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Coloração de Microorganismos: Técnica de Gram, Exercícios de Microbiologia

A importância da coloração de microorganismos na microbiologia para um diagnóstico preciso e tratamento adequado. A coloração de gram é uma técnica utilizada para diferenciar bactérias com base na composição de suas paredes celulares. As bactérias gram-positivas possuem uma camada espessa de peptidoglicano e ácido teicóico, enquanto as gram-negativas apresentam uma camada feita por lipoproteínas, fosfolipídeos, proteínas e lipopolissacarídeos. A diferente interação química entre essas bactérias e os corantes utilizados na coloração permite a diferenciação e estudo de suas estruturas, como parede celular, endósporos, flagelos e arranjos.

Tipologia: Exercícios

2022

Compartilhado em 05/11/2022

vidalzinha-eu-mesma
vidalzinha-eu-mesma 🇧🇷

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INTRODUÇÃO
A coloração dos microorganismos referente a microbiologia tende a facilitar o estudo e o
reconhecimento das bactérias em busca de um diagnóstico preciso para um tratamento ideal.
As bactérias quando incolores pode ser até realizado uma analise na lâmina ( técnica que tem
como obtenção a visualização de mobilidade e da morfologia das bactérias espiraladas que
perante a coloração podem ficar distorcidas se fixadas), porém , não sem a coloração fica difícil
reconhecer pois não tem contraste suficiente para sua visualização. Em uma lâmina que são
expostas a coloração os microrganismos sofrem essa interação com a coloração só depois de
mortos, essa pigmentação ocorre por meio de interações químicas, tendo maior facilidade
quando tem auxílio de calor, após a fixação além das estruturas ficarem mais visíveis é possível
também fazer a diferenciação das células pelas afinidades aos corantes e sua morfologia
variada, isso ocorre devido a diferença química apresentada entre as bactérias e suas
estruturas de parede celular que nos permite distingui-las por técnicas de coloração, sendo
possível fazer um estudo sobre as estruturas como parede celular, endósporos, flagelos e
arranjos. Nessa prática fizemos a coloração de GRAM sendo que sua diferenciação da
coloração está diretamente ligada a formação da parede celular, sendo que os microrganismos
GRAM-positivos tem em sua conformação uma camada espessa de peptideoglicano e ácido
teicóico, se diferenciando das GRAM-negativas que em sua conformação apresentam uma
camada feita por lipoproteínas, fosfolipídeos proteínas e lipopolissacarídeos e uma camada em
cima de peptideoglicano, essa diferença na parede celular faz com que as GRAM-POSISTIVAS
ao passarem pelo álcool não se descoram facilmente já que a camada da parede é muito
grossa para a coloração sair com o álcool, gerando resultado roxo no final da técnica, já com as
GRAM-negativas as partes coradas sofrem com a apresentação do álcool sua parede de lípido
é facilmente dissolvida e sofre uma segunda coloração por um corante secundário (fucsina),
apresentando coloração final em rosa.
PROCEDIMENTOS
A metodologia utilizada foi com uma alça de níquel-cromo passada por um minuto no fogo do
pico de Bunsen, foi deixado resfriar por 10 segundos, com a alça dentro do espaço onde a
chama faz se tornar estéril, foi colocado sobre a lâmina no centro uma solução salina e foi
passado em uma placa de cultura de bactérias GRAM- positivas a alça e depois depositada
sobre uma lâmina ( as lâminas foram identificadas com nome de cada um), fazendo
movimentos delicados de rotação para a fixação do material coletado, e em seguida a lâmina
foi levada novamente no bico de bunsen fazendo três vezes o movimento de passar a lamina
sobre o fogo (o lado correto para fazer esse processo é o lado contrário ao que foi fixado o
material) para assim realizar a fixação, logo em seguida foi feito o mesmo processo só que
agora com a placa de cultura de bactérias GRAM-negativas. Na segunda aula referente a esse
experimento foi feito a coloração da primeira lâmina, que foi a coloração simples foi usado o
corante azul de metileno, pigando sobre a lâmina e deixando por um tempo de 1 minuto, logo
em seguida a lâmina foi lavada por água destilada e colocado na estufa para secar, depois de
alguns minutos com a lâmina já seca estava pronta para a analise do microscópio. Já na outra
aula foi feita a coloração da outra lâmina foi utilizado primeiramente o corante Cristal Violeta
que ficou sobre a lâmina por 1 minuto, foi retirado o excesso e foi aplicado o segundo corante
o Lugol que ficou por mais 1 minuto, e depois foi feita a lavagem com agua destilada, logo em
seguida foi aplicado algumas gotas de álcool cetona com a lâmina inclinada, com a intenção
que o álcool escorresse pela lâmina, e na última etapa foi aplicado o terceiro corante Fucsina,
por um período de 30 segundos, após passar o tempo cronometrado foi lavdo novamente a
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INTRODUÇÃO

A coloração dos microorganismos referente a microbiologia tende a facilitar o estudo e o reconhecimento das bactérias em busca de um diagnóstico preciso para um tratamento ideal. As bactérias quando incolores pode ser até realizado uma analise na lâmina ( técnica que tem como obtenção a visualização de mobilidade e da morfologia das bactérias espiraladas que perante a coloração podem ficar distorcidas se fixadas), porém , não sem a coloração fica difícil reconhecer pois não tem contraste suficiente para sua visualização. Em uma lâmina que são expostas a coloração os microrganismos sofrem essa interação com a coloração só depois de mortos, essa pigmentação ocorre por meio de interações químicas, tendo maior facilidade quando tem auxílio de calor, após a fixação além das estruturas ficarem mais visíveis é possível também fazer a diferenciação das células pelas afinidades aos corantes e sua morfologia variada, isso ocorre devido a diferença química apresentada entre as bactérias e suas estruturas de parede celular que nos permite distingui-las por técnicas de coloração, sendo possível fazer um estudo sobre as estruturas como parede celular, endósporos, flagelos e arranjos. Nessa prática fizemos a coloração de GRAM sendo que sua diferenciação da coloração está diretamente ligada a formação da parede celular, sendo que os microrganismos GRAM-positivos tem em sua conformação uma camada espessa de peptideoglicano e ácido teicóico, se diferenciando das GRAM-negativas que em sua conformação apresentam uma camada feita por lipoproteínas, fosfolipídeos proteínas e lipopolissacarídeos e uma camada em cima de peptideoglicano, essa diferença na parede celular faz com que as GRAM-POSISTIVAS ao passarem pelo álcool não se descoram facilmente já que a camada da parede é muito grossa para a coloração sair com o álcool, gerando resultado roxo no final da técnica, já com as GRAM-negativas as partes coradas sofrem com a apresentação do álcool sua parede de lípido é facilmente dissolvida e sofre uma segunda coloração por um corante secundário (fucsina), apresentando coloração final em rosa. PROCEDIMENTOS A metodologia utilizada foi com uma alça de níquel-cromo passada por um minuto no fogo do pico de Bunsen, foi deixado resfriar por 10 segundos, com a alça dentro do espaço onde a chama faz se tornar estéril, foi colocado sobre a lâmina no centro uma solução salina e foi passado em uma placa de cultura de bactérias GRAM- positivas a alça e depois depositada sobre uma lâmina ( as lâminas foram identificadas com nome de cada um), fazendo movimentos delicados de rotação para a fixação do material coletado, e em seguida a lâmina foi levada novamente no bico de bunsen fazendo três vezes o movimento de passar a lamina sobre o fogo (o lado correto para fazer esse processo é o lado contrário ao que foi fixado o material) para assim realizar a fixação, logo em seguida foi feito o mesmo processo só que agora com a placa de cultura de bactérias GRAM-negativas. Na segunda aula referente a esse experimento foi feito a coloração da primeira lâmina, que foi a coloração simples foi usado o corante azul de metileno, pigando sobre a lâmina e deixando por um tempo de 1 minuto, logo em seguida a lâmina foi lavada por água destilada e colocado na estufa para secar, depois de alguns minutos com a lâmina já seca estava pronta para a analise do microscópio. Já na outra aula foi feita a coloração da outra lâmina foi utilizado primeiramente o corante Cristal Violeta que ficou sobre a lâmina por 1 minuto, foi retirado o excesso e foi aplicado o segundo corante o Lugol que ficou por mais 1 minuto, e depois foi feita a lavagem com agua destilada, logo em seguida foi aplicado algumas gotas de álcool cetona com a lâmina inclinada, com a intenção que o álcool escorresse pela lâmina, e na última etapa foi aplicado o terceiro corante Fucsina, por um período de 30 segundos, após passar o tempo cronometrado foi lavdo novamente a

lâmina com água destilada e colocada dentro da estufa para secar, e assim ambas as lâminas estavam com a coloração pronta para a observação. RESULTADOS REFERENCIAS TRENTO, Angelo. COLORAÇÕES USADAS EM MICROBIOLOGIA. SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, 2018. Artigo Cientifico apresentado a ACT – Academia de Ciência e Tecnologia para a obtenção do grau de Especialista em Microbiologia Clínica. MARTINS, Cláudia et.al. Técnica de Coloração de GRAM. Brasília, 2001. Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde Programa Nacional de DST e Aids.