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Resenha, Notas de estudo de Serviço Social

Esse material visa ajudar a quem quer aprender a elaborar uma resenha...

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 25/03/2010

patricia-santos-61
patricia-santos-61 🇧🇷

4.7

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5 documentos

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Prof.: Márcio Douglas
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Prof.: Márcio Douglas

SUMÁRIO

  • APRESENTAÇÃO - 1. INTRODUÇÃO - 2. REDAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA - 2.1. Objetividade - 2.2. Coesão e Coerência - 2.3. Clareza e Precisão - 2.4. Imparcialidade - 2.5. Conjugação Verbal - 3. OS GÊNEROS DE TEXTOS: RESUMO E RESENHA - 3.1. Resumo - 3.2. Resenha - 3.3. Esquema Explicativo de como Elaborar uma Resenha
    • Exemplo I
    • Exemplo II
    • Exemplo III - 4. AS PREOCUPAÇÕES COM OS TRABALHOS ACADÊMICOS - 4.1. Normas de Trabalhos acadêmicos segundo as regras da ABNT......................... - 4.2. Características Físicas do Trabalho Científico .......................................................
      • 4.2.1. Digitação
        • 4.2.2. Alinhamento
      • 4.2.3. Impressão do documento
      • 4.2.4. Margem
      • 4.2.5. Capa
      • 4.2.6. Folha de rosto
        • 4.2.7. Referências
          • 4.2.8. Apresentação
      • 4.2.9. Notas bibliográficas
          1. OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - 5.1. Conteúdo e Idéias
      • 5.2. Organização e Forma
        • 5.3. Convenções da Escrita - 6. PROPOSTA DE TRABALHO - 7. BIBLIOGRAFIA

2. REDAÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA

O estilo de redação de documentos técnico-científicos e acadêmicos apresenta características próprias, diferindo do utilizado em outros tipos de composição, como a literária, a jornalística, a publicitária. Devem ser observados alguns princípios básicos para a redação técnico-científica, os quais são especificados a seguir:

2.1. Objetividade

No curso da linguagem técnico-científica, o tema precisa ser tratado de maneira direta e simples, obedecendo-se a uma seqüência lógica e ordenada na apresentação das idéias e evitando-se o desvio do assunto em considerações irrelevantes.

2.2. Coesão e Coerência

O trabalho deve ter coesão, coerência e progressão na exposição das idéias de modo a facilitar a interpretação de texto. O objetivo inicial deve ser mantido ao longo de seu desenvolvimento. A explanação deve se apoiar em dados e provas e não em opiniões que não possam ser confirmadas.

2.3. Clareza e Precisão

A fim de facilitar a leitura e o entendimento do conteúdo que se quer expor, é importante:

a) apresentar as idéias de modo claro, coerente e objetivo, conferindo a devida ênfase às idéias e à unidade ao texto; b) evitar comentários irrelevantes, acumulações de idéias e redundâncias; c) usar um vocabulário preciso evitando as linguagens rebuscadas e prolixas; d) usar a nomenclatura técnica aceita no meio científico; e) evitar termos e expressões que não indiquem claramente proporções e quantidades (médio, grande, bastante, muito, pouco, mais, menos, nenhum, alguns, vários, quase todos, nem todos, muitos deles, a maioria, metade e outros termos ou expressões similares), procurando substituí-los pela indicação precisa em números ou porcentagem, ou optando por associá-las a esses dados:

Ex.: Em Curitiba 80% da população... As chuvas atingiram cerca de 450 residências. A grande maioria (90%) da população pesquisada concorda com...

f) evitar adjetivos, advérbios, locuções e pronomes que indiquem tempo, modo ou lugar de forma imprecisa, tais como: aproximadamente, antigamente, em breve, em algum lugar, em outro lugar, adequado, inadequado, nunca, sempre, raramente, às vezes, melhor, provavelmente,

possivelmente, talvez, algum, pouco, vários, tudo, nada e outros termos similares.

2.4. Imparcialidade

Na redação de documentos técnico-científicos e acadêmicos, o autor não deve fazer prevalecer seu ponto de vista, sua opinião e seus preconceitos. Ao mesmo tempo, deve evitar idéias preconcebidas, não subestimando a importâncias das idéias em debate, nem subestimando outras que pareçam contraditórias ou menos abrangentes.

2.5. Conjugação Verbal

Geralmente no texto técnico-científico e acadêmico, utiliza-se a forma impessoal dos verbos:

Ex.: Procurou-se mensurar a reação da planta quando aplicado o inseticida. Para obtenção dos dados, aplicou-se uma entrevista estruturada.

Em algumas raras exceções dependendo da finalidade e do nível de formalidade do documento, pode-se adotar a primeira pessoa do singular ou do plural é o caso de relatórios de participação de eventos, resenhas e justificativas para ingresso em cursos de pós-graduação:

Ex.: O meu ver a administração atual ...

Sugestões: Dicas para resumir.

  1. Seja fiel às idéias do autor: fidelidade e objetividade são instrumentos importantes;
  2. Desenhe o fio condutor do texto: apresente o plano lógico utilizado pelo autor;
  3. Procure sintetizar as idéias: conceitos fundamentais e idéias centrais.

Passo 6: Faça citações do autor para fundamentar melhor as idéias dos trechos que marcou, que sublinhou. Após cada trecho coloque o número da página entre parênteses. Exemplo: Refere que:^ “as^ relações^ humanas^ devem^ ser preservadas” (p.23).

A Resenha Fase 3: O Momento das idéias pessoais

Passo 7: Faça agora seus comentários sobre o que entendeu e como entendeu o texto. Escreva sua opinião, seu entendimento sobre as idéias contidas no texto. Faça referência a outros autores lidos. Use o verbo na primeira pessoa.

Sugestões:

  1. Trata-se de uma avaliação que o resenhista faz do trabalho analisado, destacando aspectos positivos e negativos do mesmo;
  2. Pode-se iniciar mostrando se o autor conseguiu alcançar os objetivos a que se propôs;
  3. Pode-se demonstrar se o tema tratado pelo autor é relevante e se apresenta originalidade (conhecimentos novos);
  4. Pode-se explicitar falhas, incoerências e limitações na abordagem adotada pelo autor.

Exemplo I:^1

LUCKESI, C. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1992. Cap.

A educação pode ser discutida em sua conexão com a sociedade a partir de três dimensões, que passaremos a tratar a seguir. Cada dimensão tem características específicas e o autor garante que ainda estão presentes no atual contexto educacional. Concordamos com essa afirmativa pois temos presenciado as três posturas em diversos ambientes de ensino. A primeira dimensão é apresentada pelo autor com a denominação de Redentora. Nessa dimensão a escola é ativa em relação à sociedade (Escola  Sociedade). Essa ação da escola é para integrar os elementos à sua estrutura, ao todo social. Nessa perspectiva, caberá à educação: adaptar o indivíduo ao meio; curar as mazelas sociais; recuperar a harmonia perdida; restaurar o equilíbrio; reordenar o social; regenerar os que estão à margem da sociedade. Entendemos que tais atribuições dadas à educação colocam-na na posição de salvadora e realmente redentora dessa sociedade conturbada e confusa. O alvo dessa educação são as crianças. O principal mentor intelectual é Comênio e sua obra sobre a didática. Tais características são evidentes na educação tradicional e na escolanovista. A segunda dimensão apontada pelo autor é a Reprodutora. Aqui, a escola é totalmente passiva diante da sociedade (Escola ⇐ Sociedade). Essa passividade reflete seu papel de mera reprodutora do meio. Não há determinações mas somente constatações. O autor aponta que: a educação reproduz a sociedade; reproduz a força de trabalho; reproduz saberes práticos; ensina as regras dos bons costumes; reproduz a submissão/capacidade de manejar; enfim faz a sujeição ideológica. Constatamos que nessa dimensão a educação deve priorizar o saber fazer e o saber comportar-se. Ensinam-se uns a obedecerem e outros a mandarem. A sociedade surge como condicionante do fazer educativo que é restrito a ser um aparelho ideológico do Estado. É por meio da veiculação da ideologia do opressor que mantemos o oprimido submisso. O alvo dessa educação são todas as faixas de ensino. O mentor intelectual dessa análise é Louis Althusser e a tendência tecnicista é aquela em que é mais presente. A terceira dimensão referida pelo autor é a Transformadora. Aqui, a escola volta a ser ativa, mas de uma maneira positiva pois poderá: realizar e mediar um projeto de sociedade; trabalhar pela democratização; partir dos condicionantes históricos; atingir objetivos sociais e políticos; criticar o sistema; propor mudanças; agir na realidade. Pensamos que essa dimensão é o nosso maior desafio. Acreditamos que através de estratégias participativas e construtoras de novos saberes estaremos em melhores condições de propor transformações e criar projetos concretos que visem um novo contexto social e humano. Urge uma nova educação, novos educadores, novos educandos. Eis o desafio!!

(^1) Resenha elaborada pela Profª. Drª. Elizabeth Teixeira (1999).

Percebo que os professores de língua materna, em geral, sabem que o ensino de português está em crise. O problema da linguagem foi exaustivamente tratado por vários autores que tematizam a questão da crise ou do fracasso do ensino/aprendizagem de língua, entre eles é relevante citar Rocco (1981), Travaglia e outros (1984), Ilari (1984), Geraldi (1985-a), entre outros. Esses autores apresentam uma situação lingüístico-padagógica que merece cuidado e apontam para a necessidade de uma mudança no ensino da língua portuguesa. A própria prática pedagógica, em todos os níveis, deixa clara essa crise. Há professores insatisfeitos com seu trabalho, inseguros em suas aulas, com problemas em todos os setores, desde o econômico até a falta de interesse dos alunos. Na verdade, alguns se acham incapacitados, sem saber como e o que ensinar nas aulas de língua portuguesa. Penso que se deve fazer um diagnóstico da situação de “crise”, e a partir daí instaurar e alimentar um amplo debate sobre a língua portuguesa e seu ensino, considerando a situação da escola como um todo. O professor deve utilizar-se desses diferentes aspectos de acordo com a realidade na qual sua prática está inserida. Os objetivos a serem alcançados na aplicação das atividades devem ser bem claros, assim o próprio aluno entende a funcionalidade do que está sendo desenvolvido pelo professor e sente-se motivado em fazer parte do processo de ensino/aprendizagem. Acredito que as propostas de leitura em sala de aula, como a apresentada por Geraldi, representam sempre um dos caminhos para uma tentativa de compreensão do processo ensino-aprendizagem de língua materna tanto de crianças quanto de adultos. A utilidade do ensino está no preparar para o exercício da cidadania e para se chegar a este fim é preciso reavaliar as práticas em sala de aula, replanejar, ver no aluno um construtor do conhecimento, um sujeito capaz de influenciar no processo de ensino- aprendizagem.

Baseando-se em Lakatos e Marconi, apresentamos a seguinte Estrutura de Resenha :

  1. Referência Bibliográfica;
  2. Credenciais do autor: informações gerais sobre o autor;
  3. Conhecimento explicitado e detalhado do conteúdo da obra;
  4. Conclusões do autor da obra lida;
  5. Apreciação pessoal: julgamento da obra, seu mérito, estilo, forma e público alvo.

Exemplo III:^3

  1. REFERÊNCIA DA OBRA

PEREIRA, J. B. B. Cor, profissão e mobilidade: o negro e o rádio de São Paulo. São Paulo: Pioneira, EDUSP, 1967. 285p.

  1. CREDENCIAIS DA AUTORIA João Baptista Borges é brasileiro. Graduou-se em Ciências Sociais pela USP.Obteve o grau de mestre na Escola Pós-Graduada de Ciências Sociais, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; doutorou-se pela Faculdade de Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, sendo atualmente titular de Antropologia e chefe do Departamento de Ciências Sociais. Publicou as seguintes obras: Italianos no Mundo Rural Paulista e A Escola Secundaria numa Sociedade em Mudança.

  2. CONHECIMENTO DETALHADO DA OBRA LIDA

Depois da Primeira Grande Guerra Mundial inicia-se no Brasil o processo de industrialização. E ao Brasil rural, cuja sociedade se divide em estamentos, contrapõe- se num Brasil urbano, cuja sociedade e de classe. Além do crescimento natural, as populações aumentam também o resultado das migrações internas, que começam a existir e, sobretudo, devido à migração estrangeira modificam o panorama étnico brasileiro. Modifica-se a pirâmide social e as Revoluções de 22, 24 e 30 atestam tal fato. O operariado aumenta em proporção superior à da população, a publicidade começa a entrar em como estimuladora de consumo. Como conseqüência dessas mudanças, a estrutura ocupacional se amplia e diversifica, abrindo novas oportunidades de trabalho remunerado e fazendo surgir novas profissões. Cor, nacionalidade, posição de família, fortuna e grau de escolaridade passam a ser fatores de posicionamento dos indivíduos nos novos grupos sociais. É dentro desse quadro de efervescência que surge e se desenvolve a radiodifusão. O rádio surgiu no Brasil como uma proposta educacional. Posteriormente, a realidade de seus altos custos obrigou que se recorresse à publicidade como fonte de receita. Por outro lado, o desenvolvimento industrial fazia necessária a procura de novas mídias, e o rádio oferecia-se como adequado para tal. Três grupos, externos ao rádio mas a ele ligados, exercem influencias sobre seus rumos: os anunciantes, os publicitários e o público. O anunciante pode tentar

(^3) Modelo de resenha adaptado de LAKATOS e MARCONI (2001)

preocupação com a instrução de filhos, pois ele acredita que o problema do negro na sociedade brasileira seja, sobretudo, um problema de falta de instrução. Vem a seguir o lazer, em especial as viagens de férias. A poupança não foi detectada com um fator marcante nas aspirações e praticas do grupo estudado. Estas conquistas são resultados que o homem de cor obteria com outras profissões, caso lhe fosse possível alcançar nelas o mesmo nível de rendimento econômico. Como resultados diretos de sua atividade de radialista, o negro obtém popularidade e destaque, bem como a possibilidade de viajar, algumas vezes até para o exterior. Por outro lado, se no plano profissional ele recebe dos colegas um tratamento de igualdade e cordialidade, esse relacionamento não se estende para fora do ambiente profissional. A profissão de radialista é alvo de estereótipos negativos quanto a moralidade. Desta maneira, o negro radialista é duplamente atingido pelos estereótipos: por ser negro e por ser radialista. Finalizando, verifica-se que, nos primeiros estágios de sua carreira, o negro radialista vive a euforia dos bens materiais obtidos, e somente num estágio posterior ele descobre que essa ascensão econômica não corresponde a uma ascensão social.

  1. APRECIAÇÃO PESSOAL DO RESENHISTA

Entendo que se trata de obra de cuidadoso rigor metodológico, que explora e conclui sobre os problemas que se propõe a estudar, sem desvios ou distorções. Utiliza várias técnicas de coletas de dados, obtendo assim maior riqueza de informações. É uma obra original e valiosa porque aborda um dos tabus da sociedade brasileira: o preconceito racial e a situação do negro. Apresentados no estilo simples e claro, os resultados e análise destes permitem, inclusive extrapolações para outros campos de atividade que não o rádio, logicamente se respeitadas as peculiaridades de cada atividade. Esta obra apresenta especial interesse para estudantes e pesquisadores de Sociologia, Antropologia, Etnografia e Comunicação Social. Pode ser utilizada tanto para alunos de graduação e como de pós-graduação, pois apresenta linguagem simples, sendo também útil como modelo, do ponto de vista metodológico.

4. AS PREOCUPAÇÕES COM OS TRABALHOS ACADÊMICOS

O trabalho acadêmico e científico (resenha e relatório), segundo a ética, deve citar e referenciar sempre as fontes de elaborações escritas segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A ABNT, por meio de suas Normas Brasileiras de Referência (NBR), é quem estabelece os critérios.

4.1. Normas de Trabalhos acadêmicos segundo as regras da ABNT:

Periódicos

Devem conter os seguintes elementos:

 Autor(es), em maiúsculas.  Título do artigo.  Título do periódico, em itálico ou sublinhado ou negrito.  Cidade da editora do periódico.  Volume, precedido por v.  Número, precedido por n.  Páginas, precedidas por p.  Mês da publicação (opcional).  Ano da publicação.

Exemplos:

GOMES, A. Modelos matemáticos para cálculos estruturais. Revista Brasileira de Engenharia Civil , Rio de Janeiro, v.12, p.123-125, set./out., 1999.

Livros

Devem conter os seguintes elementos:

 Autor(es), em maiúsculas.  Título do livro, em itálico ou sublinhado ou negrito.  Edição do livro  Cidade da editora, seguida de dois pontos (":").  Nome da editora.  Ano da publicação.  Número total de páginas.

Livro como um todo

APPOLINARO, U.J. Procedimentos laboratoriais em patologia experimental. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense, 1945. 125p.

Obs.: a) Note que a grafia correta é 3.ed. e não 3a. ed. b) 987p. = 987 páginas no total c) 2v = obra em dois volumes.

GOMES, A.J.; PETER, L.K.P.; SILVANDO, P.A. Avaliação psicomotora em pacientes com paraplegia motora. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FISIOTERAPIA, 15., 1988, Gramado. Anais... Porto Alegre : Soc. Fisiot. Rio Grande S, 1988. 421p. p.18.

Obs.: As reticências que seguem a palavra "Anais" indicam a supressão de parte do título, pois seria desnecessário escrever "Anais do XV Congresso Brasileiro Fisioterapia")

Exemplos para eventos publicados em periódicos:

UNGER, M. Modelos de recuperação econômica na América Latina. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ECONOMIA, 3., 1987, Caxambú. Revista Brasileira de Economia , Rio de Janeiro, v.34, p.23-33, 1988.

Teses, dissertações e monografias

Devem conter os seguintes elementos:

 Autor, em maiúsculas.  Título do trabalho, em itálico ou sublinhado ou negrito.  Ano que consta na capa.  Número de folhas.  Tipo de trabalho.  Descrição (entre parênteses).  Unidade e Instituição.  Cidade.  Ano da defesa.

Exemplos:

ZAMBEL, C. O uso de métodos contábeis em pequenas empresas. 2002. 145f. Monografia (Conclusão do curso de graduação em Ciências Contábeis) - Centro de Ciências Exatas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.

Multimeios

São considerados multimeios os suportes de informação diferentes do livro, tais como: fitas cassete, slides, filmes cinematográficos, gravações de vídeo, materiais iconográficos, materiais cartográficos, gravações de som, microformas, música impressa.

Geralmente, por serem resultado de trabalho em equipe alguns tipos de multimeios como materiais cartográficos, filmes cinematográficos, gravações de vídeo, têm entrada pelo título. Outro fator para se optar pela entrada pelo título é por ser esta a forma mais comum de solicitação por parte do usuário.

Obs.: Os elementos componentes da descrição física são opcionais; pode-se omiti-los totalmente ou apenas dar a indicação da quantidade física de itens, por ex.: 3 slides, 1 cassete sonoro (90 min); 1 videocassete (18 min); 1 fot.

Ex.:

a) Filmes (VHS e DVD):

VILLA-LOBOS: O índio de casaca. Rio de Janeiro: Manchete Vídeo, 1987. 1 videocassete (120 min): VHS, son., color.

O CHAMADO. Produção de Lauríe MacDonald e Walter F. Parker. [s.l.]: Universal, 2002. 1 DVD (115 min.), Winsdescreen, color.

c) Fotografia:

FORMANDOS de Biblioteconomia, turma 1998/Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 1998. 1 fot.: p&b.

d) Mapa:

MAPA mundi: político, didático. Escala 1:100.000. São Paulo: Michelany, 1982. 1 mapa: color; 120 cm.

e) Disco:

TAPAJÓS, Paulinho. Coisas do coração. São Paulo: Som Livre, 1981. 1 disco sonoro (ca. 50 min): 33½ rpm; 12 pol.

f) Compact disc

VENTURINI, Flávio. Cidade veloz. São Paulo: Chorus/ Som Livre, 1990. 1 compact disc (ca. 44 min).

Arquivo de computador:

GUIMARÃES, Rachel Cristina Mello. ISA.EXE: sistema de gerenciamento para seleção e aquisição de material bibliográfico. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Biblioteca Central, 1995. 2 disquetes 5 ¼ pol. Equipamento mínimo: PC 386 ou mais avançado; ACCESS/Visual Basic.

Internet e CD-ROM

O uso da Internet como fonte de material bibliográfico tem crescido a cada ano. Entretanto, apesar da sua comodidade, este tipo de material deve ser usado com bastante parcimônia, devido a dois motivos: o primeiro é que se trata de informação volátil, isto é, pode ser retirada da Internet a qualquer momento. O segundo motivo é que não se trata de informação arbitrada, isto é, não foi submetida a um consultor editorial, como ocorre nos periódicos.

A NBR 6023 recomenda que seja explicitado o endereço do site (URL) e a data de acesso. Exemplos:

4.2.5. Capa

Elemento de proteção do documento, obrigatório e traz as seguintes informações indispensáveis aos trabalhos acadêmicos, na seguinte seqüência: a) nome da instituição (opcional), nome do aluno ou equipe, em ordem alfabética, em caixa alta e centralizado; b) título, subtítulo se houver, também em caixa alta e centralizado; c) cidade e ano. A inclusão de outros elementos é opcional. As margens da capa serão diferentes do texto, assumindo os seguintes parâmetros, conforme formato abaixo:

margem superior (3cm)

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PARÁ – CESUPA (Opcional) ANA LUIZA GUIMARÃES FÁBIO VASCONCELOS

TRABALHANDO AS NARRATIVAS ORAIS POPULARES DE BELÉM

NAS AULAS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS.

margem esquerda (3cm)

margem direita 2 cm

(cidade da instituição onde deve ser apresentado) Belém/pa (ano da entrega) 2002 margem inferior (2cm)

4.2.6. FOLHA DE ROSTO

Elemento obrigatório. Vem após a capa, trazendo as seguintes informações: cabeçalho - esquerda da folha: (Nome da Instituição, Área, Curso, Turma, Data); Título do Trabalho - em caixa alta e centralizado; Informações acerca do tipo de trabalho e da finalidade do mesmo - direita da folha; Cidade da Instituição onde é apresentado o trabalho e Ano da apresentação – centralizado. Atente para o formato abaixo:

margem superior (3cm)

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PARÁ ÁREA DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO DE .... TURMA: DATA:

TRABALHANDO AS NARRATIVAS ORAIS POPULARES DE BELÉM NAS

AULAS DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS.

margem esquerda (3cm)

margem direita 2 cm

Trabalho apresentado à disciplina Comunicação nas Organizações e Metodologia Geral, como requisito parcial da avaliação continuada, orientado pelo (a) professor (a) ***

(cidade da instituição onde deve ser apresentado) Belém/pa (ano da entrega) 2002 Margem inferior (2cm)