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Questionário de Metalografia, Exercícios de Engenharia Metalúrgica

Algumas perguntas para aprofundar seu conhecimento.

Tipologia: Exercícios

2013

Compartilhado em 12/09/2013

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diego-taliatte-8 🇧🇷

4.2

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Questionário
Nome: Diego Taliatte da Silva
Turma: Metalurgia
Matéria: Metalografia
Professor: Elery
1. Como se pode definir metalografia?
2. Qual a razão do estudo de uma estrutura física nos metais?
3. De quais fatores dependerá a escolha da secção a ser cortada para
analise metalografica?
4. Explique porque no seccionamento das peças que serão analisadas, a
utilização de calor não é recomendada.
5. Por que a alumina e o óxido de silício são utilizados como abrasivos no
corte? Qual a relação destes abrasivos com a dureza.
6. Defina o processo de embutimento a quente, quais as resinas que são
utilizadas e por que se efetua o embutimento.
7. Qual o propósito do lixamento?
8. Qual a razão de utilizar água durante o processo de lixamento?
9. Explique a relação entre a numeração das lixas e das pastas de
polimento com a sua granulometría.
10. Como complementação do estudo, relacione o processo de eletrólise
com o que já foi estudado em química, procure demonstra a relação com
a oxidação.
11. Como se dá o processo de eletrólise dentro dos processos de polimento.
12. Qual a utilidade do microscópio estereoscópico?
13. Por que os metais com composição homogênea são melhor polidos por
eletrólise do que os matérias heterogêneos? Com os preceitos químicos.
14. O que pode acontecer quando deixamos a amostra tempo demais sobre
a ação do reagente, e o que pode ser feito para reverter o problema
gerado?
15. Os microscópios metalograficos são diferentes dos microscópios
convencionais pelo sistema de reflexão da luz. Faça um breve estudo e
diferencie os modelos de microscópios metalograficos dos demais.
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Questionário

Nome: Diego Taliatte da Silva

Turma: Metalurgia

Matéria: Metalografia

Professor: Elery

  1. Como se pode definir metalografia?
  2. Qual a razão do estudo de uma estrutura física nos metais?
  3. De quais fatores dependerá a escolha da secção a ser cortada para analise metalografica?
  4. Explique porque no seccionamento das peças que serão analisadas, a utilização de calor não é recomendada.
  5. Por que a alumina e o óxido de silício são utilizados como abrasivos no corte? Qual a relação destes abrasivos com a dureza.
  6. (^) Defina o processo de embutimento a quente, quais as resinas que são utilizadas e por que se efetua o embutimento.
  7. Qual o propósito do lixamento?
  8. Qual a razão de utilizar água durante o processo de lixamento?
  9. Explique a relação entre a numeração das lixas e das pastas de polimento com a sua granulometría.
  10. Como complementação do estudo, relacione o processo de eletrólise com o que já foi estudado em química, procure demonstra a relação com a oxidação.
  11. Como se dá o processo de eletrólise dentro dos processos de polimento.
  12. Qual a utilidade do microscópio estereoscópico?
  13. Por que os metais com composição homogênea são melhor polidos por eletrólise do que os matérias heterogêneos? Com os preceitos químicos.
  14. (^) O que pode acontecer quando deixamos a amostra tempo demais sobre a ação do reagente, e o que pode ser feito para reverter o problema gerado?
  15. Os microscópios metalograficos são diferentes dos microscópios convencionais pelo sistema de reflexão da luz. Faça um breve estudo e diferencie os modelos de microscópios metalograficos dos demais.

Respostas:

  1. (^) É a ciência que estuda as estruturas físicas dos metais ferrosos e não- ferrosos.

  2. Conhecer as propriedades físicas e mecânicas dos metais e seus possíveis defeitos.

  3. Deve-se saber o que se quer analisar na amostra como quantidade de encrustações, comprimento de grãos, natureza do material e etc. E assim aplicar o corte transversal ou longitudinal.

  4. O uso do calor pode causar deformações e alterações na amostra, por isso não se usa calor. Não usando calor preservamos as características físicas da amostra.

  5. Por serem mais baratos, e por serem mais duros que o aço.

  6. Levantar o embolo até que chegue a superfície da embutidora, borrifar o desmoldante nos dois êmbolos(superior e inferior), posicionar a amostra com a face a ser analisada, abaixar o embolo até chegar a posição adequada para colocar a baquelite, preencher a embutidora com baquelite, tampar a embutidora e iniciar o processo, manter a pressão durante o processo entre 100 e 120(KgF/mm 2 ), após o processo já pronto resfriar a amostra já com a baquelite, remover a tampa e levantar o embolo até a superfície para a retirada da amostra e continuação dos processos de analise. Os materiais usados no embutimento são: Baquelite (uso de calor e pressão no processo e não se deforma com calor), Acrílico (uso de calor e/ou pressão e não se deforma com calor) e a Resina (não utiliza calor ou pressão e se deforma com calor). O processo de embutimento é utilizado em amostras pequenas para melhorar a manipulação, para a proteção das mãos do operador e para uma melhor analise nas bordas do material.

  7. Eliminar os riscos mais visíveis na superfície plástica do material preparando a amostra para o polimento.

  8. Para que a amostra e a lixa fiquem sempre limpas e para não aquecer a peça excessivamente podendo gerar uma analise errada do material de amostra.

  9. Devem-se utilizar lixas de maior granulometria para menor granulometria havendo a necessidade de a cada troca de lixa remover

  • Microscópio Óptico. É também um tipo comum de microscópio. Usa a luz para iluminar estruturas para o observador por meio de lentes de refração e oculares de vidro. Microscópios fluorescentes funcionam pelo mesmo princípio, mas usam um comprimento de onda diferente de luz.
  • (^) Microscópio Digital. Um microscópio digital é composto por um microscópio, uma câmera de vídeo e uma tela de visualização. Oculares não entram no jogo, já que a imagem pode ser colocada em uma tela de vídeo.
  • Microscópio Eletrônico. Ao invés de luz, microscópios eletrônicos usam elétrons para fazer a estrutura visível por meio de lentes eletrostáticas e eletromagnéticas. Está entre os mais poderosos tipos de microscópios, com microscópios eletrônicos de varredura produzindo imagens 3D e microscópios de transmissão eletrônica que produzem imagens 2D.
  • Microscópio Estéreo. Também conhecido como microscópio de dissecção, tem duas objetivas para capturar luz e criar efeito tridimensional para o observador.