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resumo endodontia pratica, Esquemas de Endodontia

resumo endodontia clinica pratica

Tipologia: Esquemas

2023

Compartilhado em 05/10/2023

gabrieli-capeline
gabrieli-capeline 🇧🇷

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ENDODONTIA
INST RUMEN TOS END ODONT IC OS
São ferramentas metálicas empregadas como agentes
mecânicos na instrumentação de canais radiculares.
MECANIZADAS| MANUAIS
Flexofile| Kerr| Hedstroem
Flexofile – indicada para canais retos e poucos
curvos, maior flexibilidade, limagem, 1ª série e 2ª
série
Kerr – Indicada na exploração iniciais e canais
retos, boa resistência, corte e penetração
pequeno, dupla ação de alargamento e desgaste
Hedstroem – pulpectomia, corte, maior remoção
de resíduos e desobstrução
Objetivo: Limpeza, desinfecção, ampliação e modelagem
Empecilhos – Anatomia dos canais, propriedades mecânicas
dos instrumentais
Movimento remoção – remoção da polpa dentaria, material
obturador e cone de papel, tipo k e H, mecanizados de Niti
Cateterismo – introdução do instrumento no interior de
canal com a finalidade de conhecer a anatomia, tipo k,
comprimento, diâmetro, não pré-curvar e acionamento
manual
Limagem – tipo k ou H
Alargamento – consiste no avanço e no giro do alargador
no interior de um furo e o diamentro deve ser maior do que
menor diâmetro do canal, permite ampliação do canal
curvo ou reto
Preparo- químico: Substancias auxiliares + instrumentos
endodônticos (eliminação de canais radiculares)
CAD (comprimento aparente do dente)
ODONTOMETRIA (método de ingle)
CRI=CAD-3MM
X=PONTA DO INSTRUMENTO AO VERTICE RADIOGRAFICO
CRD=CRI+X
CRT=CRD-1MM
OBTU RAÇÃO
Eliminação dos espaços vazios originalmente ocupado pela
polpa dental, que podem server de nichos para a
proliferação de microorganismos que resistiram ao PQM ou
que em momento posterior, possam ganhar acesso a estes
espaços.
*MATERIAIS OBTURADOS*
|Guta percha| Cimento endodôntico|
*TÉCNICA DE COMPACTAÇÃO LATERAL*
Selar toda a extensão da cavidade endodôntica desde a sua
abertura coronária até o seu término apical e promover
selamento adequado nos sentidos apical, lateral e
coronário
1) MOMENTO DA OBTURAÇÃO
2) DESCONTAMINAÇÃO DA GUTA PERCHA
3) SELEÇÃO DO ESPAÇADOR
4) CONE PRINCIPAL
5) SECAGEM DO CANAL
6) PREPARO CIMENTO OBTURADOR
AC ES SO AO S CANAI S
ACESSO
CORONÁRIO
(PROVA) > É O
CONJUNTO DE
Objetivo: permitir o acesso ao interior da
cavidade pulpar por meio da remoção do teto da
câmara pulpar e desgastes em regiões
especificas, afim de realizarmos um correto
preparo biomecânico e obturação dos canais
radiculares.
É O CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS QUE
VAI PERMITIR A CHEGADA AO INTERIOR DA
CAVIDADE P ULPAR, A L OCALIZAÇÃO E O
PREPARO DA ENTRADA E DO TERÇO
CERVICAL DO CANAL RADICULAR”
SOARES, GOLDBERG, 2002
Abertura coronária é o ato de abrir a
câmara pulpar e tem exposição de polpa
Forma de contorno remoção total de teto
da câmara pulpar
Forma de conveniência desgaste
compensatório em paredes de esmalte e
dentina
Etapas da abertura: área ou ponto de eleição
onde desgasta o dente >forma de contorno
conformação adequada de cada dente> direção
de trepanação penetração da câmara pulpar
>isolamento absoluto > forma de conveniência
acesso dos instrumentos
ABERTURA CORONARIA:
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ENDODONTIA

INSTRUMENTOS ENDODONTICOS

São ferramentas metálicas empregadas como agentes mecânicos na instrumentação de canais radiculares. MECANIZADAS| MANUAIS Flexofile| Kerr| Hedstroem  Flexofile – indicada para canais retos e poucos curvos, maior flexibilidade, limagem, 1ª série e 2ª série  Kerr – Indicada na exploração iniciais e canais retos, boa resistência, corte e penetração pequeno, dupla ação de alargamento e desgaste  Hedstroem – pulpectomia, corte, maior remoção de resíduos e desobstrução Objetivo: Limpeza, desinfecção, ampliação e modelagem Empecilhos – Anatomia dos canais, propriedades mecânicas dos instrumentais Movimento remoção – remoção da polpa dentaria, material obturador e cone de papel, tipo k e H, mecanizados de Niti Cateterismo – introdução do instrumento no interior de canal com a finalidade de conhecer a anatomia, tipo k, comprimento, diâmetro, não pré-curvar e acionamento manual Limagem – tipo k ou H Alargamento – consiste no avanço e no giro do alargador no interior de um furo e o diamentro deve ser maior do que menor diâmetro do canal, permite ampliação do canal curvo ou reto Preparo- químico: Substancias auxiliares + instrumentos endodônticos (eliminação de canais radiculares) CAD (comprimento aparente do dente) ODONTOMETRIA (método de ingle) CRI=CAD-3MM X=PONTA DO INSTRUMENTO AO VERTICE RADIOGRAFICO CRD=CRI+X CRT=CRD-1MM

OBTURAÇÃO

Eliminação dos espaços vazios originalmente ocupado pela polpa dental, que podem server de nichos para a proliferação de microorganismos que resistiram ao PQM ou que em momento posterior, possam ganhar acesso a estes espaços. MATERIAIS OBTURADOS |Guta percha| Cimento endodôntico| TÉCNICA DE COMPACTAÇÃO LATERAL Selar toda a extensão da cavidade endodôntica desde a sua abertura coronária até o seu término apical e promover selamento adequado nos sentidos apical, lateral e coronário

  1. MOMENTO DA OBTURAÇÃO
  2. DESCONTAMINAÇÃO DA GUTA PERCHA
  3. SELEÇÃO DO ESPAÇADOR
  4. CONE PRINCIPAL
  5. SECAGEM DO CANAL
  6. PREPARO CIMENTO OBTURADOR

ACESSO AOS CANAIS

ACESSO

CORONÁRIO

(PROVA) > É O

CONJUNTO DE

Objetivo: permitir o acesso ao interior da

cavidade pulpar por meio da remoção do teto da

câmara pulpar e desgastes em regiões

especificas, afim de realizarmos um correto

preparo biomecânico e obturação dos canais

radiculares.

É O CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS QUE

VAI PERMITIR A CHEGADA AO INTERIOR DA

CAVIDADE P ULPAR, A L OCALIZAÇÃO E O

PREPARO DA ENTRADA E DO TERÇO

CERVICAL DO CANAL RADICULAR”

SOARES, GOLDBERG, 20 02

 Abertura coronária é o ato de abrir a

câmara pulpar e tem exposição de polpa

 Forma de contorno remoção total de teto

da câmara pulpar

 Forma de conveniência desgaste

compensatório em paredes de esmalte e

dentina

Etapas da abertura : área ou ponto de eleição

onde desgasta o dente >forma de contorno

conformação adequada de cada dente> direção

de trepanação penetração da câmara pulpar

>isolamento absoluto > forma de conveniência

acesso dos instrumentos

ABERTURA CORONARIA:

  • PONTO DE ELEIÇÃO (TERÇO MÉDIO DO #)

 DENTES ANTERIORES – FACE L OU P.

 DENTES POSTERIORES – FACE O.

  • DIREÇÃO DE TREPANAÇÃO

 DENTES ANTERIORES: 1ª INCLINAÇÃO –

COM A COROA DO DENTE,

PERPENDICULAR. >

2ª INCLINAÇÃO – PARALELA AO LONGO

EIXO DO DENTE, ATÉ CAIR NO VAZIO,

VOU FAZER MOVIMENTO DE DENTRO PRA

FORA, ATÉ RETIRAR TODO O TETO DA

CÂMARA PULPAR. - FORMA DE CONTORNO.

 CONFIGURAÇÃO E DIMENSÃO DA

CÂMARA

CORONÁRIA. > DISPOSIÇÃO DOS CANAIS.

> REMOÇÃO DO TETO E DIVERTÍCULOS. >

MOV. TRAÇÃO DE DENTRO PARA FORA. >

ARSENAL (BROCAS ESFERICAS 1011, 1014

  • ALTA E BAIXA)
  • FORMA DE CONVENIÊNCIA.

 EXECUÇÃO DE DESGASTES

COMPENSATÓRIOS:

REMOÇÃO DE PROJEÇÕES DENTINARIAS

> PAREDES DIVERGENTES.

 OBJETIVO: FACILITAR AS PRÓXIMAS

MANOBRAS

OPERATÓRIAS > FAVORECER O ACESSO

LIVRE AO CANAL > FAVORECER TÉCNICAS

DE OBTURAÇÃO > CONTROLE COMPLETO

SOBRE INSTRUMENTOS ENDODÔNTICOS.

 ARSENAL: BROCA ENDO-Z.

OBS. SEM EXAGERAR, DESGASTE O

SUFICIENTE PARA TER UM BOM ACESSO.

SENDO NECESSÁRIO SACRIFIQUE PARTE DA

COROA E NÃO A ENDODONTIA.

ABERTURA CORONARIA > EXPOSIÇÃO DA POLPA  FORMA DE CONTORNO > REMOÇÃO COMPLETA DO

São erros mais comuns durante a abertura

coronária, que podem levar ao insucesso da

terapia endodôntica, EXCETO

 A presença de degraus nas paredes proximais.

 B trepanação do assoalho em molares.

 C direção errada na abertura em dentes girados.

 D manutenção do tecido cariado na câmara

pulpar.

 E remoção completa do teto coronário da câmara

pulpar.

No preparo do acesso à cavidade pulpar, a

referência anatômica mais importante é a

 A junção amelocementária.

 B distribuição de cúspides na superfície oclusal.

 C junção amelodentinária.

 D angulação da junção soalho-parede.

 E linha imaginária na direção mesiodistal no

soalho da câmara.

No preparo do acesso cavitário do dente 34,

deve-se levar em consideração que a localização

inicial

 A deve compensar a inclinação da coroa, que é

inclinada para vestibular em relação à raiz do

dente.

 B é um terço da cúspide vestibular na junção da

cúspide vestibular com a crista marginal lingual,

inclinada para lingual.

 C é a metade da cúspide vestibular, inclinando

para lingual, na junção das duas pontas de

cúspides.

 D é a depressão mais central entre as pontas de

cúspides.

 E é a linha que conecta os sulcos vestibular e

lingual.

Ao efetuar o acesso aos canais do dente 47 de

paciente com 29 anos, sexo masculino, o exame

do soalho da câmara pulpar mostra dois orifícios,

que não estão localizados no centro da raiz e não

estão posicionados diretamente na linha

mesiodistal, o que sugere a existência de

 A um terceiro canal na região mesial do dente 47.

 B dois canais bifurcados.

 C dois canais fusionados.

 D um canal acessório na região mesial.

 E um canal secundário na região distal.

O acesso direto ao canal radicular, a

eliminação completa de todo o teto da câmara

coronária, o respeito ao assoalho, a não

confecção de degraus nas paredes proximais

da câmara coronária, a adequada seleção de

Fraturas e perfurações radiculares Má formação anatômica

ACIDENTES E COMPLICAÇÕES

abertura insuficiente OCORRE POR DESCONHECIMENTO DA ANATOMIA D A CAVIDADE PULPAR E PELA NÃO EXPLORAÇÃO DAS ÁREAS DE TETO DA CÂMARA PODE CAUSAR O ESCURECIMENTO D A COROA DO DENTE, POR TER “FICA DO” RESTOS DE POLPA OU TECIDOS NECRÓTICOS NESSAS REGIÕES  Desgaste acentuado TAMBÉM OCORRE POR DESCONHECIMENTO DA ANATOMIA DA CAVIDADE PU LPAR E PRINCIPALMENTE UTILIZANDO BROCAS INADEQUADAS E EM NÍVEIS MUITOS PROFUNDOS.

  • BROCA: NÃO É O INSTRUMENTO INDICAD O PARA A LOCALIZAÇÃO DOS C ANAIS RADICULARES. QUANDO LOCALIZADA A CÂMARA PULPAR (QUEDA NO VAZIO), ESSE DESGASTE DEVE SER FEITO COM BROCAS DE PONTAS INATIVAS (ENDO Z), POIS SÓ DESGASTAM PAREDES CIRCUNDANTES.
  • LIMAS DE PEQUENOS CA LIBRES E SONDAS EXP LORADORAS SÃO OS MATERIAIS INDICADOS Á IDENTIFICAR A ENTRADA DOS CANAIS RADICULARES.  Fratura de broca QUANDO APLICADAS SOBRE ELAS MOVIMENTOS DE ALAVANCAS. AS FRATURAS DESSES INSTRUMENTOS GERALMENTE NÃO CAUSAM GRANDES PROBLEMAS, PARA A SUA REMOÇÃO.PORÉM O USO INDEVIDO PODE TRAZER TRANSTORNOS GRAVES E DE DIFÍCIL RESOLUÇÃO. AS BROCAS GATES GLID DEN E LARGO SÃO INDICADAS PARA O PREPARO DO TERÇO CERVICAL E MÉDIO, O DESCUIDO OU IMPRUDÊNCI A EM COLOCAR ESSE INSTRUMENTO EM TERÇO APICAL, ACARRETA EM FRATURAS DESSAS BROCAS.  Perfuração SÃO DEFINIDAS COMO UMA LESÃO ARTIFICIAL E INVOLUNTÁRIA, COMUNICANDO A CAVIDADE PULPAR COM O LIGAMENTO PERIODONTAL.HÁ ATUALMENTE TRATAMENTO SEGURO PARA PERFURAÇÕES, PORÉM O SUCESSO DEPENDE DA LOCALIZAÇÃO, AMPLITUDE E AUSÊNCIA DE CONTAMINAÇÃO.  Transporte apical É O TRANSPORTE DO TRAJETO DO CANAL EM SUA PORÇÃO MAIS APICAL. É OBSERVADA MAIS EM CANAIS CURVOS E ESTÃO RELACIONADAS PRINCIPALMENTE Á MANEIRA INCOR RETA DE UTILIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS END ODONTICOS, TAIS COMO:  FALTA DO PRÉ – ENCURVAMENTO  PRESSÃO EXAGERADA  CINEMÁTICA INADEQUANDA  USO DE INSTRUMENTOS CALIBROSOS E RÍGIDOS. GERALMENTE S Ó É NOTADO QUANDO D A PROVA D O CONE (RX) QUE NOTA – SE QUE O CONE PRINCIPAL SE DESVIA DA TRAJETÓRIA DO CANAL, SENTIDO CONTRÁRIO AO DA CURVATURA.  Sub-instrumentacao PREPARO DO CANAL AQUÉM DO LIMITE APIC AL ADEQUADO, É UMA IRREGULARIDADE EM QUE O I NSTRUMENTO NÃO TRABALHA EM TODA A EXTENSÃO DO CANAL RAD ICULAR, RESULTANDO NO SEU PREPARO E OBTURAÇÃO INCOMPLETA. AS CAUSAS MAIS COMUNS QUE COLABORAM PARA A OCORRÊNCIA DESSA COMPLICAÇÃO SÃO:  ERRO D E ODONTOMETRIA >> ERRO NO POSICIONAMENTO DO STOP SILICONE >> PERDA DO PONTO DE R EFERÊNCIA >> OBS TRUÇÃO DO CANAL POR RASPAS DE DENTINA

MATERIAL RESTAURADOR >> INSTRUMENTO FRATURADO E CALCIFICAÇÕES DEFICIÊNCIA DE IRRIG AÇÃO >> CANAIS ATRÉSICOS OU CURVOS >> RADIOGRAFIAS DE MÁ QUALIDADE.  A SUB-INSTRUMENTAÇÃO NÃO APRESENTA NENHUM SINAL OU SI NTOMA IMEDIATO, PORÉM, ESSES CANAIS MAL PREPARADOS E OBT URADOS COM ACÚMULO D E DETRITOS, PODEM CO M O PASSAR DO TEMPO, LEVAR O APARECIMENTO DE LESÕES APICAIS. III. SOBRE-INSTRUMENTAÇÃO: ARROMBAMENTO DO FORAME, É O PREPARO DO CANAL ALÉM DA EXTENSÃO DE TRABALHO, PODENDO OCORRER EM DIVERSAS CIRCUNSTÂNCIAS DEPENDENDO, QUASE SEMPRE DO PROFISSIONAL. CAUSAS:  RX DEFICIENTE  CÁLCULO DO CRT ERRADO  STOP SILICONE MAL MOVIMENTADO  PONTO DE REFERÊNCIA DE DIFÍCIL CONTROLE  FALTA DE CUIDADO NA CINEMÁTICA DOS INSTRUMENTAIS CARACTERÍSTICAS:  DIFICULDADE EM SE OBTER RESITÊNCIA Á PENETRAÇÃO DO INSTRUMENTO QUANDO FORÇADO APICALMENTE

 SANGRAMENTO CONTÍNUO DURANTE A

INSTRUMENTAÇÃO

 DOR A NÍVEL APICAL

 DIFICULADE EMTRAVAR O CONE PRINCIPAL DE

GUTA PERCHA.

IV. OBSTRUÇÃO DO CANAL:

CAUSAS:

 RASPAS DE DENTINA

 MATERIAL RESTAURADOR OU SELADOR

 BOLINHA DE ALGODÃO

 CONE DE PAPEL ABSORVENTE

 INSTRUMENTOS FRATURADOS.

ESSE TIPO DE ACIDENTE TEM CARÁTER DE

ORIGEM IATROGÊNICA.

A VERIFICAÇÃO DA

PERDA DO CRT OU MESMO PELA

DIFICULDADE DE COLOCAÇÃO DO

INSTRUMENTO EM TODA A EXTENSÃO DO CANAL

RADICULAR

Fratura de instrumentos É UM DOS ACI DENTES Q UE TRÁS, SÉRIAS COMP LICAÇÕES E POD EM PREJUDICAR A CONTINUIDADE DO TRATAMENTO ENDODONTICO. CAUSAS:  CINEMÁTICA INCORRETA DO INSTRUMENTO  RESISTÊNCIA E FLEXIBILIDADE LIMITADA  EXCESSO DE USO EMBORA NÃO SEJAM RAROS OS DEFEITOS DE FABRICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS, OS MAIORES RESPONSÁVEIS PELAS FRATURAS SÃO OS PRÓPRIOS PROFISSIONAIS. A MAIOR PORCENTAGEM DE FRATURA DE INSTRUMENTOS SE DÁ AO NÍVEL APICAL A AMPLIAÇ ÃO DO TERÇO CERVICAL, FAVORECE A PENETRAÇÃO DE INSTRUM ENTOS MAIS FINOS ATÉ OS NÍVEIS APICAIS, DIMINUINDO O RISCO DE FRATURA. PARA A RESOLUÇÃO CLÍNICA DE UM INSTRUMENTO FRATURADO EXISTEM 04 ALTERNATIVAS: 1- ULTRAPASSAR O FRAGMENTO E REMOVÊ – LO VIA CANAL 2- ULTRAPASSAR O FRAGMENTO ENVOLVENDO – O COM A MASSA OBTURADORA 3- NÃO ULTRAPASSAR O FRAGMENTO E OBTURAR 4- REMOÇÃO CIRÚRGICA.  Ultrapassagem e não remocao do segmento do instrumentoDEGRAU- É uma irregularidade criada na parede de um canal radicular, aquém do CRT e sem comunicação com lig. Periodontal ou seja é um pequeno desvio que ocorre no trajeto do canal normalmento no inicio da curvatura  INSTRUMENTO ENDODONTICO (LK) PODERÁ NÃO CHEGAR NO CRT

 COMO OCORRE?

É COMUM ENCONTRAR EM DEGRAU

EM CASOS Q UE OS CANAIS ESTÃO

PARCIALMENTE OBTURADOS. Ocorre na exploração de um canal radicular atresiado e curvo.  CAUSAS:   DESCONHECIMENTO DA ANATOMIA DENTAL   USO DE INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE PREPARO MAL INDICADAS   FALTA DE PRÉ – ENCURVAMENTO DOS INSTRUMENTAIS   OBSTRUÇÃO MOMENTÂNEA POR RASPAS D E DENTINA DURANTE A INSTRUMENTAÇÃO, desconhecimento de anatomia, erro no acesso  Prevenção: DURANTE A INSTRUMENTACAO de um canal inicia-se no acesso  Se o degrau não for ultrapassado instrumenta-se e obtura-se o canal ate ele e se for insatisfatório terá que ser feito cirurgia

EXERCICIOS

Associe a representação esquemática do movimento executado por um determinado instrumento endodôntico à sua respectiva característica. INSTRUMENTO ENDODÔNTICO CARACTERÍSTICA