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resumo cardiorespiratorio, Resumos de Fisioterapia

resumo fisioterapia cardiorespiratória

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 12/05/2020

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jefferson-scappa-1 🇧🇷

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Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz
Acadêmico: Jefferson Scappa
Resumo: Desenvolvimento pulmonar e fisiologia respiratória no período neonatal o
conhecimento da fisiologia e da fisiopatologia do sistema respiratório dos neonatos
forma a base do cuidado individual. Assim como todo sistema do nosso organismo
existem ciclos e tempos de formação de cada sistema, assim o respiratório vai se
formando por semanas e ciclos. A respiração espontânea vem através da inspiração e
expiração nesse processo de troca, na inspiração os principais músculos ativos são o
diafragma e intercostais nesse ciclo a pressão negativa vence forças elásticas dos
pulmões e caixa torácica assim como o gradiente refere-se a pressão alveolar e pressão
atmosférica referindo-se ao fluxo inspiratório, no processo expiratório ocorre o
relaxamento dos músculos expiratórios. A anatomia do sistema é importante e como
todo organismo assim vai se desenvolvendo nesse período o esterno é menos
calcificado, diafragma composto por 25% de fibras do tipo I, fibras musculares com
menor capacidade de contração, tem mais probabilidade a fadiga, a fisiologia da criança
é diferente o raio da traquéia é 20 vezes maior que do adulto, nesse período a via aérea é
mais estreita propiciando mais resistência, os anéis cartilaginosos tem função de
oferecer mais estabilidade a essa área sendo eles em menor quantidade a tendência é que
os brônquios e bronquíolos tem maior chance de se fechar e causar obstrução, a
membrana alveolar é mais espessa nesse período assim a criança para ventilar requer
uma força maior do que no adulto. As vias aéreas na infância são menores, menor
quantidade de alvéolos a complacência no recém nascido é diminuída por precursores
alveolares de paredes espessa. Espaço morto é caracteriza pelo local que existe ar mais
não tem troca gasosa e definida pela região onde se localiza os brônquios, bronquíolos e
traqueia. A oxigenação nesse período pode ser 70 mm Hg pelo fato da alteração na
relação ventilação perfusão, a capacidade residual funcional pode ser menor que o
volume de fechamento fazendo com que as vias aéreas ou partes do pulmão não se
abram durante a inspiração. A criança tem seu período de evolução suas vias aéreas vão
ser menores o capilar é mais espesso, tem menos quantidade de alvéolos o estreitamento
das vias aéreas tem mais resistência, porém menos forças, seu pulmão em crescimento
vai ter uma capacidade de expansão menor em relação ao adulto. Porém os cuidados são
iguais e maiores a criança para ventilar requer uma força maior do que no adulto e tem
sua maior probabilidade de fadiga, sua expansão torácica esta em fase de evolução, é
contra indicado retirar a criança do seu sono para começar a realizar fisioterapia a não
ser que sejam em casos de insurgência no qual a criança esteja em insuficiência
respiratória assim é obrigatório a intervenção do fisioterapeuta durante seu período de
descanso (sono) para evitar maiores complicações.

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Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz Acadêmico: Jefferson Scappa Resumo: Desenvolvimento pulmonar e fisiologia respiratória no período neonatal – o conhecimento da fisiologia e da fisiopatologia do sistema respiratório dos neonatos forma a base do cuidado individual. Assim como todo sistema do nosso organismo existem ciclos e tempos de formação de cada sistema, assim o respiratório vai se formando por semanas e ciclos. A respiração espontânea vem através da inspiração e expiração nesse processo de troca, na inspiração os principais músculos ativos são o diafragma e intercostais nesse ciclo a pressão negativa vence forças elásticas dos pulmões e caixa torácica assim como o gradiente refere-se a pressão alveolar e pressão atmosférica referindo-se ao fluxo inspiratório, já no processo expiratório ocorre o relaxamento dos músculos expiratórios. A anatomia do sistema é importante e como todo organismo assim vai se desenvolvendo nesse período o esterno é menos calcificado, diafragma composto por 25% de fibras do tipo I, fibras musculares com menor capacidade de contração, tem mais probabilidade a fadiga, a fisiologia da criança é diferente o raio da traquéia é 20 vezes maior que do adulto, nesse período a via aérea é mais estreita propiciando mais resistência, os anéis cartilaginosos tem função de oferecer mais estabilidade a essa área sendo eles em menor quantidade a tendência é que os brônquios e bronquíolos tem maior chance de se fechar e causar obstrução, a membrana alveolar é mais espessa nesse período assim a criança para ventilar requer uma força maior do que no adulto. As vias aéreas na infância são menores, menor quantidade de alvéolos a complacência no recém nascido é diminuída por precursores alveolares de paredes espessa. Espaço morto é caracteriza pelo local que existe ar mais não tem troca gasosa e definida pela região onde se localiza os brônquios, bronquíolos e traqueia. A oxigenação nesse período pode ser 70 mm Hg pelo fato da alteração na relação ventilação perfusão, a capacidade residual funcional pode ser menor que o volume de fechamento fazendo com que as vias aéreas ou partes do pulmão não se abram durante a inspiração. A criança tem seu período de evolução suas vias aéreas vão ser menores o capilar é mais espesso, tem menos quantidade de alvéolos o estreitamento das vias aéreas tem mais resistência, porém menos forças, seu pulmão em crescimento vai ter uma capacidade de expansão menor em relação ao adulto. Porém os cuidados são iguais e maiores a criança para ventilar requer uma força maior do que no adulto e tem sua maior probabilidade de fadiga, sua expansão torácica esta em fase de evolução, é contra indicado retirar a criança do seu sono para começar a realizar fisioterapia a não ser que sejam em casos de insurgência no qual a criança esteja em insuficiência respiratória assim é obrigatório a intervenção do fisioterapeuta durante seu período de descanso (sono) para evitar maiores complicações.