Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Resolução Comentada, Notas de aula de Direito

empresa sabe que mais de 40% dos praticantes de futebol nos EUA são meninas. ... b) incorporar citações de especialistas à reportagem.

Tipologia: Notas de aula

2022

Compartilhado em 07/11/2022

jacare84
jacare84 🇧🇷

4.5

(454)

221 documentos

1 / 112

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
L
LI
IN
NG
GU
UA
AG
GE
EN
NS
S,
,
C
CÓ
ÓD
DI
IG
GO
OS
S
E
ES
SU
UA
AS
ST
TE
EC
CN
NO
OL
LO
OG
GI
IA
AS
S
E
ER
RE
ED
DA
AÇ
ÇÃ
ÃO
O
Questões de 1 a 5 (opção inglês)
1
Finally, Aisha finished with her customer and asked
what colour Ifemelu wanted for her hair attachments.
“Colour four.”
“Not good colour,” Aisha said promptly.
“That’s what I use.’
“It look dirty. You don’t want colour one?”
“Colour one is too black, it looks fake,” Ifemelu said,
loosening her headwrap. “Sometimes I use colour two,
but colour four is closest to my natural colour.”
[...]
She touched Ifemelu’s hair. “Why you don’t have
relaxer?”
“I Iike my hair the way God made it.”
“But how you comb it? Hard to comb,” Aisha said.
Ifemelu had brought her own comb. She gently
combed her hair, dense, soft and tightly coiled, until it
framed her head like a halo. “It’s not hard to comb if you
moisturize it properly,” she said, slipping into the coaxing
tone of the proselytizer that she used whenever she was
trying to convince other black women about the merits of
wearing their hair natural. Aisha snorted; she clearly
could not understand why anybody would choose to
suifer through combing natural hair, instead of simply
relaxing it. She sectioned out Ifemelu’s hair, plucked a
little attachment from the pile on the table and began
deftly to twist.
ADICHIE. C. Americanah: A novel. New York: Anchor Books,
2013.
A passagem do romance da escritora nigeriana traz um
diálogo entre duas mulheres negras: a cabeleireira, Aisha,
e a cliente, Ifemelu. O posicionamento da cliente é
sustentado por argumentos que
a) reforçam um padrão de beleza.
b) retratam um conflito de gerações.
c) revelam uma atitude de resistência.
d) demonstram uma postura de imaturidade.
e) evidenciam uma mudança de comportamento.
E
EN
NE
EM
M
-
-
1
1.
.
O
O
D
D
I
IA
A
-
-
J
J
A
AN
NE
EI
IR
RO
O
/
/2
20
02
21
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f
pf40
pf41
pf42
pf43
pf44
pf45
pf46
pf47
pf48
pf49
pf4a
pf4b
pf4c
pf4d
pf4e
pf4f
pf50
pf51
pf52
pf53
pf54
pf55
pf56
pf57
pf58
pf59
pf5a
pf5b
pf5c
pf5d
pf5e
pf5f
pf60
pf61
pf62
pf63
pf64

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Resolução Comentada e outras Notas de aula em PDF para Direito, somente na Docsity!

LL I NIN GG UU AA GG EE NN SS , C, C Ó DÓD II GG OO SS

EE S USU AA SS TT E CEC NN OO LL OO GG II AA SS

EE RR E DED AA ÇÇ ÃÃ OO

Questões de 1 a 5 (opção inglês)

Finally, Aisha finished with her customer and asked what colour Ifemelu wanted for her hair attachments.

“Colour four.” “Not good colour,” Aisha said promptly. “That’s what I use.’ “It look dirty. You don’t want colour one?” “Colour one is too black, it looks fake,” Ifemelu said, loosening her headwrap. “Sometimes I use colour two, but colour four is closest to my natural colour.”

[...] She touched Ifemelu’s hair. “Why you don’t have relaxer?”

“I Iike my hair the way God made it.” “But how you comb it? Hard to comb,” Aisha said. Ifemelu had brought her own comb. She gently combed her hair, dense, soft and tightly coiled, until it framed her head like a halo. “It’s not hard to comb if you moisturize it properly,” she said, slipping into the coaxing tone of the proselytizer that she used whenever she was trying to convince other black women about the merits of wearing their hair natural. Aisha snorted; she clearly could not understand why anybody would choose to suifer through combing natural hair, instead of simply relaxing it. She sectioned out Ifemelu’s hair, plucked a little attachment from the pile on the table and began deftly to twist.

ADICHIE. C. Americanah : A novel. New York: Anchor Books,

A passagem do romance da escritora nigeriana traz um diálogo entre duas mulheres negras: a cabeleireira, Aisha, e a cliente, Ifemelu. O posicionamento da cliente é sustentado por argumentos que

a) reforçam um padrão de beleza.

b) retratam um conflito de gerações.

c) revelam uma atitude de resistência.

d) demonstram uma postura de imaturidade.

e) evidenciam uma mudança de comportamento.

Resolução Percebe-se essa resistência nos trechos “I Iike my hair the way God made it.” “...slipping into the coaxing tone of the proselytizer that she used whenever she was trying to convince other black women about the merits of wearing their hair natural.”

**coaxing tone = tom persuasivo proselytizer = convencimento

Resposta: CC

A Mother in a Refugee Camp No Madonna and Child could touch Her tenderness for a son She soon would have to forget... The air was heavy with odors of diarrhea, Of unwashed children with washed-out ribs And dried-up bottoms waddling in labored steps Behind blown-empty bellies. Other mothers there Had long ceased to care, but not this one: She held a ghost-smile between her teeth, and in her eyes the memory Of a mother’s pride... She had bathed him And rubbed him down with bare palms. She took from their bundle of possessions A broken comb and combed The rust-colored hair left on his skull And then — humming in her eyes — began carefully [to part it. In their former life this was perhaps A little daily act of no consequence Before his breakfast and school; now she did it Like putting flowers on a tiny grave. ACHEBE, C. Collect Poems. New York: Anchor Books, 2004.

O escritor nigeriano Chinua Achebe traz uma reflexão sobre a situação dos refugiados em um cenário pós-guerra civil em seu pais. Essa reflexão é construída no poema por meio da representação de uma mãe, explorando a(s)

a) demonstração de orgulho por não precisar pedir doações.

b) descrições artísticas detalhadas de uma obra conhecida.

c) aceitação de um diagnóstico de doença terminal do filho.

d) consternação ao visitar o túmulo do filho recém- falecido.

e) impressões sensoriais experimentadas no ambiente.

Resolução A situação dos refugiados é construída a partir de sensoriais presentes nos versos do poema, tais como: “The air was heavy with odors of diarrhea, Behind blown-empty bellies... The rust-colored hair ieft on his skull”

Resposta: EE

Disponível em: www.csuchico.edu. Acesso em: 11 dez. 2017

Nesse pôster de divulgação de uma campanha que aborda a diversidade e a inclusão, a interação dos elementos verbais e não verbais faz referência ao ato de

a) estereotipar povos de certas culturas.

b) discriminar hábitos de grupos minoritários.

c) banir imigrantes de determinadas origens.

d) julgar padrões de beleza de diversas etnias.

e) desvalorizar costumes de algumas sociedades.

Resolução Lê-se no pôster: “This is not who we are, and this is not ok” que é traduzido como: “Isso não é o que somos e isso não está certo”.

Resposta: AA

Questões de 1 a 5 (opção espanhol)

Los propietarios de la libertad Las palabras cumplen ciclos; las actitudes también. Sin embargo, cuando las palabras designan actitudes, los ciclos se vuelven más complejos. Cuando el hoy tan denostado Sartre puso la palabra compromiso sobre el tapete y hasta Mac Leish publicó un libro sobre la responsabilidad de los intelectuales, estas dos palabras, compromiso y responsabilidad , designaban actitudes que, sin ser gemelas, eran bastante afines. Salvo contadas excepciones, los intelectuales de entonces los hicieron suyas y, equivocados o no, dijeron sin eufemismos por qué empeño se la jugaban.

Los intelectuales latinoamericanos también comprendieron dónde estaba esta vez el enemigo. Sólo entonces empezó la mala prensa. Los grandes pontífices de la propaganda subrayaron una y otra vez la palabra libertad y denostaron el compromiso. Libertad no era librarse de Batista o de Somoza, sino mantener la prensa libre. Libertad es la emocionada comprobación de que la gran prensa norteamericana es capaz de descubrir que Lumumba o Aliende fueron liquidados por la CIA, sin poner el acento en que eso no sirve para resucitarlos.

¿ Y compromiso? Es la actitud que adoptan ciertos intelectuales, cuya carga ideológica perjudica notoriamente su arte. Después de todo, ¿cómo se atrevena frecuentar las provincias del espiritu, si es público y notorio que tales ámbitos son patrimonio exclusivo de los propietarios de la Iibertad?

BENEDETTI, M. Perplejidades de fin de siglo. Buenos Aires: Sudamericana, 1993 (adaptado).

Transformar palavras em atitudes tem sido um dos grandes dilemas dos intelectuais. Ao ponderar sobre essa temática, o autor, um dos grandes críticos e literatos latino-americanos da atualidade, leva o leitor a perceber que

a) o compromisso político afasta o artista da criação.

b) os costumes sociais governam a linguagem e as atitudes das pessoas.

c) o compromisso ideológico de alguns intelectuais está refletido em suas obras.

d) a complexidade relacionada ao conceito de liberdade impede o compromisso.

e) os intelectuais latino-americanos têm um posiciona- mento acrítico perante o poder.

Resolução Os filósofos Sartre e Mac Leish colocam importância de que as obras tem relação com o momento vivido. Isso relacionado com as palavras COMPROMISO e RESPONSABILIDAD citadas na linha 6 e 7. Essas palavras defendidas também nas linhas 8 e 9 : “salvo contadas excepciones... las hicieron suyas”.

Resposta: CC

Con la basura allá en frente Y el ruido de la cantina”

Também na terceira estrofe: “llega hasta el zaguán oscuro Y vuelve a ver las paredes Con las viejas papeletas Que prometían futuros en lides politiqueras”

Resposta: AA

Poco después apareció en casa de Elisenda Morales, arrastrando su cansancio y las contrariedades de un largo día que habla dejado su ánimo en ruínas. A pesar de todo, supo resistirlo, y cuando ella le ofreció una copa de mistela, abandonó su asiento para ir hasta la tienda en busca de algo más estimulante.

Allí, en el corredor dela casa, en taburetes separados, recibieron los primeros cálidos soplos de la noche. Con su habitual entereza, Elisenda entró a conectar la luz de la sala, sofocando parte de su reflejo, mientras comentaba que así estarían mejor. Al menos, pensó el tio Camarillo, no habia sacado la lámpara como otras veces, ni le había entregado alguno de sus álbumes, y parecía en cambio decidida a mantener en ascuas al vecindario. Aquélla fue la primera vez que en mucho tiempo dejaron de lado el tema de las rentas, para entrar con pies de plomo en el espinoso terreno de las confidencias.

SÁNCHEZ, H. El héroe de la familia. Bogotá. Tercer Mundo, 1988.

No texto, no qual é narrada a visita à casa de uma personagem, a expressão “entrar con pies de plomo” é utilizada para se referir ao(à)

a) determinação para conduzir discussões pessoais.

b) insensibilidade para lidar com temas do passado.

c) discrição para administrar questões financeiras.

d) disposição para resolver problemas familiares.

e) cuidado para tratar de assuntos intimos.

Resolução JUSTIFICATIVA está na 3 últimas linhas, pois “ANDAR CON PIES DE PLOMO” significa “andar com cuidado”.

Descrita com “Aquélla fue la primera vez que en mucho tiempo dejaron de lado el tema de las rentas, para entrar con pies de plomo en el espinoso terreno de las confidencias.”

Resposta: EE

Resolução O eu lírico revela a esperança de uma identidade nova, tendo em consideração as referências de seus antepassados para criar seu futuro:

“hoy ya no soy mejicano ni hispano... hacia el futuro.”

Resposta: EE

La violencia como bella arte Pues bien, ‘Relatos Salvajes’, de Damián Szifrón, es sobre todo un brilhante esfuerzo por poner rostro, por fotografiar, a la parte de la violencia que tanto cuesta ver en el cine. De repente, el director argentino coloca la espectador ante el espectáculo, digamos putrefacto, de una sociedad enferma de su propia indolencia, anestesiada por su ira, incapaz de entender el origen de la insatisfacción que la habita. ¿Cómo se quedan? Sí, estamos delante de la una película vocacionalmente violenta, obligadamente salvaje, pero, y sobre todo, deslumbrante en su claridad.

Más allá del esplendor sabio de una producción perfecta, lo que más duele, lo que más divierte, lo que más conmueve es la sensación de reconocimiento. Cada uno de los damnificados, pese a su acento marcadamente argentino, somos nosotros. O, mejor, cada insulto proferido, y no siempre entendido, es nuestro, en algún momento ha salido de nuestra boca. O saldrá.

La violencia no es sólo eso que tanto desagrada a los profesionales del buen gusto, a los programadores de ópera o a los filósofos de la nada; la violencia, la realmente insoportable, es también una cuestión de actitud, un simple gesto. Y esa violencia está por todas partes, está dentro. Y Szifrón acierta a retrataria tan fielmente que no queda otra cosa que romper a reír. Aunque sólo sea de simple desesperación. Brillante, magistral incluso.

MARTÍNEZ, L. Disponível em: www.elmundo.es. Acesso em: 13 abr. 2015 (adaptado).

Nessa resenha crítica acerca do filme Relatos Salvajes , o autor evidencia o

a) cômico como fuga da sociedade diante de situações violentas.

b) estado de apatia da sociedade perante a violência rotineira do mundo atual.

c) empecilho para o espectador vivenciar a violência bruta na realidade e na ficção.

d) sotaque reforçado dos personagens a fim de marcar o espaço do cinema argentino.

e) autorreconhecimento diante dos diversos tipos de comportamento humano frente à violência.

Resolução "De repente, el director argentino coloca la espectador ante el espectáculo, digamos putrefacto, de una

Disponível em: www.bhaz.com.br. Acesso em: 14 jun. 2018.

Essa campanha de conscientização sobre o assédio sofrido pelas mulheres nas ruas constrói-se pela combinação da linguagem verbal e não verbal. A imagem da mulher com o nariz e a boca cobertos por um lenço é a representação não verbal do(a)

a) silêncio imposto às mulheres, que não podem denunciar o assédio sofrido.

b) metáfora de que as mulheres precisam defender-se do assédio masculino.

c) constrangimento pelo qual passam as mulheres e sua tentativa de esconderem-se.

d) necessidade que as mulheres têm de passarem despercebidas para evitar o assédio.

e) incapacidade de as mulheres protegerem-se da agressão verbal dos assediadores.

Resolução A questão apresenta uma campanha de conscientiza - ção em que, de forma metafórica, a rua é apresentada como um campo de batalha para mulher, tendo em vista ser um espaço onde ela sofre assédio e que, por isso, exige dela uma postura combativa. Assim, na imagem, ao colocar o lenço, a mulher está se prepa- rando para defender-se dos assédios masculinos que podem vir a ocorrer.

Resposta: BB

Chiquito tinha quase trinta quando conheceu Mariana num baile de casamento na Forquilha, onde moravam uns parentes dele. Por lá foi ficando, remanchando. Fez mal à moça, como costumavam dizer, tiveram de casar às pressas. Morou uns tempos com o sogro, descombinaram. Foi só conta de colher o milho e vender. Mudou pra casa do velho Chico Lourenço [seu pai]. Fumaça própria só viu subir um par de anos depois, quando o pai repartiu as terras. De tão parecidos, pai e filho nunca combinaram direito. Cada qual mais topetudo, muitas vezes dona Aparecida ouvia o marido reclamar da natureza forte do filho. Ela escutava com paciência e respondia dum jeito sempre igual:

— “Quem herda, não rouba”. Vinha um brilho nos olhos, o velho se acalmava. ROMANO. O. Casos de Minas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

Os ditados populares são frases de sabedoria criadas pelo povo, utilizadas em várias situações da vida. Nesse texto, a personagem emprega um ditado popular com a intenção de

a) criticar a natureza forte do filho.

b) justificar o gênio difícil de Chiquito.

c) legitimar o direito do filho à herança.

d) conter o ânimo violento de Chico Lourenço.

e) condenar a agressividade do marido contra o filho.

Resolução O pai, ao reclamar da personalidade do filho, recebe da esposa como resposta o ditado popular “Quem herda, não rouba”: a justificativa para “natureza forte” do filho é o fato de ele ter herdado do pai tal comportamento.

Resposta: BB

Eu tenho empresas e sou digno do visto para ir a Nova York. O dinheiro que chove em Nova York é para pessoas com poder de compra. Pessoas que tenham um visto do consulado americano. O dinheiro que chove em Nova York também é para os nova-iorquinos. São milhares de dólares. [...] Estou indo para Nova York, onde está chovendo dinheiro. Sou um grande administrador. Sim, está chovendo dinheiro em Nova York. Deu no rádio. Vejo que há pedestres invadindo a via onde trafega o meu carro vermelho, importado da Alemanha. Vejo que há carros nacionais trafegando pela via onde trafega o meu carro vermelho, importado da Alemanha. Ao chegar em Nova York, tomarei providências.

SANTANNA, A. O importado vermelho de Noé. In: MORICONI. I. (Org.). Os cem melhores contos. Rio de Janeiro: Objetiva. 2001.

As repetições e as frases curtas constituem procedimentos linguísticos importantes para a compreensão da temática do texto, pois

a) expressam a futilidade do discurso de poder e de distinção do narrador.

b) disfarçam a falta de densidade das angústias existenciais narradas.

c) ironizam a valorização da cultura norte-americana pelos brasileiros.

d) explicitam a ganância financeira do capitalismo contemporâneo.

e) criticam os estereótipos sociais das visões de mundo elitistas.

Resolução O texto expõe a futilidade de seu narrador que se entende como alguém superior por conta de seu poder aquisitivo. Essa futilidade fica nítida pela repetição de frases parecidas e curtas que não possuem qualquer criticidade para serem mais elaboradas.

Resposta: AA