Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


RESUMO ANATOMIA DO TÓRAX, Resumos de Anatomia

RESUMO ANATOMIA DO TÓRAX REFERÊNCIA UTILIZADA: MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne MR. Anatomia Orientada Para a Clínica-7ª Edição. Rio de Janeiro, 2014.

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 15/05/2020

lethicia-beatriz
lethicia-beatriz 🇧🇷

4.7

(3)

4 documentos

1 / 14

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
LETHICIA BEATRIZ LIMA DE MESQUITA TÓRAX
TÓRAX
É a parte do tronco situada entre o pescoço e
o abdome.
O termo peito é usada muitas vezes como
sinônimo de tórax, mas o peito é muito mais
extenso do que a parede torácica e a
cavidade nela contida.
O peito geralmente é entendido como a parte
superior do tronco, mais larga na parte
superior em razão do cíngulo dos membros
superior (clavícula e escapula)
A caixa torácica e sua parede tem o formato
de um cone truncado, a porção superior é
mais estreita e a circunferência aumenta
inferiormente, alcançando o diâmetro
máximo na junção com a parte abdominal do
tronco.
A caixa torácica, cujas barras horizontais são
formadas pelas costelas e cartilagem costais.
Além disso, o assoalho da cavidade torácica
(diafragma) apresenta uma invaginação
inferior profunda causada pelas vísceras da
cavidade abdominal. Em consequência disso,
protege as vísceras abdominal, e não as
torácicas. (ex. fígado)
Tórax contém os principais órgãos dos
sistemas respiratório e circulatório. A
cavidade torácica é dividida em três espaços
principais:
O compartimento central, ou mediastino, que
aloja as vísceras torácicas (traqueia, esôfago
e coração), com exceção dos pulmões
Cavidades pulmonares direita e esquerda, que
aloja os pulmões.
A maior parte da cavidade torácica é ocupada
pelos pulmões, que propiciam hematose- a
troca de oxigênio e dióxido de carbono entre
o ar e o sangue.
A maior parte restante da cavidade torácica é
ocupada pelo coração e pelas estruturas
associadas a condução do ar e do sangue que
entram e saem do pulmões. Além disso, os
nutrientes (alimentos) através do esôfago, do
local de entrada até o local de digestão e
absorção do abdome.
PAREDE TORÁCICA
Parede torácica: inclui a caixa torácica, os
músculos que se estende entre as costelas,
pele, tecido subcutâneo, os músculos e a
fáscia que revestem a face anterolateral do
tronco.
Essas mesmas estruturas, quando cobrem a
face posterior, são consideradas
pertencentes ao DORSO.
As glândulas mamarias estão situadas na tela
subcutânea da parede torácica.
O formato abobadado da caixa torácica
proporciona grande rigidez, permite:
Proteger os órgãos internos torácicos e
abdominais contra forças externas
Resistir às pressões internas negativas
(subatmosféricas) geradas pela retração
elástica dos pulmões e pelos movimentos
inspiratórios.
Proporcionar fixação para os membros
superiores e sustentar seu peso.
Proporcionar fixação de muitos músculos que
movimentar e mantem a posição dos
membros superiores, e fixação para músculos
do abdome, pescoço, dorso e dos da
respiração.
Esqueleto da parede torácica
Forma a caixa torácica osteocartilagínea que
protege as vísceras torácicas e alguns órgãos
abdominais
12 pares de costelas (com cartilagem costais)
e 12 vertebras torácicas e discos
intervertebrais interpostos entre elas, além
do esterno.
Posteriormente- coluna vertebral (torácica),
anteriormente: esterno, costelas (ligando o
esterno as vertebras) e cartilagens costais.
Costelas verdadeiras (7): tem conexão direta
com esterno, costelas falsas: suas cartilagens
unem a cartilagem das costelas acima,
conexão indireta com esterno (3), costelas
flutuantes: cartilagem costal quase que
inexistente (2).
Costela atípicas:
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe

Pré-visualização parcial do texto

Baixe RESUMO ANATOMIA DO TÓRAX e outras Resumos em PDF para Anatomia, somente na Docsity!

TÓRAX

 É a parte do tronco situada entre o pescoço e o abdome.  O termo peito é usada muitas vezes como sinônimo de tórax, mas o peito é muito mais extenso do que a parede torácica e a cavidade nela contida.  O peito geralmente é entendido como a parte superior do tronco, mais larga na parte superior em razão do cíngulo dos membros superior (clavícula e escapula)  A caixa torácica e sua parede tem o formato de um cone truncado, a porção superior é mais estreita e a circunferência aumenta inferiormente, alcançando o diâmetro máximo na junção com a parte abdominal do tronco.  A caixa torácica, cujas barras horizontais são formadas pelas costelas e cartilagem costais. Além disso, o assoalho da cavidade torácica ( diafragma ) apresenta uma invaginação inferior profunda causada pelas vísceras da cavidade abdominal. Em consequência disso, protege as vísceras abdominal, e não as torácicas. (ex. fígado)Tórax contém os principais órgãos dos sistemas respiratório e circulatório. A cavidade torácica é dividida em três espaços principais:  O compartimento central, ou mediastino, que aloja as vísceras torácicas (traqueia, esôfago e coração), com exceção dos pulmões  Cavidades pulmonares direita e esquerda, que aloja os pulmões.  A maior parte da cavidade torácica é ocupada pelos pulmões, que propiciam hematose- a troca de oxigênio e dióxido de carbono entre o ar e o sangue.  A maior parte restante da cavidade torácica é ocupada pelo coração e pelas estruturas associadas a condução do ar e do sangue que entram e saem do pulmões. Além disso, os nutrientes (alimentos) através do esôfago, do local de entrada até o local de digestão e absorção do abdome.

PAREDE TORÁCICA

Parede torácica: inclui a caixa torácica, os músculos que se estende entre as costelas, pele, tecido subcutâneo, os músculos e a fáscia que revestem a face anterolateral do tronco.  Essas mesmas estruturas, quando cobrem a face posterior, são consideradas pertencentes ao DORSO.  As glândulas mamarias estão situadas na tela subcutânea da parede torácica.  O formato abobadado da caixa torácica proporciona grande rigidez, permite:  Proteger os órgãos internos torácicos e abdominais contra forças externas  Resistir às pressões internas negativas (subatmosféricas) geradas pela retração elástica dos pulmões e pelos movimentos inspiratórios.Proporcionar fixação para os membros superiores e sustentar seu peso.Proporcionar fixação de muitos músculos que movimentar e mantem a posição dos membros superiores, e fixação para músculos do abdome, pescoço, dorso e dos da respiração. Esqueleto da parede torácica  Forma a caixa torácica osteocartilagínea que protege as vísceras torácicas e alguns órgãos abdominais  12 pares de costelas (com cartilagem costais) e 12 vertebras torácicas e discos intervertebrais interpostos entre elas, além do esterno.Posteriormente- coluna vertebral (torácica), anteriormente: esterno, costelas (ligando o esterno as vertebras) e cartilagens costais.  Costelas verdadeiras (7): tem conexão direta com esterno , costelas falsas: suas cartilagens unem a cartilagem das costelas acima, conexão indireta com esterno (3), costelas flutuantes: cartilagem costal quase que inexistente (2).Costela atípicas:

As duas primeiras costelas e as duas últimas costelas, por exemplo a primeira costela tem uma única face articular em sua cabeça para articulação apenas com a vertebra T I e dois sulcos transversos na face superior para a artéria e veia subclávia.A costela II é bem mais longa que a costela I, sua cabeça tem duas faces para articulação com os corpos das vertebras T I e T II.As costelas X a XII, como a costela I, tem apenas um face articular em suas cabeças e articulam-se apenas com uma vertebra.As costelas XI a XII são curtas e não tem colo nem tubérculo.São atípicas já que não segue a estrutura das demais costelas que possuem- cabeça, colo, tubérculo, corpo. A coluna  A base de sustentação do tronco que é a região do corpo na qual estão fixados a cabeça, o pescoço e os membros.  Divide-se em: porção antero-superior em tórax, anterior inferior em abdômen e posterior em dorso.Tem 33 vertebras, movimento vertebras superiores. 7 Cervical, 12 Torácica, 5 Lombares, 5 Sacrais, 4 cóccix.  Vertebras torácicas é típica visto que é independente, tem corpos, arcos vertebrais, sete processos para conexões musculares e articulares. O processo transverso das vertebras torácicas tem face costais para se articular com as costelas, e o corpo vertebral também possui faces costais bilaterais (superior e inferior). Não contem forame transverso. Com processos espinhosos longos, com inclinação inferior. ESTERNO  As costelas tem origem na coluna vertebral faz conversão anterolateral e segue em direção ao esterno e se articulam com ele por meio da cartilagem costais.Costelas verdadeiras (1 a 7), costelas falsas ( a 10), costelas flutuantes: cartilagem costal quase inexistente e não tem ligação com esterno se liga com a fáscia da musculatura abdominal lateral (11 a 12).Osso plano e alongadoA bifurcação da carina ocorre por atrás do manúbrio do esterno.O esterno é dividido em três partes: manúbrio, corpo, processo xifoide. Em adolescente e adultos jovens, as três partes são unidas por articulações cartilagíneas (sincondroses) que se ossificam em torno da meia-idade. Aberturas do tóraxAbertura superior do tórax  Anterior, a margem superior do manúbrio do esterno  Lateral, o 1 par de costelas e suas cartilagens costais  Posterior, a vertebra T I, cujo corpo salienta-se anteriormente na abertura  Abertura inferior do tórax  Anterior, articulação xifoesternal  Anterolateral, cartilagens costais unidas das costelas VII a X  Posterior, a vertebra torácica XII  Posterolateral, o 11 e a 12 pares de costelas. Movimento da parede torácica e do diafragma durante a inspiração aumentam o volume intratorácico e os diâmetros do tórax.  As consequentes alterações de pressão resultam na alternância entre a entrada de ar nos pulmões (inspiração) e a eliminação de ar (expiração) através do nariz, boca, laringe, traqueia.  Durante a expiração passiva, o diafragma, os músculos intercostais e outros musculo relaxam, reduzindo o volume intratorácico e aumentando a pressão intratorácica.

PROSTESE: é no espaço retromamário, acima do músculo peitoral (subglandular e subfascial) ou abaixo (submuscular). Incisão é inferior da mama ou na borda da aréola. PROCESSO AXILAR OU CAUDA DE SPENCE  Uma pequena parte da glandula mamaria pode estender-se ao longo da margem inferolateral do musculo peitoral em direção a fossa axilar, formando um processo AXILAR OU cauda de spence.Algumas mulheres descobrem isso (sobretudo durante o ciclo menstrual, quando podem aumentar) e ficam preocupadas, suspeitando de um nódulo (tumor) ou aumento dos linfonodos. Ductos  Ductos lactíferos dão origem a brotos que formam 15 a 20 lóbulos da glandula mamaria, que constituem o parênquima da glandula mamaria  Cada lóbulo desemboca a secreção em ducto segmentar vai até o ducto principal e desemboca na papila.  Cada ducto lactífero tem uma parte dilatada, situada profundamente à aréola, o seio lactífero , na qual uma pequena gotícula de leite se acumula ou permanece na lactante. MAMA FEMININA  Quando o neonato começa a sugar, a compressão da aréola (e do seio lactífero abaixo dela) expele as gotículas acumuladas (leite) e estimula o neonato a continuar mamando enquanto ocorre o reflexo de ejeção do leite, mediado por hormônios (prolactina).O leite materno é secretado na boca do bebe, e não sugado da glândula por ele. Papilas mamarias  São proeminências cônicas ou cilíndricas situadas nos centros das aréolas.  Não tem gordura, pelos nem glândula sudoríparas. As extremidades das papilas são fissuradas e os ductos lactíferos abrem-se nelas  As papilas são formadas principalmente por fibras musculares lisas circulares que comprimem os ductos lactíferos durante a lactação e causam a ereção das papilas em resposta a estimulação, como um bebê começar a sugar. Aréola  Durante a gravidez as glândulas sebáceas aumentam e secretam uma substancia oleosa, que atua como um lubrificante protetor (de atrito pela sucção ) para aréola e papila.  A aréola e a papila estão particularmente sujeitas a fissuras e irritação no início da amamentação. CARCINOGÊNESE NA MAMA  O homem também pode ter câncer de mama pois 90 % dos câncer são de origem ductal, no ducto lactífero.  Mastectomia- além da retirada da mama, se retira também dos linfonodos axilares, e o membro fica inchado, tendo que fazer as vezes drenagem linfática.Esvaziamento axilar ocorre para evitar que o câncer se espalhe pelo corpo inteiro. VASCULARIZAÇÃO DO TÓRAX

Obs: a A. cervical transversa quando chega na escapula se chama de A. dorsal da escapula.  Em geral, o padrão de distribuição vascular na parede torácica reflete a estrutura da caixa torácica, segue nos espaços intercostais, paralelamente as costelas. Artérias da parede torácica- a irrigação arterial da parede torácica provem da:Parte torácica da aorta , através das artérias intercostais posteriores e subcostais. Dá origem a A. bronquial esquerda , e emite ramos esofágicos. E d á origem a A. frênicas superiores. Obs: A. frênicas inferiores (ramo anterior e lateral) são os primeiros ramos da artéria aorta abdominal. Obs: a parte superior do esôfago é irrigado por A. esofágica (proveniente da A. tireoide inferior). Obs: A aorta descendente é torácica até o diafragma, depois é parte abdominal da aorta.  Artéria subclávia, através das artérias torácica interna e intercostal suprema (ramo do tronco costocervical).Artéria axilar, através dos seus ramos: artéria torácica superior, toraco acromial (R. peitoral- se relaciona ao tórax, R. clavicular, R. acromial, R. deltoide) e artéria torácica lateral (irriga o m. serrátil).

 No 7-9 espaços intercostais derivam das artérias musculofrenicas , também ramos das artérias torácicas internas. OBS- A A. intercostal posterior e a. intercostal anterior na lateral do tórax, próximo a linha médio axilar, se anastomosam. Fazendo uma irrigação colateral. Correlação anatômicas  Essa vascularização (a. intercostais, v. intercostais e n. intercostais) vai caminhar na borda inferior da costela  Seguem superiormente ao espaço intercostal, e na região da borda da costela dão origem a ramos colaterais (que seguem inferiormente no espaço intercostal)  Na porção superior da costela e inferior do espaço intercostal tem os ramos colaterais  INCISÃO na toracocentese- PORÇÃO SUPERIOR DA COSTELA As veias da parede torácicaAs veias intercostais acompanham as artérias e nervos intercostais  Há 11 veias intercostais posteriores e uma veia subcostal de cada lado.  As veias intercostais posteriores anastomosam-se com as veias intercostais anterioresAs veias intercostais posteriores recebem um afluente posterior e uma veia intervertebralAs veias intercostais posteriores (4-11) terminam no sistema venosa ÁZIGO, que conduz o sangue venoso até a veia cava superior (VCS).  As veias intercostais do 1 espaço intercostal costumam entrar diretamente nas veias braqueocefálicas direita e esquerda. E a do 2 e 3 espaço unem-se a veia intercostal superior. A veia hemi Ázido acessória e a veia hemi- Ázigo drenam para a veia ÁZIGO por meio da veia horizontal. A veia hemi ázigo acessoria conduz o sangue tambem para veia intercostal superior que drena para a veia braqueocefalica e vai para v. Cava superior. CORRELAÇÃO Drenagem de tóraxRegiao de incisao: 5, 6 e 7 espaços intercostais.  Ocorre a ruptura dos musculos intercostais externos, internos e Íntimos.  A incisão ocorre na região inferior do espaço intercostal, ou seja, na borda superior da costela. Obs: Os vasos colaterais caminham na borda superior da costela Acesso cirúrgico intratorácico extrapleural É difícil observar a fixação no cadáver embalsamado, mas na cirurgia, a natureza relativamente frouxa da fáscia endotorácica fina propicia um plano de clivagem natural, permitindo ao cirurgião separar a pleura parietal costal que reveste a cavidade pulmonar da parede torácica. Isso

permite acesso intratorácico às estruturas extrapleurais (p. ex., linfonodos) e introdução de instrumento sem abertura e talvez contaminação do espaço potencial (cavidade pleural) que circunda os pulmões. Fraturas de arcos costais  Espículas ósseas pode levar a perfuração da pleura e perfuração o parênquima pulmonar- levando pneumotórax (ar na cavidade pleural).  Fratura de esterno. TÓRAX- VÍSCERAS DA CAVIDADE DO TÓRAX Introdução  O assoalho da cavidade torácica (diafragma) apresenta uma invaginação inferior profunda (isto é, é empurrado para cima) causada pelas vísceras da cavidade abdominal.  O músculo diafragma é o divisor entre as estruturas torácicas e abdominais.  Estruturas como fígados e rins segue a movimentação do diafragma.  Em consequência, o diafragma aproximadamente a metade inferior da parede torácica circunda e protege as vísceras abdominais, e não as torácicas que estão dentro do gradil costal (ex. fígado). Assim, o tórax e sua cavidade são muito menores do que sugere a aparência externa do peito.  A cópula diafragmática (região seio costofrênico) obedece o contorno do fígado, em que tem a sua porção direita mais superior que sua porção esqueça, visto na radiografia. Obs: seio costofrênico: região que fica entre o diafragma e a costela.  Na radiografia, a baixo do diafragma se tem densidade devido a massa visceral do fígado.  Na radiografia do tórax, na região inferior esquerdo tem bolhas gástricas, pois na região abdominal esquerda se tem o estômago. CAVIDADES PULMONARES  Contudo, a maior parte da cavidade torácica é ocupada pelos pulmões , que propiciam a troca de O2 e CO2 entre o ar e o sangue  O restante da cavidade torácica é ocupada pelo coração e p elas estruturas associadas à condução do ar e do sangue que entram e saem dos pulmões MediastinoCompartimento interposto entre as duas cavidades pulmonares  Envolvido pelo pericárdio  Estende-se verticalmente da abertura superior do tórax (delimitação superior) até o diafragma e antero-posteriormente do esterno até os corpos vertebras torácicos.  Contém:  CoraçãoPartes torácicas dos grandes vasosParte torácica da traqueiaEsôfagoTimo e linfonodos Divisão do aparelho respiratórioFuncionalmente está dividido em:Porção condutoraPorção respiratória  Porção condutora:  Cavidades e tubos em continuidade  Nariz  Faringe  Laringe  Traqueia  Brônquios (primários, secundários, terciários)  Bronquíolos  Ventilação- porção que conduz o ar (porção condutora)Respiração- porção onde ocorre a hematose (troca dos gases): porção respiratória  Porção respiratória  Ocorre a troca gasosa

O tubo orotraqueal, se permanecido por muito tempo, aumenta a chance de lesões da laringe. Brônquios  Divisão: brônquios primarias (principais), secundários (lobares) e terciários (segmentares)  Brônquios lobares superior e inferior esquerdo e brônquios lobares superior, médio e inferior direito.  Nos pulmões, os brônquios ramificam-se de modo constante e dão origem à arvore traqueobronquial.  A bifurcação no ângulo do esterno divide a traqueia em brônquios principais:  Bronquio principal direito: é o mais largo, mais curto e vertical do que o brônquio principal esquerdo.Brônquio principal esquerdo: segue inferolateralmente, inferiormente ao arco da aorta e anteriormente ao esôfago e à parte torácica da aorta, para chegar ao hilo pulmão.Obs: intubação seletiva é quando o tubo é colocado no brônquio principal direto (por ele ser mais largo, vertical e curto) ocorrendo a ventilação apenas do pulmão direito. O correto durante a intubação é o tubo ir até antes da bifurcação carina (para ventilação ambos pulmões). Através da ausculta pulmonar se percebe a intubação seletiva.  Os ramos da árvore traqueobronquial são componentes da raiz de cada pulmão-HILO ( formada pelos ramos da artéria e das veias pulmonares, além dos brônquios).  Cada brônquio principal (primário) divide-se em brônquios lobares secundários, dois à esquerda e três à direita, e cada um deles supre um lobo do pulmão  Cada brônquio lobar divide-se em vários Bronquios segmentares terciários, que suprem os segmentos broncopulmonares. BronquíolosA parede dos bronquíolos não tem cartilagem. Os bronquíolos condutores:  Transportam ar, mas não tem glândulas nem alvéolos  Os bronquíolos respiratórios, caracterizados por bolsas (alvéolos) de paredes finas e dispersos, que se originam de suas luzes.  Graças à presença dos alvéolos, os bronquíolos respiratórios participam tanto do transporte do ar quanto da troca gasosa. Alvéolos  Unidade estrutural básica de troca gasosa no pulmão. Cada bronquíolo respiratório dá origem a 2 a 11 ductos alveolares, e cada um deles dá origem a 5 a 6 sacos alveolares.  Esses sacos alveolares são envolvidos por capilares sanguíneos (plexo capilar alveolar)  O plexo capilar alveolar são ramos da artéria pulmonar e veia pulmonar (encontro dessas estruturas).  A pleura visceral está aderida ao parênquima pulmonar, os alvéolos faz parte do parênquima pulmonar. Broncoscopia  À medida que o broncoscópio desce pela traqueia para entrar no brônquio principal, é observada uma crista semelhante a uma quilha, a carina, entre os orifícios dos brônquios principais direito e esquerdo  Alterações morfológicas na carina são sinais diagnósticos importantes para broncoscopistas, auxiliando no diagnóstico diferencial de doença respiratória.  Se os linfonodos traqueobronquiais situados no ângulo entre os brônquios principais estiverem aumentados devido às metástases de um carcinoma broncogênico, por exemplo, a carina apresenta-se distorcida, alargada posteriormente e imóvel  A mucosa que cobre a carina é uma das áreas mais sensíveis da árvore traqueobronquial e está associada ao reflexo da tosse. Por exemplo, uma pessoa que aspira um

amendoim, engasga e tosse. Quando o amendoim ultrapassa a carina, a tosse geralmente cessa. Pulmões  Os pulmoes são os orgãos vitais da respiração. Sua principal função é oxigenar o sangue colocando o ar inspirado bem próximo do sangue nos capilares pulmonares.  O parênquima pulmonar trata-se dos alvéolos  Embora os pulmões de cadáver sejam retraídos, firmes ou duros ao toque, e com alteração da cor, os pulmões saudáveis em pessoas vivas são normalmente leves, macios e esponjosos, e ocupam totalmente as cavidades pulmonares.  Os pulmões são separados um do outro pelo mediastino. Cada pulmão tem:  Um ápice  Uma base  Dois (pulmão esquerdo) ou três lobos (pulmão direito): separados por uma ou duas fissuras. O Pulmão esquerdo possui fissura oblíqua (divide o lobo superior do inferior), e o pulmão direito possui fissura horizontal (divide o lobo superior do médio) e fissura oblíqua (divide o lobo médio do lobo inferior).  Três faces: costal, mediastinal (contato com o mediastino) e diafragmática (voltado para o diafragma).  Três margens: anterior, inferior e posterior.  Obs: derrame pleural de fissura (tumor fantasma): o líquido pleural pode manter-se encapsulado na fissura horizontal ou oblíqua, formando uma imagem compatível com uma massa na projeção em PA, mas, em geral, com conformação elíptica na projeção lateral. Pulmão direito  O pulmão direito é maior e mais pesado do que o esquerdo, porém é mais curto e mais largo, porque a cúpula direita do diafragma é mais alta e o coração e o pericárdio estão mais voltados para esquerda.  A margem anterior do pulmão direito é relativamente reta.  Os pulmões estão fixados ao mediastino pelas raízes dos pulmões (hilo pulmonar)— isto é, os brônquios (e vasos brônquicos associados), artérias pulmonares, veias pulmonares superior e inferior, plexos pulmonares de nervos (fibras aferentes simpáticas, parassimpáticas e viscerais) e vasos linfáticos.  Impressões (marcas das estruturas adjacentes): impressão esofágica, impressão da veia braqueocefálico, impressão da veia cava superior, impressão da veia ázigo, impressão cardíaca, impressão diafragmática e impressões costais. Pulmão esquerdo  Possui uma única fissura oblíqua esquerda, que o divide em dois lobos, superior e inferior.  A margem anterior do pulmão esquerdo tem uma incisura cardíaca profunda , uma impressão deixada pelo desvio do ápice do coração para o lado esquerdo, impressão cardíaca.  Essa impressão situa-se principalmente na face anteroinferior do lobo superior e costuma moldar a parte mais inferior e anterior do lobo superior, transformando-a em um processo estreito e linguiforme, a língula.Impressão: impressão cardíaca, impressão do arco aórtico, impressão da artéria subclávia, impressão diafragmática.  Possui hilo pulmonar, assim como o outro pulmão. Vasculatura pulmonar

Pressão pleural  Pressão do líquido no estreito espaço entre a pleura visceral e a pleura parietal  Leve sucção entre os folhetos pleurais, o que significa pressão negativa  Pressão pleural normal no início da inspiração: cerca de -5 centímetros de água.  Expansão da caixa torácica traciona os pulmões para diante com força maior e cria mais pressão negativa, que chega a cerca de - 7,5 centímetros de água (pressão transpulmonar). Os músculos quando se contraem gera uma pressão na pleura parietal, líquido pleural e pleura visceral, e tracionam os alvéolos, promovando uma pressão negativa para fazer o ar entrar. Pressão transpulmonar  Diferença entre a pressão alveolar e a pressão pleural. É chamada pressão transpulmonar.  É a diferença de pressão entre os alvéolos e as superfícies externas dos pulmões, sendo medida das forças elásticas nos pulmões que tendem a colapsá-los a cada instante da respiração, a chamada pressão de retração.Inspiração- necessita de uma pressão transpulmonar negativa (-7,5). Pressão alveolar e lei de laplace  P= 2T/R  Quanto menor o raio maior a pressão alveolar  Surfactante (produzido na vigésima semana de gestação) causa a quebra da tensão superficial  Quanto mais retraído maior vai ser a produção de surfactanteQuanto mais estirado menos surfactante é produzido  A produção do surfactante é controlado pelo sistema nervoso.  Surfactante é sintetizado por pneumócitos II. Composto por fosfolipídios, proteínas e íons.  Surfactante pulmonar previne atelectasia e maior a complacência. Atelectasia  Colabamentos dos alvéolos.Na radiografia da atelectasia, se tem visualização das vértebras, cúpula diafragmática rebaixada, desvio da área cardíaca para o lado afetado. No prematuro ocorre a chamada de síndrome da membrana hialina. Colapso dos alvéolos devido a ausência do surfactante. Complacência pulmonar  Capacidade dos pulmões em distender –se sob pressão.  Medida pelo volume pulmonar alterado por unidade de pressão alterada  É usado na prática como um medida da rigidez comparativa do pulmão.  Complacência estática.  Complacência dinâmica.  BAIXA COMPLACÊNCIA SIGNIFICA RIGIDEZ PULMONAR. Ex. fibrose pulmonar.  Maior elasticidade  Maior retração elástica  Menor complacência Menor distensão  Complacência estática= volume corrente/ pressão de platô – PEEP  PEEP: pressão positiva expiratória final.  Valor normal= 50 a 100 mL/cmH2O  Niveis superiores a 30 ml/cmH2O são preditivos de desmame bem sucedido. Obs: Se diminuir a complacância há dificuldade de inspirar. Obs: Síndrome de angústia respiratória- Baixa complacência pulmonar em bebês prematuros causada por quantidades inadequadas de surfactante pulmona Obs: A complacência é o inverso da elastância (recuo elástico), que é a capacidade de resistir à deformação mecânica.