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Proteses de membro superior, Teses (TCC) de Fisioterapia

próteses para membro superior

Tipologia: Teses (TCC)

Antes de 2010

Compartilhado em 20/07/2010

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kelly-parmezani-coelho-9 🇧🇷

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PRÓTESES DE MEMBRO
SUPERIOR
Profº Ms. Getúlio Vargas do Nascimento Júnior
NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO
Na extremidade superior, os seguintes níveis de
amputação são considerados:
Amputação de dedo da mão ou polegar.
Ressecção de raio.
Ressecção transmetacarpiana.
Desarticulação de punho.
Amputação transradial.
Desarticulação do cotovelo.
Amputação transumeral.
Desarticulação do ombro.
Amputação de quarto dianteiro (desarticulação
interescapulotorácica).
NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO
MEMBRO SUPERIOR:
Os cotos de amputação dos MMSS são
classificados por nível de amputação.
Primeiro o comprimento do coto deverá ser
medido.
Cotos acima do cotovelo são medidos da
ponta do acrômio à extremidade do osso. É
comparada com a mensuração do acrômio ao
epicôndilo lateral do lado são.
NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO
A medida abaixo do cotovelo é feita do
epicôndilo lateral ou medial, até a ulna ou
rádio, dependendo do que for mais longo. É
comparada com a medida do epicôndilo
lateral à extremidade do estilóide ulnar do
lado são.
Se houver amputação bilateral, deve-se
pegar o tamanho do corpo do paciente e
multiplicar por 0,19 para o segmento do braço
e por 0,21 para o antebraço.
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
GUIA DE AVALIAÇÃO (VISTO NA AULA DE MEMBRO
INFERIOR)
ADM.
Força do paciente.
Membros não comprometidos.
Mobilidade.
Deambulação.
AVD.
Autocuidado.
Suporte social.
Atividades vocacionais.
TRATAMENTO
Dividido em pré-operatório e pós-
operatório.
PRÉ-OPERATÓRIO:
Trabalhar a amplitude de movimento.
Ganho de força no coto.
Ganho de força nos membros sadios.
Treinamento de marcha.
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PRÓTESES DE MEMBRO

SUPERIOR

Profº Ms. Getúlio Vargas do Nascimento Júnior

NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO

  • Na extremidade superior, os seguintes níveis de amputação são considerados: - Amputação de dedo da mão ou polegar. - Ressecção de raio. - Ressecção transmetacarpiana. - Desarticulação de punho. - Amputação transradial. - Desarticulação do cotovelo. - Amputação transumeral. - Desarticulação do ombro. - Amputação de quarto dianteiro (desarticulação interescapulotorácica).

NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO

  • MEMBRO SUPERIOR:
    • Os cotos de amputação dos MMSS são classificados por nível de amputação.
    • Primeiro o comprimento do coto deverá ser medido.
    • Cotos acima do cotovelo são medidos da ponta do acrômio à extremidade do osso. É comparada com a mensuração do acrômio ao epicôndilo lateral do lado são.

NÍVEIS DE AMPUTAÇÃO

  • A medida abaixo do cotovelo é feita do epicôndilo lateral ou medial, até a ulna ou rádio, dependendo do que for mais longo. É comparada com a medida do epicôndilo lateral à extremidade do estilóide ulnar do lado são.
  • Se houver amputação bilateral, deve-se pegar o tamanho do corpo do paciente e multiplicar por 0,19 para o segmento do braço e por 0,21 para o antebraço.

AVALIAÇÃO DO PACIENTE

  • GUIA DE AVALIAÇÃO (VISTO NA AULA DE MEMBRO INFERIOR)
  • ADM.
  • Força do paciente.
  • Membros não comprometidos.
  • Mobilidade.
  • Deambulação.
  • AVD.
  • Autocuidado.
  • Suporte social.
  • Atividades vocacionais.

TRATAMENTO

  • Dividido em pré-operatório e pós-

operatório.

– PRÉ-OPERATÓRIO:

  • Trabalhar a amplitude de movimento.
  • Ganho de força no coto.
  • Ganho de força nos membros sadios.
  • Treinamento de marcha.

TRATAMENTO

  • PÓS-OPERATÓRIO: •Cicatrização da incisão. •Controle da dor. •Preparação do membro residual para adaptação à prótese. •Manutenção da ADM, especialmente nas articulações proximais restantes da extremidade amputada. •Mobilidade independente. •Independência no autocuidado e nas AVD’s. •Educação a respeito da adaptação e cuidado da prótese. •Apoio para a adaptação às transformações resultantes da amputação.

TRATAMENTO

•Enfatizar o fortalecimento de determinados grupos musculares (cintura escapular, trapézio, serrátil anterior e peitoral maior, bem como de deltóide e bíceps residuais). •Outro ponto a ser observado, inclui a modelagem do membro residual e a redução do volume de tecidos moles. •Curativos macios podem impedir uma cura ótima. •Curativos pós operatórios tais como envoltórios com atadura elástica, estoquinete elástica, retraidores de membro residual ou pasta de Unna são usados com muito sucesso.

TRATAMENTO

  • Desequilíbrio muscular
  • Posicionamento inadequado.
  • Pode-se evitar ou tratar as contraturas com mobilização manual, massagens fricativas ou exercícios ativos.
  • Caso as contraturas sejam mais graves, alongamento é a solução.
  • As contraturas de cotovelo são mais fáceis de serem reduzidas do que as de ombro.

OUTRAS ETAPAS DE TRATAMENTO

  • COMO VISTO NA AULA DE MEMBRO

INFERIOR

  • Dissensibilização (TODAS AS

ETAPAS)

  • Etapas Neuroevolutivas (TODAS AS

ETAPAS)

EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA AMPUTADOS NA FASE PRÉ-PROTÉTICA

  • O programa de exercícios é individual.
  • As atividades são de coordenação dos movimentos e de ganho de força.
  • Devemos ter como meta, o fortalecimento dos músculos extensores e flexores do cotovelo e os abdutores do ombro (o manguito deve ser fortalecido de uma maneira em geral).
  • Devemos nos lembrar ainda, que o programa de fortalecimento é geral, incluindo o tronco e todos os membros.
  • Até que tenha ocorrido a cicatrização, os exercícios devem ser leves, ativos e de ADM.

EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS PARA AMPUTADOS NA FASE PRÉ-PROTÉTICA

  • Se o curativo limitar o movimento articular, iniciam-se as contrações isométricas.
  • Exercícios isométricos peitoral, rombóides e serrátil anterior podem ser ensinados antes da cirurgia e iniciados após a amputação.
  • Fortalecer adutores, rotadores internos e extensores de ombro, quando a amputação for acima do cotovelo, e quando ela for abaixo do cotovelo, fortalecermos o bíceps.
  • Devemos realizar exercícios ativos resistidos para o outro membro, tronco e MMII. São iniciados imediatamente após a cirurgia.
  • Exercícios de coordenação dos movimentos, como a Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (método KABAT) são extremamente valiosos, pois ensinam padrões corretos de movimentos conjugados.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

• PRÓTESES ATIVAS

  • São acionadas pelo paciente.
  • As funções da prótese realizam-se através do movimento do coto ou do ombro através da ação de tirantes.
  • Para coordenação dos movimentos é necessário um intenso programa de treinamento.
  • São indicadas para todos os níveis de amputação, com exceção de amputações parciais da mão.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Para próteses ativas de antebraço, o sistema de controle aciona o dispositivo terminal (mão ou gancho) sendo necessário apenas um tirante simples.
  • Próteses ativas com um cotovelo livre necessitam de acionamento por dois tirantes.
  • Para os demais níveis de amputação necessitam-se de três tirantes.
  • Quanto mais alto o nível de amputação, mais difícil é o controle da prótese com auxílio de tirantes.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

• PRÓTESES MIOELÉTRICAS

  • Este sistema de próteses pertence ao grupo de próteses com uma fonte de energia externa.
  • O controle de próteses mioelétricas é feito através de potenciais elétricos na ordem de microvolts, que são detectados na superfície da pele durante a contração muscular do coto.
  • Estes potenciais são captados através de eletrodos, amplificados e enviados como sinais de controle aos elementos funcionais.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • O motor miniaturizado responsável pela abertura e fechamento a mão é suprido através de um acumulador recarregável de 7,2 Volts.
  • Podem ser empregadas para todos os níveis de amputação.
  • Um pré-requisito é a capacidade do paciente em diferenciar a contração de distintos grupos musculares, além da habilidade de contrair os mesmos, emitindo um sinal suficientemente forte.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

• PRÓTESES HÍBRIDAS

  • Mais comum em amputações acima do cotovelo.
  • Utiliza-se uma articulação de cotovelo mecânica em combinação com uma mão mioelétrica.
  • Trata-se de um complexo mecanismo de compensação de forças, que minimiza o esforço necessário para flexionar a prótese, além de proporcionar um perfeito controle dinâmico do movimento pendular do antebraço.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

• ENCAIXES PARA PRÓTESES DE MEMBRO

SUPERIOR:

• CONSIDERAÇÕES GERAIS

  • A confecção individual do encaixe é de importância fundamental para a boa adaptação da prótese, o que exige uma avaliação minuciosa do coto, como condição muscular, saliências ósseas, sensibilidade da cicatriz e da pele em geral, neuromas, etc.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Existem dois tipos de encaixe: ENCAIXE

FECHADO e ENCAIXE SEMI-ABERTO.

  • Deve aumentar o conforto.
  • Ótima suspensão/fixação da prótese.
  • Redução das forças de cisalhamento e

fricção.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

• ENCAIXE PARA DESARTICULAÇÃO DE

PUNHO

  • Utiliza-se um encaixe com contato total, permitindo boa liberdade de movimentos, inclusive prono-supinação
  • ENCAIXE PARA AMPUTAÇÃO DE ANTEBRAÇO
  • Encaixe com contato total, proporcionando boa suspensão sem necessidade de correias de fixação

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

• ENCAIXE PARA DESARTICULAÇÃO DE

COTOVELO

  • Encaixe com contato total, semelhante ao encaixe para desarticulação de punho, já que os côndilos proporcionam uma suspensão segura.
  • ENCAIXE PARA AMPUTAÇÃO DE BRAÇO
  • Encaixes para cotos acima do cotovelo geralmente envolvem o ombro.

TIPOS DE PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • ENCAIXE PARA DESARTICULAÇÃO DE

OMBRO

  • Em caso de desarticulação de ombro, o

encaixe deverá apresentar uma superfície

de contato suficientemente grande , sem

limitar a mobilidade da escápula.

COMPONENTES PARA PRÓTESE DE MEMBRO

SUPERIOR

  • MÃOS
  • MÃO ESTÉTICA (PASSIVA): indicada

para amputações parciais da mão e

próteses estéticas. É composta por uma

espuma injetada, possui reforço de arame

nos dedos e permite moldagens da mão

(diversos posicionamentos dos dedos)

COMPONENTES PARA PRÓTESE DE MEMBRO

SUPERIOR

  • MÃO MECÂNICA (ATIVA): indicada para

próteses ativas acionadas por tirantes de

tração. O mecanismo interno da mão

possui três dedos funcionais em pinça

(polegar, indicador e médio) e funciona de

duas formas: abertura voluntária com

fechamento automático ou fechamento

voluntário com abertura automática.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Braço Mioelétrico
  • Note a fixação por meio de cintas e os fios acoplados à musculatura do ombro

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Prótese para desarticulação de ombro.
  • Note o tipo de soquete, os fios e a fixação.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Cotovelo hidráulico.
  • Prótese para amputados de braço

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Tipos de mãos estéticas e funcionais.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Mãos mioelétricas em gancho de liga de titânio.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Mão em mioelétrica com seu respectivo enchimento estético

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Depois de colocada no enchimento, a mão mioelétrica é então acoplada ao antebraço ou ao soquete e os fios ligados à musculatura que realizará a função da preensão.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Gancho simples com encaixe para soquete.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Mão mioelétrica

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Mão, antebraço e soquete.
  • Esta prótese é fixada por meio de cintas.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Mão mioelétrica.
  • Está prótese pode ser utilizada em desarticulação de punho.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Prótese mioelétrica com mão em gancho funcional.
  • Note a preensão da garra.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Desarticulação de punho

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Devido ao alargamento da parte distal do coto, basta utilizar um encaixe de contato para a fixação segura da prótese
  • Ele deve terminar um pouco abaixo do cotovelo, permitindo um movimento livre de prono-supinação.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A mão é fixada ao encaixe externo, devendo-se evitar um alongamento excessivo da prótese.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Uma luva cosmética reveste a mão interna.
  • Sua forma, cor e estrutura proporcionam um aspecto natural à prótese.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Este tipo de prótese funcional, também chamado de "braço ativo", possibilita a protetização da desarticulação de punho, especialmente quando não existem meios para colocação uma prótese mioelétrica.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Em comparação a uma prótese mioelétrica, ela tem vantagem de pesar menos e ser independente de uma fonte de energia.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Por outro lado, o emprego de uma tirante de tração representa uma limitação de movimentos e menor conforto de uso.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A fixação da mão ao encaixe é feita através de um chassi sem rosca, evitando um alongamento excessivo da prótese em relação ao membro não amputado.
  • Para a colocação de um gancho torna-se necessário um adaptador especial.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Encaixe de uma prótese que termina pouco abaixo do cotovelo permitindo um movimento livre de prono-supinação.
  • O encaixe externo cobre os cabos e eletrodos do sistema mioelétrico, além de receber o acumulador (bateria).

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A fixação da mão mioelétrica ou do gancho elétrico ("Greifer") ao encaixe é feita através de um anel de laminação.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Amputação pouco abaixo do cotovelo.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A prótese estética é indicada para pacientes que dispensam ou não se adaptam a uma prótese funcional.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A prótese mais simples (a) somente permite uma rotação ou posicionamento da mão de forma passiva.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A prótese com prono-supinação ativa (b) possui uma unidade de giro entre a mão e o encaixe.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A terceira possibilidade é a prono-supinação elétrica (c), controlava através de uma ligeira rotação do coto, acionando assim um micro- interruptor.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A prótese mioelétrica de 4 canais (d) possibilita um controle independente da mão e do movimento de prono-supinação, através de sinais mioelétricos diferenciados ( funções por eletrodo).

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Amputação de antebraço

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A fonte de energia é um acumulador (bateria) recarregável de 6 Volts.
  • As próteses para antebraço possuem um encaixe interno de contato envolvendo o cotovelo, e um encaixe externo laminado.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A mão ou o gancho ("Greifer") é fixado ao encaixe externo através de um punho especial

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Os componentes elétricos da prótese são acomodados entre o encaixe interno e externo

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A protetização de desarticulações de cotovelo, um nível de amputação relativamente raro, possibilita uma boa suspensão da prótese graças à forma distal do coto, mais larga devido à presença dos epicôndilos.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Desarticulação de cotovelo (vista lateral)

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • O alargamento da parte distal do coto permite a utilização de um encaixe de contato com uma suspensão muito segura, deixando livres os movimentos do ombro.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A união do encaixe externo à prótese de antebraço é realizada por duas hastes laterais articuladas.
  • A articulação pode ser livre ou possuir uma trava acionada por um tirante.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Devido ao alargamento da parte distal do coto aos níveis dos epicôndilos, utiliza-se um encaixe de contato, que proporciona uma boa adaptação e fixação da prótese assim como grande liberdade de movimentos ao ombro

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Os eletrodos são fixados ao encaixe através de uma suspensão elástica. encaixe externo cobre os eletrodos e cabos.
  • A sua fixação à prótese de antebraço é feita através de duas hastes laterais articuladas.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • As articulações podem ser livres ou possuir uma trava.
  • A flexão e o bloqueio do cotovelo são acionados através de um sistema de tirantes.
  • Como peça terminal utiliza-se uma mão mioelétrica ou um gancho (Greifer), que podem ser conectados ao encaixe através de diferentes tipos de punhos.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Nas amputações de braço deve-se conservar ao máximo partes ósseas e tecidos.
  • Quanto maior o comprimento do coto, melhor é a adaptação e fixação da prótese. coto possui a função de uma alavanca, sendo essencial para o controle da prótese.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Amputação acima do cotovelo (vista anterior)

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Amputação acima do cotovelo (vista lateral)

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Esta prótese normalmente é confeccionada com componentes modulares, recebendo um acabamento individualizado através do revestimento cosmético (espuma).
  • A fixação da prótese é feita através de um encaixe de contato envolvendo parte do ombro, sendo fixado com o auxílio de uma correia.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A união entre o encaixe externo e a parte distal da prótese é feita através de uma articulação de cotovelo.
  • Utiliza-se uma mão cosmética ou uma mão de sistema passiva, fixada ao antebraço através de diferentes tipos de punhos.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A eficiência do tirante depende da mobilidade do ombro, do comprimento do coto, da condição física (muscular) do paciente, etc.
  • Estes fatores também delimitam a forma anatômica do encaixe de contato. encaixe externo e a parte distal da prótese estão interligados através de uma articulação de cotovelo

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Como peça terminal utilizam-se mãos ativas ou ganchos, que são intercambiáveis graças a diferentes tipos de punhos

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A prótese é controlada através de tirantes, acionados pelos movimentos do ombro e do coto.
  • O tirante triplo controla a mão (ou gancho), a flexão do cotovelo e a sua trava.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A fixação é feita através de um encaixe de contato envolvendo parte do ombro, preso através de uma correia.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A confecção é feita com componentes modulares, que recebem um revestimento cosmético modelado de forma individual. encaixe de contato envolve parte do ombro, sendo fixado através de uma correia.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Em caso de perda substancial de tecidos, necessita-se de um encaixe adicional para a compensação de volume.
  • Uma articulação de ombro realiza a união ao braço, que por sua vez fixa o antebraço através de uma articulação de cotovelo.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Utiliza-se uma mão cosmética ou passiva, que é fixada ao antebraço através de diferentes tipos de adaptadores.
  • Uma luva cosmética reveste a mão. Sua forma, cor e estrutura proporcionam um aspecto natural a prótese.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A articulação de ombro realiza a união ao braço, que por sua vez fixa o antebraço através de uma articulação de cotovelo.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Utiliza-se uma mão ativa ou um gancho, cuja fixação é feita através de diferentes tipos de punhos. acionamento da prótese é realizado através do tirante triplo (abertura da mão, assim como flexão e bloqueio do cotovelo).

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A correia adicional na região do tórax pode dificultar o controle da prótese.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Em caso de perda substancial de tecidos, utiliza-se um encaixe externo adicional para a compensação de volume

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • Uma articulação de ombro realiza a união ao braço, que por sua vez fixa o antebraço através de uma articulação de cotovelo.

PRÓTESES DE MEMBRO SUPERIOR

  • A flexão e o bloqueio do cotovelo são controlados através de um tirante.
  • Na parte terminal utiliza-se uma mão ou um gancho mioelétrico (Greifer), intercambiáveis graças a um punho de troca rápida.