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Rebites e Buchas, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Rebites e Buchas

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 24/11/2010

rogerio-fonseca-6
rogerio-fonseca-6 🇧🇷

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TRABALHO DE
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Rebites e
Buchas
Turma:1D3B
Antônio nº 06
Gilson nº 15
Marivaldo nº 24
Ulisses nº 31
Prof. Roberto Santos
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TRABALHO DE

EMA

Rebites e

Buchas

Turma:1D3B

Antônio nº 06

Gilson nº 15

Marivaldo nº 24

Ulisses nº 31

Prof. Roberto Santos

1.Introdução As buchas existem desde que se passou a usar transportes com rodas e eixos. No caso de rodas de madeiras, que até hoje são usadas em carros de boi, já que existe o problema de atrito entre o mancal (peça que apóia o eixo) e o eixo. Durante o movimento de rotação as superfícies em contato provocam atritos e, com o tempo, desgastam-se eixos e mancais sendo preciso trocá-los. Com a introdução das rodas de aço com mais velocidade e mais esforços, aumentou-se o problema com atritos. A solução encontrada foi de colocar um anel de metal entre o eixo e o maçal. Esse anel, mais conhecido como bucha, reduz bastante o atrito, passando constituir um elemento de apoio indispensável. Em determinados trabalhos de usinagem, há a necessidade de furação, ou seja, de fazer furos. Para isso que a ferramenta de furar fique corretamente posicionada para que os furos sejam feitos exatamente nos locais marcados. Nesse caso, são usadas as buchas- guias para furação e também alargamento de furos.

As buchas podem ser classificadas quanto ao tipo de

solicitação. Nesse sentido, elas podem ser de fricção radial,

para esforços radiais, de fricção axial para esforços axiais e

cônicas para esforços nos dois sentidos tanto axial como

radial.

Classificação das Buchas:

Buchas de fricção axial Essas buchas podem ter varias formas. As mais comuns são feitas de um corpo cilíndrico furado, sendo que o furo possibilita a entrada de lubrificantes. Essas buchas são usadas em peças para cargas pequenas e em lugares onde a manutenção seja fácil.

Buchas de fricção radial

Essa buchas são desenvolvidas e planejadas que suportem todos os esforços que hajam nela no sentido vertical.

Buchas Cônicas

Essas buchas são projetadas para que suportem esforços axiais e

radias, quase sempre elas necessitam de um elemento de fixação o que

a torna mais cara e difícil acesso a sua troco, por isso não são muito

usadas em elementos de maquinas, só quando há grande precisão

As buchas pequenas com até 20 mm de diâmetro são feitas em aço-carbono, temperado ou negritado. As maiores são feitas em aço comentado. A distância entre a bucha-guia e a peça baseia-se em dois parâmetros:

  • Quando o cavaco deve passar pelo interior da bucha-guia, a distância será de 0,2mm.
  • Quando o cavaco deve sair por baixo da bucha-guia, a distância será igual ou maior que 0,5 mm, multiplicado pelo diâmetro do furo da bucha. A principal finalidade da bucha-guia é a de manter um eixo comum (coaxilidade) entre ela e o furo. Para isso, as buchas-guia devem ser de tipos variados. Quando a distância (h) entre a peça e a base de sustentação da bucha-guia é grande, usam-se buchas-guia longas.

Conclusão

Através dessa pesquisa podemos entender a necessidade da utilização de elementos de apoio e em especial buchas que são utilizadas para reduzir o atrito gerando pelo movimento rotacional do eixo com o mancal que suporta o eixo.

Introdução

Vamos estudar um dos principais elementos de fixação.

Se você vai fazer uma caixa de papelão, possivelmente usará

cola, fita adesiva ou grampos para unir as partes da caixa. Por outro

lado, se você pretende fazer uma caixa ou engradado de madeira,

usará pregos ou taxas para unir as partes.

Na mecânica é muito comum a necessidade de unir peças como

chapas, perfis e barras. Qualquer construção, por mais simples que

seja, exige união de peças entre si.

A união de peças feita pelos elementos de fixação pode ser de

dois tipos:

Móvel

Permanente.

Rebites

O que é: O rebite é formado por um corpo cilíndrico e uma cabeça. É fabricado em aço, alumínio, cobre ou latão. É usado para fixação permanente de duas ou mais peças.

Emprego: Em geral, seu emprego está em situações onde não é possível usar solda por um ou mais motivos: tipo de material, não admissão de tensões provenientes da solda, facilidade do processo de fabricação, etc. Na indústria aplica-se principalmente em: estruturas metálicas, reservatórios, caldeiras, máquinas, navios, aviões, veículos de transporte e treliças.

A fabricação de rebites é padronizada, ou seja, segue normas

técnicas que indicam medidas da cabeça, do corpo e do comprimento

útil dos rebites.

No quadro a seguir apresentamos as proporções padronizadas para

os rebites. Os valores que aparecem nas ilustrações são constantes, ou

seja,

nunca mudam.

O quadro apresenta alguns tipos de rebite, segundo a forma de suas

cabeças. Mas é grande a variedade dos tipos de rebite. Um mecânico

precisa conhecer o maior número possível para saber escolher o mais

adequado a cada trabalho a ser feito. Vamos ver outros exemplos.

Para adquirir os rebites adequados ao seu trabalho, é necessário que você conheça suas especificações, ou seja:  (^) de que material é feito;  (^) o tipo de sua cabeça;  (^) o diâmetro do seu corpo;  (^) o seu comprimento útil. Na especificação do rebite é importante você saber qual será o seu comprimento útil ( L ) e a sobra necessária ( z ). Nesse caso, é preciso levar em conta:  (^) o diâmetro do rebite;  (^) o tipo de cabeça a ser formado;  (^) o modo como vai ser fixado o rebite: a frio ou a quente. As figuras mostram o excesso de material ( z ) necessário para se formar a segunda cabeça do rebite em função dos formatos da cabeça, do comprimento útil ( L ) e do diâmetro do rebite ( d ).

Para solicitar ou comprar rebites você deverá indicar todas as especificações. Por exemplo:  (^) material do rebite: rebite de aço 1.006 - 1.010;  (^) tipo de cabeça: redondo;  (^) diâmetro do corpo: 1” x 3” de comprimento útil. 4 4 Normalmente, o pedido de rebites é feito conforme o exemplo: Rebite de alumínio, cabeça chata, de 3” x 1” 32 2