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Religião e o poder Global, Notas de estudo de História

O mundo à espera do anticristo

Tipologia: Notas de estudo

2020

Compartilhado em 02/06/2020

gusmao-domingos
gusmao-domingos 🇧🇷

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O ANTICRISTO
PODER OCULTO POR TRÁS
DA NOVA ORDEM MUNDIAL
ROBIN DE RUITER
Publicado em alemão em 1999, este livro não só foi
ponto de discussão em universidades, mas também na
Igreja e em escolas de Pastoral. A presente versão atualiza-
da do mesmo livro é a trajetória de uma das organizações
mais poderosas da terra que está preparando o caminho
para o Anticristo. O tempo em que atualmente vivemos está
predito pela Bíblia que, segundo ela, vivemos no tempo do
fim. O fim da liberdade dos povos se aproxima e também o
fim da liberda¬de individual. Não se tra ta de uma simples
teoria, mas de oligarquias, secretas e ocultas, formadas
pelas famílias mais poderosas da terra. Juntas pretendem
levar o mundo para um Estado Mundial escravo. A fundação
da religião satanista tem como fundamento doutrinal que
Satã governará o mundo algum dia. Enquanto não enten-
dermos esse dogma, nunca poderemos compreender por
que os poderosos tentam arrastar toda a humanidade para
uma Nova Ordem anticristã.
Para que seja aceito, o Anticristo será apresentado
como um descen¬dente da casa de Davi, por uma suposta
descendência de Jesus e Maria Madalena e argumentarão
que ele não morreu na cruz, que se casou, que teve filhos e
que sua descendência ainda existe.
É errado acreditar OU falar de conspirações? Claro que
não! Porque a Bíblia fala sobre uma conspiração mundial
contra Deus no fim dos tempos. A Bíblia é a Palavra de Deus
e se ela fala desta conspiração, então é Deus quem adverte.
Jamais podemos colocar em dúvida sua Palavra.
Entre os cristãos, falar de conspirações ou do fim dos
tempos muitas vezes causa irritação. Não obstante, não
podemos esquecer que o próprio Jesus aconselhou-nos
a olhar a oliveira para conhecermos as características do
tempo do fim. Este livro não é um escrito apocalíptico, nem
mesmo faz predições. Apenas quer dar esclarecimentos à
luz das palavras alertadoras de Jesus.
OMNIA AD MAJOREM DEI GLORIAM
Não tenhais cumplicidade
nas obras infrutíferas das trevas;.
pelo contrário;
condenai-as abertamente
(Ef 5,11).
Índice:
Agradecimento
Note do autor
1. Mãos invisíveis que movem os cordéis do
mundo
2. O império oculto
3. O futuro parlamento mundial
4. O condicionamento das massas
5. Os iluminados e a franco-maçonaria
6. Maçom e católico
7. Loucura diabólica
8. As doze linhagens de Satanás
9. A décima terceira linhagem satânica
10. Joseph Mengele e o horripilante programa
monarca
11. A classe dominante entre os iluminados
12. Controle total sobre a população
13. Dominação mundial
14. O financiamento de Adolf Hitler
15. Os filhos da tribo de Judá.
16. Adolf Hitler e o sionismo
17. Censurando falsamente Pio XII
18. Redução da humanidade
19. Enfraquecer a confiança na Igreja católica
20. Em nome da Nova Ordem Mundial
21. O 11 de setembro de 2001
22. O caminho para a liberdade
Um agradecimento muitíssimo especial ao pesquisa-
dor e escritor norte-americano Fritz Springmeier, por sua
contribuição e permissão para utilizar e revelar muitas de
suas investigações, dados e descobertas.
NOTA DO AUTOR:
O livro O Anticristo - poder oculto por trás da nova or-
dem mundial, publicado em alemão em 1999, não só foi
assunto de discussão em diversas universidades, mas tam-
bém na Igreja e em escolas de Pastoral.
Teorias de conspirações sempre existiram. Sobretudo
no fim do século XIX teve início uma enorme mania nesse
campo. Conspirações eram e são a base das idéias mais
malucas. A maioria dos investigadores e escritores, que se
ocupam do tema, são ridicularizados e não levados a sério.
É errado acreditar ou falar de conspirações? A respos-
ta é... não! Porque a Bíblia fala indiscutivelmente sobre uma
conspiração mundial contra Deus no fim dos tempos. A Bí-
blia é a Palavra de Deus e se ela fala de uma conspiração
mundial no fim dos tempos, então é Deus quem adverte.
Jamais podemos colocar em dúvida a sua Palavra.
Entre os cristãos, falar de conspirações ou do “tem-
po do fim” (últimos dias) muitas vezes causa irritação.
Não obstante não podemos esquecer que o próprio Jesus
aconselhou-nos a olhar a oliveira para conhecermos as ca-
racterísticas do tempo do fim. Este livro não é um escrito
apocalíptico. Nem mesmo faz predições. Só quer dar com-
preensão e esclarecimento à luz das palavras alertadoras
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O ANTICRISTO

PODER OCULTO POR TRÁS

DA NOVA ORDEM MUNDIAL

ROBIN DE RUITER

Publicado em alemão em 1999, este livro não só foi ponto de discussão em universidades, mas também na Igreja e em escolas de Pastoral. A presente versão atualiza- da do mesmo livro é a trajetória de uma das organizações mais poderosas da terra que está preparando o caminho para o Anticristo. O tempo em que atualmente vivemos está predito pela Bíblia que, segundo ela, vivemos no tempo do fim. O fim da liberdade dos povos se aproxima e também o fim da liberda¬de individual. Não se trata de uma simples teoria, mas de oligarquias, secretas e ocultas, formadas pelas famílias mais poderosas da terra. Juntas pretendem levar o mundo para um Estado Mundial escravo. A fundação da religião satanista tem como fundamento doutrinal que Satã governará o mundo algum dia. Enquanto não enten- dermos esse dogma, nunca poderemos compreender por que os poderosos tentam arrastar toda a humanidade para uma Nova Ordem anticristã. Para que seja aceito, o Anticristo será apresentado como um descen¬dente da casa de Davi, por uma suposta descendência de Jesus e Maria Madalena e argumentarão que ele não morreu na cruz, que se casou, que teve filhos e que sua descendência ainda existe. É errado acreditar OU falar de conspirações? Claro que não! Porque a Bíblia fala sobre uma conspiração mundial contra Deus no fim dos tempos. A Bíblia é a Palavra de Deus e se ela fala desta conspiração, então é Deus quem adverte. Jamais podemos colocar em dúvida sua Palavra. Entre os cristãos, falar de conspirações ou do fim dos tempos muitas vezes causa irritação. Não obstante, não podemos esquecer que o próprio Jesus aconselhou-nos a olhar a oliveira para conhecermos as características do tempo do fim. Este livro não é um escrito apocalíptico, nem mesmo faz predições. Apenas quer dar esclarecimentos à luz das palavras alertadoras de Jesus.

OMNIA AD MAJOREM DEI GLORIAM

Não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas;. pelo contrário; condenai-as abertamente (Ef 5,11).

Índice: Agradecimento Note do autor

  1. Mãos invisíveis que movem os cordéis do mundo
  2. O império oculto
  3. O futuro parlamento mundial
  4. O condicionamento das massas
  5. Os iluminados e a franco-maçonaria
  6. Maçom e católico
  7. Loucura diabólica
  8. As doze linhagens de Satanás
  9. A décima terceira linhagem satânica
  10. Joseph Mengele e o horripilante programa monarca
  11. A classe dominante entre os iluminados
  12. Controle total sobre a população
  13. Dominação mundial
  14. O financiamento de Adolf Hitler
  15. Os filhos da tribo de Judá.
  16. Adolf Hitler e o sionismo
  17. Censurando falsamente Pio XII
  18. Redução da humanidade
  19. Enfraquecer a confiança na Igreja católica
  20. Em nome da Nova Ordem Mundial
  21. O 11 de setembro de 2001
  22. O caminho para a liberdade

Um agradecimento muitíssimo especial ao pesquisa- dor e escritor norte-americano Fritz Springmeier, por sua contribuição e permissão para utilizar e revelar muitas de suas investigações, dados e descobertas.

NOTA DO AUTOR: O livro O Anticristo - poder oculto por trás da nova or- dem mundial, publicado em alemão em 1999, não só foi assunto de discussão em diversas universidades, mas tam- bém na Igreja e em escolas de Pastoral. Teorias de conspirações sempre existiram. Sobretudo no fim do século XIX teve início uma enorme mania nesse campo. Conspirações eram e são a base das idéias mais malucas. A maioria dos investigadores e escritores, que se ocupam do tema, são ridicularizados e não levados a sério. É errado acreditar ou falar de conspirações? A respos- ta é... não! Porque a Bíblia fala indiscutivelmente sobre uma conspiração mundial contra Deus no fim dos tempos. A Bí- blia é a Palavra de Deus e se ela fala de uma conspiração mundial no fim dos tempos, então é Deus quem adverte. Jamais podemos colocar em dúvida a sua Palavra. Entre os cristãos, falar de conspirações ou do “tem- po do fim” (últimos dias) muitas vezes causa irritação. Não obstante não podemos esquecer que o próprio Jesus aconselhou-nos a olhar a oliveira para conhecermos as ca- racterísticas do tempo do fim. Este livro não é um escrito apocalíptico. Nem mesmo faz predições. Só quer dar com- preensão e esclarecimento à luz das palavras alertadoras

de Jesus. Muitos anos de investigações deram como resultado a existência de uma gigantesca conspiração contra Deus e sua Igreja. Felizmente me havia conscientizado de que não estava sozinho com minhas descobertas. Também dentro da Igreja cada vez mais se levantam vozes au- torizadas para alertar contra essa perigosa conspiração. Entre outras posso mencionar a cooperação do Cardeal Ratzinger - atualmente papa Bento XVI - com o famoso te- ólogo Michel Schooyans da Universidade de Leuven (Lou- vain - Bélgica). Schooyans publicou um livro que tem por título L’Evangile face au desordre mondial (Paris, 2002) sobre as infiltrações dos conspiradores nas “Nações Uni- das”. O prefácio do livro foi escrito pelo então, na época, Cardeal Ratzinger. Esta obra não é um livro alegre, mas uma advertência para todos os cristãos. Muitos deles adormeceram sobre seus louros. Chegou a hora em que todos precisamos despertar! A fundação da religião satânica baseia-se em uma doutrina elementar que projeta Satanás como governador visível que governará o mundo algum dia. Um governo mundial com uma sociedade computadorizada, um plane- jamento econômico central e um controle total sobre toda a população. A classe dominante do satanismo procura a todo custo arrastar as populações para a Nova Ordem Mundial, eufemismo que na realidade é sinônimo de di- tadura mundial. Uma ditadura com um único parlamento, um único exército, uma única religião anticristã e um úni- co líder mundial, ou seja, o Anticristo. Este livro é a história da construção de uma Nova Ordem Mundial que pretende controlar a raça humana. Não se trata de uma simples teoria, mas de oligarquias secretas e ocultas e de um pequeno círculo formado pelas famílias mais poderosas da terra, que pretendem conduzir o mundo para um Estado Mundial escravo. Essas famílias supremas pertencem a 13 linhagens de sangue exclusi- vas e seguem os mesmos costumes que as casas reais, por exemplo, contraem matrimônio entre seus membros. Visto que essas famílias adoram o diabo como seu deus e também dirigem o satanismo em nível mundial, de maneira mais adequada devem ser chamadas de “as 13 linhagens satânicas”. Mantiveram selvagemente seu poder parasita de geração em geração. São profissionais do satanismo e se dedicam a obter poder para escravizar o mundo inteiro por meio de seus rituais e de suas prá- ticas ocultas. Eles se reúnem em sociedades secretas onde traçam projetos para derrubar a presente ordem mundial. Para conseguir manipular os destinos do mundo, com a finali- dade de estabelecer uma ditadura mundial, introduziram- se em toda parte com a ajuda de conexões, dinheiro e poder. As poderosas famílias operam por intermédio de uma multidão de estruturas de mando. Cada dia enviam para o sistema instruções para mi- lhares de grupos e indivíduos, tais como políticos, igrejas,

cultos religiosos, agências de inteligência, líderes de opi- nião e muitos outros. Da mesma maneira fiscaliza a máfia, a “yakuza” japonesa, as “tríades” da China e os cartéis do narcotráfico da América do Sul. O império satânico secre- to tem todos os sistemas de poder sob seu controle. Logo tudo na terra será controlado completamente por essas famílias e a população será domesticada como cães. A humanidade. vai sendo conduzida à destruição e à escra- vidão. Nos Estados Unidos já existem lugares escolhidos para concentrar os “inimigos do estado”. Se você quer saber quem irá para esses campos de concentração, pode tomar a Rússia de Stalin como exemplo. Estamos a ponto de perder a civilização, tal como a conhecemos, e de entrar em uma sociedade governada por um obscuro poder sádico, que fará com que o Terceiro Reich de Hitler pareça brincadeira de crianças. O ocaso do mundo virá a toda velocidade. Milhões de pessoas serão aniquiladas. Existem projetos para destruir três quartas partes da população mundial. A finalidade que essas su- premas famílias perseguem é deixar só uma quantidade controlável de escravos. A conspiração mundial tem muitos que a apóiam, mas é com a elite dirigente que precisamos nos entreter. Este livro quer ajudar a população a entender como se movimentam e como se agitam no mundo e manobram políticos, pregadores e outros líderes sociais, e muitos ou- tros como marionetes. À medida que for lendo esta inves- tigação, o leitor descobrirá que existe grande evidência de urna história que jamais nos havia sido contada. Este livro se baseia em dezenas de entrevistas e colóquios pessoais que mantive nos Estados Unidos, em 1989, com algumas pessoas implicadas diretamente e com outras que haviam conseguido, mediante contatos pessoais, intuir a verdadeira natureza do poder. Graças à ajuda deles pude antecipar diversos episódios que fazem parte do plano que tem como objetivo conseguir um es- tado de controle mundial e ditatorial. Lamentavelmente, muitos dos acontecimentos que eu havia prognosticado se realizaram. Pode considerar-se urna casualidade o fato de que minhas fontes anunciassem, já em 1989, urna guerra na Europa, isto é, a guerra dos Bálcans?(RUITER, Robin de. lugoslavia: prima vittima del “Nuovo Ordine Mondiale”, Zambon.editore, 2003. ) Com base nas mes- mas informações, nessa mesma data havia previsto o novo conflito, no Oriente Médio ,que se desencadeou no início do século XXI. Minhas fontes “profetizaram” também o desenca- deamento de urna guerra na América do Sul por parte dos barões da droga. A Colômbia está hoje a ponto de se transformar em um segundo Vietnam. O governo dos Estados Unidos descreve a Colômbia e seus vizinhos: Ve- nezuela, Equador, Peru e Bolívia. como “uma região cuja submissão econômica é necessária para a supremacia mundial”. A verdadeira intenção que se esconde por trás do “plano Colômbia” é a intenção dos Estados Unidos de abrir a Colômbia e os outros países mencionados para as

muitas outras coisas que colocam em perigo a segurança e a vida, fazem que cada vez mais as pessoas estejam de acordo em um ponto: em que a humanidade precisa de alívio. Muitos se interrogam: “Como chegamos a esta situação? Até onde vai este mundo? O que nos reserva o futuro?” Todo efeito tem sua causa. Qual é a verdadeira causa da angústia da humanidade? É certo que existem muitas pessoas egoístas e sem amor; elas nunca estão isentas de culpa. Mas a razão principal pela qual padecemos es- tes efeitos angustiosos é claro que é outra. Manuel Bonilla Sauras, em sua obra Los Amos dei Socialismo (Os Senhores do Socialismo), publicado em 1986, cita Nicholas Murray Butler, presidente da Funda- ção Carnegie da Universidade de Columbia e chefe da Associação Britânico-Israelita, que afirma: “O mundo está dividido em três categorias de pessoas: uns tantos que fazem os acontecimentos se produzir, outro grupo que vela por sua execução e cuida para que se cumpram, e uma ampla maioria que não sabe jamais o que aconteceu na realidade”. O filósofo Joseph de Maistre afirmou: “Os verdadei¬ros detentores do poder, os que movem os cordéis, vivem na sombra, por trás do pano de fundo do cenário”.(CARON, H. Le. Le Plan de Domination Mondiale de Ia Contre-Eglise. Fideliter, 1985,30.) Da mesma maneira, o famoso estadista vitoriano Disraeli disse: “O mundo é governado por pessoas muito diferentes do que imaginam aqueles cujos olhos não ob- servam entre os bastidores”. Honorée de Balzac, um dos autores mais perspica- zes da literatura européia, disse: “Existem homens que se movimentam por trás dos bastidores e, conseqüentemen- te, existem duas histórias: a história oficial e enganadora que se ensina para ‘uso do príncipe’, e a história secreta, na qual se encontram as verdadeiras causas dos aconte- cimentos: uma história vergonhosa”. Serge Hutin disse: “O destino das nações freqüen¬temente depende de homens que não possuem cargos oficiais. Trata-se de sociedades secretas, com autênticos governos ocultos, que decidem nosso destino sem que nos apercebamos disso”.(PISTONE, Aliana Mari- na. Los Gobiernos Ocultos en Mundo Desconocido. Agosto de 1979, n.38,23. ) Um dos homens que mais poder chegou a alcançar na vida, o estadista alemão Walter Rathenau, afirmou no Neue Wiener Presse, de 24 de dezembro de 1912: “Tre- zentos homens, que se conhecem entre si e que nomeiam seus próprios sucessores, dirigem os destinos do mundo. A razão de seu poder fundamenta-se em seu absoluto sigilo”. Durante uma reunião de ganhadores do prêmio Nobel em Lindau, em 1978, disse o famoso bioquímico George Wald: “Não creio que os governos do mundo ocidental realmente governem. Acredito que eles obedecem como cúmplices de grandes poderes financeiros e poderes in-

dustriais. Existe um montão de gigantescas multinacio- nais e transnacionais concentrações de poder e riqueza, como jamais existiu em toda a história da humanidade. Estas não são empresas, mas potências mundiais. Têm poder militar? Naturalmente, têm nosso poder militar. Têm sistemas de controle e administração? Naturalmente, têm nossos governos”.(KORN, Davis. Wer ist wer im Judentum. München, 1996, p. 479.). Mãos invisíveis movem os cordéis ou destinos do mundo? Os protagonistas aparentes da história são sim- ples marionetes dirigidas na sombra? Se tudo isto é certo, o que é que estes homens da sombra estão procurando? Como o leitor verá mais adiante, os mestres. secretos do jogo estão usando a violência crescente, os conflitos, as guerras, a fome, a economia global que desaba e a amea- ça ao meio-ambiente,coisas que eles mesmos estão cau- sando em grande medida, para arrastar a população para uma Nova Ordem Mundial, a sabe uma ditadura mundial com um só parlamento, um só exército, uma só religião anticristã e um só líder mundial. Um governo mundial com uma sociedade que funcione mediante computadores, um planejamento econômico central e um controle total sobre as famílias e as crianças, etc. Os superiores invisíveis estão produzindo intencio- nalmente problemas em todos os níveis. Quanto mais confusão, luta de classes, discriminação racial, guerras e tensão política internacional houver, mais fácil e mais rápido a humanidade se apronta para acabar pedindo um governo mundial. O coronel Edward Mandell House, israelita vinculado estreitamente às altas finanças e assessor do presidente Wilson, em seu livro Intimate Papers, assim falou: “Cria intencionalmente problemas e oferece a seguir a solu- ção que sirva a teus objetivos”.(HOUSE, Edward Mandell. The Intimate Papers of Colonel House. Boston, 1926- 1929,24.)

Capítulo 2

O império oculto

Para comprovar a existência de uma conspiração mundial precisamos apresentar provas que não possam ser negadas por adversários dessa tese. A presença de uma conspiração mundial, entre outras coisas, pode-se provar pela existência de organizações supranacionais. Como veremos a seguir, essas organizações secretas ver- dadeiramente existem. Desde há muitos anos vêm fazen- do campanha entre os bastidores da política mundial. As pessoas que investigam a “Conspiração Mundial” pertencem a toda classe de crenças. Por isso é interessan- te a enorme margem de convergência que existe entre to- dos esses diversos investigadores. Diz o refrão que” todos os caminhos levam a Roma”. Assim, todos os caminhos da investigação sobre a “Conspiração Mundial” se pode-

ria dizer que conduzem aos “iluminados”, uma socieda- de secreta fundada a 112 de maio de 1776, por Adam Weishaupt professor de direito canônico da Universidade de Ingolstadt. Weishaupt estabeleceu uma complicada hierarquia de graus secretos. Naqueles tempos milhares de eminentes europeus foram captados por Weishaupt e ingressaram na Ordem dos Iluminados. O projeto declara- do por Weishaupt era opor-se ao poder de todos os reinos mediante uma legião de conspiradores que governariam na sombra, seguindo um plano preciso de domínio uni- versal. Com o talento organizador do preeminente barão Knigge e a ajuda de um grupo de antigos maçons que não tinham encontrado na maçonaria a ação direta que espe- ravam, os iluminados de Weishaupt se transformaram, em menos de cinco anos, nos donos ocultos da Baviera e dos estados vizinhos. Quando a 10 de julho de 1785 um raio matou Jacob Lang, membro da Ordem, a polícia encon- trou alguns documentos que descreviam a conspiração dos iluminados. Imediatamente ordenou-se a dissolução da Ordem. Weishaupt fugiu, mas continuou cons¬pirando na clandestinidade. Se uma pessoa lança um olhar para a história entre os bastidores, encontrar-se-á com os iluminados. Eles en- deusaram os reis, manipularam reinos, criaram guerras e deram às relações internacionais entre os países sua forma atual. Os iluminados estiveram profundamente en- volvidos em todas as revoluções que se desencadearam depois da Guerra da Independência dos Estados Unidos. Isto inclui a Revolução Francesa que conduziu ao extermí- nio de, pelo menos, 100 mil pessoas durante o reinado do Terror que se seguiu. Em nossos dias existe a sociedade da “Mesa Redon- da”, que foi fundada em 1891, como sucessora do grupo de Weishaupt. A Mesa Redonda luta, em clara relação com as idéias dos iluminados, pela destruição de todas as so- beranias nacionais e sua entrega a um corpo governante e elitista, protótipo da Nova Ordem Mundial. A filial norte-americana da Mesa Redonda chamava- se National Civic Federation, nome que foi trocado em 1921 pelo de Council on Foreign Relations (Conselho de Relações Exteriores), ao qual hoje pertencem mais ou me- nos uns 1.700 membros.(Fritz Springmeier, em seu livro Be Wise as Serpents, Lincoln, 1991, p. 454, declara que o CFR, em português Conselho de Relações Exteriores, é quem na realidade governa os Estados Unidqs.) Desde sua fundação, todos os presidentes dos Estados Unidos, menos Ronald Reagan, foram membros do CFR. Inclusive o ex-presidente George Bush chegou a ocupar o posto de diretor da instituição em 1977. Quase todos os membros da CFR ocupam os postos mais importantes no governo, na política, na ClA, nas altas finanças internacionais e na imprensa. Entende-se que o CFR cobre todas as classes da sociedade. Além de ter grande poder sobre uma grande parte do público norte- americano, essa instituição pode pressionar o congresso e o governo dos Estados Unidos. É interessante saber que

o genro do presidente Franklin Delano Roosevelt disse que ele dependia completamente do CFR. Cada passo do seu governo foi ditado por essa instituição.(DALL, Curtis B. Amerikas Kriegspolitik: Roosevelt und seine Hintermänner. Tübingen, 1975, 279.) Outra organização supranacional que opera secre- tamente entre os bastidores é a dos Bilderbergers. Essa supranacional conta com um círculo superior ou “Mesa Redonda” de nove membros. Junto dela há um comitê de 13 membros que determina as políticas. Estes dois grupos se integram com membros do Priorado de Sion, maçons iluminados, a Nobreza Negra, líderes satanistas e outros homens detentores do poder. O grupo se reúne no mínimo duas vezes por ano a portas fechadas. Apesar do segredo com que cercam suas reuniões, chegou-se a saber que os objetivos do grupo são, entre outros, a união econômica internacional, a criação de um parlamento internacional, a criação de um exército internacional com a supressão de todos os exércitos e a limitação das soberanias nacionais em benefício de um governo mundial. Consideração especial merece a B’nai B’rith, que foi fundada em 1843 em Nova York. Essa organização in- tervém de maneira aberta na política, especialmente na América do Norte. As semelhanças, os ritos, os símbolos, os altos graus, a ideologia e a estrutura tornam difícil não associar a B’nai B’rith à franco¬maçonaria. Inclusive os lugares onde os membros se encontram chamam-se lo- jas. A administração a que estão subordinadas todas as lojas de diversos Orientes é a B’nai B’rith. Atualmente a B’nai B’rith, que supera os dois milhões de membros, embora só umas poucas centenas façam parte do círculo interno resolutivo, subdividiu a terra em dez distritos. Este dado é importante porque um dos passos para o governo mundial consiste em estabelecer dez blocos continentais (cf. Apocalipse 17,12). Se alguém quiser entender como e por que se to- mam as decisões sobre os assuntos mundiais, precisará dedicar-se ao estudo dessas supranacionais. A verdadeira resposta não está nas atas do Congresso dos Estados Uni- dos nem em nenhum outro líder mundial. Nos primeiros anos do século XX, os banqueiros e os industriais iluminados estenderam seu controle sobre o sistema financeiro mundial. Sua rede bancária e política criou um sistema financeiro mundial no qual os bancos centrais e outros interesses bancários privados trabalham juntos. Coordenaram suas atividades para controlar as economias, criando “booms” (auge, prosperidade repen- tina) e “busts” (quebra ou ruína financeira), manipulando os tipos de câmbio estrangeiros. Os desígnios avassaladores, deste cartel de banquei- ros, criaram também uma situação na qual os governos ficam tão endividados com eles, que praticamente são obrigados a fazer o que eles querem. Como ovelhas leva- das para o matadouro, governos de todo o mundo foram derrubados por isso. Por exemplo, pensemos no Japão, que é uma nação rica, mas cujo governo está profunda-

Parece que os Soberanos Invisíveis também estão na origem do “Club de Roma”. Esta organização foi fundada em 1968 pelo lombardo Aurélio Peccei e Alexander King na Academia dei Lincei em Roma. O “Club de Roma” publicou em 1991 um livro inti- tulado A primeira revolução global, Informe do Conselho para o Club de Roma. Segundo os autores, o co-fundador do Club de Roma, Alexander King, e Bertrand Schneider, toda a obra é um apelo à solidariedade mundial. Primei- ramente, o livro coloca em realce os diferentes problemas que afligem o planeta. Entre outros problemas menciona a explosão demográfica, a ameaça por destruição nu- clear, ainda que menos iminente que antes, os conflitos militares, ameaças à paz, as novas doenças que assolam as populações, e outros aos quais, segundo os autores, a humanidade deve enfrentar unida... “O tempo está se acabando! Somente se todos os habitantes do planeta compreenderem que estão defrontando-se com perigos imediatos e compartilhados, é que se pode gerar uma vontade política universal de empreender uma ação co- mum para conseguir a sobrevivência da humanidade”. A seguir explicam que os governos e instituições tra- dicionais já não conseguem enfrentar os problemas em sua dimensão atual. Com as estruturas e atitudes existen- tes, este mundo no qual nos encontramos provavelmente não será governável. Depois de ter exposto a má direção que existe no mundo, por causa das insuficiências dos governos nacionais e das organizações intergovernamen- tais, toma-se manifesta a importância de reestruturar o sistema das Nações Unidas (ONU)... “Agora é o momento oportuno para uma revisão completa do sistema. A maio- ria dos problemas que afligem a terra deverá ser resolvida sob a autoridade da ONU”. Sem pressa, mas sem descanso, estão sendo coloca- dos os pilares do futuro Parlamento Mundial, cuja prefigu- ração é a ONU e suas diversas dependências. Evidentemente, depois da queda do muro de Berlim, elevaram-se em toda parte louvores à ONU e proclamou- se a necessidade de empregar essa organização como uma força viável na luta do mundo pela paz e pela segu- rança. O jornal espanhol EI País, em seu número de 10 de fevereiro de 1994, na página 11, diz: “Não há dúvida de que a melhor maneira de resolver os problemas in- ternacionais é recorrer a uma organização global como a ONU”. O ganhador do prêmio Nobel de economia, o profes- sor Jan Tinbergen, disse no periódico holandês Telegraaf, de 24 de dezembro de 1993: “Não sou nenhum profeta. Não obstante, vejo nas Nações Unidas o novo governo mundial. Ainda não se impõe, mas no futuro vai ser di- ferente”. Muitos acreditam que a ONU fracassou todas as ve- zes que lhe coube intervir, mas isso só seria certo se as missões pacifistas fossem realmente o que pretendem ser. Tudo está baseado em uma tática dos Soberanos In- visíveis, que necessitam manter-nos ainda em um estado

de medo e de instabilidade. A ONU não fracassou, atual- mente está se transformando em um “superparlamento mundial” que cada vez aumenta mais suas atribuições. É importante notar que entre a ONU e o movimento New Age (Nova Era) existem vínculos muito estreitos. Mi- chel Schooyans, famoso teólogo jubilado da Universidade de Leuven (Bélgica), escreveu vários livros sobre o tema... “conspiração mundial”. Em seu livro L ‘Evangile face au desordre mondial (Paris 2000), que foi escrito em coope- ração com o cardeal Ratzinger, nos adverte pelas infiltra- ções da New Age na ONU. Segundo Schooyans faz parte de uma “conspiração mundial” que ameaça toda a terra. O movimento New Age também é uma ameaça para a fé cristã. Esse movimento é composto por grupos redu- zidos de membros, que são autônomos e independentes. Eles disfarçam seus objetivos sob etiquetas gerais como a busca de um mundo novo, melhor que o atual. A New Age não só intervém em incontáveis publi- cações e livros (cada semana aparecem uns 50 títulos novos), mas também em cursos de relaxamento, sessões de canalização, yoga e zen. Também difundem sua própria música, isto é, a New Age music. Da mesma maneira in- tervêm em atos de propaganda nos salões e nos teatros. Procuram contar com a colaboração de todos os grupos e movimentos ecológicos, feministas, pacifistas, etc., que se opõem à situação atual da sociedade. Além de exercer a New Age grande influência no rádio e na televisão, nu- merosas editoras se especializam em publicar seus temas preferidos: ocultismo, parapsicologia, medicina alternati- va, canalização, etc. Nos últimos anos, a New Age procura associar a ela o clero da Igreja católica. Para difundir o espírito e doutrinas da New Age no nível intelectual convida¬se, entre outras pessoas, muitos sacerdotes católicos a participar de seus encontros internacionais, com todos os gastos pagos. Por ocasião de uma reunião em Gante, o cardeal Godfried Danneels, arcebispo de Malines-Bruxelles, publicou, no Natal de 1990, uma extensa carta pastoral intitulada Cris- to ou Aquário? O católico diante da New Age.

Capítulo 4

O condicionamento das massas

Quem quiser governar as nações tem de mudar a for- ma de pensar dos indivíduos. A planejada ditadura mun- dial só pode ser alcançada mediante uma reforma radical da consciência das pessoas. O Dr. Brock Chrisholm, primeiro diretor geral da Uni- ted Nations World Health Organization (Organização Mun- dial da Saúde) e membro dos iluminados, disse durante uma reunião: “Para formar um governo mundial é preciso tirar da mente dos homens seu individualismo, sua lealda- de às tradições familiares, seu patriotismo nacional e seus dogmas religiosos” .(Cf. ROBERTSON, Pato The New World

Order - It Will Change The Way You Live. Dallas, 1991, 7.) O estabelecimento de uma educação comum para todas as crianças por obra do estado, a abolição do pa- triotismo e do nacionalismo, da vida familiar e da institui- ção do matrimônio, são alguns dos princípios sustentados pelos Soberanos Invisíveis. A UNESCO é um dos instrumentos mais importan- tes nas mãos dos Soberanos Invisíveis. para determinar a maneira de pensar do povo. Por meio dessa instituição de educação mundial, que educa e prepara a juventude me- diante colégios, universidades, etc., os Soberanos Invisí- veis não só podem controlar e influir em cada pessoa, mas também efetuar ao mesmo tempo as mudanças necessá- rias em todas as relações existentes: política, sociedade, religião, moral, família, etc.(Os iluminados servem-se do sistema educacional em todo o mundo; eles fornecem às universidades as grandes somas de dinheiro que necessi- tam para continuar atuando.) A família é a pedra angular da sociedade. Quando se arruína a estrutura da família, a conseqüência é a ruína da sociedade. Portanto não é de se estranhar que os So- beranos Invisíveis estejam procurando solapar a família. A destruição da família é uma de suas metas e tem sido promovida por muitas organizações por uma grande va- riedade de meios. Neste século, a estrutura familiar foi ob- jeto de muitos ataques por obra deles. Por causa desses ataques, hoje em dia o mundo chegou a ultrapassar todo sentido moral. O adultério e a poligamia foram promovidos pelos, e a pornografia, nas mãos desses mesmos, feriu a fibra moral do matrimônio tradicional e está presente em todos os lugares. O adultério e a fornicação generaliza- ram-se e muita gente aceita o homossexualismo, que é outro ponto importante da agenda oculta imposta por eles para destruir as famílias. Atualmente publicam-se em todo o mundo livros con- tendo textos que ensinam o homossexualismo às crianças desde os cinco anos de idade. Na Grã-Bretanha um livro intitulado Colours of the Rainbow, foi publicado por Cam- den and Islington Health Service Trust, uma organização financiada pelo governo central e pelo Departamento da Saúde. Esse livro, desenhado por professores de crianças de cinco anos, instrui as crianças sobre a homossexualida- de e a conduta heterossexual. Diz aos mestres como criar imagens “positivas” de homens e de mulheres homos- sexuais e como persuadir as crianças de que esse é um modo de vida aceitável. Em lições opcionais oferecem-se claramente questões sobre homossexuais e lésbicas que devem ser discutidas com crianças do primário. Os meios de comunicação são um dos principais agentes da formação da opinião pública e do pensamen- to dos indivíduos. É evidente que o absoluto controle dos meios de comunicação permite o condicionamento das massas, manipulando suas mentes e vontades. Quem controla os meios de comunicação,. esse é quem decide o que e como o povo pensa. A televisão tem estado sob o controle dos Soberanos

Invisíveis desde o seu início e teve maior impacto na mo- dificação do estilo de vida de muitos de nós do que qual- quer outra conquista tecnológica do século XX. É o meio de comunicação de maior penetração e mais difundido que o mundo tenha conhecido. A televisão domina na maioria dos lares e alterou os costumes e o modo de viver de nações inteiras. Não só reestruturou nossa maneira de pensar, mas os vínculos entre os membros da família tornam-se cada vez menos firmes. A televisão não só chegou a suplantar o desenvol- vimento físico, mas também a interação social. Pelos meios de comunicação os Soberanos Invisíveis mantêm a atenção do público adulto distraída dos assun- tos sociais importantes e focalizada em assuntos sem im- portância. Enquanto por um lado nos mantêm confusos, desorganizados e distraídos com assuntos que não têm importância alguma, por outro nos controlam mantendo- nos indisciplinados e ignorantes sobre os assuntos que verdadeiramente são importantes. Na atualidade todas as agências de notícias e a maioria da imprensa estão sob o controle deles. Até perió- dicos locais independentes vêem-se obrigados a receber as notícias de outros países por meio das agências AP, UPI, Reuter e outras. Esses periódicos vêem-se forçados a. repetir as mentiras que essas agências transmitem. Parece que os Soberanos Invisíveis adotaram como divisa a célebre afirmação do influente iluminado barão Moise Montefiore: “Perdemos o tempo falando. Enquanto a imprensa do mundo inteiro não se encontrar em nossas mãos, será infrutífero tudo o que fizermos. É preciso que dominemos, ou ao menos influamos na imprensa univer- sal, se temos de desvairar e cativar os povos”. Muitos jornalistas, sem se dar conta disso, estão em uma prisão mental. Pensam que sabem muito a respeito do mundo, quando simplesmente abrindo os olhos veriam que não são senão obedientes digitadores que escrevem o que lhes mandam. Dedicam-se a investigar amplamente coisas sem relevância ou matérias que se ajustam aos planos dos Soberanos Invisíveis. O que o público real- mente precisa saber isso nunca lhe é dito. John Swainton, durante muito tempo chefe do pessoal do New York Times, disse a seus colaboradores em seu discurso de despedida: “Não há nada disso que se chama imprensa livre. Vocês sabem e eu também sei. Nenhum de vocês se atreveria a expressar com sinceridade suas opiniões. Somos simples ferramentas nas mãos dos homens ricos que atuam por trás dos bastidores. Somos marionetes. Eles movem os cordéis, nós dançamos. Nossos talentos, nossas possibi- lidades e nossas vidas são propriedade desses homens. Somos prostitutas intelectuais”. Os Soberanos Invisíveis controlam a publicidade nas grandes revistas noticiosas e na televisão, que é uma po- derosa ferramenta para provocar e dirigir a aversão dos povos. Por exemplo, em 1º de agosto de 1990, durante a guerra Iraque-Irã, Saddam Hussein era “um homem exemplar”. Mas depois da invasão do Kuwait, a televi-

dissuadido a tempo? É possível que se tenham enviado intencionalmente a Saddam sinais errados por que os Soberanos Invisíveis queriam uma situação tão evidente- mente perigosa para todo o mundo, que todas as nações precisariam unir-se para fazer-lhe frente? Quando Saddam Hussein caiu finalmente na ar¬madilha que haviam armado contra ele, transformou se perante os olhos de todo o mundo, e no espaço de uma manhã, em um verdadeiro demônio... em um novo Hitler. Quase sem exceção alguma, todos os órgãos de imprensa que até então haviam ignorado elegantemen- te os crimes de guerra dos iraquianos, desencadearam ao mesmo tempo - por indicações de Washington - uma violentíssima guerra psicológica contra Bagdá, premissa considerada necessária -em um regime de “democracia”, para a guerra propriamente dita. Durante as seis semanas que durou a Guerra do Golfo em 1991, os Estados Unidos enviaram centenas de jatos de combate ao Iraque para bombardear cada noite a população civil. Atiraram-se mais bombas no Iraque do que em toda a II Guerra Mundial. Muitos projéteis iam re- cobertos de urânio empobrecido (depleted uranium). Mais de 150 mil civis (danos colaterais) e mais ou menos outros tantos soldados iraquianos morreram nas seis semanas seguintes. Apesar disso, no dia 28 de fevereiro de 1991, quando o Iraque devia finalmente ceder e reconhecer to- das as resoluções da ONU, muitos milhares de militares que levantavam a bandeira branca sobre seus veículos foram massacrados pela força aérea norte-americana quando procuravam sair do Kuwait para regressar ao Ira- que. Muitas das pessoas que foram assassinadas durante sua fuga para o Iraque não eram precisamente soldados iraquianos, mas palestinos, sudaneses, egípcios, filipinos e outros trabalhadores imigrantes. Procuravam escapar para salvar sua vida. Michael Ratner, ex-diretor do Center for Constitutional Rights, afirmou então que as infrações cometidas pelos aliados durante a Guerra do Golfo vio- lavam as convenções de Haia e de Genebra e eram tão graves como aquelas pelas quais os nazistas e os japone- ses foram enforcados no final da II Guerra Mundial. Base drástica para esta avaliação eram, entre outras, o sepul- tamento de soldados iraquianos ainda vivos, que foram simplesmente esmagados e mortos aos milhares em suas trincheiras, assim como os inúmeros civis assassinados quando fugiam em furgões particulares. Na realidade, procurando ver bem, a suposta “famosa Guerra do Golfo” jamais existiu. Não houve nenhum combate. A única coisa que houve foi o genocídio sistemático e planejado contra uma população desarmada, e os autores deste extermínio quase nem puseram o pé em terra iraquiana. Brent Sco- wcroft, nesse tempo conselheiro para a segurança nacio- nal sob o presidente George Bush, confirmou cinco anos depois para a BBC que a verdadeira razão da guerra ha- via sido, naturalmente, o petróleo. O objetivo principal da Guerra do Golfo estava na criação de uma presença mili- tar dos Estados Unidos a longo prazo no Golfo Pérsico.

No deserto do Iraque ficaram disseminadas tonela- das de projéteis radioativos, que têm um prazo de degra- dação de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos. Documentos do exército norte-americano mostram.que no Iraque e no Kuwait foram disparados 944 mil projéteis de urânio empobrecido, calibre 30 milímetros, mais 14 mil granadas de grande calibre. Ao todo, 315 toneladas de urânio concentrado. Isto levou obviamente a. um in- cremento considerável do número de pacientes enfermos por câncer e de crianças iraquianas com malformações congênitas. As vítimas estão, sobretudo, no sul do país, em Bassora e próximo dos campos de batalha da primeira Guerra do Golfo. A maior parte dos pacientes sofre de leu- cemia, câncer de mama, das glândulas linfáticas ou dos pulmões. Além das doenças infecciosas e das carências alimentares e da desnutrição, ocorrem também enfermi- dades misteriosas. Os bebês nascem sem olhos, sem cé- rebro ou sem genitais. Existem recém-nascidos com lábio leporino ou deformações do palato, ou com a cabeça gro- tescamente disforme, pequenos entes humanos que não são outra coisa senão pobres pedaços de carne disforme. A maior parte das vítimas morre de repente. Depois da guerra, os Estados Unidos, apoiados pelo primeiro minis- tro britânico Tony Blair, impuseram à população iraquiana inúmeros embargos acompanhados de numerosos bom- bardeios. Mais de dez anos depois do aparente final da guerra, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha continuaram bombardeando o Iraque sem interrupção. Paralelamente, as sanções comerciais, emanadas pelas Nações Unidas, por disposição dos Estados Unidos, levaram à morte mi- lhares de iraquianos (pessoas anciãs, pobres e enfermas). Mais de 500 mil crianças morreram em conseqüência desses embargos! Entre outras coisas, a Guerra do Golfo devia mostrar ao mundo quão conveniente podia ser um exército mun- dial e convencer esse mesmo mundo sobre a eficácia das Nações Unidas. Depois da guerra, a 6 de março de 1991, o presidente Bush declarou: “Temos diante de nós um novo mundo de liberdade, um mundo onde a paz perdura. Nosso triunfo na Guerra do Golfo estabelecerá uma Nova Ordem Mun- dial”. O presidente chamou a Guerra do Golfo uma prova do Aparato da Nova Ordem Mundial. Pelo fato de que os Soberanos Invisíveis têm estu- dado a fundo a condição humana podem agir com êxi- to jogando com as inclinações, os temores e os desejos das populações. Manipulam continuamente as coisas de maneira que o povo lhes suplica poder fazer exatamen- te aquilo que eles querem que façam. Hoje, a maioria do povo não tem um só pensamento na cabeça que não lhe tenha sido posto ali pelos Soberanos Invisíveis. A humani- dade em geral foi programada para pensar e se comportar como robôs e para ensinar a seus filhos a fazerem o mes- mo. Transformamo-nos em uma raça de mentalidades programadas que pode ser persuadida a crer e a fazer quase tudo, contanto que a desinformação e a mentira

continuem nos bombardeando por intermédio de nossos sistemas políticos, escolas, universidades e meios de co- municação.

Capítulo 5

Os iluminados e a

franco-maçonaria

Uma das pedras angulares dos iluminados é a fran- co-maçonaria.(o autor utiliza indistintamente os termos equivalentes de maçonaria e franco-maçonaria.) Durante uma reunião de todas as lojas maçônicas, celebrada em Wilhelmsbad a 16 de julho de 1782, firmou-se uma alian- ça entre os .J iluminados e essa sociedade secreta. Muito se escreveu sobre a franco-maçonaria, ou sim- plesmente maçonaria; não obstante, no início do século XXI continua havendo uma ignorância quase absoluta a respeito dela. Todo aquele que procure saber alguma coisa a respeito dessa organização vai encontrar-se com dificuldades insuperáveis. Apesar de todos os livros que apareceram sobre o tema a maçonaria continua sendo um mistério. A maçonaria operária existe há milênios. Muitos atri- buem a origem tradicional dessa organização à constru- ção do templo de Salomão. Segundo os maçons, em seus princípios esteve ligada aos costumes dos operários da construção. Outros consideram que sua origem se encon- tra na organização dos Cavaleiros Templários, nos antigos Cavaleiros Rosacruzes ou nas Cruzadas. Outros a fazem remontar até os construtores das pirâmides ou simples- mente, o que parece mais acertado, nos construtores das grandes catedrais, palácios e fortalezas da Idade Média. Por muito distante que remontemos na história, en- contramo-nos perante uma maçonaria operária. As mara- vilhosas catedrais e fortalezas que se encontram por toda a Europa são provas visíveis dela. Os pedreiros ou maçons que as construíram estavam e divididos em três graus: aprendizes, companheiros e mestres, com alguns ritos específicos para passar de uma para outra. Entre eles empregavam de forma emblemática o martelo, o cinzel, a régua, o compasso e o esquadro. Depois da Idade Média deixaram de construir novas catedrais. Junto com a arte gótica desapareceram tam- bém as lojas da maçonaria operária. Já não se iniciavam os operários como havia acontecido durante a Idade Mé- dia. As lojas na Inglaterra começaram a receber outros personagens alheios à profissão. Essas pessoas eram dis- tinguidas por sua inteligência ou por sua situação, a saber, nobres, sábios, burgueses, artistas, políticos, etc. A esses novos iniciados se chamava de “maçons aceitos”. Esses foram cada vez mais numerosos e acabaram por dirigir a instituição. O martelo, o cinzel, a régua, o compasso e o esquadro deixaram de ser ferramentas indispensáveis dos operários e se transformaram em símbolos e emble-

mas da maçonaria. Assim, a maçonaria, que primeiro foi trabalhadora, se transformou em especulativa. Em 1717, quatro lojas inglesas decidiram federar¬se na Grande Loja de Londres, que codificou os costumes e os preceitos em uso nas antigas lojas com o título de As obrigações de um: franco-maçom.(A loja é o local em que se celebram assembléias da franco-maçonaria.) Ainda hoje é o estatuto no qual se baseiam todas as “Obediên- cias Maçônicas” do mundo. A Grande Loja de Londres é considerada a loja-mãe de todas as outras. Da Inglaterra passou para todo o continente e colônias do ultramar. Os três graus maçônicos mais conhecidos, isto é, aprendiz, companheiro e mestre constituem a “maçonaria azul”. Do grau 4 ao 18 formam são a “maçonaria ver- melha”. Do 19 ao 30, a “maçonaria negra”, e finalmente do 31 ao 33, os graus sublimes, ou seja, a “maçonaria branca”. Como a maioria das sociedades secretas, a maçona- ria tem ritos de ingresso ou iniciação. A porta para entrar no mundo maçônico é a iniciação. O segredo iniciático é impossível de narrar e sua origem é desconhecida. Inclu- sive as pessoas mais bem informadas são incapazes de averiguar a procedência desta cerimônia. Os maçons prometem obediência cega, sem crítica possível ao que está estabelecido em suas constituições, estatutos e regulamentos, bem como às ordens dos que os dirigem. Quanto ao juramento de obediência, contasse que o compromisso de não revelar os segredos, mesmo com risco da própria vida, é requisito prévio e imprescindível para o ingresso na maçonaria. Até poucos anos atrás muitos bispos da Igreja anglicana haviam sido membros da maçonaria. Em fevereiro de 1985, o Sínodo Geral des- sa Igreja, que é o parlamento da Igreja da Inglaterra, fez uma investigação sobre a controvérsia a respeito de se um cristão podia ser membro da maçonaria. A conclu- são apresentou-se em maio de 1987. Não é raro que a resposta fosse negativa, pois o Dicionário universal da franco-maçonaria, de Daniel Ligou, recolhe mais de 150 ritos maçônicos e seus matizes incluem até fórmulas de magia, de astrologia e de iluminismo. O informe mencionou como obstáculos principais o uso do nome Jah-bu-Ion como nome de Deus e as fór- mulas do juramento em que se prometem diversas ações de vingança contra aqueles que revelarem algum segredo maçônico. É aterrorizador saber que uma dessas ações consistia em partir com uma acha em duas partes o corpo do traidor, cortar-lhe a cabeça e a mão direita e queimar os intestinos.(ABEELE, Andries van den. De Kinderen van Hiram. Brussel, 1991, 268f. Vgl. Report from the Church of Scotland’s Panel on Doctrine. Edinburgh, 1989.) O Sínodo afirmou que, apesar dessas fórmulas de juramento terem sido apagadas, ainda eram nomeadas durante os rituais. Conhecida é a história de William Morgan, que fre- qüentava as lojas. Esse senhor preparou, com um jorna- lista chamado Miller, a publicação na imprensa de vários

tivos acontecidos no mundo, desde a Revolução Francesa, existem maçons que de uma ou outra maneira influíram nesses acontecimentos. Também é evidente que, ao longo de toda a história, a maçonaria e a política acostumaram- se a caminhar muito unidas. Os maçons sempre estão próximos do poder. Na Europa, além de todos os primeiros ministros e presidentes europeus, a maioria dos reis e príncipes são membros da maçonaria. Também a maioria dos membros das Nações Unidas, da UNESCO, e quase todos os funcio- nários de Bruxelles (Parlamento Europeu) que ninguém os elegeu, mas que pretendem dirigir toda a Europa. Igualmente, numerosos estadistas de primeiro es- calão, inclusive monarcas, foram ou são ilustres maçons. Nem mesmo faltam nomes de importantes militares na lista maçônica. Quase todos os marechais de Napoleão e a maioria dos líderes militares dos aliados. E não podemos esquecer-nos de Bolívar, mesmo que ele, depois de ter sido maçom, se tenha convencido de que a maçonaria era daninha e traidora dos ibero-americanos e proibiu seu funcionamento, fechando seus templos e lojas. Em relação ao nosso estudo é importante assinalar que a maçonaria sempre manteve uma consideração es- pecialíssima para com o judaísmo. As semelhanças, coin- cidências e costumes entre judeus e maçons são muitas. Vemos os maçons aparecerem intimamente ligados aos judeus em milhares de livros e revistas. As seguintes citações e declarações são de famosos historiadores, escritores e tratadistas maçônicos, todos autoridades na matéria. O historiador e político Salvador de Madaraiga, em sua obra El Auge y el Ocaso del Imperio Español en Amé- rica, assinalou a coincidência suspeita de centros judai- cos e lojas maçônicas em diversas cidades da América Espanhola. O rabino Dr. Isaac Wise na revista Israelite of Ameri- ca, de 3 de agosto de 1866, disse: “A maçonaria é uma instituição judaica. A história, os graus, as posições e as declarações do princípio até o fim são judaicos”. Leon de Poncins diz que a franco-maçonaria é diri- gida por uma minoria internacional. Seus traços são e os que definem o judaísmo e constituem uma demonstra- ção de que os judeus são o elemento dirigente nas lojas. (PONONS, Leon de. Hinter den Kulissen der Revolution. Berlin, 1929, 51. ) Também o sábio rabino Benamozegh identifica os judeus como elemento supremo das lojas. (OSMA, José Antonio Vaca de. La Masonería y eI Poder. Barcelona, 1992, 79. ) Segundo Copin Albancelli, existe uma estreita relação e subordinação das lojas com o judaísmo.(ALBANCELLI, Copin. Le Drame Maçonnique ou le conspiration juive con- tre Ie monde chrétien. o.A. 94.) O erudito cardeal José Maria Caro, de Santiago do Chile, disse que a maçonaria não é mais que um pobre instrumento, inconsciente, de maneira geral, de uma su- prema direção judaica.(RODRíGUEZ, José María Caro. EI

Misterio de Ia Masonería. Santiago, 1988,82.) Ingo Goldberg disse em seu livro Der jüdische Mes- sianismus (Durach 1995): “Todas as sociedades secre- tas como os franco-maçons, alquimistas, rosa¬cruzes e teósofos baseiam-se nos ensinamentos secre¬tos da cabala”. A revista Latomía, publicada pela maçonaria espa- nhola nos tempos da Segunda República, identificava a Ordem de Obediência de grande associação cabalista. Dessa mesma maneira reconheceu a origem talmúdica da mesma. O escritor judeu Josué Jehouda acrescentou: “Todas as sociedades secretas que são inspiradas pela cabala colaboram com o judaísmo” (GOLDBERG, Ingo. Der jüdische Messianismus- HauptquelIe für die Zerstörung der römish-katholischen Kirche.. Durach, 1995,8-9.) O antigo maçom e notável cabalista Doinel disse: “Ouvi vários franco-maçons queixar-se da dominação que os judeus impõem nas lojas. É um supremo conselho hebraico supersecreto que dirige a ordem do .J triângulo e do esquadro”. (BARBIER E. Les Infiltrations Maçonniques dans l´ Eglise. Paris, 1910, 118.) Os Estados Unidos são a nação maçônica por exce- lência. O poder da maçonaria nessa nação é imenso. Em sua constituição se recolhem vários dos princípios pro- pugnados pela maçonaria. Os seguidores da maçonaria mantêm uma presença muitíssimo ativa nas instituições do governo. Maçons são seus mais destacados líderes. O ex-presidente Bill Clinton é maçom do grau 33 e membro do Conselho de Relações Exteriores. Quando o presidente argentino Carlos Menem foi iniciado na ma- çonaria, no princípio de 1994, o Grande Mestre da loja argentina Eduardo Vaccaro, disse: “Também Bill Clinton é um dos nossos”. Não só Bill Clinton é maçom, mas também outros 18 presidentes do país o foram, a saber, Washington, Madi- son, Monroe, Jackson, PoIk, Buchanan, A. Johnson, Gar- field, McKinley, os dois Roosevelt, Taft, Harding, Truman, Johnson, Ford, Reagan e George Bush.(Muitos livros afir- mam que Ronald Reagan não é maçom, Isto não é certo, pois a revista New Age, de abril de 1988, contém uma fotografia de Reagan recebendo o grau 33 maçônico de honra.) Na lista maçônica da presidência norte-americana faltam os nomes de Lincoln, Hoover, Eisenhower e Kenne- dy. O presidente Eisenhower era filho de testemunhas de Jeová. Seu pai foi ancião dos Estudantes da Bíblia (nome anterior das testemunhas de Jeová). A casa dos Eisenho- wer foi utilizada para as reuniões das testemunhas de Jeová durante muitos anos. Outros maçons influentes são ou foram Edward ‘ Mandell House, assessor do presidente Wilson, Boutros Boutros-Ghali, Henry Kissinger, Allen Dulles, diretor da CIA, e John Foster Dulles, secretário de Estado norte- americano. Os irmãos Dulles eram descendentes de uma famosa fanu1ia suíça que introduziu o rito escocês nos Estados

Unidos. Não só eram maçons influentes, mas também mantinham relações consideráveis com o banco inter- nacional e com interesses alemães. Antes da Primeira Guerra Mundial, os irmãos Dulles foram recrutados pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, por seu tio, o secretário de Estado Robert Lansing e pelo preeminente maçom e iluminado Edward Mandell House. Introduzidos na “Mesa Redonda”, os irmãos Dulles chegaram a ser oficiais do ramo norte-americano do gru- po, o Conselho de Relações Exteriores. A estrela de Allen continuou sua ascensão quando em 1920 foi nomeado primeiro secretário da embaixada norte¬americana em Berlim. No mesmo período, John Foster Dulles foi elevado à chefia da Sullivan & Cromwell, representante do banco internacional na Alemanha, por meio do Banco da Ingla- terra e das instituições de J. P. Morgan. Exatamente antes do colapso do Terceiro Reich, mi- lhares de nazistas foram levados para os Estados Unidos com a ajuda de Allen Dulles (Projeto Paperclip) e incorpo- rados ao exército, ao governo, aos ambientes científicos e ao programa espacial.(A lista de cientistas alemães foi organizada por Wemer Osenberg, ex-comandante da se- ção científica da Gestapo.) Os Soberanos Invisíveis decidiram também reformar a agência norte-americana de inteligência, o Office of Strategic Service (0SS) procedendo a uma combinação do aparelho nazista com o norte-americano. Não passou muito tempo antes que Allen Dulles iniciasse negociações com o nazista perito em espionagem da SS, o general Reinhard Gehlen. O resultado dessa negociação foi o nas- cimento da Central Intelligence Agency (CIA). Segundo o jornal holandês Targets, de outubro do ano 2000, a própria ClA reconheceu, faz pouco tempo, suas relações com Rei- nhard Gehlen pela primeira vez. A ClA esteve envolvida em operações tais como a da Baía dos Porcos (em Cuba), os assassinatos dos Kennedy e o assunto Irã-Contras.(KEITH, Jim. Casebook of Alterna- tive 3 - UFOs, Secret Societies, and Mind Controlo Lilburn, 1994, 41.) A ClA, desde seu início, realizou aproximada- mente 3.000 operações maiores e 10.000 menores. O ex-agente da CIA John Stockwell calculou um montante de seis milhões de indivíduos mortos somente no Terceiro Mundo como resultado dessas operações.(KEITH, Jim. Ca- sebook of Alternative 3 - UFOs, Secret Societies, and Mind Controlo Lilburn, 1994, 41.) Um exame das atividades da CIA durante o tempo em que George Bush foi diretor, dá a impressão de que se trata de uma conspiração internacional. Durante esse período vemos a ClA estreitamente ligada ao tráfico de drogas, ao contrabando de armas e a uma rede interna- cional de assassinatos. Da mesma maneira, tornou-se público que a CIA, na década dos anos 80 e sob o governo de Reagan, serviu para que diversos organismos policiais, militares e de es- pionagem da América Latina aprendessem suas técnicas de tortura.

Capítulo 6

Maçom e católico

O leitor seja ele católico ou não, deverá saber que a Igreja católica sempre teve inimigos. Mas os mais perigo- sos não foram e nem são os reformadores, e sim os que quiseram e querem destruir todo vestígio de cristianismo. Apesar de existirem maçons amistosos e neutros, fazer sua presa a Igreja católica é uma das metas mais ambi- ciosas da maçonaria. A franco-maçonaria reivindica como sua a obra da revolução de 1910 em Portugal. As lojas de Portugal ti- nham coordenado a luta para conseguir a abolição da mo- narquia e da Igreja, vangloriando¬se de ter preparado e realizado a revolução nesse país. A maçonaria portuguesa deu, de uma maneira provisória, o grito de que a próxima geração verá o fim do catolicismo. À espera disso, o chefe do Grande Oriente de Lisboa, Magalhães Lina, não hesita- va em assegurar que logo não restaria nenhum aluno nos seminários de Portugal. A partir de então a Igreja foi objeto de uma perseguição tão dura quanto levada à realização com grande rapidez, desatando uma “violenta tempesta- de de ódio”. As medidas anticlericais em Portugal foram muito mais severas e escandalosas do que aquelas que foram empregadas na França para a separação de Igreja e Estado. (LEDRÉ, Charles. La Masonería. Andorra, 1985, 152f.) A ação da franco-maçonaria desenvolveu-se tam- bém com grande rapidez na América Latina. Depois de seu desenvolvimento no México, a maçonaria exigiu a na- cionalização dos bens da Igreja, a dissolução das ordens religiosas, etc. Da mesma maneira estimularam cam- panhas de um laicismo agressivo. As leis anti-religiosas implantadas em 1917 pelo anticlericalismo maçom do presidente Calles, fizeram com que a Igreja fechasse seus templos. Por causa disso, os camponeses, os estudantes e outros fiéis católicos organizaram-se contra o governo. Como resultado de sua oposição, milhares deles morre- ram nas batalhas contra o governo ou ante o pelotão de fuzilamento. A esses grupos de católicos se deu o nome de “cristeros”, porque com o rosário na mão e gritando “Viva Cristo Rei!”, escolheram voluntariamente a morte. (Encíclica Iniquis Afflictisque escrita pelo papa Pio XI - Mary Ball Martínez. Die Unterminierung der Katholischen Kirche. Durach, 1992,54.) Lafayette, o Grande Mestre e membro dos ilumi- nados, estimulou o maçom Bernardo O’Higgins e Simão Bolívar para que se rebelassem na América do Sul con- tra a Espanha católica. O mesmo fez com os insurretos mexicanos. Essas diversas revoluções foram planejadas e levadas à realização para diminuir nesses países a influ- ência da Igreja católica e aumentar a do protestantismo e da maçonaria anglo¬saxônica.

Matriarca Servo Pentacla Regulares Femininos Regulares Masculinos (Dirigidos por uma sacerdotisa) (Dirigidos por um sacerdote)

Na cúpula da hierarquia de Satanás está “Sua Rea- leza”... as famílias dirigentes iluminadas. O grau de co- nhecimento dos membros iluminados da organização de Satã depende do grupo em que estejam e do nível em que se encontrem. Com freqüência eles sabem unicamente o necessário para funcionar no nível em que se encontram. A Realeza de Satã controla secretamente todos os cultos satânicos nos quais às vezes ela é descrita como Nível 4 e Nível 5 do satanismo. Os níveis mais baixos não são membros dos iluminados, estão em um nível muito mais abaixo dos escalões mais baixos dos iluminados, tais como as “Irmãs da Luz”. Existem muitos cultos e grupos satânicos perigosos e predadores que pertencem à Realeza de Satã. Um deles é o “Sacerdócio Nosferático”, que é uma ordem satânica de sacerdotes vampiros. Para fazer parte desse grupo é preciso ser sacerdote ortodoxo. As cerimônias de inicia- ção nos mistérios da religião nosferática incluem beber juntos sangue humano. Isto não é incomum, os satanistas são devotados ao sangue humano. Para isso sacrificam uma pessoa que antes é aterrorizada até morrer. A pes- soa assustada verte secreções (endorfinas) na corrente sanguínea, que são como uma droga para os satanistas quando bebem o sangue. Transformam-se em adeptos das endorfinas no sangue da pessoa que morre em es- tado de terror. Outro perigoso grupo satanista é a “Ordem dos Ho- mens Lobos”. Este grupo acredita na sobrevivência dos mais indignos e dos mais fortes e saudáveis. Sua filosofia é uma simples e verdadeiramente cruel superação da filo- sofia de Anton LaVey, descrita em sua Bíblia Satânica. Anton LaVey foi o agente de publicidade encarregado de dar ao satanismo uma boa imagem. LaVey já pertencia ao satanismo antes dos anos 60, mas não foi senão em 1966 que fundou a Igreja de Satã. Não só Jane Mansfield foi uma grande sacerdotisa dessa igreja, mas também Marilyn Monroe, que participou dos rituais satânicos de LaVey, mesmo antes que ele fundasse sua Igreja de Satã. Para fazer felizes a Satanás e seus demônios, os seguidores desses cultos os adoram dos modos mais vio- lentos que se possam inventar. Entre suas cerimônias in- cluem a violação de virgens adolescentes, orgias sexuais, abuso desonesto e sacrifícios de animais e de humanos. Alguns elementos do ritual satânico, como a adoração do demônio e os sacrifícios humanos ou de animais, pare- cem tão incríveis aos que não estão familiarizados com estes crimes, que fazem com que diminua a credibilidade das vítimas. O autor do documento Segredos da Biblioteca Vati- cana (um membro anônimo da ordem franciscana), des- cobriu que todo adolescente de mais de 13 anos, se for

virgem, está apto para os rituais satânicos. Segundo o autor, em alguns rituais os meninos são penetrados sexu- almente: analmente para um jovem, e vaginalmente para uma adolescente, até que sobrevenha a morte. Depois, os corpos são retalhados e devorados.(KEITH, Jim. Secret and Suppressed - Banned Ideas & Hidden History. Por- tland, 1993,222.) Aleister Crowley um dos fundadores do culto satâ- nico, escreveu o seguinte em seu livro The Book of Law: “Para quase todos os propósitos, o melhor sacrifício é o de um menino varão de inocência perfeita e grande inteli- gência”. (A central atual do satanismo moderno é la Lucis Trust, fundada como a “Trust de Lúcifer”, em 1942, por Foster Bailey, maçom do grau 33. Foster Bailey, cheio de orgulho, deu a si mesmo o nome de “a Besta 666” .) Um Príncipe Negro (bruxo satanista negro) calculou que nos Estados Unidos se realizam cada ano de 40 a 60 mil sacrifícios humanos.(Entrevista do Dr. AI Carlisle a um Príncipe Negro gravada em Stattford. Satan’s Under- ground. 1990, 144.) Em muÍtos países existem “granjas humanas”, onde se descobriram be¬bês desde 11 dias até quatro meses de idade, para prover os sacrifícios hu- manos. Na Califórnia dezenas de “centros para cuidado diur- no” são investigados a cada ano por entregar crianças confiadas a seus cuidados para sacrifícios sa-tânicos. No condado de Los Angeles referiram-se 800 denúncias de abuso ritual que envolviam 64 escolas e jardins da in- fância, bem como 27 dos arredores.(SPRINGMEIER, Fritz. Be Wise as Serpents (pré-publicação especial). Lincoln, 1991, 173.). Em 1996, descobriu-se na Bélgica que um grande número de jovenzinhas foi recrutado em famílias alojadas e centros que estavam sob o controle do poder judiciário. Dessa mesma maneira descobriu-se que um juiz era o provedor de crianças. As atas judiciárias demonstraram que as jovens vítimas sofreram abuso por pessoas da alta sociedade belga tais como políticos, banqueiros, indus- triais e inclusive membros da magistratura.(Prive. 7 de setembro de 1996, 5.) Quando estes casos de abuso se tomaram do conhecimento público, eminentes figuras da política e da justiça fizeram todo o possível para que se abafasse o escândalo. Apesar de existir uma relação indu- bitável com atividades satânicas, a imprensa e a televisão disseram que essas atividades eram apenas manifesta- ção de pedofilia e de abuso sexual contra crianças. Em todo o mundo seqüestram-se crianças para prover os sacrifícios humanos.(SPRINGMEIER, Fritz & WHEELER, Cisco. The Illuminati Formula used to create an Undetectable Total Mind Controlled Slave. Clackamas, 1996, 382.) Um recente convertido do satanismo, Michael McArthur, proporcionou informação verídica sobre progra- mas secretos de rapto de crianças para prover material para o sacrifício nos rituais satânicos.(Newsletter from a follower of Christ. Janeiro de 1995, 96.) Os satanistas têm dias específicos para raptar crianças, para preparar sa-

crifícios humanos, para rituais de sexo e de sangue, para sexo com demônios, etc. A Hierarquia Satânica e seu satanismo é, eviden- temente, a religião mais secreta do mundo. Muitos dos membros da Hierarquia Satânica vivem toda a sua vida sem dizer a ninguém uma única palavra a respeito dessa parte oculta de suas vidas. Em regra geral, vivem diante da sociedade como pessoas muito respeitáveis - quanto mais respeitáveis melhor - para ocultar sua verdadeira identidade. Cada membro da cúpula satanista tem ao menos um disfarce. Esse disfarce é a vida que apresenta aos olhos do público. Pode ser o prefeito de um município ou povoado, um líder empresarial ou um evangelista cris- tão. O principal objetivo é que essa capa os faça aparecer como pessoas boas em público ou ao menos suficiente- mente poderosas, para que o povo acredite e não duvide deles quando se tomam objeto de críticas. O controle mental é a pedra angular do “Abuso do Ritual Satânico”, o meio principal usado pela Realeza Sa- tânica para manter-se protegida pela capa do segredo.(O Abuso Ritual Satânico é utilizado para representar todas as categorias de abuso ritual que estariam inspiradas pelo desejo de roubar, matar ou destruir algo que valha a pena em uma pessoa, especialmente sua liberdade de pensamento.) É essa a chave para subjugar e silenciar, as suas ví- timas. As vítimas de abuso ritual são submetidas a um sistema de controle mental rigorosamente delineado para privá-los de seu livre-arbítrio e impor¬lhes a vontade do culto e dos seus líderes. A parte inicial do “Abuso do Ritual Satânico” é usar uma série de sofisticadas e sá- dicas estratégias que combinam os efeitos da dor física com a ameaça de dor, coerção de duplo vínculo, drogas e confusão induzida de forma natural, assim como fadi- ga e fraqueza física para facilitar a sugestionabilidade, a manipulação da culpa, palavras implantadas por métodos de prazer-dor, e outros métodos para programar e lavar o cérebro dos candidatos a ser membros dos iluminados. É difícil obter informação sobre o nível mais elevado da organização de Satanás porque:

  • Muito da informação é confiado à memória.
  • Os informantes ou as pessoas que sabem demasia- do são assassinados.
  • Entre os satanistas tudo é selado com juramentos de sangue. A fim de que tanto os níveis inferiores quanto a hierarquia satânica mantenham o segredo, fazem-se in- tensos esforços para programar todos os membros para que cometam suicídio se trairem suas atividades satâni- cas.(Uma “guarda” é um grupo básico de nível inferior (semelhante a um pelotão do exército) que compreende 13 bruxos com um sacerdote ou sacerdotisa como ofi- cial. Muitas guardas mantêm extremamente bem se- cretos seus segredos.) Os satanistas de alto nível foram psicologicamente trabalhados desde seu nascimento, programando a mente deles para que cometam suicídio se pensarem em coisas que não devem revelar. Por que se

alguma coisa sai errado os satanistas são programados para fazer coisas tais como deixar de comer, sofrer um acidente, beber veneno, não dormir, não tomar remédios, quebrar os próprios ossos, etc.(Aos satanistas não se lhes é dado simplesmente um programa, mas se lhes introduz na mente diversas capas ou níveis de programas destru- tivos.) Com a finalidade de reforçar essas medidas de segu- rança, empregam-se certas fórmulas para recordar, como frases feitas e sinais praticados com toques ou séries rá- pidas de seis tons eletrônicos. Os programas usados para influir no subconsciente dos satanistas, a fim de que em- preguem medidas de segurança, podem ser também de forma auditiva, visual, táctil, olfativa e / ou gustativa. Estes programas de suicídio são responsáveis por muitas das mortes por disparos, enfoncamentos, super- doses, acidentes automobilísticos, inanição, etc., que os ex-satanistas experimentam. Não obstante, nem todas as mortes de ex-satanistas se devem a suicídio. Os satanistas também têm muito cuidado em matar os ex-satanistas.

Capítulo 8

As doze linhagens de satanás

Poucas pessoas percebem a imensa importância que têm as linhagens de sangue para os níveis superiores do satanismo. A chave para entender os Soberanos Invisíveis é sua linhagem de sangue. Acredita-se que o sangue é portador de um poder oculto. A menos que uma pessoa tenha o sangue certo, não alcançará os mais elevados níveis do satanismo. Os Soberanos Invisfveis estão unidos por laços de sangue com umas 500 famílias muito poderosas de todo o mundo. Todas essas famílias participam de diferentes níveis com as famílias iluminadas dirigentes. Algumas das famílias aliadas, se não for o caso delas todas, provavel- mente estão relacionadas por laços matrimoniais com’ alguma das principais famílias iluminadas. Eles analisam e unificam. suas linhagens. Procuram captar ,o poder oculto das linhagens poderosas ocultas que existem ao redor do mundo. Estão relacionados ma- trimonialmente, por exemplo, com índios americanos para participar do poder que possuem os líderes espirituais índios. Algumas reservas indígenas são usadas para os rituais dos Soberanos Invisíveis. Se alguma família é poderosa, mas não pertence ao grupo deles, pode ser destruída. Um exemplo disto é a fa- mília dos Romanov (a família imperial russa). Essa família era também uma linhagem oculta poderosa, e assim os Soberanos Invisíveis, antes de os matar, tomaram secre- tamente os filhos da família imperial para que servissem como ponto de partida para que eles pudessem canalizar sangue dos Romanov para sua linhagem.(SPRINGMEIER, Fritz. The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1995,

principal do ramo de pele morena da família humana. Outra linhagem foi a de Ismael. Este era filho de Abraão por meio de Agar, a escrava egípcia de Sara. Agar procurou uma esposa egípcia para seu filho e ele, com o tempo, chegou a ser pai de doze filhos. Eles foram os principais dos clãs ismaelitas (Gn 21,21; 25,13-16). To- maram-se conhecidíssimos por serem um povo feroz e guerreiro, ficando difícil levá-los à derrota. A animosidade que Ismael abrigava contra Isaac precisou transmitir-se aos descendentes até o .ponto de odiar o Deus de Isaac. Desta linhagem, uma elite especial desenvolveu a alquimia, técnicas de assassinato e outras práticas ocultas.

Outras linhagens foram egípcio-celta-druidas nas quais se desenvolveu o druidismo. O livro de Gerald Massey, A book of the Beginning (University Books, Inc. New York 1974), aprofunda-se no assunto e mostra com detalhe que os habitantes das Ilhas Britânicas provinham originariamente do Egito. Isto é importante porque o drui- dismo das Ilhas Britânicas era um simples derivado da bruxaria satânica egípcia e da magia do antigo Egito. Os satanistas e as bruxas referem a Grã-Bretanha como sua mãe-pátria.(É importante esclarecer que embora a bruxa- ria seja parte do satanismo, nem todos os praticantes da bruxaria são satanistas.)

Capítulo 9

A décima terceira

linhagem satânica

Segundo uma informação da imprensa proce¬dente de Roma, o presidente e fundador do Club de Roma, Au- relio Peccei, disse que um chefe carismático seria o único que poderia salvar o mundo dos transtornos sociais e eco- nômicos que ameaçam destruir a civilização. Como se disse antes sobre a fundação da religião satânica, essa é uma religião que tem como doutrina bá¬sica que Satanás governará o mundo algum dia. Uma suprema linhagem final conhecida entre os Soberanos invisíveis como a /J13a linhagem” foi impulsionada por Satanás para que dela nasça um rei que governará o mundo inteiro. Esse personagem já nasceu e os Soberanos Invi¬síveis o estão preparando já faz muitos anos. Tem sido mantido separado em um pequeno povoado, zelo- samente guardado, próximo de Londres e logo será apre- sentado ao mundo.(Esta informação procede de Cisco Wheeler, membro da “13’ Linhagem” e várias outras pes- soas submetidas a controle mental pelos iluminados, que ocuparam posições importantes relacionadas com o futu- ro “governante mundial” e que foram desprogramadas.) Para fazer que ele seja aceito, será apresentado como um descendente da Casa de Davi por meio de uma suposta

descendência de Jesus e Maria Madalena..Argumentarão que Jesus não morreu na cruz, que se casou, que teve filhos e que sua descendência ainda existe.(BAIGENT, Mi- chael; LEIGH, Richard; and LINCOLN, Henry. Holy Blood, Holy Grail. New York, 1982, 161.). Depois de prolongadas investigações sobre os sata- nistas de alto nível, descobri que a linhagem que estava na mente dos Soberanos Invisívéis não era a linhagem de Jesus Cristo, mas uma muito especial e suprema 13ª linhagem que foi concebida com o mesmíssimo sêmen fornecido por Satanás. Dentro dos rituais dos Sobera- nos Invisíveis a ênfase da 13ª linhagem é que eles são a semente de Satanás.(Não fica patente que tão interco- nectada esteja a “semente de Satanás”. A 13” Linhagem de sangue guardou sua genealogia em estrito segredo.) O pretenso futuro Rei do Mundo será o Anticristo e sairá dessa 13ª linhagem satânica. Esse personagem fará portentosos milagres e será um messias para muitas pessoas, ao passo que na reali- dade para os cristãos será o Anticristo. Será considerado por muitos como o salvador do mundo. O Anticristo e seu povo mostrarão ao mundo diversos objetos religiosos, como os ossos de Moisés, a Arca da Aliança, e objetos do Templo de Herodes. Os meios de comunicação mundiais apresentá-lo-ão como um herói de grandes proporções. Os que se opuserem serão silenciados. A 13” linhagem remonta aos tempos antigos median- te a tribo de Dã, a qual, desde os seus princípios entregou- se à idolatria, formou seu próprio sacerdócio, seus ídolos e seu santuário (Jz 18-19). Essa tribo, segundo os profetas, deveria ser a ovelha-negra do povo de Israel, que iria cor- romper as outras tribos. Empregou-se, em sentido simbó- lico, como protótipo da semente de Judas Iscariotes. Também a maioria dos biblistas, entre eles Irineu, Hipólito, e o rabinismo acreditam que de Dã é que tem de nascer o Anticristo. Na realidade também a Bíblia prediz que em nossos dias o mundo chegará a ficar submetido a um chefe carismático. O Anticristo será um israelita da tribo de Dã.(Deve-se levar em consideração também que no Apocalipse 7,4-8, estão marcados com o selo de Deus 144 mil membros do povo de Israel, 12 mil de cada tribo. Essa lista não conta com a presença da tribo de Dã.) A realeza da tribo de Dã chegou a ser, através da história, uma das mais poderosas linhagens satânicas da terra. Arrebanhou uma grande quantidade de poder e de riqueza no planeta e nada lhe falta para que dê à luz o Anticristo, que aparecerá com todas as suas credenciais regulamentares. ‘ Para o leitor incauto será importante uma breve aná- lise da história do povo de Israel e da tribo de Dã. A respei- to de Abraão podemos ler que por sua descendência se- riam abençoadas todas as nações da terra (Gn 22,15-18). Esta promessa é repetida e confirmada a Isaac, e depois a Jacó, por Deus chamado de Israel. A Israel se promete, além disso, que não só sairiam dele várias nações, mas que também reis sairiam de seu sangue (Gn 35,11-12).

Israel teve 12 filhos, cujos descendentes se agruparam nas conhecidas 12 tribos de Israel.

A casa de Jacó-Israel

  1. Rubem 5) Zabulom 9) José
  2. Simeão 6) Issacar 10) Aser
  3. Levi 7) Dã 11) Neftali
  4. Judá 8) Gad 12) Benjamim

Para cumprir suas promessas a Abraão, Deus colocou os alicerces da nação ao estabelecer um pacto com seus descendentes. Esse pacto foi instituído por meio do gran- de líder hebreu, Moisés. Mais tarde, durante o governo do rei Davi, tanto a realeza quanto o sacerdócio ficaram fir- memente estabelecidos.(O Reino não durou de fato mais que os três reinados de Saul, Davi e Salomão.)Por ocasião da morte de Salomão, filho de Davi, o reino dividiu-se em dois: o Reino do Sul, chamado de Judéia, tendo Jerusalém como capital, e o Reino do Norte, chamado Israel, com a capital em Samaria. O Reino de Israel, depois da divisão, ficou constituído por 11 tribos, excluindo-se dele Judá. Mas uma dessas 11, a tribo de Benjamim, passou para o Reino da Judéia (IRs 11,29). Também os descendentes de Levi, os levitas, que haviam sido designados por Deus para o serviço sa- cerdotal, permaneceram com Judá depois da divisão (2Cr 11,13-14).

Depois da Divisão

Casa de Judá A Casa de Israel

Judá Rubem Zabulom Benjamim Simeão Issacar Levi Neftali Gad Aser Dã Manassés Efraim

O leitor vai notar que na lista do Reino de Israel está faltando o nome de José. Em lugar dele foram escolhidos seus dois filhos Efraim e Manassés (Gn 48,5). É importante assinalar que depois da morte de Jacó- Israel, a bênção não passa a seus próprios filhos, mas ao filho mais moço de José, Efraim. Esse chegou a ser o herdeiro da poderosa bênção de Abraão (lCr 5,1; Jr 31,9). Além disso, a tribo de Efraim chegou a liderar o conjunto das 10 tribos, que juntas formavam o Reino de IsraeL Ambos os reinos, depois da divisão, partiram cada um em busca do seu destino, e atravessaram etapas de inimizades e guerra civil. Em um ponto ambos comete- ram o mesmo erro: um e outro abandonaram a Deus e puseram-se a prestar culto aos falsos deuses dos povos vizinhos, sobretudo os deuses Baal e Astarte dos fenícios.

Por isso Deus os castigou e os dois reinos arruinaram-se. O reino de Israel foi anexado pelos assírios no ano 722 a.C. e seus habitantes foram em quase toda a sua totalidade levados para o exílio na Assíria. As dez tribos foram consideradas desde então como as dez tribos per- didas de Israel. O reino de Judá sobreviveu em liberdade mais de um século depois da queda do reino de Israel. Judá foi levado para o cativeiro em Babilônia depois que foi anexado ao império dos babilônios.. A Bíblia narra que os profetas tinham anunuciado que os habitantes de Judá voltariam para a Judéia (Palestina) depois de 70 anos de exílio em Babilônia. Depois que Ciro, o persa, derrotou a Babilônia, no ano 539 a.C., ele permitiu que os membros de Judá voltassem a se estabelecer em sua terra, mas só uma pequena parte dos exilados é que voltou para Judá (Es 1,1; 3,2). É interessante saber que, de acordo com muitos his- toriadores, o nome “judeu” se aplica pela primeira vez a estes grupos procedentes da Babilônia. Yoseph ben Matti- tyahu (Flávio Josefo), famoso historiador judeu do século I, falando dos judeus, disse: “Assim se chamou nosso povo depois que regressou da Babilônia”. Da mesma maneira nos afirma Abban Eban, intelec- tual e político judeu, em seu livro My people - The Story of the Jews (New York 1968): “O judaísmo, como sistema de idéias e modo de vida, nasceu na diáspora de Babilônia”. Quanto às dez tribos perdidas de Israel, a história controlada pelos Soberanos Invisíveis ensina¬nos que as dez tribos desapareceram com o tempo. Na Bíblia, Deus nos faz entender que as dez tribos perdidas de Israel jamais iriam desaparecer. Estariam, todavia, presentes no fim dos dias (Jr 30,23-24; 31,1). A Bíblia sem dúvi- da nenhuma afirma que Deus fará um novo pacto com Judá como com Israel. Não temos ainda diante de nós este acontecimento. Deve acontecer no fim dos tempos. A Bíblia descreve muito detalhadamente a história das dez tribos de Israel. Enquanto o sol, a lua e as estrelas res- plandecerem sua luz não faltará à descendência a Israel (Jr 31,35¬37). O número dos filhos de Israel será como a areia do mar, que não se pode medir nem contar (Os 1,10). O que é verdadeiramente certo é que os membros das dez tribos perderiam seu nome, sua linguagem e sua identidade (Rm 11,25). Existem suficientes provas de que as dez tribos fo- ram transportadas para as cidades de Samaria e para as outras províncias do outro lado do rio Eufrates.(Na obra Antiguidades judaicas, livro 11, capítulo V, seção 7, -Flá- vio Josefo - afirma explicitamente que nos -tempos de Jesus Cristo ainda viviam do outro lado do rio- Eufrates descendentes dos israelitas.) Depois da deportação, as famosas inscrições da Assíria chamavam os israelitas com o nome “Lo-Ammi”. Os assírios os chamavam “Beth- Khumari” (cf.. Is 62,2; 65,15). De acordo com o Gn 21,12, os israelitas também levaram o nome de Izak. Desde o exílio na Assíria foram conhecidos por Isacae, Sacae, Sa-