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Detecção de Antígeno D Fraco em Hemácias: Procedimento e Objectivos, Esquemas de Hematologia

Um procedimento para detectar a presença do antígeno d fraco na superfície de hemácias, que reage fracamente no processo de tipagem habitual. O antígeno d fraco é uma variante fenotípica do antígeno rh que apresenta menor expressão da proteína rhd na membrana eritrocitária, devido a alterações qualitativas na sua porção intramembranar. O objetivo principal deste procedimento é identificar as hemácias que apresentam a variante d fraco.

Tipologia: Esquemas

2021

Compartilhado em 16/06/2021

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PESQUISA DE ANTÍGENO D FRACO (Du)
INTRODUÇÃO:
Uma característica peculiar do antígeno D é o chamado D Fraco. Consiste numa
variante fenotípica do antígeno Rh, que reage fracamente nos testes de tipagem Rh, e
que essa menor expressão da proteína RhD na membrana eritrocitária se deve a
alterações qualitativas na sua porção intramembranar. Outra variante é o D parcial
caracterizado pela ausência de um ou mais epítopos do antígeno D, que foram
substituídos por epítopos da proteína CcEe. Nos testes sorológicos rotineiros para
tipagem Rh é difícil distinguir entre o D fraco e o D. Na prática transfusional, a conduta
é ainda controversa, mas geralmente os doadores D fraco são considerados Rh positivos
e os receptores D fraco, Rh negativos, buscando assim prevenir possíveis imunizações.
OBJETIVO: Detectar o antígeno D na superfície das hemácias que reage fracamente
no processo de tipagem habitual.
AMOSTRA: Sangue Total
MATERIAIS NECESSÁRIOS / REAGENTE:
Estante para tubos
Tubos de ensaio
Centrífuga
Micropipetas 100 e 1000 µL
Ponteiras descartáveis
Solução salina 0,9%
Anticorpo Anti-D.
Caneta de retroprojetor
Banho Maria a 37oC
Soro de Coombs (Anti-IgG)
DATA DA REVISÃO: 29.11.2018
ELABORADO POR: DAYANNE DA
ROCHA DE MENEZES (biomédica)
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PESQUISA DE ANTÍGENO D FRACO (Du) INTRODUÇÃO: Uma característica peculiar do antígeno D é o chamado D Fraco. Consiste numa variante fenotípica do antígeno Rh, que reage fracamente nos testes de tipagem Rh, e que essa menor expressão da proteína RhD na membrana eritrocitária se deve a alterações qualitativas na sua porção intramembranar. Outra variante é o D parcial caracterizado pela ausência de um ou mais epítopos do antígeno D, que foram substituídos por epítopos da proteína CcEe. Nos testes sorológicos rotineiros para tipagem Rh é difícil distinguir entre o D fraco e o D. Na prática transfusional, a conduta é ainda controversa, mas geralmente os doadores D fraco são considerados Rh positivos e os receptores D fraco, Rh negativos, buscando assim prevenir possíveis imunizações. OBJETIVO: Detectar o antígeno D na superfície das hemácias que reage fracamente no processo de tipagem habitual. AMOSTRA: Sangue Total MATERIAIS NECESSÁRIOS / REAGENTE: Estante para tubos Tubos de ensaio Centrífuga Micropipetas 100 e 1000 μL Ponteiras descartáveis Solução salina 0,9% Anticorpo Anti-D. Caneta de retroprojetor Banho Maria a 37oC Soro de Coombs (Anti-IgG) DATA DA REVISÃO: 29.11. ELABORADO POR: DAYANNE DA ROCHA DE MENEZES (biomédica)

PROCEDIMENTO:

  • Preparar uma suspensão a 5% com hemácias;
  • Prepara uma suspensão a 5% com hemácias O+^ lavadas;
  • Identificar 3 tubos de ensaio com caneta de retroprojetor como T (teste), C+ (controle positivo) e C- (controle negativo);
  • Seguir o quadro abaixo para a realização da técnica: Tubos: Amostra/Reagentes T (teste) C+ C- Hemácias do paciente a 5% 100μL (2 gotas) Hemácias O+ a 5% lavadas 100μL 100μL Anti-D 100μL (2 gotas) 100μL
  • Incubar a Banho Maria a 37º por 30 minutos. Pode optar por uma incubação de 15 minutos acrescentando 2 gotas (100μL) de albumina bovina a 22%.
  • Lavar 3 vezes com solução salina a 0,9%, centrifugando a 3.500 rpm por 3 minutos e desprezando o sobrenadante;
  • Após a última lavagem remover todo o sobrenadante e acrescentar nos três tubos (T, C+ e C-) o Soro de Coombs (Anti-IgG).
  • Homogenizar e centrifugar a 1.500 rpm durante 1 minuto.
  • Agitar suavemente o tubo e observar se e onde houve aglutinação;  Tubo T aglutinação: DU positivo;  Tudo T não aglutinou: DU negativo;  Tubo C+ sempre aglutina;  Tubo C- nunca aglutina. REFERENCIAS: AGÊNCIA TRANSFUSIONAL - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MULLER. 10.11.2011. MINISTÉRIO DA SAÚDE - IMUNO-HEMATOLOGIA LABORATORIAL. 2014