



Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Relatório sobre Pressão Arterial (PA)
Tipologia: Trabalhos
1 / 7
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!




Anderson Luiz de Oliveira Denis Patrezi Vieira Marques Sarita Felipe Rossato Victorasso
Bebedouro – SP 18/09/
PAGE * MERGEFORMAT
As ondas de pressão geradas pela contração ventricular percorrem os vasos sanguíneos. A pressão no lado arterial da circulação varia, mas as ondas de pressão diminuem em amplitude com a distância e desaparecem nos capilares
Fonte: Sylverthorn (2017). A pressão sanguínea arterial, ou simplesmente “pressão arterial”, reflete a pressão de propulsão criada pela ação de bombeamento do coração. Já que a pressão ventricular é difícil de ser medida, é comum assumir que a pressão sanguínea arterial reflete a pressão ventricular. Como você aprendeu, a pressão arterial é pulsátil, então usamos um único valor – a pressão arterial média (PAM) – para representar a pressão direcionadora.
A PAM está representada graficamente na. A PAM é estimada somando-se a pressão diastólica mais um terço da pressão de pulso: PAM = P diastólica = 1/3 (P sistólica P diastólica) (3) Para uma pessoa cuja pressão sistólica é de 120 e a pressão diastólica é de 80: PAM 80 mmHg = 1/3 (120 80 mmHg) 93 mmHg (4)
A pressão arterial média é mais próxima da pressão diastólica do que da pressão sistólica, uma vez que a diástole dura o dobro do tempo da sístole.
Esfigmomanômetro; Estetoscópio.
A prática foi realizada no dia 11 de setembro de 2018, no laboratório de fisiologia do Centro Universitário Unifafibe durante as aulas da disciplina de Fisiologia Humana, lesionadas pelo Prof. Gustavo Henrique Rigo Canevazzi. Na atividade, realizada em trio, 1 indivíduo aferiu pressão, 1 para realizar exercícios e ser aferido, e o outro para anotar cada resultado. Inicialmente foi aferido a PA inicial. Depois foram propostos 3 exercícios (flexão, agachamento e polichinelo) para serem realizados até a fadiga, então aferiu-se a pressão do indivíduo após os exercícios e em um intervalo de 5, 10 e 15 minutos. Após esses testes, um último exercício foi proposto para as últimas aferições, foi feito e repetido o processo anterior de aferições. Os resultados da alteração da PAM (pressão arterial média) foram anotados.
O indivíduo testado apresentou pressão de 140 mmHg Sistólica e 90 mmHg diastólica, quando em repouso. Após realizadas as flexões, exercício proposto para atingir a fadiga, o assistente atingiu sistólica 150 mmHg e 80 mmHg diastólica. Após 5 minutos, sistólica 130 mmHg e 80 mmHg diastólica, em 10 minutos, sistólica 140 mmHg e 80 mmHg diastólica, e por fim, 15 minutos sistólica 130 mmHg e 80 mmHg diastólica.
No exercício combinado (flexão e agachamento) o discente atingiu sistólica 180 mmHg, 150 mmHg, permaneceu 150 mmHg e terminou em 130 mmHg, em 0, 5, 10 e 15 minutos respectivamente, e diastólica permaneceu 80 mmHg o tempo todo.
MONTEIRO, Maria de Fátima; FILHO, Dário C. Sobral. Exercício físico e o controle da pressão arterial. Rev. Bras. Med. Esporte, Vol. 10 N 6, 11/2004. Disponível em: <http:// www.scielo.br/pdf/rbme/v10n6/a08v10n6>.