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Relatório técnico Prática, Resumos de Química

Relatório de aula prática de química, com métodos, técnica, materiais e pesquisas

Tipologia: Resumos

2026

Compartilhado em 27/04/2026

gabriela-carvalho-re0
gabriela-carvalho-re0 🇧🇷

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UNIVERSIDADE DE RIO VERDE
Faculdade de Engenharia Mecânica
Química Geral I
RELATÓRIO
1. INTRODUÇÃO
Nomes: colocar o nome e 1 sobrenome de cada aluno e em ordem alfabética
TITULO DA PRÁTICA: Interações Intermoleculares Data: 09 /04/2026
Gasolina: Composta majoritariamente por hidrocarbonetos, a gasolina é uma
mistura apolar. Por isso, ela não se mistura com a água (polar), formando um
sistema bifásico.
"As forças de atração entre as moléculas de um líquido são chamadas de forças
intermoleculares. [...] A solubilidade de uma substância em outra depende da força
relativa dessas interações." (BROWN; LEMAY; BURSTEN, 2005, p. 442).
O Fenômeno da Contração de Volume. Na mistura hidroalcoólica (Parte A), o volume
final observado costuma ser menor que a soma algébrica dos volumes iniciais. Isso
ocorre porque as ligações de hidrogênio entre moléculas de água e álcool promovem um
ajuste espacial mais compacto do que quando as substâncias estão puras.
"A mistura de água e etanol apresenta uma contração de volume, pois as interações entre
as moléculas diferentes são mais intensas, permitindo que elas se aproximem mais,
reduzindo os espaços vazios entre si." (FELTRE, 2004, p. 312).
Extração por Solvente (Teor de Álcool na Gasolina). Na Parte B, utiliza-se a técnica de
extração por solvente. O etanol presente na gasolina possui caráter anfipático (uma parte
apolar e uma extremidade polar). Ao entrar em contato com a água, a extremidade polar
do álcool estabelece ligações de hidrogênio tão fortes com as moléculas de água que ele
abandona a gasolina.
Este deslocamento do álcool para a fase aquosa aumenta o volume da camada
inferior, permitindo calcular o percentual de álcool presente no combustível
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UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

Faculdade de Engenharia Mecânica Química Geral I RELATÓRIO

1. INTRODUÇÃO Nomes: colocar o nome e 1 sobrenome de cada aluno e em ordem alfabética TITULO DA PRÁTICA: Interações Intermoleculares Data:^09 /04/  Gasolina: Composta majoritariamente por hidrocarbonetos, a gasolina é uma mistura apolar. Por isso, ela não se mistura com a água (polar), formando um sistema bifásico. "As forças de atração entre as moléculas de um líquido são chamadas de forças intermoleculares. [...] A solubilidade de uma substância em outra depende da força relativa dessas interações." (BROWN; LEMAY; BURSTEN, 2005, p. 442). O Fenômeno da Contração de Volume. Na mistura hidroalcoólica (Parte A), o volume final observado costuma ser menor que a soma algébrica dos volumes iniciais. Isso ocorre porque as ligações de hidrogênio entre moléculas de água e álcool promovem um ajuste espacial mais compacto do que quando as substâncias estão puras. "A mistura de água e etanol apresenta uma contração de volume, pois as interações entre as moléculas diferentes são mais intensas, permitindo que elas se aproximem mais, reduzindo os espaços vazios entre si." (FELTRE, 2004, p. 312). Extração por Solvente (Teor de Álcool na Gasolina). Na Parte B, utiliza-se a técnica de extração por solvente. O etanol presente na gasolina possui caráter anfipático (uma parte apolar e uma extremidade polar). Ao entrar em contato com a água, a extremidade polar do álcool estabelece ligações de hidrogênio tão fortes com as moléculas de água que ele abandona a gasolina.  Este deslocamento do álcool para a fase aquosa aumenta o volume da camada inferior, permitindo calcular o percentual de álcool presente no combustível

original. "O álcool anidro adicionado à gasolina é extraído pela água devido à maior afinidade química (polaridade) entre o etanol e a água em comparação com a interação entre o etanol e os hidrocarbonetos da gasolina." (PERUZZO; CANTO, 2010, p. 158). É o resumo da teoria que fundamenta a prática de laboratório realizada, utilizando obrigatoriamente as respectivas citações bibliográficas, lembrando que a cópia de textos de outros autores, sem que faça referência dos mesmos, é crime previsto em lei. Dissolução e Interações Íon-Dipolo. A solubilidade de compostos iônicos em meio aquoso é explicada pela capacidade das moléculas de água de interagirem com os íons da rede cristalina. Ao adicionar sais como o sulfato de cobre em água, as extremidades polares da molécula de água atraem os cátions e ânions do sólido, superando as forças de coesão do cristal e mantendo os íons dispersos em uma camada de solvatação (SANTOS; MÖL, 2010). Solubilidade e Curvas de Saturação. A quantidade de soluto que pode ser dissolvida em um volume fixo de solvente é limitada pelo coeficiente de solubilidade, que varia conforme a temperatura. Quando preparamos uma solução com quantidades específicas de sais e água, buscamos entender o ponto em que o sistema atinge o equilíbrio dinâmico entre o soluto dissolvido e o soluto não dissolvido, definindo se a solução é insaturada, saturada ou supersaturada (ATKINS; JONES; DOS SANTOS, 2017). Evaporação e Cristalização. O processo de cristalização observado nas placas de Petri ocorre devido à remoção lenta do solvente por meio da evaporação à temperatura ambiente. À medida que a água passa para o estado gasoso, a solução torna-se progressivamente mais concentrada até atingir a saturação crítica; nesse momento, os íons começam a se agrupar de forma ordenada e geométrica, reconstituindo o retículo cristalino sólido característico de cada substância (REIS, 2013).

2. OBJETIVOS Estudar as diferentes interações entre as moléculas. 3. PARTE EXPERIMENTAL

totalmente homogeneizados (dissolvidos). Cristalização: Uma porção de cada solução foi transferida para placas de Petri (preenchendo cerca de metade do volume da placa). Exposição: As placas foram identificadas e deixadas em repouso, ao ar livre, por um período de 24 horas para permitir a evaporação lenta do solvente e a formação dos cristais. Observações Técnicas de Laboratório:  Limpeza: Entre a manipulação de uma substância e outra, o bastão de vidro e as provetas devem ter sido lavados com água destilada (usando a pisseta) para evitar contaminação cruzada.  Menisco: Todas as leituras de volume nas provetas devem ter sido feitas considerando a base do menisco na altura dos olhos. Esquema da aparelhagem: descrição do equipamento e esquema do arranjo experimental, ressaltando as principais características das unidades utilizadas; Cálculos: 1 - Coleta de Dados  Volume inicial de Gasolina (Vgasolina): 50ml  Volume inicial de Água (Vágua): 50ml  Volume final da fase aquosa (Água + Álcool): 68,5mL (conforme o valor circulado de 18,5ml de álcool extraído somado aos 5ml iniciais de água).

  1. Cálculo do Volume de Álcool Extraído (Válcool) Para saber quanto álcool saiu da gasolina, subtraímos o volume de água que você colocou do volume final da fase inferior:
  2. Cálculo da Porcentagem (%). A porcentagem de álcool é a relação entre o volume de álcool extraído e o volume

total da amostra de gasolina original: é a demonstração matemática da aplicação dos dados obtidos durante o experimento, traduzindo-os em resultado final; Gráficos, tabelas ou figuras: são itens que valorizam o trabalho e devem ser autoexplicativos.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Sempre que possível, comparar os resultados obtidos experimentalmente com os esperados teoricamente ou que constem na literatura. E ainda responder as questões de discussão e aprofundamento propostas no roteiro de prática.