Baixe Restauração classe II e outras Resumos em PDF para Odontologia, somente na Docsity!
Dentística
Tratamento de cáries através de
preparos e restaurações de
cavidade de classe II
Tratamento de cáries através de preparos e
restaurações de cavidade de classe II
TT lesões de cárie - classe II TT lesões de cárie - classe II
Cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e molares Lesão de cárie – ter em conta: Avaliação individual de cada paciente Dimensões da lesão Higienização Dieta Avaliação da atividade de cárie Aplicação de métodos não invasivos (lesão de esmalte)
TT lesões de cárie - classe II
Radiografias interproximais
- Melhores condições de imagens para a análise de coroas anatômicas e cristas ósseas
- Rx interproximal para diagnósticos de cárie classe II para análise da coroa e crista óssea
TT lesões de cárie - classe II
Técnica Mediata – separação lenta e
gradual do espaço interproximal (auxiliar
o diagnóstico de lesão de cárie classe II)
Técnica Imediata – separação obtida em
poucos minutos, com separador metálico
para dente
TT lesões de cárie - classe II
Amálgama dental – tipo especial de liga que
contém o mercúrio como um de seus
constituintes.
Anusavice, 1996
- Usado há mais de 165 anos
- Ligas com baixo/ ato conteúdo de cobre (Cu)
- Limalha/ partículas
- Esféricas/ mistura Swnt e Robbins, 1996 **TT lesões de cárie - classe II Princípios gerais do preparo cavitário – tempos operatórios
- Forma de contorno
- Forma de resistência
- Forma de retenção
- Forma de conveniência
- Remoção de dentina cariada
- Forma de acabamento das paredes de esmalte
- Forma de limpeza da cavidade TT lesões de cárie - classe II** Temos vários tipos de acesso para Preparo classe II de amálgama Meios de acesso à lesão cariosa:
- Preparo convencional 2. Slot vertical – acesso por oclusal **3. Acesso direto
- Slot horizontal**
- Restauração tipo túnel – (manutenção da crista marginal) Slot vertical de Markley : pré-molares superiores e inferiores quando apenas a face proximal cariada é incluída na preparação, sem envolvimento da oclusal - faz-se acesso por oclusal O acesso para esse preparo é feito pela superfície oclusal, através da confecção de um “slot” TT lesões de cárie - classe II TT lesões de cárie - classe II Acesso direto - Utiliza-se quando não tem o dente adjacente (+ conservadora possível) - Preservação das estruturas (crista marginal) Slot horizontal – entrando por vestibular ou por lingual, desgasta-se uma parte sadia para chegar a lesão
Curva Reversa de Hollemback
- formar um ângulo de 90 nas margens gengivais
- Aumento da quantidade de material em área crítica de esforços oclusais
- Tirar esmalte sem suporte
- Vestibular de Molares inferiores
- Palatino de molares superiores
- Devido a orientação dos prismas de esmalte, cúspides de balanceio e trabalho Dependendo do contorno da superfície proximal, pode ser converiente prepara-se a curva reversa de Hollenback na parede vestibular da caixa proximal, de forma a aumentar a espessura do material restaurador na margem da restauração. Curva Reversa de Hollemback Curva Reversa de Hollemback Devido a direção da parede vestibular da caixa proximal vista de cima (O - G), que deverá ser paralela aos prismas de esmalte, cria-se uma curva invertida de contorno para aumentar a resistência e evitar o contato com o dente vizinho. Sistemas de matrizes Dispositivos metálicos que substituem uma ou mais paredes ausentes em uma cavidade, possibilitando a reconstrução correta do contorno através de uma restauração Mondelli, 1990 FUNÇÕES:
- reproduzir o contorno do dente
- proporcionar área de contato
- confinar o material no interior da cavidade
- não atingir o dente vizinho durante o preparo cavitário
Sistemas de matrizes CARACTERÍSTICAS DESEJÁVEIS DE UMA MATRIZ:
- ser rígida
- possibilitar a obtenção de um contorno anatômico apropriado
- permitir a restauração da relação de contato proximal
- evitar excesso de material a nível gengival
- ser de fácil aplicação e remoção
- Inseridas no sulco gengival
- Margem oclusal ultrapassando aproximadamente 1 , 0 mm da crista marginal do dente vizinho Largura de 5 u 7 mm Espessura de 0,03 a 0,05 mm Tira-matrizes planas/ “bumerangue” Porta-matrizes Matrizes pré-fabricadas Sistemas de matrizes Classificação das Matrizes Matrizes individuais As Matrizes Individuais são aquelas preparadas especialmente para o caso em questão. Podem ser de cinco tipos: => Matriz de Hollemback; => Matrizes rebitadas e matrizes soldadas; => Matriz em “T” ou em “forma de cinta”; => Matriz de Barton; => Automatriz. Classificação das Matrizes Matriz de Sweeney Pequenas restaurações próxim – oclusais Matriz recortada em forma ovoide (arredondar para não cortar o lençol de borracha) Porta matriz de Tofflemire
Cunhas de Madeira As cunhas de madeiras são dispositivos auxiliares na restauração de cavidades que envolvam a superfície proximal dos dentes. Seus principais objetivos são: => Permitir correto ajuste da matriz na região cervical; => Promover discreto afastamento dos dentes para compensar a espessura da lâmina / matriz; => Evitar extravasamento do amálgama no momento da condensação. Cunhas de Madeira Estabilização da matriz ao dente Melhor adaptação marginal da restaurações Evitam excessos na porção cervical Diminui a secreção do sulco gengival Separação do dente Os.: Classe II é difícil fazer o ponto de contato Cunhas coloridas – fáceis de recortar Adaptam-se à superfície do dente Base maior voltada para a gengiva, triângulo com base localizada apical à parede gengival Cunhas de Madeira
- Posicionamento de Lingual para Vestibular
- Maior volume nas ameias Técnica restauradora A restauração de amálgama deve seguir alguns passos para seu sucesso final. Esses passos podem ser chamados de Tempos de Cristalização do Amálgama. Dever-se-á considerar:
- Limpeza da cavidade
- Trituração do amálgama
- Inserção
- Condensação
- Brunidura pré-escultura
- Escultura
- Brunidura pós-escultura
- Remoção da matriz/ cunha
- Acabamento e polimento Técnica restauradora Limpeza da cavidade
- Solução de Flúorfosfato acidulado 1 , 23 % líquido
- Não lavar
- Avaliar a necessidade da proteção do complexo dentino-pulpar (profunda) Trituração:
- Manual ou mecânica
- Obtenção de massa plástica, lisa e não granulosa – 0 , 8 seg Técnica restauradora condensação Limalha ou mistura Partículas esféricas
- Adaptação do amálgama
- Compactação – restauração livre de poros
- Redução do conteúdo de mercúrio
Técnica restauradora Condensar contra a matriz Amálgama coloca-se em excesso pois na escultura vai remover (acima do cavo – superior) Brunidura Diminui a porosidade do amalgama Obtenção de uma superfície lisa Melhorar a adaptação marginal Alta vigorosidade! Técnica restauradora Escultura:
- Reprodução de detalhes anatômicos
- Sonda exploradora – cristas marginais. Delimitar a crista marginal (sonda exploradora – matriz – restauração);
- Hollemback 3 S/ Frahn – superfície oclusal (deve-se comprar os 3 ) Sonda exploradora contorna o dente para arredondar. Desliza-se o Hollemback sobre o remanescente Técnica restauradora Brunidura pós-escultura
- proporciona uma superfície mais lisa,
- reduz a porosidade nas margens,
- reduz a infiltração marginal (melhor adaptação marginal)
- reduz o conteúdo de mercúrio nas margens, reduz a infiltração marginal e reduz a emissão de vapores de mercúrio residual
- aumenta a dureza nas margens. A brunidura deverá ser realizada com brunidores que melhor se adaptem a anatomia da face oclusal em movimentos efetuados no sentido da restauração para a margem Técnica restauradora Finalização
- Remoção da matriz/ cunha - remover um lado de cada vez e por fim as cunhas
- Acabamento ligeiro, arredondando as proximais, remover isolamento absoluto
- Verificar os contatos oclusais com carbono
- Expansão tardia provocada pelo Zn (zinco) Acabamento e Polimento
- Feito depois de decorridas 24 a 48 horas
- Melhorar lisura da superfície
- Refinamento da escultura
- Aumento da resistencia à corrosão
- Diminuição do acúmulo de placa
- Estética O polimento - pontas de borracha abrasiva de granulações decrescentes adaptadas em um contra-ângulo de baixa rotação - nas cores marrom, verde e azul; da maior para a menor abrasividade. Técnica restauradora Acabamento Conjunto de fresas multilaminadas para acabamento de restaurações de amálgama; Conjunto de pontas de borracha abrasiva para o polimento do amálgama.
Resina Composta Meios de acesso à lesão cariosa Slot vertical – acesso p oclusal Acesso direto Restauração tipo tunel – manutenção da crista marginal Sistema palodent Matriz de sweeny Matriz de aço em classe II sempre Não devemos unir paredes opostas na técnica incremental Deve se realizar primeiro as proximais até termos uma classe I e preencher o restante Acabamento Borracha de Polimento