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Relatorio Pratica matematica1, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Elaborar o Relatorio da Prática de Matemática

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 18/10/2013

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jose-cruz-7 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
ICE – DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
JOSÉ RIBAMAR SIQUEIRA DA CRUZ
RELATÓRIO DE PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA I
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

ICE – DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

JOSÉ RIBAMAR SIQUEIRA DA CRUZ

RELATÓRIO DE PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA I

Manaus 2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

José Ribamar Siqueira da Cruz 20610499

Manaus 2011 SUMÁRIO

Introdução

1 Descrição das Atividades Desenvolvidas

2 O Cenária da Escola

2.1 HISTÓRICO

2.2 LOCALIZAÇÃO

2.3 VISÃO

2.4 MISSÃO

2.5 VALORES

2.6 OBJETIVOS INSTITUCIONAIS

2.6.1 Objetivo geral

2.6.2 Objetivos específicos

2.7 ENTIDADE MANTENEDORA

2.8 RECURSOS HUMANOS

2.8.1 Corpo discente

2.8.2 Corpo docente

2.8.3 Corpo administrativo

2.8.4 Corpo pedagógico

2.9 ESTRUTURA FÍSICA

2.10 CURSOS OFERECIDOS E TURNOS DE FUNCIONAMENTO

2.11 ÍNDICES DE APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO

2.12 PROJETOS DESENVOLVIDOS E PARCERIAS

2.13 PLANEJAMETO DOS PROFESSORES

2.14 CARACTERIZAÇÃO DO PROFESSOR

3 Ação Pedagógica do Professor

3.1 OS CONTEÚDOS

3.2 ESTRATÉGIAS/PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DE ENSINO

3.3 RECURSOS DIDÁTICOS, EQUIPAMENTOS E AMBIENTES DE ENSINO

3.4 AVALIAÇÃO

3.5 ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES

3.6 HABILIDADES E ATITUDES

4 A Ação dos Alunos e suas Dificuldades de Aprendizagem

5 Os Relacionamentos

5.1 RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO

5.2 RELAÇÃO ALUNO-ALUNO

6 A Intervenção

6.1 CRITÉRIOS UTILIZADOS

6.2 OBJETIVOS

6.3 CONTEUDO PROGRAMÁTICO

6.4 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

6.5 AÇÕES NÃO EFETIVADAS

6.6 ATITUDES, RELACIONAMENTOS E HABILIDADES

6.7 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

INTRODUÇÃO

O ensino da Matemática há algum tempo enfrenta problemas assim como o ensino de várias outras disciplinas. A construção do conhecimento matemático, através do professor, cuja formação acadêmica não foi adequada é um dos fatores que dificultam o ensino-aprendizagem de Matemática.

Mesmo quando o aluno da graduação em Matemática domina os conteúdos (nível fundamental e médio) que irá abordar, ele não tivera experiências em sua vida acadêmica que o fizessem adquirir maturidade quanto à prática da docência, ou seja, nada adianta ter um graduando que domine o conteúdo e não sabe utilizar metodologias de ensino adequadas que priorizem a construção do conhecimento, a contextualização e a participação ativa do aluno. Por isso é importante a realização do Estágio Supervisionado na sua formação.

O estágio supervisionado solidificará a sua formação, não apenas limitando a teorias de ensino, mas o estimulando o futuro profissional a aplicá-las através de métodos iterativos, como Jogos e Técnicas de Ensino e outras metodologias para abordar os conteúdos em sala de aula: Investigação em Matemática , e contextualização do conhecimento obtido através da Modelagem Matemática e Etnomatemática.

Infelizmente, sempre há limitações durante a prática do estágio: pouco tempo para se trabalhar em sala de aula, falta de estrutura na escola e principalmente a indisposição do corpo pedagógico em auxiliar o estagiário.

Para superar esses obstáculos, além do seu esforço, é necessário que o estagiário trace objetivos, um plano que contemple todas as suas metas no estágio, onde as metas básicas serão: o engajamento à realidade da escola, a aquisição de maturidade, o conhecimento mais profundo quanto a prática da docência e o esforço para mudar a realidade do ensino da Matemática na escola onde se realizará o estágio, e isso se dará através da elaboração e aplicação de metodologias como Jogos , Técnicas de Ensino e Modelagem Matemática.

1. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Neste relatório serão analisadas todas as informações coletadas no estágio proposto e tão necessário ao graduando em Licenciatura em Matemática, explorado através de uma pesquisa qualitativa, caracterizando as principais deficiências observadas e propondo (e por seguinte aplicando) soluções aos problemas presenciados (e relatados) em sala de aula.

Será importante o uso da pesquisa qualitativa, por que este tipo de pesquisa se adapta mais a realidade se comparada a um “amontoado” de dados estatísticos que não expressam as particularidades encontradas no grupo pesquisado.

Durante o estágio serão desenvolvidas as seguintes atividades, divididas em fases, sendo que cada fase tem um objetivo específico e ao final serão analisados os dados coletados durante todas essas fases através de análise qualitativa.

Diagnóstico : avaliar a estrutura física e pedagógica da escola. Analisar se os objetivos e crenças da escola realmente conduzem com a realidade local e verificar se as metas da escola estão sendo realmente alcançadas. Nesta fase que serão coletados os dados, e analisados documentos como o projeto político-pedagógico da escola.

Observação : analisar as relações interpessoais entre professor e aluno, as suas características sociais e psicológicas. Verificar a metodologia de trabalho do professor, e mostrar os seus pontos “positivos” e “negativos”.

Auxílio Regência : auxiliar o professor em atividades com a turma (exercícios em sala de aula, avaliações, aplicações de técnicas, jogos e etc.).

tendo iniciado suas atividades escolares em 15/03/1978. A Escola teve como seus diretores os seguintes profissionais: Jefferson Marques de Souza (1978), Olindina Souza da Silva (1980), Josué Rocha de Freitas (1985), Maria de Fátima dos Santos Benigno (1988).

Atualmente a Escola dispõe de onze salas de aula, biblioteca, laboratório móvel de ciências em implantação e uma quadra de esportes coberta, tendo como modalidade o Ensino Fundamental de 6º ao 9º ano, EJA (Educação de Jovens e Adultos) 1º Segmento Especial, Projeto Avançar 1ª, 2ª e 3ª fase do Ensino Fundamental e EJA 1º segmento 1ª e 2ª Etapas, 2ª Segmento de 5ª a 8ª série e EJA – Ensino Médio atendendo a uma tola de 932 alunos, com corpo docente composto de 31 professores e 25 administrativos. A Escola. Visando à integração harmônica com a comunidade e dispõe também de Associação de Pais e Mestres, desde 07/12/1995. A E.M.E.F. Joaquim da S. Pinto é administrado por Manuel Porto Galvão e tem como base de seu trabalho contribuir na formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade, para que façam da educação um instrumento norteador de suas ações, respeitando a liberdade do próximo onde a igualdade seja capaz de agir na transformação do mundo moderno.

2.2. LOCALIZAÇÃO

A E.M.E.F. Joaquim da S. Pinto está situado à Rua Boa Esperança, s/nº, Aterro do 40, Crespo, Zona Sul, Distrital 2.

2.3 VISÃO

A E.M.E.F. Joaquim da S. Pinto almeja que em 4 anos seu índice de abandono seja reduzido e o índice de aprovação alcance níveis satisfatórios. Com base numa visão de mundo e sociedade mais justa e solidária, onde o conhecimento é o princípio básico da evolução humana pelo seu potencial transformador do contexto social e onde a escola tenha a função de oportunizar o desenvolvimento das aptidões do educando

através de uma ação conjunto de toda a equipe envolvida no processo de ensino aprendizagem.

2.4 MISSÃO

Assegurar a todos os educandos uma Educação de Qualidade, com foco na formação do cidadão reflexivo, crítico, participativo, solidário, responsável e que conheça seus direitos e deveres na sociedade, garantido acesso a permanência na Escola e proporcionando um ambiente agradável e acolhedor.

2.5 VALORES

Temos como valores essenciais que norteiam nossa prática pedagógica: A Ética, Moral, Justiça, Responsabilidade, Respeito, Participação e Companheirismo.

2.6 OBJETIVOS INSTITUCIONAIS

Formar cidadãos críticos, reflexivos, responsáveis, e conscientes de seus direitos e deveres perante a sociedade como um todo.

2.6.1 Objetivo geral

Oferecer ao educando uma educação com o foco no desenvolvimento pleno do indivíduo, ajudando na construção de sua autonomia, na preparação para o exercício pleno da cidadania e na continuidade de seus estudos, observando as determinações da Lei nº 9394/96 e demais disposições legais vigentes.

2.8.3 Corpo administrativo

Cargo Quantidade Formação Gestor 01 Não informado Secretária 01 Contabilidade (Pós-médio) Agente Administrativo 02 Médio Serventes 01 Médio Vigia 01 Não informado Merendeira 02 Não informado

2.8.4 Corpo pedagógico

Cargo Quantidade Formação Pedagogo 01 Não informado Bibliotecário 01 Pedagoga Coordenador de Projeto 01 Não informado

2.9 ESTRUTURA FÍSICA

Dependências Descrição Quantidade Sala de aula As salas possuem as seguintes dimensões: 7,0m x 5,0m x 4,0m. Em média tem-se 35 alunos por sala, na maioria temos climatização (regular), iluminação (boa), quadro branco (médios), e mesa para professor.

Temos 11 salas (total), onde 07 estão em funcionamento para aulas convencionais, 01 para o Laboratório de Informática e 03 estão ociosas.

Sala da direção Sala de dimensões 5,0m x 5,0m, boa climatização e iluminação, a sala é equipada com computador, telefone com fax, televisão e etc.

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Sala dos professores

Sala com pequenas dimensões (aproximadamente 5,0m x 5,0m), ínfima para comportar o quantitativo de professores.

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Condição 2007 2008 2009 2010 Aprovado 40% 52% 59% 61% Reprovado 17% 23% 23% 33% Abandono 40% 16% 8% 11% Transferido 3% 9% 10% -

Fonte: E.M.E.F. Joaquim da S. Pinto

2.12 PROJETOS DESENVOLVIDOS E PARCERIAS

A E.M.E.F. Joaquim da S. Pinto desenvolve o projeto SEGUNDO TEMPO em parceria com a SEJEL (Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer), porém não ocorre interdisciplinaridade, pois se trata apenas de um projeto de resgate social através do estímulo a prática desportiva (somente futebol) para jovens ociosos durante fins de semana.

2.13 PLANEJAMETO DOS PROFESSORES

O planejamento na E.M.E.F. Joaquim da S. Pinto é feito bimestralmente, porém, somente quando é necessário, caso contrário, não é realizado esse planejamento.

2.14 CARACTERIZAÇÃO DO PROFESSOR

a) Nome: José Ribamar Cunha Martins Junior. b) Sexo: M (x) F ( ) c) Naturalidade: Manaus – AM. d) Idade: 32 e) Formação: Superior em Licenciatura em Matemática. Ano: 2010 f) Formação Continuada: ( ) Sim (x) g) Tempo de docência no Ensino de Matemática: 02 anos. h) Disciplina que leciona: Matemática. i) Leciona em outra (s) Escola (s)? (x) Sim ( ) Não j) Forma de ingresso na (s) escola(s): ( ) concurso público ( ) contrato (X) Outros: Regime Especial l) Carga horária semanal de trabalho: ( ) até 20 horas ( ) de 21 a 30 horas (X)de 31 a 40 horas ( ) maisde 40 horas m) Turno (s) em que leciona: Vespertino e Noturno. n) Em sua opinião, quais as maiores dificuldades enfrentadas pelos alunos do 9º ano do ensino fundamental quanto aos conteúdos matemáticos? Falta de atividades diversificadas no Ensino Primário de Matemática Básica. Não há desenvolvimento do pensamento lógico no aluno nesse nível de ensino.

(X) operações (adição, multiplicação, divisão, potenciação, radiciação)

( ) fatoração

( ) “jogo” dos sinais

geométrica como o perímetro ou área de um polígono regular. E em Equação do Segundo Grau, bastava mostrar que toda equação do segundo grau expressa em geral a área de uma figura regular.

3.2 ESTRATÉGIAS/PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DE ENSINO

Em ambas as turmas a aula foi apenas expositiva. A metodologia utilizada foi adequada para uma aula expositiva, a pouca dificuldade do conteúdo contribuiu para um melhor aprendizado.

Porém, a recomendação seria o uso de metodologias alternativas para o ensino desses conteúdos, por exemplo, o uso de material concreto para mostrar que se tomarmos o lado de um polígono como um monômio (no caso do 8º ano) poderia determinar através da soma das suas dimensões o perímetro desse polígono, e o pelo produto das suas dimensões a sua área ou se tomarmos os lados desses polígonos como binômios de primeiro grau, encontramos uma equação do segundo grau que expressa a área desse polígono.

3.3 RECURSOS DIDÁTICOS, EQUIPAMENTOS E AMBIENTES DE ENSINO

No 9º ano foi apenas usado como recurso o livro didático e quadro negro para as aulas expositivas. Recomenda-se não limitar o ensino apenas a sala de aula, deve-se buscar novos métodos de ensino trazendo novos recursos didáticos para o ambiente de ensino. Porém, isso não é obrigatório, novos recursos ou outro ambiente de ensino não garantirão maior interesse ou um melhor aproveitamento dos alunos.

Não precisamos de objetos na sala de aula, mas de objetivos na sala de aula, mas de situações em que a resolução de um problema implique a utilização dos princípios lógico-matemáticos a serem ensinados.

3.4 AVALIAÇÃO

No 9º ano foi apenas avaliada a resolução de exercícios de maneira individual e a participação dos alunos. Também foram realizados pequenos trabalhos (lista de exercícios) em equipe em sala de aula. Porém, nenhuma destas realmente avaliou as devidas competências que o aluno adquirira com o assunto desenvolvido. “A avaliação dos alunos — na disciplina de Matemática, como em todas as outras — envolve interpretação, reflexão, informação e decisão [...]”. (ABRANTES, 2001, p.p. 46-47)

Em nenhum momento fora avaliada a capacidade de interpretar e refletir sobre dado problema, o professor apresentava total falta de confiança na capacidade dos alunos quanto a essas características.

3.5 ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES

Não foi desenvolvido nenhum tipo de atividade que envolvesse interdisciplinaridade no 9º ano. Porém, especialmente no conteúdo do 9º ano, existem inúmeras possibilidades de fazermos a ligação entre os conceitos de Equação do Segundo Grau e os princípios do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado.

3. 6 HABILIDADES E ATITUDES

Nas turmas observadas, os alunos foram pouco estimulados a desenvolverem habilidades, pois não foram exploradas (expostas) situações que exigissem do aluno o desenvolvimento de habilidades como “identificar”, “interpretar”, “formular” e “resolver” problemas. Os PCNs recomendam que os professores capacitem os alunos a “representar e comunicar”, “investigar e compreender” e “contextualizar” a Matemática, dentro do seu âmbito sociocultural.

4 A AÇÃO DOS ALUNOS E SUAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM