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Modelo da Membrana Plasmática: Estrutura, Funções e Componentes, Resumos de Biologia

Um detalhado modelo da membrana plasmática, uma estrutura fluida formada por uma bicamada de fosfolipídios com várias proteínas incrustadas. A membrana é uma barreira seletiva que se fecha espontaneamente, evitando a exposição hidrofóbica e mantendo-se estável. O documento aborda a determinação da fluidez da membrana, a importância do colesterol, as balsas lipídicas e as proteínas periféricas e integrais. Além disso, são discutidos os fosfolipídios mais comuns e a assimetria da membrana.

Tipologia: Resumos

2022

Compartilhado em 18/08/2022

moonvie
moonvie 🇧🇷

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Membrana Plasmática
-Modelo mosaico fluido: a membrana é uma estrutura fluida, com um mosaico com várias
proteínas incrustadas em uma bicamada de fosfolipídios;
-Unidade de membrana: modelo válido para todas as membranas celulares;
-A membrana celular é uma barreira seletiva;
-Micelas (1 cauda) e a bicamada fosfolipídica (2 caudas): a membrana camada se fecha
espontaneamente, pois, a estrutura fechada evita a exposição das cadeias hidrofóbicas à
água, tornando-se energeticamente favorável e estável;
-Lipossomos: estruturas sintéticas, estáveis, formadas por fosfolipídios contendo duas
cadeias hidrocarbonadas, utilizada para estudo;
-Determinação da fluidez da membrana: comprimento das cadeias hidrocarbonadas,
temperatura e colesterol;
-Colesterol: modula a fluidez da membrana através de anéis rígidos posicionados entre as
cadeias de ácidos graxos. Em temperaturas baixas, evita que ela se solidifique. Em altas,
evita que se torne muito fluida;
-Fosfolipídios mais comuns: fosfatidilcolina, esfingomielina, fosfatidiletanolamina e
fosfatidilserina (negativo);
-Assimetria de membrana: fosfolipídios e glicolipídios estão distribuídos de forma
assimétrica na bicamada e se mantém durante o transporte. Todos os glicolipídios estão
voltados para o lúmen das organelas ou para o meio extracelular;
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Membrana Plasmática

  • Modelo mosaico fluido: a membrana é uma estrutura fluida, com um mosaico com várias proteínas incrustadas em uma bicamada de fosfolipídios;
  • Unidade de membrana: modelo válido para todas as membranas celulares;
  • A membrana celular é uma barreira seletiva;
  • Micelas (1 cauda) e a bicamada fosfolipídica (2 caudas): a membrana camada se fecha espontaneamente, pois, a estrutura fechada evita a exposição das cadeias hidrofóbicas à água, tornando-se energeticamente favorável e estável;
  • Lipossomos: estruturas sintéticas, estáveis, formadas por fosfolipídios contendo duas cadeias hidrocarbonadas, utilizada para estudo;
  • Determinação da fluidez da membrana: comprimento das cadeias hidrocarbonadas, temperatura e colesterol;
  • Colesterol: modula a fluidez da membrana através de anéis rígidos posicionados entre as cadeias de ácidos graxos. Em temperaturas baixas, evita que ela se solidifique. Em altas, evita que se torne muito fluida;
  • Fosfolipídios mais comuns: fosfatidilcolina, esfingomielina, fosfatidiletanolamina e fosfatidilserina (negativo);
  • Assimetria de membrana: fosfolipídios e glicolipídios estão distribuídos de forma assimétrica na bicamada e se mantém durante o transporte. Todos os glicolipídios estão voltados para o lúmen das organelas ou para o meio extracelular;
  • Balsas lipídicas: moléculas lipídicas que se segregam em domínios especializados de lipídeos e proteínas na MP. Tem funções como: acúmulo de proteínas para determinada região, determinam determinadas regiões;
  • Gotas lipídicas (adipócitos): se formam na membrana do RE e são formadas por ácidos graxos e colesterol
  • Lecitina: proteína que realiza reconhecimento célula-célua;
  • Proteínas periféricas: podem ser removidas por exposição a forças iônicas ou a pH extremo;
  • Proteínas integrais: não podem ser removidas sem destruírem a membrana. Podem ser observadas por criofratura.