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[A] SISTEMA DE ORDEM DE ALTERAÇÃO VN DOCUMENTAÇÃO INSTRUMENTO TELEBRAS [ne 255-540-718 EMISSÃO; 01 ASSUNTO: Alteração INSTRUÇÕES Favor corrigir no item 2.01, alinea"l": onde se Lê: 565-670-505 Lcia-se : 565-670-303 20/05/94 ANEXOS: ORGÃO EMITENTE. Seção x COORDENACAQ-PT DOCUMENTAÇÃO DATA: NATURA DO EMITENTE FaY Sistema de Documentação TELEBRÁS 235-540-718 (PADRÃO dA sério rencomsantar EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG. 1 de 18 REQUISITOS PARA RESINA E CONJUNTO PARA BLOQUEIO DE PRESSURIZAÇÃO E UMIDADE SUMÁRIO PÁG. 1. GENERALIDADES ......00. . 01 (a) Objetivo ...... .. . OL (B) Organização ... . 02 2. REFERÊNCIAS ..........o cererae nata cererrerrerero OZ 3. CAMPO DE APLICAÇÃO cre . 03 (A) Da TELEBRÁS ce (B) Externas .. . . a, DEFINIÇÕES ........ PRRRRa ... 03 5. INFORMAÇÕES GERAIS ... 03 (A) Descrição ...cecereres 03 (B) Aplicação ......... .. 04 (C) Método de arálise . . . 04 6. REQUISITOS GERAIS arearrrrro .. 04 () Documentação Rasa .. 04 (B) Treinamento . neo .. Ga (C) Marcação, Acondicionamento e Transporte .. 05 (Dj Sistema de Garantia da Qualidade . . 05 (E) Assistência Técnica ....... araras .. 05 7. CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS E DE DESEMPENHO .. - 06 (A) Materiais ..... errenersneoa cera . 06 (B) Características Funcionais . . . . 06 (C) Características de Desempenho . . . 07 8. VERIFICAÇÃO DO DESEMPENHO/PROCEDIMENTOS DE ENSAIO -. 08 (A) Condições de Ensaio .....csver mesas .. 08 (B) Preparação dos Corpos de Prova arrsrarero 08 (C) Grupos de Ensaio ........c.cceo no. os (D) Medições ....... ceraaaarerva aaa 11 (E) Procedimentos de Ensaio .... Rosa 12 5. APROVAÇÃO E DATA DE VIGÊNCIA ....... PRP | 1. GENERALIDADES ta) Objetivo 1.01 O objetivo deste documento é estabelecer requisitos para resina e conjunto, destinados à confecção de bloqueios de pressurização e umidade em cabos telefônicos e que devem, do ponto de vista da Telebrás, ser alcançados, a fim de satisfazer às necessidades das Empresas Operadoras do Sistema Telebrás. 235-540-718 (PADRÃO: EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG, 3 de 18 2.06 ABNT Série NBR 19000 - Normas de Gestão da Qualidade e Garantia da Qualidade - Diretrizes para Seleção e Uso. 3. CAMPO DE ALICAÇÃO 3.01 Esta prática aplica-se a todas Empresas do Sistema Telebrás, porém cada uma delas pode ter requisitos complementares próprios. Para fins de divulgação é classificada como Ostensiva. 4 DEFINIÇÕES 4.01 Reguísitos - São características ou funções que estabelecem um nível mínimo aceitável em questões como confiabilidade sob agressão ambiental, durabilidade física, parâmetros operacionais características de segurança, características elétricas mecânicas, entre outras. Os requisitos são denotados pela palavra “dave” e possuem a letra "R" entre parênteses no seu início. 4.02 Objetivos - são características ou funções que são desejáveis para melhorar o desempenho geral do produto. Os objetivos podem, eventualmente, ser considerados como requisitos pelas Empresas Operadoras do STB em função do local de aplicação do produto, quando do processo de compra e pela Empresa Autorizada, quando da qualificação técnica do produto. Os objetivos são denotados pela expressão "é desejável" e possuem a letra "O" entre parênteses no seu início 5. INFORMAÇÕES GERAIS (A) Descrição 5.01 A resina e o conjunto são componentes utilizados para a confecção de bloqueios de pressurização e umidade em cabos telefônicos. 5.02 A resina é composta por dois produtos químicos no estado líquido, que quando misturados, reagem entre si formando, após a cura, um corpo sólido maciço. Ainda no estado líquido, a resina é introduzida no cabe, no ponto onde se deseja realizar o bloqueio. 5.03 O conjunto é composto por acessórios que são utilizados na aplicação dã resina no cabo, bem como no acabamento do bloqueio 5.04 O bloqueio tem como função impedir a passagem de ar e/ou umidade, de um lado para outro do cabo. 235-540-718 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG, 4 de 18 (B) Aplicação 5.05 A resina e o conjunto para bloqueio de pressurização e umidade, são aplicados em cabos telefônicos e podem ser classificados em dois tipos: aj Tipo I - bloqueios aplicados em cabos com isolamento dos condutores em papel. b) Tipo II - bloqueios aplicados em cabos com isolamento dos condutores em plástico (C) Método de Análise 5.06 Critério de Análise - O produto deve ser analisado segundo critérios que avaliam tanto sua capacidade de desempenhar suas funções satisfatoriamente, quanto se as suas características o tornam compatível com os demais elementos da rede, bem como sua adequação ao manuseio durante sua aplicação e operação 6. REQUISITOS GERAIS (A) Documentação 6.01 (R) Uma documentação completa referente à resina e conjunto de bloqueio deve ser providenciada pelo fornecedor contendo as seguintes informações: a) Uso (tipos de cabo). b) Procedimento de aplicação. c) Tabela com a quantidade de resina e o conjunto de bloqueio a ser aplicado em cada tipo de cabo, bitola e capacidade. dj Ferramentas e acessórios. e) Instruções de segurança. £) Materiais empregados no produto (B) Treinamento 6.02 4R| O fornecedor deve prover os adquirentes do produto de treinamento necessário à sua implantação/manutenção, utilizando manuais explicativos e instru-ores, caso necessário. 235-540-718 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG. 6 de 18 contato direto do proguto químico com os artífices, e/ou vazamentos durante a mistura dos componentes. 6.10 (0) É desejável que os materiais que compõem a embalagem individual da resina sejam transparentes. 6.11 (Rj O prazo de validade da resina e do conjunto deve ser de no minimo um ano, a partir da data de fabricação. (D) Sistema da Garantia da Qualidade 6.12 (Rj Sistema de Garantia da Qualidade - O fornecedor deve atender às exigências contidas nos documentos SDT 201-420-101 e SDT 201-420-104 e normas ABNT Série NBR 19000 para fornecimento de resina e conjunto para bloqueio de pressurização e umidade 6.13 (R) Auditoria da Qualidade - Os fornecedores dos produtos cobertos por este documento estão sujeitos a avaliações periódicas para verificação da eficácia do Sistema da Garantia da Qualidade implantado 6.14 (R) Verificação Ocasional aj Sempre que houver mudanças no produto, no processo de fabricação, nos materiais utilizados, no local de fabricação, ou quando qualquer Empresa Operadora do Sistema Telebrás julgar conveniente, pode ocorrer uma verificação nas características funcionais e de desempenho do produto para validação do Atestado de Qualificação Técnica. b) Quaisquer das mudanças citadas anteriormente devem ser comunicadas pelo fabricante ao Departamento de Desenvolvimento e Articulação com Fornecedores da Telebrás. (E) Assistência Técnica 6.15 (R) Sempre que as Empresas Operadoras julgarem necessário o fornecedor deve prestar assistência técnica para q produto. 7 CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS E DE DESEMPENHO (A) Materiais 7.01 (R) Os materiais que compõem a resina e o conjunto de bloqueio devem ser quimicamente compatíveis entre 5 7.02 (R) Os materiais utilizados na resina e no conjunto devem ser quimicamente inertes em relação aos materiais que compõem os cabos onde serão aplicados. 235-540-718 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG. 7 de 18 7.03 (R) Os materiais utilizados na resina e no conjunto de bloqueio não devem liberar produtos voláteis nocivos à saúde dos artífices. (Bj Caracteristicas Funcionais 7.04 4R) A aplicação da resina e as dimensões finais do bloqueio não devem interferir na operação dos outros componentes da rede. 7.05 4R) O conjunto de bloqueio não deve permitir vazamento de resina durante à sua aplicação no cabo, exceto nos casos onde os métodos prevêm um respiro para saída de ar. 7.06 (R) O tempo de espera para a pressurização do cabo, apés a aplicação da resina deve ser de, no máximo, 24 horas. 7.07 (0) É desejável que o tempo de espera para a pressurização do cabo, após a aplicação da resina, seja de, no máximo, 6 horas. 7.08 (0) É desejável que a resina e seu procedimento de aplicação permitam a realização de bloqueios na posição vertical, 7.09 (0) É desejável que a aplicação da resina possa ser realizada por apenas uma pessoa. (C) Características de Desempenho 7.10 (R) Resistência de isolamento - A resistência de isolamento entre os condutores, após a confecção do bloqueio do tipo 1, não deve ser menor que 2x10!0 ohms. Procedimento de ensaio ver B.16. 7.11 (R) Vegação - Quando submetido a uma pressão de 140 kPa 11,40 Kgf/cm?), o bloqueio não deve apresentar vazamentos de ar Procedimento de ensaio ver 8.17. 7.12 (R) Absorção d'água - A resina curada não deve apresentar aumento de peso maior que 2% após ser imersa em água destilada durante 7 dias. Procedimento de ensaio ver 5.18. 7.13 (R) Imersão em água - Quando imerso por 30 dias sob coluna de im de água, o bloqueio do tipo I não deve apresentar resistência de isolamento entre os condutores menor que 2x10 ohms. Procedimento de ensaio ver 8.19. 7.14 (R) Ciclo térmico - Quando submetidos a 60 ciclos térmicos de -10ºc a 600, o bloqueio não deve apresentar vazamento de ar durante o ensaio. Procedimento de ensaio ver 8.20. 7.15 (R) Flexão - Quando submetido a 20 ciclos de deslocamento vertical de +- 10 cm, o bloqueio não deve apresentar vazamento de ar. Procedimento de ensaio ver 8.21. 7.16 (R) Impacto - Quando submecido à 10 impactos de 5,0 Nm, O bloqueio não deve apresentar vazamento de ar. Procedimento de ensaio ver 8.22. 235-540-718 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG. 9 de 18 de-prova, não devem ter comprimento inferiores a 1,80 me devem ter a isolação entre os condutores garantida de forma a se poder constatar se houve alteração por conta da aplicação da resina. 8.07 Antes da confecção dos corpos-de-prova, deve-se verificar se os pedaços de cabe estão isentos de umidade. 8.08 Para a realização dos ensaios com o bloqueio, devem ser preparados, pelo menos, 12 corpos-de-prova, sendo 2 para cada tipo de cabo para bloqueio Tipo 1 e 4 para bloqueio Tipo 11 conforme mostrado no Quadro A. EM PLÁSTICO (Bloqueio Tipo 11) CTP-APL 200-0,50 f--- N ] CABOS com ] CT-APL 2400-0,40 | ISOLAMENTO I CT-APL 1200-0,50 I EM PAPEL | CT-APL 900-0,65 | (Bloqueio Tipo 1) | CT-APL 450-0,90 I- - + ! I CABO com I | ISOLAMENTO I I ] 1 ! I í / Quadro à - Cabos para Preparação dos Corpos-de-Prova 8.09 Tanto o pedaço de cabo, como a resina e o conjunto de bloqueio, devem permanecer pelo menos 24 horas nas condições de ensaio descritas no item 8.01, antes e após a confecção dos corpos-de-prova. 8.10 Caso a resina seja especificada para bloqueios do tipo 1, conforme orientação do fornecedor, os corpos-de-prova devem ser confeccionados apenas nestes cabos específicos, mantendo-se as quantidades descritas no quadro A. 8.11 Quando os ensaios “orem realizados na resina, os corpos-de-prova devem ser preparados segundo a padronização específica de cada ensaio. (C) Grupos de Ensaio 8.12 Os ensaios para resina e conjunto para bloqueio de pressurização e umidade, são divididos em 6 grupos conforme mostrado no quadro B. Os ensaios são sequênciais dentro de cada grupo. O propósito de cada grupo é o seguinte: a) Grupo I - Neste grupo verifica-se os requisitos funcionais, bem como os materiais que compõem o bloqueio. b) Grupo II - Neste grupo são verificados os principais requisitos de desempenho (vedação e resistência de isolamento entre condutores). A resistência de isolamento deve ser medida apenas nos cabos com isolamento em papel, 235-540-718 (PADRÃO EMISSÃO Dl, MAI 1994 PÁG. 8.13 prova 10 de 18 cj Grupo III - Neste grupo verifica-se o desempenho dos bloqueios frente à umidade, O ensaio de imersão em água é realizado apenas em cabos com isolamento em papel. d) Grupo IV - Neste grupo verifica-se o desempenho dos bloqueios frente aos esforços mecânicos e térmicos a que podem estar sujeitos. ey Grupo v - Neste grupo verifica-se o desempenho da continuidade nos bloqueios após a condição de surto de corrente. £) Grupo VI - Neste grupo são verificadas algumas propriedades químicas da resina. No quadro B está indicado o número mínimo de corpos de necessários à realização dos ensaios, para cada tipo de bloqueio. 235-540-718 (PADRÃO EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG. 12 de 18 b) Na outra extremidade deve ser aplicada uma tensão de 500 Vec entre terminais “ate “bt de uma mesma linha curto-circuitados, contra todos os outros terminais curto-circuítados, durante 1 minuto. c) Medir a resistência de isolamento em 50 pares ou 10% da capacidade do cabo, tomadas aleatoriamente, o que for menor, Vazamento aj Equalizar a pressão em 140 kPa e imergir imediatamente o bloqueio e a extremidade não pressurizada do cabo num tanque com água, ficando em observação durante 30 minutos. b) Verificar se há aparecimento de bolhas que caracterizem vazamento de ar, na região do bloqueio ou nã extremidade do cabo, neste último caso deve-se tomar cuidado para que não haja penetração de umidade para dentro do cabo. c) Repetir este procedimento após 24 horas. (E) Procedimentos de Ensaio Resistência de Isolamento aj Após a confecção dos corpos-de-prova, tomar os cabos com isolamento dos condutores em papel e abrir as suas pontas de forma que os condutores fiquem expostos em um comprimento suficiente para a realização das medições. b) Realizar as medições de resistência de isolamento conforme 8.14, cj O —corpo-de-prova deve então ser submetido à verificação da vedação Requisito de desempenho ver 7.10 Vedação a) Após a verificação da resistência de isolamento, devem ser instaladas em ambas as extremidades do corpo-de-prova. uma válvula para tomada de pressão bj Aplicar no corpo-de-prova uma pressão de 140 kPa cj as medições de vazamento devem ser realizadas em todes os corpos de prova, conforme item 8.15, mesmo naqueles com isolamento em plástico, que não foram submetidos ao ensaio de resistência de isolamento dy Os corpos-de-prova devem ser submetidos a ensaios de 8.19 8.20 235-540-718 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1994 PÁG. 13 de 18 outros grupos. Requisito de desempenho ver 7.11 absorção D'água a) Preparar corpos-de-prova segundo ASTM D 570, a partir de três amostras de resina (embalagens diferentes), do mesmo lote utilizado para a confecção dos bloqueios. b) Realizar as medidas segundo ASTM D 570 e verificar o aumento de peso (média das três amostras), após 7 dias em água à temperatura de 25 +- 2º Requisito de desempenho ver 7.12. Imersão em água aj Após a realização de ensaios do grupo II, tomar 2 corpos-de-prova com isolamento dos condutores em papel. bj Imergir os blequeios em coluna de Im de água por 30 dias. ci Retirar, secar o corpo-de-prova externamente e medir à resistência de isolamento. Requisito de desempenho ver 7.13. Ciclo Térmico a) Após a realização dos ensaios do grupo II, tomar 2 corpos-de-prova com isolamento dos condutores em papel e 2 com isolamento em plástico. D) Aplicar uma pressão de 140 kPa, que deverá ser mantida constante ao longo do ensaio. cl Submeter os corpos-de-prova a 60 ciclos conforme a figura 1. dj Monitorar a pressão des corpos-de-prova nas temperaturas máxima e mínima, para verificar a ocorrência de vazamento, e) Retirar os corpos-de-prova da câmara e realizar medição de vazamento conforme item 8.15. £) Os corpos-de-prova devem ser submetidos então ao ensaio de flexão. Requisito de desempenho ver 7.14, PÁS. 15 de 2 Impacto a) Após c ensaio de flexão, submeter os corpi 10 impactos provocados por um marteiete c de massa e perfil do tipo C, segundo ASTM caindo sobre o corpo do bioqueio, do uma al meLre, conforme mostra a figura 3. b) Os Impactos devem ocorrer em pontos aleatórios da superfície do bloqueio. “w) O bloqueio deve estar pressurizado apoiado sobre uma superfície horizonta q) Realizar wedição de vazamento confor e) Os corpos-de-prova ceven ser submetidos so ensaio de vibração. Requisito de deserpesno ver 7 - PESO OE L/2K9 COM S2Gmm TUBO METÁLICO COM Lm € 80 mm Tiguve 3 - Ensaio de Impacto aj Após o ensaio de impacto, o corpo-de-prova deve ser submetido uma frequência de 10 Hz, com amplitude de 3,0 um (5,0 mm pico-a-pico). O ersaio deve ser "alizado em dois eixos orraganais com duração de 5 dias em cada eixo. b) O carpa-de- rova deve estar pressurizado. c) Realizar nedição de vazamento conforme item 8.15. 718 (PADRÃO) 01, KAI 1994 15 235-540-718 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1954 PÁG. 8.26 3.01 16 de 18 Requisito de desempenho ver 7.17. Drenagem de Corrente a) Após a realização dos ensaios do grupo II, tomar 1 corpo-de-prova com isolamento em papel e 1 em plástico. b) Aplicar uma corrente em série de 260 A por 20 através da blindagem dos corpos-de-prova c) Verificar se houve interrupção da continuidade da capa do cabo ou danos ao bioqueio ou núcleo do cabo Requisito de desempenho ver 7.18. Pico Exotérmico aj Tomar 3 embalagens de resina do mesmo lote utilizado na confecção dos bloqueios, deixar estabilizar por 24 horas à temperatura de 25 +- 29. b) Misturar os componentes de acordo com instruções do fornecedor. c) Medir a máxima temperatura da mistura, conforme ASTM D 2471, Requisito de desempenho ver 7.19. Tempo de Gel aj Tomar 3 embalagens de resina do mesmo lote utilizado na confecção dos bloqueios, deixar estabilizar por 24 horas à temperatura de 25 + 2%, b) Misturar os componentes de acordo com instruções do fornecedor. cj Medir o tempo de gel da resina, conforme ASTM D 2471. Requisito de desempenho ver 7.20. APROVAÇÃO E VIGÊNCIA Esta Prática cancela e substitui os seguintes documentos: a) SDT-235-540-505 - aceitação de Resinas de Bloqueio de Pressurização - Emissão 02, JUL/88. bj SDT-235-540-506 - aceitação de Eloqueios de Pressurização - Emissão 01, AGO/79. c) SDT-235-540-509 - aceitação de Resinas CIBA para 235-540-7:8 (PADRÃO) EMISSÃO 01, MAI 1594 PÁG. 18 de 28 9.02 Este documento foi aprovado pelo Chefe do Departamento de Engenharia por delegação do Diretor de Planejamento e Engenharia da TELEBRÁS em 04 /05 /1994 e entrará em vigor a partir da data de sua recepção pelas áreas responsáveis pela emissão de práticas TELEBRÁS e nas Empresas do Sistema TELEBRÁS.