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Referencial Teórico IoT, Resumos de Informática

Breve resumo sobre IoT, como funciona, características e etc.

Tipologia: Resumos

2019

Compartilhado em 20/08/2019

guilherme-oliveira-m26
guilherme-oliveira-m26 🇧🇷

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Referencial Teórico
1. O que é.
A internet das coisas não tem uma definição exata e aceita por todos até então, pois é
comum que os principais autores criem suas próprias definições. De acordo com a
Comissão Europeia de Informação, Sociedade e Mídia, IoT é: “Coisas com identidades e
personalidades virtuais operando em espaços inteligentes usando interfaces inteligentes
para se conectar e se comunicar dentro de contextos sociais, ambientais e de usuários”, o
que sugere que tais coisas tenham o que seria parecido com uma consciência própria, um
sistema que seria capaz de se comunicar com outras coisas e pessoas como e quando
quisesse, partindo a ser independente de um usuário para que funcione normalmente.
A primeira vez que a expressão Internet das Coisas veio a ser introduzida ao mundo, foi
em 1998 quando Kevin Ashton usou este termo em uma apresentação. Na ocasião, tal dizia
“A Internet das Coisas tem o potencial de mudar o mundo, assim como a Internet fez.
Talvez ainda mais”, o que veio a fazer com que a teoria de IoT ganhasse força para
desenvolver suas pesquisas.
Outras definições de IoT também são trazidas por diferentes autores, como P.Guillemin e
P. Friess: “A Internet das Coisas permite que as pessoas e as coisas sejam conectadas a
qualquer momento, em qualquer lugar, com qualquer coisa e qualquer um, idealmente
usando qualquer caminho / rede e qualquer serviço.” O que traz uma visão mais ampla e
não tão específica quanto a definição da Comissão Europeia, o que permite com que os
limites da IoT cresçam e dê mais liberdade para se usar nas pesquisas sobre o conceito.
Como a explicação citada anteriormente diz que qualquer coisa poderá se conectar com
qualquer um a qualquer momento não importando a situação, uma visão que podemos ter é
que tudo será conectado, de uma forma que a vida humana seja facilitada de maneira
absurda, pois tudo será mais fácil e rápido.
Um problema de imaginar todas essas ótimas possibilidades é que as pesquisas ainda
estão em seu começo, não adiantadas o suficiente para que a IoT se torne grande como o
objetivo atual, nos deixando apenas sonhando por enquanto. Outro problema é que a
tecnologia atual não é suficiente para que tudo seja conectado, então a conclusão da IoT
levará tempo, devido às adversidades encontradas no momento.
2. Infraestrutura da Internet das Coisas.
A internet das coisas é um tema altamente abordado nos dias atuais, esse sistema
apresenta duas estruturas diferentes, a Iot Centralizada e a Descentralizada:
A Iot centralizada é a maneira utilizada hoje, ela funciona da seguinte forma, um tipo de
nuvem conecta todos os dispositivos e assim eles podem interagir entre si, mas de certa
forma esse molde não traz a total velocidade e praticidade como deveria.
A Iot descentralizada trabalha de maneira que os dispositivos não necessitam da nuvem
para se conectar, mas com essa implementação de vários dispositivos conectados sem
uma central para cuidar da segurança, mas com a adição de alguma segurança
descentralizada assim como a maneira de lidar da Iot seria muito mais prático e rápido a
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Referencial Teórico

1. O que é.

A internet das coisas não tem uma definição exata e aceita por todos até então, pois é comum que os principais autores criem suas próprias definições. De acordo com a Comissão Europeia de Informação, Sociedade e Mídia, IoT é: “Coisas com identidades e personalidades virtuais operando em espaços inteligentes usando interfaces inteligentes para se conectar e se comunicar dentro de contextos sociais, ambientais e de usuários”, o que sugere que tais coisas tenham o que seria parecido com uma consciência própria, um sistema que seria capaz de se comunicar com outras coisas e pessoas como e quando quisesse, partindo a ser independente de um usuário para que funcione normalmente. A primeira vez que a expressão Internet das Coisas veio a ser introduzida ao mundo, foi em 1998 quando Kevin Ashton usou este termo em uma apresentação. Na ocasião, tal dizia “A Internet das Coisas tem o potencial de mudar o mundo, assim como a Internet fez. Talvez ainda mais”, o que veio a fazer com que a teoria de IoT ganhasse força para desenvolver suas pesquisas. Outras definições de IoT também são trazidas por diferentes autores, como P. Guillemin e P. Friess: “A Internet das Coisas permite que as pessoas e as coisas sejam conectadas a qualquer momento, em qualquer lugar, com qualquer coisa e qualquer um, idealmente usando qualquer caminho / rede e qualquer serviço.” O que traz uma visão mais ampla e não tão específica quanto a definição da Comissão Europeia, o que permite com que os limites da IoT cresçam e dê mais liberdade para se usar nas pesquisas sobre o conceito. Como a explicação citada anteriormente diz que qualquer coisa poderá se conectar com qualquer um a qualquer momento não importando a situação, uma visão que podemos ter é que tudo será conectado, de uma forma que a vida humana seja facilitada de maneira absurda, pois tudo será mais fácil e rápido. Um problema de imaginar todas essas ótimas possibilidades é que as pesquisas ainda estão em seu começo, não adiantadas o suficiente para que a IoT se torne grande como o objetivo atual, nos deixando apenas sonhando por enquanto. Outro problema é que a tecnologia atual não é suficiente para que tudo seja conectado, então a conclusão da IoT levará tempo, devido às adversidades encontradas no momento.

2. Infraestrutura da Internet das Coisas.

A internet das coisas é um tema altamente abordado nos dias atuais, esse sistema apresenta duas estruturas diferentes, a Iot Centralizada e a Descentralizada: A Iot centralizada é a maneira utilizada hoje, ela funciona da seguinte forma, um tipo de nuvem conecta todos os dispositivos e assim eles podem interagir entre si, mas de certa forma esse molde não traz a total velocidade e praticidade como deveria. A Iot descentralizada trabalha de maneira que os dispositivos não necessitam da nuvem para se conectar, mas com essa implementação de vários dispositivos conectados sem uma central para cuidar da segurança, mas com a adição de alguma segurança descentralizada assim como a maneira de lidar da Iot seria muito mais prático e rápido a

utilização desse método, por conta desse motivo a Iot descentralizada se torna uma ótima opção para um futuro próximo.

3. As características da IOT.

Interconectividade: Quando estamos tratando da IOT, temos que ter em mente que qualquer coisa pode ser conectada com a infraestrutura global de comunicação e informação. Heterogeneidade: Os dispositivos da IOT são diferentes entre si, levando em conta a base de diferentes plataformas e redes de hardware, e que podem interagir com outros dispositivos ou plataformas de serviços por meio de redes diferentes. Alterações dinâmicas: O estado dos dispositivos muda de acordo com o contexto em que são inseridos, como localização ou velocidade. Ao dormir o dispositivo será desconectado, ao acordar, conectado novamente alterando assim, dinamicamente. Escala abundante: O número de dispositivos que terão de ser gerenciados será muito maior em relação aos dispositivos conectados à internet atual. Segurança: Quando nos tratamos de IOT, estamos abordando um assunto que envolve uma cadeia de dispositivos interconectados, por este mesmo motivo, a segurança deve ser de extrema eficiência. Conectividade: Permitindo a acessibilidade e compatibilidade de rede, a conectividade fornece a capacidade de consumir e produzir os dados.

4.Dispositivos IoT

O dispositivo da Internet das Coisas, muitas vezes chamados de objetos inteligentes, se encarregam da função fundamental no contexto normalmente descentralizado da Internet das Coisas, isso graças a sua capacidade de se comunicar e interagir com sensores. Hoje em dia não só os computadores convencionais e smartphones possuem conexão à rede mundial de computadores, mas uma grande porção em expansão de eletrodomésticos e periféricos como televisores, automóveis, entre outros. Segundo a pesquisa “Internet of Things By The Numbers” da revista Forbes, estima-se o número de 40 bilhões de dispositivos conectados à internet até o ano de 2020. A troca de informações, o uso de serviços e interação social será elevado a um novo patamar, onde novos leques de possibilidades serão introduzidos cada dia mais no mercado tecnológico (ex: cidades inteligentes, casas inteligentes etc... Nesse cenário de vários dispositivos conectados à internet, surgirão novos desafios como: segurança, regulamentações e padronizações. Esta última sendo um fator crucial para a realidade da IoT, já que é com padrões semelhantes que os dispositivos poderão se comunicar entre si.

5. Referências Bibliográficas

PATEL, Keyur K; PATEL2, Sunil M. Internet of Things-IOT: Definition, Characteristics, Architecture, Enabling Technologies, Application & Future Challenges. 2016. Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/330425585_Internet_of_Things-IOT_Definition_C haracteristics_Architecture_Enabling_Technologies_Application_Future_Challenges>. Acesso em: 28 jul. 2019.