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Relatorio sedimentaçao2, Provas de Cultura

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Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 08/12/2008

carlos-sodre-5
carlos-sodre-5 🇧🇷

3.3

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
ESCOLA POLITÉCNICA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA
ENG029 – LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I
RELATÓRIO DE ATIVIDADES DE AULA PRÁTICA
Prática P2 – Ensaio de sedimentação em batelada
Alunos: Daniel Nóbrega
Dimitri Santana
Liliana Pacheco
Yuri Praciano
Data de realização
da atividade:
11/09/2008
Data de recebimento
do relatório:
1. Introdução
Este relatório descreve as atividades desenvolvidas pelo grupo G9 no âmbito da aula prática
sobre ensaio de sedimentação em batelada. As atividades foram realizadas no Laboratório de
Polímeros, sob a supervisão do professor Samuel Luporini. Está organizado em sete partes:
introdução, objetivo, fundamentação teórica, materiais e métodos, resultados, conclusão e
referências.
2. Objetivo
Medir e interpretar dados de um ensaio de sedimentação em batelada (teste de
sedimentação em proveta). Utilizar os dados obtidos para dimensionar a área de um
sedimentador contínuo.
3. Fundamentação Teórica
As zonas típicas que aparecem num teste de sedimentação em batelada e em um
espessador contínuo são mostradas na figura 1.
Figura 1. Esquema da sedimentação em proveta e da sedimentação continua.
Num ensaio feito em proveta, a uma dada posição, a concentração de sólidos e a
velocidade de decantação variam continuamente ao longo do tempo, até que a interface A-B
passe por esta posição. Num espessador continuo, operado em regime permanente, a uma
dada posição a concentração de sólidos e a velocidade de decantação são constantes ao longo
do tempo. Então, a um ponto deste espessador continuo correspondem às condições de um
ponto na proveta, a um dado instante.
Num espessador continuo distinguem-se duas regiões: a de sedimentação livre,
onde a velocidade de decantação é função apenas da concentração de sólidos local, e a região
de espessamento, onde a velocidade de decantação depende da concentração de sólidos e da
profundidade. Na primeira, os resultados de um teste em batelada podem ser usados para
obter a função velocidade de decantação x concentração de sólidos; a segunda, não se aplica
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

ESCOLA POLITÉCNICA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA

ENG029 – LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DE AULA PRÁTICA

Prática P2 – Ensaio de sedimentação em batelada

Alunos: Daniel Nóbrega

Dimitri Santana

Liliana Pacheco

Yuri Praciano

Data de realização

da atividade:

Data de recebimento

do relatório:

1. Introdução

Este relatório descreve as atividades desenvolvidas pelo grupo G9 no âmbito da aula prática sobre ensaio de sedimentação em batelada. As atividades foram realizadas no Laboratório de Polímeros, sob a supervisão do professor Samuel Luporini. Está organizado em sete partes: introdução, objetivo, fundamentação teórica, materiais e métodos, resultados, conclusão e referências.

2. Objetivo

Medir e interpretar dados de um ensaio de sedimentação em batelada (teste de sedimentação em proveta). Utilizar os dados obtidos para dimensionar a área de um sedimentador contínuo.

3. Fundamentação Teórica

As zonas típicas que aparecem num teste de sedimentação em batelada e em um espessador contínuo são mostradas na figura 1.

Figura 1. Esquema da sedimentação em proveta e da sedimentação continua.

Num ensaio feito em proveta, a uma dada posição, a concentração de sólidos e a velocidade de decantação variam continuamente ao longo do tempo, até que a interface A-B passe por esta posição. Num espessador continuo, operado em regime permanente, a uma dada posição a concentração de sólidos e a velocidade de decantação são constantes ao longo do tempo. Então, a um ponto deste espessador continuo correspondem às condições de um ponto na proveta, a um dado instante.

Num espessador continuo distinguem-se duas regiões: a de sedimentação livre, onde a velocidade de decantação é função apenas da concentração de sólidos local, e a região de espessamento, onde a velocidade de decantação depende da concentração de sólidos e da profundidade. Na primeira, os resultados de um teste em batelada podem ser usados para obter a função velocidade de decantação x concentração de sólidos; a segunda, não se aplica

os resultados de um teste simples de proveta. A região de sedimentação livre define a área necessária num espessador continuo, e a região de espessamento ou de compressão define a altura requerida.

Num teste de proveta (ver figura 1a) o chamado ponto crítico ou ponto de compressão é atingido quando as fases B e C desaparecem, ficando apenas o líquido clarificado A e a suspensão em compressão D.

Sob condições operacionais estabelecidas num espessador contínuo a zona limite é a camada através da qual ocorre ao menor capacidade de passagem de sólidos.

A área de um espessador contínuo pode ser dimensionalisada a partir da equação geral:

Onde:

A = área da seção transversal (m2)

CO = concentração de sólidos na alimentação (kg/m3)

CL = concentração de sólidos na lama espessada (kg/m3)

QO = vazão volumétrica de alimentação (m3/s)

u = velocidade de sedimentação na zona limite (m/s)

C = concentração da suspensão na zona limite (kg/m3)

Dentre os métodos de dimensionamento da área, citam-se o de Coe & Clevenger, o de Kynch, Yoshioka e Dick, e outros.

Método de Kynch

  1. Realizar um ensaio de proveta, determinando, ao longo do tempo (t), a altura medida do fundo da proveta até o nível inferior (z) do liquido clarificado.
  2. Construir a curva z versus t.
  3. Obter vários pares de v e C a partir da curva, conforme mostrado abaixo:

Onde Co é a concentração de sólidos na suspensão inicial usada no ensaio de proveta e zo é a altura inicial da suspensão na proveta.

ZO= 387 mm

 - 6 360 860 0, - 8 480 560 0, 
  • 10 600 480 0,
  • 12 720 440 0,
  • 14 840 410 0,
  • 16 960 390 0,
  • 18 1080 360 0,
  • 20 1200 340 0,
  • 22 1320 335 0,
  • 24 1440 325 0,
  • 26 1560 320 0,
  • 28 1680 315 0,
  • 30 1800 310 0,
  • 32 1920 302 0,
  • 34 2040 300 0,
  • 36 2160 298 0,
  • 38 2280 295 0,
  • 40 2400 290 0,
  • 42 2520 285 0,
  • 44 2640 282 0,
  • 46 2760 280 0,
  • 48 2880 280 0,
  • 50 3000 280 0,
  • CO = 0,05 g/cm
  • d = 2,2 g/ cm
  • CS = 0,15 g/ cm

Gráfico: Altura da altura da proveta x tempo.

Método de Talmadge & Fitch:

Na determinação de Z (^) S , ZIC , Z (^) C, tC, t (^) S , foi necessário a utilização de uma linha de tendências. Esse artifício foi utilizado devido a problemas na hora da determinação destes dados com o gráfico dos pontos colhidos no experimento. O gráfico utilizado para os cálculos por este método estão no anexo 2.

A = Área de decantação (m^2 ); L 0 = Vazão volumétrica da suspensão (m^3 /s);

Co = Concentração de sólidos na suspensão (Kg/m 3 ); Cs = Concentração de sólidos na lama (Kg/m 3 );

tE - t (^) C = Tempo de residência do sólido na zona de compressão

ZS= C (^) O Z (^) O/ C (^) S = 50 x 0,387 / 150 = 0,129 m

ZS= 0,129 m

ZIC = 0,2836 m

ZC = 0,1498 m

tC = 423 s

tS = 492 s

A = LO CO t (^) S / Z (^) O CO

W = LO C (^) O

A = W tS / ZO CO

A = 30 x 50 x 492 / 3600 x 0,387 x 50 = 10,59 m 2

A = 10,59 m^2

Diâmetro

A = πd 2 /

d = 3,67m

Altura

H = H 1 + H C + H 2

Onde : H 1 pode variar entre 0,45 e 0,75 m

A(m^2 ) = πd^2 /4 = 10,

d = 3,64m

Os valores de A( m^2 ) foram calculados para todos as concentrações no sedimentador e deve ser escolhido o maior valor de A(m^2 ). Assim pelo método de kinch foi obtido área de

sedimentador igual a 10,41m 2.

6. Conclusão

De acordo com os resultados obtidos pelo teste de batelada( teste de sedimentação em proveta) no laboratório, foram utilizados o método de Talmadge e Fitch e o método de kinch. Os resultados das áreas calculadas foram respectivamente Atf = 10,59m 2 e Ak = 10,41m 2.

Ɛ= |(Atf - Ak )/ Atf |x100% = |10,59-10,41/10,59|x100%= 1,699%

A discrepância entre as áreas deu um valor incrivelmente baixo. Pode ter sido causado pela utilização da linha de tendência nos gráficos em anexo. Pelo método de Talmadge e Fitch também foi obtido a altura do sedimentador dando um valor de 353,818m.

Assim pode-se observar que os dois métodos tiveram nesse relatório valores muito próximos, não podendo evidenciar tantas diferenças entre eles com o que foi apresentado, podendo utilizar os dois métodos sem problemas no calculo de sedimentadores.

7. Referências

  1. Perry, Robert H. e Chilton, Cecil H. “Manual de Engenharia Química”; 5ª edição; Guanabara Dois; 1980.

2. http://ube-164.pop.com.br/repositorio/4488/meusite/processos/op_unitarias/

decantacao.doc

3. http://www.enq.ufsc.br/disci/eqa5313/Decantacao.htm

Anexos: