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Relatório de Estágio, Provas de Engenharia Elétrica

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR COPEL TELECOMUNICAÇÕES S. A.

Tipologia: Provas

2011

Compartilhado em 28/06/2011

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VICTOR DE OLIVEIRA
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR
Londrina
2011
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VICTOR DE OLIVEIRA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR

Londrina 2011

VICTOR DE OLIVEIRA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR

Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Engenharia Elétrica (Telecomunicações), da Faculdade Pitágoras – Campus Metropolitana, como requisito para a obtenção do título de Bacharel em Engenharia Elétrica – Telecomunicações. Orientador: Marcelo dos Santos Menegazzo

Londrina 2011

LISTA DE FIGURAS

  • Figura 1 - Rede de fibra óptica
  • Figura 2 - Cordão óptico
  • Figura 3 - Conector óptico
  • Figura 4 - Conector limpo
  • Figura 5 - Conector sujo
  • Figura 6 - Bastidor
  • Figura 7 - Tela touch screen
  • Figura 8 - Consolete Digital
  • Figura 9 - Consolete Analógica
  • Figura 10 - O enlace
  • Figura 11 - Exemplo de instalação no Rack
  • Figura 12 - Exemplo de descida
  • Figura 13: Maleta de testes
  • Figura 14 - Projeto de Interligações.................................................
  • Figura 15: Interface conversor
  • Figura 16: Automação
  • Figura 17 - Esquema cliente IP
  • Figura 18 - Esquema cliente SDH
  • LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS............................................. SUMÁRIO
  • LISTA DE FIGURAS..........................................................................
  • SUMÁRIO
  • 2 Identificação
  • 3 INTRODUÇÃO
  • 4 A EMPRESA
  • 4.1 Histórico
  • 5 O ESTÁGIO
  • 5.1 Atividades desenvolvidas
  • 5.1.1 Acompanhamento de lançamento de fibra
  • 5.1.2 Acompanhamento de fusão de fibra óptica
  • 5.1.3 Limpeza do cordão óptico
  • 5.1.4 Controladora de áudio e consolete Digital
  • 5.1.5 Enlace do cliente
  • 5.1.6 Mudança de canal para sistema de teleproteção.
  • 5.1.7 Ativação de cliente IP 2Mbps
  • 5.1.8 Ativação cliente SDH 2Mbps
  • 6 Conclusão
  • 7 Referências

2 INTRODUÇÃO

O estágio supervisionado foi realizado na Copel Telecomunicações. As atividades realizadas e/ou acompanhadas foram ativação de cliente IP (Internet Protocol) e SDH (Hierarquia Digital Síncrona), fusão de fibra óptica, acompanhar lançamento de fibra óptica. O estágio curricular é de suma importância para que o aluno entre no mercado de trabalho conhecendo a aplicação do curso na parte prática, o relacionamento com pessoas, as dificuldades que vai encontrar no dia a dia, e com isso obtendo experiência e enriquecendo o currículo. O objetivo do estágio supervisionado é proporcionar ao aluno conhecer um pouco da empresa, as metodologias aplicadas no mercado de trabalho, conhecer novas tecnologias adquirindo e aperfeiçoando conhecimentos, analisar problemas encontrados, isso trará um enriquecimento profissional além de ajudar a entrar neste mercado de trabalho que está a cada dia mais competitivo.

3 A EMPRESA

A Copel Telecomunicações é uma empresa de Sociedade Anônima, cujo capital pertence 100% à Copel - Companhia Paranaense de Energia, uma empresa de economia mista, de capital aberto e com ações nas Bolsa de São Paulo, Nova Iorque e em Madri, tendo como sócio majoritário e principal gestor da empresa o Governo de Estado do Paraná. A Copel foi uma das primeiras empresas de energia elétrica do Brasil a atuar no mercado de Telecomunicações, obteve licença no ano de 1998 e, a partir de 2001, criou a Copel Telecomunicações S.A. que detém licença para operação e prestação de Serviço de Comunicação Multimídia. Prestamos serviços de transporte, de rede e de Internet para todos os operadores de telecomunicações, de comunicação e de multimídia e para grandes e médias empresas em geral no Paraná. Em 1974 ocorreu o início das Telecomunicações na Copel. Na época foi criada uma área responsável por atender as necessidades de operação dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica. Nos anos 70, foram implantados os Sistemas Carrier de comunicação via linhas de alta tensão para atender a operação de Transmissão de Energia e os Sistemas VHF, fixos e portáteis, para atender a operação da Distribuição. O atendimento estava mais voltado para telefonia, para fins administrativos e operacionais.

3.1 Histórico

Nos anos 80, com a construção de usinas no Paraná, houve a necessidade da implantação de sistemas de controle e supervisão para esta nova geração e transmissão de energia. Com isto, optou-se pela construção de

Em 2001, foi criada a Copel Telecomunicações S.A., empresa subsidiária e com 100% de propriedade da Companhia Paranaense de Energia, para atuar no mercado de telecomunicações. Até 2002, a rede da Copel Telecom já atingia 60 cidades do Paraná e possuía uma plataforma para atendimento de redes IP e de Internet, tinha mais de 150 clientes e já atendia a todos os operadores de telecomunicações no estado. De 2003 a 2007, houve uma expansão de seu backbone , atingindo mais de 170 cidades, cujo propósito foi o de atender o Programa Paraná Digital, para conectar 2.100 escolas em rede estadual de ensino, o que foi complementado via satélite atingindo os 399 municípios do estado. Os clientes já somavam mais de 500. Em 2010 a Copel Telecom concluiu a instalação da primeira rede DWDM totalmente fotônica - matriz de cross conexão óptica em todos os elementos OADM - da América do Sul. A Copel Telecomunicações já disponibiliza, no Paraná, mais de 18 mil quilômetros de fibras ópticas (figura 1), configurando uma rede de elevada abrangência, capacidade e confiabilidade, oferecendo a partir dela produtos e serviços com uma aprovação de 98,5% entre seus mais de mil clientes corporativos, incluindo todas as operadoras de telecomunicações e operadoras de celular que atuam no Estado.

Figura 1 - Rede de fibra óptica Cumprindo com a sua missão de prover soluções para o desenvolvimento do Paraná, a Copel conecta, em banda larga, todas as escolas estaduais (mais de 2 mil), e a sua infraestrutura de fibras ópticas possibilitou, em 2010, o lançamento pioneiro no Brasil do “Plano Estadual de Banda Larga”, viabilizando a oferta de Internet a preços populares. O avanço tecnológico da rede e a sua expansão para todos os municípios paranaenses até 2012 permitirão a expansão da atuação da Copel Telecomunicações no segmento ”Governos”, possibilitando, de maneira única no país, a viabilização de projetos em setores estratégicos para o desenvolvimento socioeconômico, tais como o da educação, segurança e saúde. Nesse contexto, o empreendimento BEL-i9, que a Copel Telecomunicações está viabilizando em conjunto com o Sistema FIEP, terá muito a contribuir pelo desenvolvimento de conteúdos e aplicações específicas para cada setor.

 A empreiteira chega ao local com o projeto feito pela Copel telecomunicações, a partir disso começa a sinalizar do local de trabalho;  Posicionamento da bobina de cabo devidamente sinalizado;  Checagem do “EPI” ( equipamento de proteção imdividual), feito pelo fiscal da Copel Telecom;  Após lançado o cabo até o local de instalação do rack no cliente;  Executar ancoragem do cabo;  Espinar o cabo na cordoalha;  Colocar a sinalação do cado;

4.1.2 Acompanhamento de fusão de fibra óptica

Depois de feito o lançamento da fibra, é preciso fazer a fusão da fibra na caixa de emenda, nesta caixa é separado uma fibra, que será destinado para o cliente. O cabo que vai até o cliente, geralmente é um cabo de 6 fibras, neste caso fica uma reserva de 5 fibras, já que é utilizado uma fibra para enviar e receber os dados. No cliente é feito outra fusão para o terminador “DIO” (distribuidor interno óptico). Os testes nas fibras são imprescindíveis, após serem feitos as fusões nas duas pontas são executados os testes, nestes testes é possível saber a potência do sinal recebido.

4.1.3 Limpeza do cordão óptico

O cordão óptico da figura 2 é um pedaço de fibra óptica protegida por aramida e uma capa emborrachada com conectores ópticos na extremidade.

Devido ao diâmetro do núcleo de uma fibra ser extremamente pequeno 8 μm, comparando com um fio de cabelo que é por volta de 18 a 180 μm. Uma simples partícula de sujeira pode causar significativas perdas por inserção, e até danos a equipamentos. Para garantir uma boa conexão é preciso utilizar conectores de boa qualidade.

Em um teste realizado em um cliente ficou provado isso, conforme figuras 4 e 5. Conector Limpo Reflexão = -67.5 dB Perda Total = 0.250 dB

Conector Sujo Reflexão = -32.5 dB Perda Total = 4.87 dB

Figura 3 - Conector óptico

Figura 4 - Conector limpo

Figura 5 - Conector sujo

Figura 6 - Bastidor Este bastidor tem configuração para controlar as consolestes analógicas e digitais, pois na implantação deste sistema foi instalado uma consolete digital, está consolete possui tele touch escreen e vários recursos que a consolete analógica não possui. Cada quadro na tela equivale a uma antena, conforme figura 7.

Figura 7 - Tela touch screen

Figura 8 - Consolete Digital

Figura 10 - O enlace

Figura 11 - Exemplo de instalação no Rack

Equipamentos fornecidos pela Copel Telecom em ambas as pontas:  Modems ópticos  DIO – Distribuidor Interno Óptico  Cabos Ópticos  Conversor de interface (quando for o caso)

Equipe de Acesso  Levantamentos (características do enlace, distâncias envolvidas, etc.);  Projeto do caminhamento do cabo óptico;  Separação de Materiais e acessórios necessários;  Acompanhamento das obras de Acesso (lançamento dos cabos ópticos em ambas as pontas, fiscalização das empreiteiras, identificação dos cabos, etc.);  Lançamento do cabo óptico nas instalações do usuário;

 Fusões das fibras ópticas;  Testes no cabo óptico.

Equipe de Instalação e Manutenção  Instalação dos Modems;  Testes e entrega do enlace;

Equipe de Operação:  Canalização do sistema (configuração do sistema óptico da Copel Telecom criando um enlace físico entre as duas pontas).  Supervisão e controle (operação) do enlace.

4.1.5.1 Observação

O lançamento de cabos ópticos, bem como as fusões das fibras são realizados necessariamente com dia estável, sem chuva, pois apresenta condições seguras ao serviço de lançamento do cabo óptico bem como técnicas (fusões). Nos dias instáveis correr-se-ia o risco de acidentes por descargas atmosféricas e as fusões apresentariam uma baixa qualidade devido à umidade.

4.1.5.2 Entrada do Cabo Óptico

A entrada do cabo óptico nas instalações do usuário poderá ser realizada de duas maneiras:

Através de duto de descida subterrâneo  O cabo óptico ancorado no poste desce por duto vertical e segue por duto subterrâneo através de caixas de passagem até o ponto de entrega.

Através de descida aérea com passagem pela parede  O cabo óptico ancorado no poste segue até a parede de alvenaria do usuário. É ancorado através da instalação de um olhal reto ou conjunto isolador vertical (armação com roldana)