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Resumo de Matemática: Geometria, Trigonometria e Funções, Esquemas de Matemática

Um resumo de matemática para os 10º, 11º e 12º anos, abordando temas como geometria (plano e espaço), trigonometria, funções e números complexos. Inclui fórmulas e propriedades importantes, como equações de círculos e esferas, produto escalar, vetores paralelos, ângulos entre retas, equações cartesianas de retas e planos, e formas de definir um plano. Também cobre sucessões, progressões aritméticas e geométricas, probabilidade condicionada, propriedades das operações com conjuntos, axiomas e teoremas. As funções são abordadas com multiplicação, divisão, potência de potência, expoente negativo e fracionário, função logaritmo, limites notáveis, continuidade e assíntotas. A trigonometria inclui razões trigonométricas, valores de ângulos notáveis e relações trigonométricas. Por fim, aborda números complexos na forma algébrica e trigonométrica, operações e igualdades.

Tipologia: Esquemas

2025

Compartilhado em 15/05/2025

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RESUM O DE MATE MÁTICA 10º
Autoria: Prof. Joana Diogo 1
GEOMETRIA
Plano (
𝟐) Espaço (
𝟑)
2
12
2
12 )()( yyxxd Distância entre dois pontos
2
12
2
12
2
12 )()()( zzyyxxd
222 )()( rbyax Circunferência Superfície
esférica
2222 )()()( rczbyax
222 )()( rbyax Circulo Esfera
2222 )()()( rczbyax
2
2
2
2
2
1
2
1)()()()( yyxxyyxx Mediatriz Plano
mediador
2
2
2
2
2
2
2
1
2
1
2
1)()()()()()( zzyyxxzzyyxx
2
,
2
2121 yyxx
M Ponto médio
2
,
2
,
2
212121 zzyyxx
M
2
2
2
1uuu Norma de um vetor
2
3
2
2
2
1uuuu
kuukyxyx ,),(),(),( 2111 Equação vetorial da reta
kuuukzyxzyx ,),,(),,(),,( 321111
bmxy em que, 𝑚=
Equação reduzida da reta
-------------
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13

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RESUMO DE MATEMÁTICA 10 º

 GEOMETRIA

Plano (ℝ𝟐) Espaço (ℝ𝟑)

d  ( x 2 x 1 )^2 (y 2 y 1 )^2 Distância entre dois pontos^ d  ( x 2 x 1 )^2 (y 2 y 1 )^2 (z 2 z 1 )^2

( x  a)^2 (yb)^2 r^2 Circunferência Superfície esférica ( x a)^2 (yb)^2 (zc)^2 r^2

( x  a)^2 (yb)^2 r^2 Circulo^ Esfera^ ( x a)^2 (yb)^2 (zc)^2 r^2

( x  x 1 )^2 (yy 1 )^2 (xx 2 )^2 (yy 2 )^2 Mediatriz Plano mediador ( x x 1 )^2 (yy 1 )^2 (zz 1 )^2 (xx 2 )^2 (yy 2 )^2 (zz 2 )^2

M x^1 x^2 y^1 y^2 Ponto médio  

M x^1 x^2 y^1 y^2 z^1 z^2

2 2 2 u  u 1 u Norma de um vetor 2 3 2 2 2 u  u 1 u u

( x ,y) (x 1 ,y 1 )k(u 1 ,u 2 ) , k ℝ Equação vetorial da reta (^ x^ ,y,z)^ (x 1 ,y 1 ,z 1 )k(u 1 ,u 2 ,u 3 ) , kℝ

y  mx b em que,^ 𝑚 =^ ௨ ௨మభ Equação reduzida da reta -------------

RESUMO DE MATEMÁTICA 10 º, 11º

 Vetores: 𝐴𝐵ሬሬሬሬሬ⃗ = 𝐵 − 𝐴 = (𝑥஻ − 𝑥஺ , 𝑦஻ି 𝑦஺)

 Produto escalar 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗= ‖𝑢ሬ⃗ ‖ × ‖𝑣⃗‖ × cos (𝑢ሬ⃗ ^𝑣⃗)

 Propriedades do Produto escalar Se 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗= 0 , os vetores são perpendiculares Se 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗> 0 , os vetores formam um ângulo agudo Se 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗< 0 , os vetores formam um ângulo obtuso Se 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗ = ‖𝑢ሬ⃗ ‖ × ‖𝑣⃗‖ , os vetores têm o mesmo sentido e são paralelos Se 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗ = −‖𝑢ሬ⃗ ‖ × ‖𝑣⃗‖^ , os vetores têm sentidos opostos e são paralelos

 Produto escalar conhecendo as coordenadas de um vetor

No plano: 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗= (𝑎, 𝑏) ∙ (𝑐, 𝑑) = 𝑎𝑐 + 𝑏𝑑 No espaço: 𝑢ሬ⃗ ∙ 𝑣⃗= (𝑎, 𝑏, 𝑐) ∙ (𝑑, 𝑒, 𝑓) = 𝑎𝑑 + 𝑏𝑒 + 𝑐𝑓

 Vetores paralelos Dois vetores dizem-se paralelos se 𝑢ሬ⃗ = 𝑘𝑣⃗, 𝑘 ∈ ℝ

O produto escalar é sempre um número real!

Para determinar o ângulo entre os vetores u e v, resolve-se esta fórmula em ordem ao cosseno e de seguida aplica-se cosି ଵ^ 𝛼 desse valor! Os vetores têm sempre de ter o mesmo ponto origem!

A

𝑢ሬ⃗

 Ângulo entre duas retas no plano e no espaço cos(𝑟 ^𝑠) = |cos(𝑢ሬ⃗ ^𝑢ሬ⃗ )| = (^) ‖௨ሬሬ⃗ ‖×‖௩|௨ሬሬ⃗ ∙௩ሬ⃗ |ሬ⃗ ‖

 Inclinação de uma reta no plano 𝑚 = tg 𝛼 , em que 𝛼 é a inclinação (ângulo que a reta faz com o semieixo positivo das abcissas) e m o declive da reta.

 Relação entre os declives de duas retas

Considere-se as retas 𝑟: 𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏 𝑒 𝑠: 𝑦 = 𝑚′𝑥 + 𝑏′  As retas são paralelas se 𝑚 = 𝑚′  As retas são perpendiculares se 𝑚ᇱ^ = − (^) ௠ଵ

 Equações cartesianas de uma reta ௫ି௫ (^) భ

௔ =^

௬ି௬ (^) భ

௕ =^

௭ି௭ (^) భ ௖ Reta que contém o ponto^ 𝐴(𝑥ଵ, 𝑦ଵ, 𝑧ଵ)^ e tem a direção do vetor^ 𝑢ሬ⃗ = (𝑎, 𝑏, 𝑐)  Se uma das coordenadas do vetor é nula e as outras não nulas, a reta é paralela ao um dos planos coordenados 𝑥 = 𝑥ଵ ∧ ௬ି௬ ௕^ భ= ௭ି௭ ௖^ భ (caso em que a=0, e a reta é paralela a yOz)  Se duas coordenadas do vetor são nulas , e a outra não nula, a reta é paralela a um dos eixos coordenados 𝑥 = 𝑥ଵ ∧ 𝑧 = 𝑧ଵ (o vetor é do tipo (0,b,0) , a reta é paralela a Oy)

 Equação cartesiana do plano 𝑎(𝑥 − 𝑥ଵ) + 𝑏(𝑦 − 𝑦ଵ) + 𝑐(𝑧 − 𝑧ଵ) = 0

 Equação geral do plano 𝑎𝑥 + 𝑏𝑦 + 𝑐𝑧 + 𝑑 = 0

Se 𝛼 = 0° , m=0. A reta é horizontal. Se 𝛼 = 90° , m não está definido. A reta é vertical.

Em ambas as equações trata-se do plano que contém o ponto 𝐴(𝑥ଵ , 𝑦ଵ , 𝑧ଵ ) e é perpendicular ao vetor 𝑢ሬ⃗ = (𝑎, 𝑏, 𝑐)

 Formas de definir um plano

Formas de definir um plano

Plano definido por 3 pontos não colineares (^) ቐ

𝑛ሬ⃗ ∙ 𝐴𝐵ሬሬሬሬሬ⃗ = 0

𝑛ሬ⃗ ∙ 𝐴𝐶ሬሬሬሬሬ⃗ = 0

Plano definido por 2 retas concorrentes ൝

𝑛ሬ⃗ ∙ 𝑟⃗= 0 𝑛ሬ⃗ ∙ 𝑠⃗ = 0

Plano definido por 2 retas paralelas ൝

𝑛ሬ⃗ ∙ 𝑟⃗= 0 𝑛ሬ⃗ ∙ 𝐴𝐵ሬሬሬሬሬ⃗ = 0

Plano definido por uma reta e um ponto exterior à reta ൝

𝑛ሬ⃗ ∙ 𝐴𝐵ሬሬሬሬሬ⃗ = 0 𝑛ሬ⃗ ∙ 𝑟⃗= 0

 Interseção entre reta e plano

  1. Escrever a equação da reta na forma vectorial
  2. Escrever as equações paramétricas da reta, retirando o ponto genérico em função de k
  3. Substituir o ponto genérico na equação do plano
  4. Determinar o valor de k e substituí-lo no ponto genérico

NOTA: Se 𝑘 ∈ ℝ, a reta intersecta o plano num ponto Se 0𝑘 = 0, a reta está contida no plano Se 0𝑘 = 𝑛º ∈ ℝ{0}, a reta é estritamente paralela ao plano

 SUCESSÕES

 Monotonia de uma sucessão 𝑆𝑒 𝑢௡ାଵ − 𝑢௡ > 0 , a sucessão é monótona crescente. 𝑆𝑒 𝑢௡ାଵ − 𝑢௡ < 0 , a sucessão é monótona decrescente. 𝑆𝑒 𝑢௡ାଵ − 𝑢௡ = 0, a sucessão é constante 𝑆𝑒 𝑢௡ାଵ − 𝑢௡ não tem sempre o mesmo sinal, então 𝑢௡ é não monótona e devemos apresentar três termos que evidenciem esse facto.

 Sucessões Limitadas

Uma sucessão diz-se limitada se tem simultaneamente minorante e majorante.

Para averiguar se uma sucessão é limitada, podemos fazer enquadramentos com as seguintes expressões: 0 < ଵ௡ ≤ 1 ou 𝑛 ≥ 1

 PROBABILIDADES

 Cálculo combinatório  Fatorial de um número natural n 𝑛! = 𝑛 × (𝑛 − 1) × (𝑛 − 2) … × 3 × 2 × 1  Permutações de n elementos 𝑃௡ = 𝑛!  Arranjos sem repetição  

nAp n n p

 Arranjos com repetição n^ A'p np

 Combinações   0

n p nC (^) p^ A^ n n p n p p p n p

Quadro síntese

Entram todos os elementos na sequência?

1! = 1

0! = 1

Permutações

Sim

Arranjos com repetição

Não

Sim Não

Arranjos sem repetição

Não

Os elementos repetem-se?

Importa a ordem dos elementos?

Os elementos repetem-se?

Sim Não

Combinações

Fonte: Neves, Maria Augusta; Matemática A 12º, Porto Editora

 Triângulo de Pascal

 Binómio de Newton

 Termo geral do desenvolvimento Tp (^)  1  n^ C (^) p a n^ p^ bp

 Lei de Laplace

Fonte: http://hugomiguel.com/matematica-triangulo-de-pascal/

Propriedades do triângulo de Pascal:

  • O primeiro e último elemento de qualquer linha do triângulo é sempre 1.
  • Os elementos que se encontram à mesma distância dos extremos são iguais.
  • A soma de dois elementos consecutivos de uma linha, é igual ao elemento que se encontra abaixo destes na linha seguinte.
  • A soma de todos os elementos da linha n é 2 ௡.

O desenvolvimento de (𝑎 + 𝑏)௡^ tem 𝑛 + 1 termos. O grau de cada monómio do desenvolvimento do binómio é igual a n.

𝑃(𝐴) = 𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑓𝑎𝑣𝑜𝑟á𝑣𝑒𝑖𝑠𝑛ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜𝑠 𝑝𝑜𝑠𝑠í𝑣𝑒𝑖𝑠

0 ≤ 𝑃(𝐴) ≤ 1 Se 𝑃(𝐴) = 0 Acontecimento impossível Se 𝑃(𝐴) = 1 Acontecimento certo 𝑃(𝐴̅) = 1 − 𝑃(𝐴) Acontecimento contrário de A

 FUNÇÕES

 Regras operatórias das funções exponenciais

Multiplicação (^ )

m m m m n m n

a b a b a a a 

Divisão

m m n n m m m

a (^) a a a a b b

^ 
 ^ 

Potência de potência  a m^ n  a m n Potência de expoente negativo 1 1

n n a (^) a n a

   ^ 

Potência de expoente fracionário (^) 𝑎௠௡ (^) = √𝑎೙^ ௠, 𝑛 ∈ ℕ 𝑒 𝑚 ∈ ℝ a 0  1 (qualquer número elevado a zero é 1)

 Função logaritmo log (^) a x  y  a yx

 Propriedades operatórias dos logaritmos

Logaritmo do produto log (a xy)  log (^) a x  logay Logaritmo da potência log (a x p) p logax Logaritmo do quociente log (^) a x^ log (^) a x logay y

Mudança de base log log log a^ b b

x x a

 Limites notáveis

0 lim x^11 x

e  x

 (^)  lim x ( 1, ) x p

e (^) a p x      (^) xlim ln^ x 0  x  lim 1 ,

n k (^) ek k n

Da definição de logaritmo resulta que:

Para a>1: Para 0<a<1:

 Levantamento de indeterminações Indeterminação Tipo de função Como levantar a indeterminação    PolinomialIrracional Colocar em evidência o termo de maior grauMultiplicar e dividir a expressão pelo seu conjugado^ ou^ escolher o termo de maior grau presente no polinómio

 

Racional Colocar em evidência o termo de maior grau no numerador e no denominador escolher o termo de maior grau no numerador e no denominador^ ou Irracional Depende do tipo de expressão (tenta simplificar-se a expressão ou multiplica-se e divide-se a expressãodada pelo radical) 0 0

Racional Fatoriza-se o numerador e o denominador de modo a simplificar a fração Irracional Multiplicar e dividir a expressão pelo seu conjugado 0   -^ Faz-se o produto e obtém-se uma das indeterminações anteriores

 Continuidade de uma função num ponto (^) xlim  a  f ( )x  (^) xlim a f ( )x f ( )a

 Teorema de Bolzano (corolário): Se f é uma função contínua em ]a,b[ e se f a( )  f b( )  0 , então f tem pelo menos um zero no intervalo ]a,b[.

 Assíntotas do gráfico de uma função  Assíntotas Verticais Diz-se que x  aé assíntota vertical sse (^) xlim a  f ( )x   (^) xlim a f ( )x    Assíntotas Não Verticais:

Diz-se que a reta de equação y  mx  bé assíntota oblíqua sse (^) xlim  (^)  f ( )x  ( mx  b) (^)  0

Determinação de m e b: m (^) xlim f^ ( )x b (^) xlim (^)  f ( )x mx  (^) x 

Se f(a) for igual apenas a um dos limites laterais, diz-se que a função é contínua à esquerda ou à direita de a

Se 𝑚 ∈ ℝ 𝑒 𝑏 ∈ ℝ, a reta de equação 𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏 é assíntota oblíqua Se 𝑚 = 0 𝑒 𝑏 ∈ ℝ, a reta de equação 𝑦 = 𝑏 é assíntota horizontal Se 𝑚 ∈ ℝ 𝑒 𝑏 = ±∞, não existe assíntota oblíqua. Se 𝑚 ± ∞, não existe assíntota oblíqua (já não se calcula o b).

O gráfico de uma função tem:

  • no máximo duas assíntotas não verticais
  • no máximo três assíntotas

 TRIGONOMETRIA

 Razões trigonométricas num triângulo retângulo

cos

sen cateto oposto^ a hipotenusa c cateto adjacente b hipotenusa c tg cateto oposto^ a cateto adjacente b

 Valores de algumas razões trigonométricas

 ( rad)

sen  1

cos  3

tg  3

1 3 0 n.d.^0 n.d^0

 Relações trigonométricas (redução ao 1º quadrante)

cos( ) cos tg( )

sen sen

tg

cos( ) cos tg( )

sen sen

tg

cos( ) cos tg( )

sen sen

tg

cos 2 cos 2

sen

sen

cos 2 cos 2

sen

sen

(^3) cos 2 cos 3 2

sen

sen

(^3) cos 2 cos 3 2

sen

sen

Conversão entre graus e radianos:

 Fórmulas trigonométricas

Fórmulas básicas Fórmulas da soma e da diferença Fórmulas do ângulo duplo 2 2

2 2

2 2

cos 1

cos 1 1 cos 1 1 1

sen tg sen

tg

tg sen

cos( ) cos cos cos( ) cos cos ( ) cos cos ( ) cos cos ( ) 1 ( ) 1

sen sen sen sen sen sen sen sen sen sen tg tg^ tg tg tg tg tg^ tg tg tg

  ^ 

  ^ 

2 2

2

cos(2 ) cos

(2 ) 2 cos

tg(2 ) 2 1

sen

sen sen

tg tg

 Equações trigonométricas  Equação do tipo senx  a , a [ 1,1] : 𝑠𝑒𝑛 𝑥 = 𝑠𝑒𝑛 𝛼 ⟺ 𝑥 = 𝛼 + 2𝑘𝜋 ⋁ 𝑥 = 𝜋 − 𝛼 + 2𝑘𝜋 , 𝑘 ∈ ℤ  Equação do tipo cos x  a , a [ 1,1] : 𝑐𝑜𝑠 𝑥 = 𝑐𝑜𝑠 𝛼 ⟺ 𝑥 = 𝛼 + 2𝑘𝜋 ⋁ 𝑥 = −𝛼 + 2𝑘𝜋 , 𝑘 ∈ ℤ  Equação do tipo 𝑡𝑔𝑥 = 𝑎, 𝑎 ∈ ℝ: 𝑡𝑔𝑥 = 𝑡𝑔𝛼 ⟺ 𝑥 = 𝛼 + 𝑘𝜋, 𝑘 ∈ ℤ

 Função periódica Uma função é periódica se existe um número positivo p tal que f ( x  p)  f ( ) ,x  x Df, em que p é o período da função.

 Limites notáveis lim௫→଴

௦௘௡ ௫

 Regras de derivação

2 2

( ) ' cos ( ) ' 'cos (cos ) ' (cos ) ' 'sin ( ) ' 1 ( ) ' ' cos cos

sen x x sen u u u x sen x u u u tg x tg u u x u

Potenciação: 𝑧௡^ = ൫|𝑧|𝑒ఈ௜൯௡^ = |𝑧|௡𝑒(௡ఈ)௜, 𝑛 ∈ ℕ Radiciação: ೙√𝑧^ = ඥ|𝑧|𝑒೙^ ఈ௜= ඥ|𝑧|^ ೙^ 𝑒

ഀశమೖഏ ೙ ௜^ , 𝑘 ∈ {0,1,2, … , 𝑛 − 1}

 Domínios planos e condições em (^) ℂ

Reta vertical Re ( z  z 1 ) r x  x 1  rem que x 1 representa a parte real do número complexo z 1 Reta horizontal Im (^ z^ ^ z 1 )^ r y^ ^ y 1 ^ rem que^ y 1 representa a parte imaginária do número complexo^ z 1 Circunferência z  z 1 r Círculo z^ ^ z 1 r^ Centro na imagem geométrica de^ z 1 e raio^ r Exterior do círculo z  z 1 r Mediatriz do segmento de reta [ z z 1 2 ] z  z 1  z z 2

Semiplano limitado pela mediatriz de [ z z 1 2 ]^1

z  z  z  z Semiplano que contém a imagem geométrica de z 1 z  z 1  z  z 2 Semiplano que contém a imagem geométrica de z 2

Semirreta

arg ( )z   Semirreta com origem no ponto (0,0), e que tem de amplitude  com o semieixo positivo Ox

arg ( z  z 1 )  Semirreta com origem na imagem geométrica de z 1 , e que tem de amplitude  com o semieixo positivo Ox

 arg ( z  z 1 ) 

Semirreta com origem na imagem geométrica de z 1 , em que o lado origem faz amplitude  com o semieixo

positivo Ox , e o lado extremidade tem de amplitude   com o mesmo eixo

Nota: As imagens geométricas das raízes de índice n de um número complexo, encontram-se sobre uma circunferência de centro na origem e raio , e dividem a circunferência em n partes iguais, cada uma com amplitude. Essas raízes são os vértices de um polígono regular de n lados e centro na origem do referencial!