qualquer ambiente ou objeto bem aproximação utilização e manuseio desses. (Cordeiro de Sá et al, 2006, p. 18) Acessibilidade surge como tributo imprescindível na sociedade permitindo que todos possam desfrutar das mesmas oportunidades, a saber: educação, trabalho, habitação, lazer, cultura e as novas tecnologias da informação e comunicação (Amengual – 1994 , apud Tavares Filho - 2003). O respeito pela acessibilidade não deve ser visto como mera solidariedade, mas sim como a compreensão da sociedade. Onde de acordo com as particularidades de cada um, com direito de igualdade, todos deverão participar. (CONDORCET,2006)

4.3 Legislação pertinentes:

No Brasil possui diversos decretos de lei em inúmeras áreas tanto no setor federal quanto municipal. Esses decretos servem para dar suporte e garantia ao bem-estar social e físico da população. A lei que determina parâmetros básicos para a implantação de acessibilidade é a lei 10 .098 de dezembro de 2000, ela prioriza o atendimento as pessoas com necessidades especiais e oferece suporte fundamental a elas. O decreto nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004 regulamenta a lei 10.048, prioriza o atendimento às pessoas que possui deficiência física e mobilidade reduzida, determina normas e critérios para a melhoria da acessibilidade, de maneira que garanta o bem-estar das pessoas. O manual de instruções técnicas para o apoio ao projeto arquitetônico de acessibilidade da cidade de São Paulo reúne informações, legislações vigentes, com

13 a orientações pela Comissão Permanente de acessibilidade (CPA) ligado à Secretaria da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, oferece informações e procedimentos para a implantação do projeto arquitetônico de acessibilidade proposto em um esquema de analises e diretrizes para facilitar a implantação e execução do mesmo.

4.4 Estação de Aracaré

A estação ferroviária de Aracaré é regida pela CPTM – Linha 12 safira, localizada no município de Itaquaquecetuba. Foi fundada depois da construção da linha Calmon Viana, porem a data de abertura da estação é incerta, supostamente foi inaugurada em 07 de abril de 1950, mas não são encontradas informações, sobre a estação, nos Guias Levi até 1965. A CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos consiste em 7 linhas e 94 estações, com uma extensão de 273 km. Segue abaixo o Mapa do Transporte Metropolitano e a indicação da Estação de Aracaré. Figura 1 - Mapa do Transporte Metropolitano – SP. Fonte: CPTM.

15 dificuldades motoras, além do município ter maior incidência de pobreza da região do Alto Tietê e um quarto mais pobre do estado de São Paulo. Figura 4 - Censo Demográfico. Fonte: IBGE 2010.

4.6 NBR 9050 /2015 - Acessibilidade a edificações, mobiliário,

espaços e equipamentos urbanos.

É uma norma regulamentadora, que define os aspectos de acessibilidade que devemos observar nas construções civil. Através dela é que são estabelecidos os critérios e parâmetros técnicos para tornar as obras mais acessíveis, isso na fase de construção ou em reformas também, com observações pertinentes, sobre tipo de piso, sinalização, tamanho dos cômodos, portas e também sobre a parte mobiliaria entre outros. Algumas das orientações desta norma dizem respeito à: ● sinalização horizontal e vertical; ● tamanho dos banheiros; ● características dos pisos; ● espaço de circulação adequado para uma cadeira de rodas; ● informações em braile; ● estacionamentos acessíveis; ● rampas de acesso;

16 ● Plataforma elevatória (se possível) ● Desenho universal, entre outros.

4.7 Ambientes adaptados

Nem todo projeto só necessita atender a NBR 9050 /2015 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), em caso de estações o Decreto Federal n° 5. 296 de 02 de dezembro de 2004 indica no Art. 35 indica que os responsáveis pelos terminais deverão asseguras meios de acessos devidamente sinalizados para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além dos assentos preferenciais e espaços para atendimento. É bom lembrar que acessibilidade se baseia em dois elementos principais a ser observado em projetos novos ou antigos: autonomia e segurança. A ideia base visa garantir que qualquer portador de necessidades especiais, tenha autonomia, total ou com assistência, assim podendo fazer o uso de qualquer ambiente. Para pessoas com deficiência o deslocamento deve ser livre, devendo ser possível em todas as direções, garantindo assim a sua independência e concedendo conforto e segurança aos usuários. (Oliveira e Bins Ely – 2006, p. 1261)

4.7.1 Profissional especializado

Quase sempre não é simples fazer uma adaptação em uma estação ou em espaços públicos, porque já existem os princípios do desenho universal. É importante lembra que devemos contratar um profissional que entenda bem a norma NBR 9050/2015 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), assim ele será capaz de coordenar e fazer com que tudo siga os critérios propostos pela norma. Levando em conta que a norma não atinge apenas o arquiteto. O texto da norma envolve projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano ás condições de acessibilidade. E é preciso considerar que escadas, elevadores, rampas, piso tátil, corrimão, vão entre outros precisam estar adaptados e acessíveis.

18 de 5 cm, instalados nos limites da largura da rampa, onde a mesma é instalada nos limites da rampa conforme figura abaixo. Figura 5 - Guia de Balizamento. Fonte: NBR 9050/2015. Outra questão que a norma cita é o cálculo de inclinação das rampas dado pela fórmula da figura abaixo. Figura 6 - Fórmula do cálculo de inclinação das rampas. Fonte: NBR 9050/2015. A inclinação da rampa depende do esforço que a pessoa faz ao vencer um determinado desnível. Com base na tabela 7 da NBR 9050/2015 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), a um desnível pequeno de até 7,5 metros, a inclinação máxima da rampa poderá ser de até 12,5%, assim o comprimento da mesma será de 60 cm. Agora para um desnível de até 20 cm, a

19 inclinação máxima deverá ser de até 10%, ou seja, terá um comprimento de até 2 metros. Nesta tabela são estabelecidas as inclinações exigidas que só podem ser utilizadas em caso de reforma. Tabela 1 - Dimensionamento de rampas para situações excepcionais. Fonte: NBR 9050/2015. Na tabela abaixo, da NBR 9050/2015 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos), mostra a inclinação que é utilizada para as rampas, e a regra estabelecida é de que para suportar um desnível de até 80 cm, deve se utilizar uma inclinação de 8,33%, sendo o comprimento total da rampa de até 9, metros. A um desnível de 1,0 metro de altura, usa-se inclinação com até 6,25%, ficando um comprimento de até 16 metros. E por fim os desníveis de 1,5 metros ou mais irá utilizar uma inclinação de até 5%. Tabela 2 - Dimensionamento das Rampas. Fonte: NBR 9050/2015. Lembrando também que no começo e final das rampas devem possuir patamares de no mínimo 1,20 metros de comprimento e o uso de corrimãos com seção circular, contendo duas alturas (92 cm e 70 cm), para assegurar também as pessoas de baixa estatura.