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Atividade do curso de biomedicina
Tipologia: Exercícios
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Curso: Biomedicina Semestre: 6º Período: 2020. Professor(a): Lilian Kirdeika Martins Data: 08 /09 /20 Valor: 3, (0,15 cada) Discente: Rui Vitor Cotrim
Pâncreas 1- Sua função exócrina relaciona-se com a produção do suco pancreático, já a sua função endócrina é na capacidade de produzir insulina e glucagon, hormônios que garantem níveis adequados de açúcares no sangue. 2- As glândulas são as células alfa, beta e delta que secretam glucagon, insulina/amilina e somatostatina respectivamente. 3- A insulina aumenta a quantidade de glicose, aminoácidos e ácidos graxos no fígado, músculos e tecido adiposo respectivamente, enquanto o glucagon determina uma redução. Durante as primeiras horas de jejum, a quantidade de glicose, aminoácidos e ácidos graxos que circulam no sangue diminui progressivamente, sendo essa baixa concentração responsável pela redução da quantidade de insulina secretada, ao passo que provoca um aumento da liberação de glucagon. 4- A ação da insulina na célula inicia-se pela sua ligação ao receptor de membrana plasmática, ligação que ocorre com alta especificidade e afinidade A ativação do receptor gera um sinal que, eventualmente, resulta na ação da insulina sobre a glicose, lipídeos, o metabolismo de proteínas, garantindo diferentes efeitos metabólicos. Os principais efeitos do glucagon sobre o metabolismo da glicose são a degradação do glicogênio hepático e o aumento da gliconeogênese no fígado. Sua ação se dá pelo intermédio de um receptor de membrana associado a proteína G, a qual ativa a enzima adenilato ciclase, o que determina a formação do monofosfato de adenosina cíclico (AMPc), o qual servirá de 2º. mensageiro intracelular de suas ações sobre o metabolismo, representando um poderoso mecanismo amplificador. A adrenalina é incapaz de atravessar a membrana plasmática, e sua atividade é facilitada pelos receptores α e β adrenérgicos da membrana. A adrenalina pode estimular a secreção de hormônios como insulina, glucagon, gastrina, etc. Estimula o aumento da concentração de glicose no plasma. Promove a fosforilação de proteínas no fígado, envolvidas na regulação do metabolismo do glicogênio. Participa da degradação de triacilgliceróis armazenados no tecido adiposo. 5- A) Alguns sintomas são: aumento de sede, aumento da micção, fome, visão embaçada, náusea, diminuição da resistência durante a atividade física, vômitos, fadiga, dor abdominal, confusão mental, sonolência e convulsões. B) Pré-diabetes é um quadro clínico no qual o valor da glicose está demasiadamente elevado para ser considerado normal, mas não alto o suficiente para ser identificados como diabetes. A pessoa tem pré-diabetes caso a glicemia em jejum fique entre 100 mg/dl (5,6 mmol/l) e 125 mg/dl (6,9 mmol/l) ou se a glicemia duas horas após o
teste oral de tolerância à glicose fique entre 140 mg/dl (7,8 mmol/l) e 199 mg/dl (11,0 mmol/l). Ter pré-diabetes representa um risco mais elevado de ter tanto diabetes como doença cardíaca no futuro. A diminuição do peso corporal em 5% a 10% por meio de dieta e atividade física pode reduzir significativamente o risco de ter diabetes no futuro. No diabetes tipo 1, o sistema imunológico do organismo ataca as células do pâncreas que produzem insulina e mais de 90% delas são destruídas permanentemente. O pâncreas, portanto, produz pouca ou nenhuma insulina. A maioria das pessoas que tem diabetes tipo 1 manifesta a doença antes dos 30 anos de idade, embora ela possa se manifestar depois disso. No diabetes tipo 2, o pâncreas costuma continuar a produzir insulina, às vezes até mesmo uma quantidade maior que a normal, especialmente no início da doença. No entanto, o organismo cria resistência aos efeitos da insulina e, assim, a insulina existente não é suficiente para atender às necessidades do organismo. Conforme o diabetes tipo 2 avança, ocorre uma diminuição da capacidade de produção de insulina pelo pâncreas. Geralmente começa em pessoas com idade acima de 30 anos e se torna progressivamente mais comum com o avanço da idade. Aproximadamente 26% das pessoas com mais de 65 anos têm diabetes tipo 2. Pessoas com determinadas características raciais e étnicas têm mais risco de ter diabetes tipo 2: pessoas de raça negra, américo-asiática, indígena americana e pessoas com ascendência espanhola ou latino-americana que vivem nos Estados Unidos têm um risco duas a três vezes maior em comparação ao de pessoas de raça branca. O diabetes tipo 2 também tende a ser um mal de família. A obesidade causa resistência à insulina, as pessoas obesas precisam de uma grande quantidade de insulina para manter valores de glicemia normais, outro fator também é que certos distúrbios e medicamentos podem afetar a forma pela qual o organismo utiliza a insulina e podem dar origem ao diabetes tipo 2. 6- O insulinoma é um raro tumor de células beta pancreáticas que hiperssecretam insulina. O sintoma principal é a hipoglicemia de jejum, que desencadeia cefaleia, confusão, distúrbios visuais, fraqueza motora, paralisia, ataxia, mudanças marcantes de personalidade e possível progressão para perda de consciência, convulsões e coma. O diagnóstico é feito em 48 a 72 h com a mensuração dos níveis de glicose e insulina, seguida de ultrassonografia endoscópica. O tratamento é cirúrgico, quando possível. Fármacos que bloqueiam a secreção de insulina (p. ex., diazóxido, octreotide, bloqueadores de canal de cálcio, betabloqueadores, fenitoína) são usados em pacientes que não respondem à cirurgia. Hormônios da Tireoide 1- Hormônio estimulante da tireoide, é um hormônio produzido na hipófise e sua função é induzir a tireoide a produzir dois hormônios a tri-idotironina
corpo. Nesse caso específico, ela ataca as células da tireoide, podendo acontecer a liberação dos hormônios tireoidianos ou a redução da sua produção. Ele está presente tanto no hipertireoidismo quanto no hipotireoidismo. A antiperoxidase tireoidiana (anti-TPO) é um anticorpo produzido pelo sistema imune e que ataca a glândula tireoide, resultando em alteração nos níveis de hormônios produzidos pela tireoide. 9- Porque nas mulheres prejudica a maturação dos óvulos, podendo estimular a ovulação fora da fase lútea, impedir a ovulação e até mesmo causar infertilidade. No homem, a instabilidade hormonal pode comprometer a produção e qualidade dos espermatozoides ou até causar disfunção erétil.