






Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
RELATÓRIO DE MECANICA DOS SOLOS E CONSTRUÇÕES DE EDIFICIOS
Tipologia: Esquemas
1 / 11
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!







Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Relatório de Atividades Práticas (Laboratório de Geotecnia e Engenharia de Transportes) Aluno (a): Maria Gabriella dos Santos. Turma prática: P 03. Professor (a): José Otávio Serrão Eleutério. Ensaio: Massa específica dos sólidos. Disciplina/Curso: Laboratório de Mecânica dos Solos/Engenharia Civil. Data: 05 de Março de 2020. (Para uso do professor) Nota:
Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Figura 1 – As fases no solo separado em volume (PINTO, 2006). 𝑽 = 𝑽𝒗 + 𝑽𝒘 𝑽 = 𝑽𝒗 + 𝑽𝒔 𝑴 = 𝑴𝒘 + 𝑴𝒔 Umidade: relação entre o peso da água e o peso do sólido. Os teores de umidade dependem do tipo de solo e situam-se geralmente entre 10 e 40%. 𝒘 =
Índice de vazios: relação entre o volume de vazios e o volume de partículas sólidas. Costuma se situar entre 0,5 e 1,5. 𝒆 =
Porosidade: relação entre o volume de vazios e o volume total. Valores geralmente entre 30 e 70%. 𝒏 =
Grau de saturação: relação entre o volume de água e o volume de vazios. Varia de zero (solo seco) a 100% (solo saturado). 𝑺𝒓 =
Massas específicas: relações entre quantidade de matéria (massa) e volume são denominadas massas específicas. No laboratório, determinam-se massas, e as
Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul normas existentes indicam como obter massas específicas. Entretanto, na prática da engenharia, é mais conveniente trabalhar com pesos específicos. 𝜸𝒔 =
4.1. Aparelhagem a) Balão volumétrico ou picnômetro de 500ml; b) Termômetro; c) Balança de precisão; d) Bomba à vácuo; e) Aparelho dispersor; f) Água destilada; g) Pisseta; h) Pinça; i) Papel toalha; j) Funil. 4.2. Execução do ensaio a) Na preparação da amostra para o ensaio, tomou-se cerca de 250 g da amostra preparada de acordo com o disposto na norma NBR 6457 da ABNT; b) Foi pesada a amostra, quantidade tal que a massa seca esteja em torno de 50 g para solos argilosos e siltosos, e de 60 g para solos arenosos, para o emprego do picnômetro de 500 cm³, e anotou-se a massa como M1; c) colocou-se a amostra que foi ensaiada em cápsula com água destilada em quantidade suficiente para completa imersão do material, durante 12 h, no mínimo;
Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul f) Foi transferida a amostra para o picnômetro, com auxílio do funil, lavando-se o copo de dispersão e o funil com água destilada para completa remoção do material, com cuidado para evitar perda do material; Figura 4 - amostra no picnômetro. g) Adicionou-se água destilada até cerca de metade do volume do picnômetro. A seguir, aplicou-se vácuo de, no mínimo, 88 kPa, durante pelo menos 15 minutos, agitando o picnômetro em intervalos regulares de tempo; depois, acrescentou-se água destilada até a base do gargalo, e aplicou-se a pressão de vácuo durante o mesmo intervalo de tempo; Figura 5 - amostra na bomba à vácuo.
Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul h) Foi adicionada água destilada no picnômetro até que a base do menisco; enxugada a parte externa do picnômetro e a parte interna do gargalo acima do menisco, com auxilio da pinça e papel toalha; e, foi pesado o conjunto picnômetro + solo + água, e anotou-se como M2; determinou-se, logo a seguir, a temperatura T do conteúdo do picnômetro. i) Determinou-se a massa do picnômetro apenas com água até a marca de referência, tomando os mesmos cuidados de secagem, e anotou-se como M3; j) Calculou-se a massa específica dos grãos do solo utilizando a fórmula:
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO O experimento em questão é realizado em duas etapas: calibração do picnômetro e a determinação da massa específica. No entanto, devido ao tempo curto de aula, encontramos algumas etapas já prontas que foram realizadas pela técnica e passadas aos alunos como é caso da calibração do balão volumétrico, a preparação da amostra e a determinação do teor de umidade, que obteve uma média de 18,91%, todavia realizamos apenas a execução do ensaio do E ao J. Além disso, durante o ensaio ocorreram algumas perdas de material e não tivemos a oportunidade de realizar uma segunda vez para comparação o que não se pode concluir se o resultado foi satisfatório. Assim, começamos com uma amostra de 60g (M1) que foi preparada de acordo com os métodos descritos e, após a aplicação da bomba à vácuo para a retirada do ar da amostra medimos a temperatura do conjunto (28ºC), nessa respectiva temperatura, através da tabela em anexo, temos a massa específica da água identificada como 0,9963g/cm³. Por conseguinte, pesamos o sistema balão, solo e água (M2) que foi igual a 710,71g,
Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
8. ANEXOS
Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul