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Um procedimento para detectar a presença do antígeno d fraco na superfície de hemácias, que reage fracamente no processo de tipagem habitual. O antígeno d fraco é uma variante fenotípica do antígeno rh que apresenta menor expressão da proteína rhd na membrana eritrocitária, devido a alterações qualitativas na sua porção intramembranar. O objetivo principal deste procedimento é identificar as hemácias que apresentam a variante d fraco.
Tipologia: Esquemas
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PESQUISA DE ANTÍGENO D FRACO (Du) INTRODUÇÃO: Uma característica peculiar do antígeno D é o chamado D Fraco. Consiste numa variante fenotípica do antígeno Rh, que reage fracamente nos testes de tipagem Rh, e que essa menor expressão da proteína RhD na membrana eritrocitária se deve a alterações qualitativas na sua porção intramembranar. Outra variante é o D parcial caracterizado pela ausência de um ou mais epítopos do antígeno D, que foram substituídos por epítopos da proteína CcEe. Nos testes sorológicos rotineiros para tipagem Rh é difícil distinguir entre o D fraco e o D. Na prática transfusional, a conduta é ainda controversa, mas geralmente os doadores D fraco são considerados Rh positivos e os receptores D fraco, Rh negativos, buscando assim prevenir possíveis imunizações. OBJETIVO: Detectar o antígeno D na superfície das hemácias que reage fracamente no processo de tipagem habitual. AMOSTRA: Sangue Total MATERIAIS NECESSÁRIOS / REAGENTE: Estante para tubos Tubos de ensaio Centrífuga Micropipetas 100 e 1000 μL Ponteiras descartáveis Solução salina 0,9% Anticorpo Anti-D. Caneta de retroprojetor Banho Maria a 37oC Soro de Coombs (Anti-IgG) DATA DA REVISÃO: 29.11. ELABORADO POR: DAYANNE DA ROCHA DE MENEZES (biomédica)