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Proteção contra sobrecorrente, Notas de estudo de Tecnologia Industrial

Material muito bom sobre proteção contra sobrecorrente, criado pela Schneider.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 03/12/2009

juliano-fernandes-4
juliano-fernandes-4 🇧🇷

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Programa de Cursos Técnicos
1999
Proteção Contra
Sobrecorrentes
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Baixe Proteção contra sobrecorrente e outras Notas de estudo em PDF para Tecnologia Industrial, somente na Docsity!

Programa de Cursos Técnicos

Proteção Contra

Sobrecorrentes

1-Proteção contra sobrecorrentes

2- Definições

3- Exemplos

4- Condutores

5- Disjuntor

6- Características técnicas-disjuntor

7 - Especificação

8- Dimensionamento

9- Proteção/coordenação

10- Seletividade

Índice

3-Exemplos:

3.2 Corrente de sobrecarga

Ferro de passar

P = 1.500 W- CosΦ=

Maq secar roupar

P = 2.000 W - CosΦ= 1

Corrente de sobrecarga:

Isc = (2.000 + 1.500) / 127 = 27,5 A

3.2- Corrente de curto-circuito

Icc =500 A (por exemplo)

Condutor

Fio

Cabo

Encordoamento

Isolação

Cobertura

4.2- Capacidade de condução de corrente

(Iz):

É a corrente máxima que pode ser

conduzida continuamente por um condutor,

em condições especificadas, sem que a sua

temperatura em regime permanente

ultrapasse um valor especificado.

4.3- Máximas temperaturas admissíveis

(ºC)

4- Condutores

4.1- Terminologia

4.4- Temperatura no condutor em função da corrente

especificado

5- Disjuntor

5.1- Um sistema mecânico para abrir / fechar

o circuito em corrente nominal.

Obs.: Um arco se cria cada vez que se abre ou se fecha um circuito em carga.

5.2- Um bimetálico para proteger contra as

sobrecargas:

Aumentando a intensidade da corrente, provoca o aquecimento, e a deformação do Bimetálico o qual por sua vez aciona o disparo do mecanismo

de abertura dos contatos.

Obs.: O disjuntor termomagnético internamente ( K60 / C60 Merlin Gerin )

6- Características técnicas - disjuntor

6.1 - Corrente nominal (In): Valor eficaz da corrente de regime contínuo que o disjuntor deve conduzir indefinidamente, sem elevação de temperatura acima dos valores especificados.

6.2 - Corrente convencional de não atuação (Ina): Valor especificado de corrente que pode ser suportado pelo disjuntor durante um tempo especificado(tempo convencional)

5.3- Uma bobina para atuar contra os CURTOS- CIRCUITOS:

A variação brusca da corrente de curto-circuito cria um campo magnético na bobina. A abertura dos contatos se faz segundo o princípio do SOLENÓIDE.

Bobina magnética

6.3- Corrente convencional de atuação (Ia)(I2):

Valor especificado de corrente que provoca a atuação do disjuntor dentro de um tempo especificado. (tempo convencional) especificado

6.4- Tempo convencional:

In < 63A tc =1h

In > 63A tc =2h

6.5- Temperatura de calibração:

Temperatura na qual o disparador térmico é calibrado. Usualmente são utilizadas as temperaturas de 20ºC,30ºC ou 40ºC. (^) 6.7- Tensão nominal (Un):

Valor eficaz da tensão pelo qual o disjuntor é designado e no qual são referidos outros valores nominais. Esse valor deve ser igual ou superior ao valor máximo de tensão do sistema(circuito) no qual o disjuntor será instalado.

6.8- Capacidade de interrupção (Icn):

Valor máximo de corrente que o disjuntor é capaz de interromper,sob determinadas tensão e condições de emprego. Esse valor deverá ser igual ou superior à corrente presumida de curto circuito no ponto de instalação do disjuntor.

6.9- Normas técnicas:

NBR 5361

NBR IEC 60898

NBR IEC 60947-

7- Especificação:

  • Tensão nominal (Un)
  • Corrente nominal (In)
  • Capacidade de interrupção (Icn)
  • Curva de disparo
  • Número de pólos
  • Norma técnica

6.6- Curvas de Disparo

B: 3 a 5 x In

C: 5 a 10 x In

D: 10 a 14 x In

Notas :

1-Observar que as curvas de disparo B,C e D correspondem à característica de atuação do disparador magnético, enquanto a do disparador térmico permanece a mesma.

2-Existem ainda as curvas Z,K,MA

10 - Seletividade