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Relatório do experimento de pênndulo.
Tipologia: Trabalhos
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Resumo. O presente trabalho mostra a aplicação do movimento harmônico simples junto com o conceito de oscilações, cujo oscilador harmônico simples utilizado é o pendulo, que associa elementos da elasticidade com força gravitacional. Palavras chave: oscilações, construção de gráfico, análise de gráfico, pêndulo, MHS.
Uma oscilação ocorre quando o sentido do movimento se alterna periodicamente, entretanto o fluxo é o mesmo para ambos os sentidos. É o caso dos pêndulos e das cordas de guitarras e violões. Existem dois movimentos associados ao movimento oscilatório, são o movimento circular e o movimento ondulatório. “Na natureza muitos efeitos são periódicos tais como as batidas do um coração de um animal, as estações do ano ou o oscilar de um pêndulo de relógio” (KELLER; GETTYS; SKOVE, 1999, p.368). O pêndulo se localiza em uma classe de osciladores harmônicos simples nos quais o elemento de elasticidade está associado com a força gravitacional. Imaginemos um objeto preso à extremidade de uma linha longa fixada em sua extremidade superior e depois balançamos o objeto por uma pequena distância. Facilmente verificamos que seu movimento é periódico. As forças que atuam sobre a massa presa ao pêndulo são a força T (tração) exercida pelo fio e força gravitacional Fg, onde o fio faz um ângulo θ com a vertical. Decompomos Fg em uma componente radial Fg cos θ e uma componente Fg sen θ que é tangente à trajetória descrita pela massa. Essa componente tangencial produz um torque restaurador em torno do ponto pivô do pêndulo, pois ela sempre volta a sua posição central. Chamada posição de equilíbrio (HALLIDAY; RESNICK; WALKER, 1996).
Utilizando do movimento harmônico simples (MHS) iniciou-se o experimento com um pendulo constituído de uma corda com tamanho variável e pesos variados fornecidos pelo professor. Sendo o pendulo suspenso de modo vertical por uma de suas extremidades. Com a intenção de registrar as oscilações geradas por um ângulo devidamente anotado, o pendulo foi solto utilizando 10 pesos de mesma massa. Cronometramos o tempo de modo que na decima oscilação, parávamos o cronometro e anotávamos o tempo. Começamos com um peso, e a cada medição adicionávamos mais um, chegando a um total de 10. Depois medimos a massa em uma balança, um peso depois dois e assim por diante até o decimo. Anotamos os dados para serem utilizados na confecção do gráfico no programa OriginPro 8, além de termos feito experimento utilizando o programa Interactive Physics que é capaz de modificar a gravidade do ambiente virtual, assim podemos simular gravidades que não podem ser observadas no planeta.
Com base nas anotações conseguimos realizar a montagem do gráfico, sua análise e verificar a fórmula do cálculo da:
Tabela 1: Dados do experimento para montagem do gráfico 1. m (g) 200 g (m/s²) 9, θ(°) 20 l (m) T (s) 0 0 0,22 0, 0,28 1, 0,38 1, 0,52 1, 0,69 1, 0,78 1, 0,93 1, 0,97 2, 1,08 2, 1,20 2, Figura 1: Gráfico da análise do experimento com base na tabela 1. Com base na teoria explicada pelo professor obtivemos a seguinte formula para o tempo: T = 2 π √ l g Com os dados e algumas orientações achamos as seguintes conclusões: y = a ∗ x b Onde o valor de a no gráfico refere-se a 2 π √ g ·, cujo valor é de 2,0073; o valor de b refere-se à raiz que está no l, onde seu valor é 0,50; o valor de x refere-se ao valor de l; o valor de y é igual ao valor de T que encontramos. Ou seja, para acharmos o valor de T dependemos da gravidade, da massa, do angulo e da variação do comprimento da corda. Tabela 2: Dados do experimento para montagem do gráfico 2. l (m) 0, g (m/s²) 9, θ(°) 20 m (g) T (s) 47,7 1, 99,9 1, 200,1 1, 250 1, 300 1, 349,9 1, 399,7 1, 449,7 1, 499,9 1, Figura 2: Gráfico da análise do experimento com base na tabela 2. Tabela 3: Dados do experimento para montagem do gráfico 3. l (m) 0, g (m/s²) 9, m (g) 200, Θ (°) T (s) 10 1, 20 1, 30 1, 40 1, 50 1, 60 1,
Fundamentos de Física. Vol. 2. Editora LTC. Rio de Janeiro. 1996.