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Relatório bacteriologia, Notas de aula de Biomedicina

Relatório de aula prática realizado em laboratório sobre Esterilização ? Controle microbiano

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 17/10/2010

juh-lima-5
juh-lima-5 🇧🇷

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Juliana Aurélio Limeira
Esterilização – Controle microbiano
Redenção - PA
2010
Juliana Aurélio Limeira
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Juliana Aurélio Limeira

Esterilização – Controle microbiano

Redenção - PA 2010

Juliana Aurélio Limeira

Esterilização – Controle microbiano

Redenção – PA 2010

Sumário Pág.

  1. Introdução.....................................................................................................

necessário que seja submetida ao calor durante um determinado tempo, destruindo todas as bactérias, seus esporos, vírus e fungos. Existem várias técnicas de esterilização, que apresentam vantagens e desvantagens. Contudo a técnica usada mais regularmente é a autoclavagem.

"Esterilização de materiais é na verdade a tendência de eliminação de todas as bactérias ou redução da população de uma colônia, pois ainda depois da esterilização o material supostamente estéril ainda possui uma porção mínima de bactérias, portanto depois de estéril estes materiais são colocados com uma data de validade e armazenados em uma sala com temperatura controlada, isto é, se não forem usados neste período os materiais deverão ser esterilizados novamente. A questão da temperatura de esterilização, quanto maior a temperatura menor é o tempo de exposição dos materiais isto se referindo a esterilização a vapor, hoje em dia existe dois tipos de temperaturas, 121 °C e de 134 °C em autoclaves, para manter a segurança e aumentar a confiabilidade no fim do processo, os materiais não devem sair molhados deste tipo de equipamento, o que seca o material no fim da esterilização ou fase de secagem é a temperatura que o material fica exposto da "câmara externa”, que por sua vez a pressão é geralmente maior que a pressão na câmara onde ficam os materiais, a maioria das autoclaves contem duas câmaras facilitando este processo." apesar de toda esta tecnologia que temos hoje o conceito de que o material está totalmente estéril é falso, podemos falar em métodos mais seguros que são os corretos. A proximidade de um processo de esterilização com qualidade encontra-se na validação e qualificação do equipamento, no suprimento de água do vapor e da manutenção.

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2. MATERIAL E MÉTODOS

Equipamentos e materiais apresentados: *Alça e agulha de platina

  • Bico de Bunsen
  • Placas de Petri
  • Tubos de ensaio
  • Meios de cultura (Agar e Caldo tioglicolato) *Solução salina estéril *Pipeta e pêra *Lâminas e lamínulas para microscopia *Corantes
  • Microscópio *Estufa ou forno de Pasteur *Banho- Maria *Autoclave

O processo de esterilização pode ser por calor úmido – autoclave, ou por calor seco – Estufa.

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3. PROCEDIMENTOS:

-O invólucro deve ser adequado para este tipo de esterilização e para o material a ser esterilizado. As embalagens mais utilizadas são as caixas metálicas, papel alumínio e frascos de vidro refratário;

05 -Os artigos a serem esterilizados devem possuir boa condutividade térmica. Como já foi mencionados, materiais não termorresistentes não devem ser esterilizados por este método, como os tecidos, borrachas e papéis; -O equipamento deve ser calibrado e validado. O fabricante precisa informar qual o ponto mais frio da câmara. A esterilização é eficiente quando neste ponto a temperatura é atingida, é necessário, portanto que os testes com os indicadores biológicos sejam realizados neste local.

3.4Esterilização por calor úmido:

Os equipamentos utilizados para este método de esterilização são as autoclaves. Estas se constituem basicamente de uma câmara em aço inox, com uma ou duas portas, possui válvula de segurança, manômetros de pressão e um indicador de temperatura. Elas podem ser divididas em dois tipos:

Autoclave gravitacional: o ar é removido por gravidade, assim quando o vapor é admitido na câmara, o ar no interior desta, que é mais frio (mais denso), sai por uma válvula na superfície inferior da câmara. Pode ocorrer a permanência de ar residual neste processo, sendo a esterilização comprometida principalmente para materiais densos ou porosos. Autoclave pré-vácuo: o ar é removido pela formação de vácuo, antes da entrada do vapor, assim quando este é admitido, penetra instantaneamente nos pacotes. O ciclo de esterilização compreende: Remoção do ar: para que a esterilização seja eficaz, é necessário que o vapor entre em contato com todos os artigos da câmara e, para que ocorra a penetração do vapor em toda a câmara e no interior dos pacotes, é preciso que o ar seja removido. A remoção do ar pode ser por gravidade ou por utilização de vácuo antes da entrada do vapor.

Admissão do vapor: é também o período de exposição. Este é iniciado pela entrada do vapor, substituindo o ar no interior da câmara. O tempo de exposição começa a ser marcado quando a temperatura de esterilização é atingida. O tempo de exposição pode ser dividido em três partes: tempo de penetração do vapor, tempo de esterilização e intervalo de confiança.

06 Exaustão do vapor: é realizada por uma válvula ou condensador. A exaustão pode ser rápida para artigos de superfície ou espessura; para líquidos a exaustão deve ser o mais lenta possível para se evitar a ebulição, extra-vazamento ou rompimento do recipiente.

Secagem dos artigos: é obtida pelo calor das paredes da câmara em atmosfera rarefeita. Nas autoclaves de exaustão por gravidade, o tempo de secagem varia de 15 a 45 minutos; nas autoclaves de alto vácuo o tempo é de 5 minutos.

3.5 Cuidados básicos para a eficiência da autoclavação:

Antes da esterilização Higienizar convenientemente os materiais: -Material crítico deve permanecer em solução desinfetante durante 30 minutos, antes de se realizar a limpeza.

-Os instrumentais devem ser lavados manualmente com o uso de escovas, ou em lavadoras ultra-sônicas.

-Drenos, tubos, catéteres devem ser lavados com água e detergente apropriado; devem-se usar seringas para lavar e enxaguar a luz dos mesmos.

-Agulhas e seringas devem ser lavadas com detergente e enxaguadas abundantemente para que este seja removido completamente.

-Acondicionar os artigos em embalagens adequadas, que permitam a esterilização e a estocagem do artigo.

  • Identificar os pacotes corretamente, não ultrapassar as dimensões de 30cm x 30cm x 50cm, e o peso de 7 kg. Colocar os pacotes pesados sob os mais leves; evitar encostá-los nas paredes da câmara, deixar espaço entre eles para facilitar a

-Disposição inadequada dos pacotes na câmara; -Abertura muito rápida da porta ao término da esterilização; -Tempo de esterilização insuficiente; -Utilização de pacotes que saíram úmidos da autoclave; -Mistura de pacotes esterilizados e não esterilizados; -Não identificação da data de esterilização e data-limite de validade nos pacotes; -Desconhecimento ou despreparo da equipe para usar o equipamento.

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4. BIBLIOGRAFIA

Material fornecido pelo professor em aula prática. http://www.hospvirt.org.br http://www3.uma.pt/gcosta/docs/microbiology/prat1.pdf

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4. ANEXOS

Materiais apresentados:

Alça de platina Agulha de platina Bico de bunsen Placas de petri

Tubos de ensaio Meios de cultura ( Agar e caldo) Pipeta e pêra

Lamina e lamínula Microscópio Estufa ou Forno de Pasteur