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Os tópicos tratados, têm conceitos e outras pesquisas utilizadas de muitas formas os reservatórios d'águas em residências, indústrias e etc.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!


















































1.1. Conceitos.....................................................................................................
1.2. Controle de Cheias......................................................................................
1.3. Aproveitamento Hidrelétrico.........................................................................
1.4. Sistemas de Irrigação..................................................................................
1.5. Mananciais de Abastecimento.....................................................................
1.6. Usos Indiretos: Recreação, Turismo, Entre Outros Usos Múltiplos.............
2. HIDRÁULICA E MORFOLOGIA DE RESERVATÓRIO.................................
2.1. Tempo de Residência..................................................................................
2.2. Diferença Entre Pequenos e Grandes Reservatórios.................................
2.3. Circulação Interna de Reservatórios...........................................................
2.4. Conceitos Básicos de Assoreamento e Cálculo de Vida Útil.......................
3. REGIME OPERACIONAL E CONTROLE.....................................................
3.1. Diversidade de Tipos Operacionais de Reservatórios.................................
3.2. Variação de Nível (cota) e as Possíveis Consequências no
Comportamento da Qualidade da Água.............................................................
3.3. Princípios Gerais Sobre Outorga.................................................................
3.4. ONS (Operadora Nacional de Sistema)......................................................
3.5. Produtores Independentes de Energia........................................................
4. RESERVATÓRIO E BACIA DE DRENAGEM................................................
4.1. Conceitos Básicos.......................................................................................
Figura 1 - Componentes Básicos de um Reservatório
Figura 2 - Efeito do Reservatório no Amortecimento de Cheia
Figura 3 - Perfil Esquemático de um Aproveitamento Hidrelétrico
Figura 4 - Aproveitamento Hidrelétrico com Trecho de Vazão Reduzida
Figura 5 - Fluxo de Entrada no Reservatório
Figura 6 - Curvas-Guia num Reservatório de Múltiplos Usos
Figura 7 - Integração Hidroenérgica Entre Bacias Hidrográficas
Figura 8 - Ciclo Hidrológico
Figura 9 - Exemplo de Imagem de Satélite para a Classificação dos Tipos de Uso de
Solo
Tabela 1 - Tipos de reservatórios: vantagens, desvantagens e caso de aplicação
Tabela 2 - Exemplos de Reservatórios Destinados aos Usos Múltiplos
Tabela 3 – Categoria de Reservatórios Quanto ao Seu Volume e Área
Tabela 4 – Os Dez Maiores Reservatórios Quanto ao Volume
Tabela 5 – Os Dez Maiores Reservatórios Quanto ao Volume
1.1. Conceitos
O reservatório em primeira instância tem a função de armazenar água que escoa em
um curso d´água, porém a finalidade deste armazenamento pode ter distintos
objetivos para beneficiar a sociedade.
Quase sempre o interesse na construção de um reservatório é de caráter público-
social, já que geralmente os benefícios estendem-se para uma parcela de cidadãos,
quando não para todos de uma nação, como é o caso da geração de energia
alimentando um sistema de transmissão que interliga todas as suas regiões.
As principais finalidades pelas quais são construídos reservatórios são:
Entretanto, a construção de reservatórios impacta em um conjunto de aspectos, que
devem ser mensurados, analisados e discutidos. Alguns destes impactos são:
A água uma vez ingressada no reservatório tem 3 alternativas de efluência (saída),
pelo descarregador de fundo ou turbina, pelo vertedor durante eventos extremos ou
então, evaporar para a atmosfera. A evaporação é tanto maior quanto maior for a
área da superfície de água do reservatório, podendo ter volumes anuais
significativos caso a região seja de grande insolação, temperatura e vento, como é o
caso do nordeste brasileiro.
Outras especificações importantes de um reservatório são as cotas de níveis
característicos:
É o nível mínimo necessário para a operação adequada do reservatório,
normalmente este nível é definido acima do limite superior da estrutura de tomada
d’água (tomada d’água para casa de força, por exemplo) de modo a evitar a
formação de vórtices nesta entra e evitar o ingresso de ar no conduto forçado.
O volume morto corresponde à parcela do volume total do reservatório inativa ou
indisponível para fins de captação de água. Corresponde ao volume do reservatório
compreendido abaixo nível mínimo operacional.
Corresponde ao nível máximo permitido para operação normal do reservatório (sem
vertimento). Este nível normalmente corresponde à cota da crista do vertedor ou à
borda superior das comportas vertedor. Este nível define o limite máximo do volume
útil do reservatório.
É o volume disponível para operação do reservatório, ou seja, ao atendimento das
diversas demandas de água, sendo este volume compreendido entre os níveis
máximo e mínimo de operação do reservatório.
É o volume para controle de cheias, corresponde à parcela do volume útil do
reservatório destinada ao amortecimento de ondas de cheia, visando ao
atendimento das restrições de vazão a jusante do barramento. Estas restrições são,
em geral, adotadas em função da capacidade de escoamento do canal a jusante e
pelo não comprometimento de infraestruturas existentes, como pontes, rodovias ou
áreas urbanas em zonas de inundação.
O volume de espera pode ser variável de acordo com a época do ano, uma vez que
a probabilidade de ocorrência de vazões intensas varia ao longo do ano.
Corresponde à sobrelevação máxima do nível d’água, medida a partir do máximo
operacional, disponível para a passagem de cheias. Esta sobrelevação consiste em
um free-board definido entre o nível da crista do vertedor e da crista do barramento
que garante que as ondas formadas pela ação dos ventos não passem por sobre o
barramento, fato este poderia ser danoso à estrutura.
1.2. Controle de Cheias
Quando o rio ocupa o seu leito maior durante o período de vazões altas (cheia) é
denominado de inundação ribeirinha. Existem várias terminologias que são utilizadas
como sinônimos, tais como: cheias, enxurradas e enchentes. Estes termos tiveram
diferentes origens que muitas vezes não dizem respeito à inundação. Por exemplo,
cheia pode estar relacionada com a cheia e a vazante do mar.
As inundações ribeirinhas ocorrem principalmente devido à ocupação do solo do
leito maior. Nos períodos de pequenas cheias, ou seja, sem inundação, existe a
tendência de ocupação das áreas de risco, e quando ocorrem as maiores cheias os
A utilização de reservatórios de amortecimento para controlar cheias e assim evitar
ou reduzir os prejuízos das inundações é uma alternativa que dificilmente tem
aplicação em grandes bacias (>10.000km²), devido ao grande volume necessário
para amortecimento, elevando enormemente os custos com indenização por
desapropriação da área prevista para armazenamento, e, também, com a própria
construção do barramento que passa a ser de grande porte.
Os reservatórios para controle de cheias podem ser operados, ou seja, pode-se
controlar o volume de água armazenada por meio de abertura ou fechamento de
comportas, assim, na Tabela 1 são apresentas algumas vantagens e desvantagens
para cada tipo de reservatório, bem como em que caso podem ser aplicados.
Tabela 1 - Tipos de reservatórios: vantagens, desvantagens e caso de aplicação
Medida
Principal vantagem
Principal desvantagem
Aplicação
Reservatórios com comporta (múltiplos usos)
Além do controle de cheias permite outros usos (irrigação, navegação, lazer, etc.).
Vulnerável a erros humanos, tomada de decisão equivocada.
Projetos de usos múltiplos
Reservatórios para controle de cheias
Operação com reservatório mantido seco para receber a cheia.
Custo não partilhado; dificuldade de controle da área do reservatório devido à inundação pouco frequente.
Bacias pequenas e médias; Restrito ao controle de cheias
Fonte: adaptado de Tucci 2006 apud Simons et al 1977.
1.3. Aproveitamento Hidrelétrico
A energia hidráulica transformada em energia elétrica tem sido um dos usos mais
frequentes dos recursos hídricos. As hidrelétricas utilizam barragens para regularizar
a vazão e criar o desnível necessário à produção de energia. Essas barragens criam
um lago a montante onde a profundidade aumenta e a velocidade de escoamento
sofre reduções que são maiores quanto maior o reservatório e o tempo de residência
da água nele.
Além do reservatório, os aproveitamentos hidrelétricos possuem sistemas de
captação e adução formados por túneis, canais ou condutos metálicos que têm a
função de levar a água até a casa de força, onde estão as turbinas, formadas por
uma série de pás ligadas a um eixo conectado ao gerador. Durante o seu movimento
giratório, as turbinas convertem a energia cinética (do movimento da água) em
energia elétrica por meio dos geradores que produzirão a eletricidade. Depois de
passar pela turbina, a água é restituída ao leito natural do rio pelo canal de fuga. Os
principais tipos de turbinas hidráulicas são: Pelton, Kaplan, Francis e Bulbo. Por
último, há o vertedor. Sua função é permitir a saída da água, de modo seguro,
sempre que os níveis do reservatório ultrapassam os limites recomendados ou
quando o vertedor for dotado de comporta que é acionada em função do regime
operacional para cada situação específica.
Figura 3 - Perfil Esquemático de um Aproveitamento Hidrelétrico
Fonte: Atlas de Energia Elétrica do Brasil, ANEEL ,2008.
O Brasil é o país com maior potencial hidrelétrico: um total de 260 mil MW, segundo
o Plano Nacional de Energia Elétrica 1993-Plano 2015 da Eletrobrás, com os dados
do último inventário produzido no país em 1992. Destes, pouco mais de 30% se
transformaram em usinas construídas ou outorgadas. De acordo com o Plano
Nacional de Energia 2030, o potencial a aproveitar é de cerca de 126.000 MW.
Desse total, mais de 70% estão nas bacias do Amazonas e do Tocantins/Araguaia.
A potência instalada determina se a usina é de grande ou médio porte ou uma
Pequena Central Hidrelétrica (PCH). A Agência Nacional de Energia Elétrica
(ANELL) adota três classificações (ANEEL, 2008):
O arranjo das estruturas, em qualquer aproveitamento hidrelétrico, é condicionado,
basicamente, pelos aspectos topográficos, geológicos e geotécnicos do sítio. Além
desses, destaca-se que as características ambientais do local são também
importantes na definição do arranjo geral do aproveitamento.
Os aproveitamentos hidrelétricos têm, basicamente, dois tipos de arranjo, os quais
são descritos a seguir:
O arranjo nestes locais, quase sempre, contempla um barramento, a montante da
queda, contendo vertedouro e tomada d’água. A casa de força fica, normalmente,
posicionada longe do barramento. O circuito hidráulico de adução, em uma das
ombreiras, é composto por dois trechos, sendo um de baixa pressão e outro de alta
pressão.
O trecho de baixa pressão, em função dos aspectos topográficos e geológico-
geotécnicos locais, é constituído por canal ou conduto. O trecho de alta pressão é
constituído por conduto(s) forçado(s). Entre esses dois trechos prevê-se, em função
do desnível, do tipo e comprimento da adução, uma câmara de carga e/ou chaminé
de equilíbrio. A jusante do(s) conduto(s) forçado (s) posicionam-se a casa de força e
o canal de fuga.
Nesses locais, onde o desnível é criado pela própria barragem, tem-se,
normalmente, um arranjo compacto com as estruturas alinhadas e com a casa de
força localizada no pé da barragem. A adução é feita através de uma estrutura de
tomada d’água, convencional, incorporada ao barramento e à casa de força.
Outras alternativas de arranjo geral que pareçam atrativas, como, por exemplo,
aquelas nas quais a estrutura da tomada d’água, os condutos forçados e a casa de
força ficam longe do barramento, num ponto qualquer do reservatório, em função de
aspectos geomorfológicos da bacia (rio com meandros) (conforme será descrito na
Unidade 2) - o que não é raro, podem ser também estudadas.
Quanto às características dos reservatórios existem dois tipos:
Geralmente localizados na cabeceira dos rios, em locais de altas quedas d’água,
dado o seu grande porte permitem o acúmulo de grande quantidade de água e
funcionam como estoques a serem utilizados em períodos de estiagem. Além disso,
como estão localizados a montante das demais hidrelétricas, regulam a vazão da
água que irá fluir para elas, de forma a permitirem a operação integrada do conjunto
de usinas.
As unidades a fio d’água geram energia com o fluxo de água do rio, ou seja, pela
vazão natural realizando o mínimo ou nenhum armazenamento de água.
Muitas usinas foram construídas no Brasil com vazão nula para o trecho de vazão
reduzida, já que não existia nenhuma regulação sobre o assunto. Nos últimos anos,
com a aprovação da legislação de outorga (Lei nº 9.433, de 08.01.97)a nível Federal
e Estadual passou-se a exigir uma determinada vazão mínima para garantir a
disponibilidade para os demais usos d’água no trecho e as condições de
sobrevivência hídrica e ambiental deste trecho de rio.
Na prática, não existe um consenso a respeito de qual vazão deve ser mantida no
trecho de vazão reduzida, sendo, frequentemente, adotadas como referência vazões
mínimas tais como a Q7,10 (mínima anual da vazão média de 7 dias com 10% de
probabilidade de ocorrência em um ano qualquer) ou alguma com permanência
acima de 90% (vazão que é igualada ou superada em 90% do tempo).
Ainda, a resolução 357/05 do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente)
define a vazão de referência como sendo a “ vazão do corpo hídrico utilizada como
base para o processo de gestão, tendo em vista o uso múltiplo das águas e a
necessária articulação das instâncias do Sistema Nacional de Meio Ambiente
-SISNAMA e do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos
-SINGRH ”.
Um aspecto fundamental que influencia diretamente na atratividade econômica da
geração de energia é a “energia firme” do aproveitamento hidrelétrico, que é
corresponde à máxima produção contínua de energia que pode ser obtida, supondo
a ocorrência da sequência mais seca registrada no histórico de vazões do rio onde
ela está instalada.
A energia firme (EFe)pode ser estimada pela seguinte equação (Eletrobrás, 2000):
EFe =
μ ⋅9,81⋅ Q ⋅ H (^) liq 1000
⋅ Δt
Sendo:
EFe (^) a energia firme estimada em Watts médios, considerando-se Q e
constantes durante o funcionamento da usina (1 MW médio = 8760 MWh por ano,
durante a vida útil da usina);
Q (^) a vazão mínima medida no local, ou ainda, a vazão ao longo do período
crítico do sistema interligado (m³/s);
Δt (^) intervalo de tempo igual a 1s;
H (^) liq (^) é a queda líquida (m);
μ (^) é o rendimento do conjunto turbina-gerador, sugerindo-se o valor final de
0,85.
A vazão Q para o local deverá ser estimada a partir de dados de postos
hidrométricos da bacia/região.
A queda líquida será igual à queda bruta menos as perdas hidráulicas, que em uma
fase preliminar de projeto pode ser adotada igual a 3% para casas de força ao “pé”
da barragem e 5% para aduções em túnel/canal.
Com a energia firme é possível determinar a potência instalada (Pot) do
aproveitamento hidrelétrico, que é soma das potências nominais dos equipamentos
elétricos instalados na unidade geradora, em condições de entrar em
funcionamento, expressa em quilowatts (kW) (Eletrobrás, 2000):
Pot=
EF (^) e F (^) c
Sendo:
Pot: é a potência instalada (MW);
Fc: o fator de capacidade, adotado, para esta fase preliminar de projeto, igual 0,55.
A pesquisa científica para o desenvolvimento de técnicas eficientes de irrigação vem
ganhando importância, sobretudo no Brasil, onde 72% da água é utilizada para
irrigação conforme no balanço de 2010 (ANA, 2012), devido à tendência de uma
menor disponibilidade hídrica ao passo que mais usuários de água surgem.
Além do problema da disponibilidade da água existe comprometimento da qualidade
da água, dos mananciais de água (principalmente água subterrânea), em função do
uso indiscriminado de pesticidas e fertilizantes, associados ao manejo incorreto do
solo e da água aplicada através da irrigação.
Os sistemas de irrigação devem ser projetados partindo de uma avaliação da
necessidade de irrigar a cultura naquele local e se é possível irrigar. Em geral, o
interesse pela irrigação aumenta após uma estiagem, com quebra ou perda da
produção. Deve-se evitar a aquisição de sistemas de irrigação sem a verificação de
se a cultura a ser irrigada necessita ou responde à irrigação e se a fonte de água de
que dispõem é suficiente para atender à necessidade hídrica da cultura.
A análise de viabilidade econômica de um projeto de irrigação deve estimar os
benefícios no aumento de produtividade e qualidade dos produtos agrícolas de
modo a igualar o investimento de custeio, da implantação e manutenção e operação
do sistema de irrigação, em um determinado período aceitável de retorno.
Nesta análise entram diversos fatores (clima, demanda, sazonalidade, tipo de solo,
distância da fonte de água, etc.), sendo o reservatório o mais importante a ser
construído, tanto em temos econômicos quando técnico e ambiental.
1.5. Mananciais de Abastecimento
Manancial de abastecimento é qualquer corpo d’água superficial ou subterrâneo
utilizado para fins humanos, industriais, animais ou de irrigação, sendo também uma
conceituação de fonte de abastecimento de água que pode ser, por exemplo, um rio
um lago, uma nascente ou poço, proveniente do lençol freático ou do lençol
profundo.
O Brasil está incluído entre os países de maior reserva de água doce, ou seja,
13,8% do deflúvio médio mundial, com uma disponibilidade hídrica per capita
variando de 1.835 m³/hab./ano, na bacia hidrográfica do Atlântico Leste, a 628.
m³/hab./ano, na bacia Amazônica. Porém, devido às suas dimensões geográficas e
diversidade climática, algumas regiões sofrem graves problemas de escassez de
água, como o Semiárido nordestino. Recentemente, grandes metrópoles, como
Fortaleza-CE, Campina Grande-PB, Recife-PE e Caruaru-PE, têm passado por
problemas de racionamento constante de água, tanto para consumo humano, como
para o desenvolvimento socioeconômico (Brito et al , 2007).
A escolha do manancial como fonte de água para abastecimento é feita
considerando-se não só a quantidade e a qualidade, mas também, o aspecto
econômico, pois nem sempre o que custa inicialmente menos é o mais adequado
futuramente, já que pode implicar em custos de operação e manutenção maiores.
Os mananciais são considerados de alto interesse estratégico tanto na segurança
sanitária quanto no desenvolvimento econômico, e sendo assim deve ter especial
cuidado por parte do governo para a manutenção da sua qualidade. No entanto,
observa-se com frequência a degradação de áreas de mananciais, devido,
principalmente, a assentamentos que se instalam nestas áreas, lançando esgotos e