Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Revista Linux: Edição 2 - Kernel e Zenity, Notas de estudo de Informática

Esta edição da revista linux apresenta dois artigos interessantes. O primeiro trata sobre o módulo vfl do kernel linux e suas diferentes variantes. O segundo artigo aborda o uso do zenity, uma ferramenta para apresentar caixas de diálogo a partir de uma linha de comandos em ubuntu. O documento também inclui informações sobre a instalação e uso do automatix, uma ferramenta para gerenciar pacotes em ubuntu.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 30/08/2010

luccas-ribeiro-3
luccas-ribeiro-3 🇧🇷

4.8

(13)

12 documentos

1 / 59

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
X
XF
FC
CE
E
4
4.
.4
4
De s cubra o ge s tor de
jane las le ve m ais "be m -
pare cido" q ue e xis te
Entre vis ta com
Darío Rapis ardi
O program ador do Line x e do De bian
fala-nos do ce nário e s panh ol e do
e xe m plo q ue e s te é para o m undo.
Z
Ze
en
ni
it
t
y
y
A inte racção do s h e ll s cript
com o utiliz ador atinge
outros níve is
L
L
a
az
za
ar
ru
us
s
Um a linguage m pode ros a
num am bie nte agradáve l
F
FA
AI
I
Ins talação autom atiz ada
e m m as s a
I
I
n
ns
st
t
a
al
l
a
aç
çã
ão
o
f
f
á
ác
ci
il
l
c
co
om
m
o
o
A
Au
ut
t
o
om
ma
at
t
i
ix
x
G
Gn
no
om
me
e
c
co
om
m
a
a
c
ca
ar
ra
a
d
do
o
M
Ma
ac
c
O
OS
S
X
X
A
Ad
da
ap
pt
t
a
an
nd
do
o-
-s
se
e
a
ao
o
G
GI
I
M
MP
P
J
Jo
og
go
os
s
Porq ue o pinguím tam bém
gos ta de s e dive rtir
Jogos : Fre ts on Fire , Se cond Life Book Re vie w : Pyth on in a Nuts h e ll
w w w .re vis ta-linux.com
Fe v / M ar 07 :: Núm e ro 2
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Revista Linux: Edição 2 - Kernel e Zenity e outras Notas de estudo em PDF para Informática, somente na Docsity!

XFXFCCEE 44..4 4

De s cubra o ge s tor de

jane las le ve m ais "be m -

pare cido" q ue e xis te

Entre vis ta com

Darío Rapis ardi

O program ador do Line x e do De bian

fala-nos do ce nário e s panh ole do

e xe m plo q ue e s te é para o m undo.

Z e Z e nniittyy

A inte racção do s h e lls cript

com o utiliz ador atinge

outros níve is

La Lazz aarruu ss

Um a linguage m pode ros a

num am bie nte agradáve l

FA FAII

Ins talação autom atiz ada

e m m as s a

  • IInnss ttaallaçaçããoo ffácáciillcocomm o AoAuu ttomom aattixix
  • GG nnoomm ee cocomm a cacaarraa ddoo MM aacc OO SS XX
  • AAddaappttaannddoo-- ss ee aaoo GG IIMM PP

Jo Joggooss

Porq ue o pinguím tam bém

gos ta de s e dive rtir

Jogos : Fre ts on Fire , Se cond Life Book Re vie w : Pyth on in a Nuts h e ll

w w w .re v

is t

a-l

inux.com

Fe v / M ar 07 :: Núm e ro 2

Re vis ta Linux

Nú Númm ee rroo 2 2

XFCE 4.

Para q ue m gos ta de um am -

bie nte le ve m as ape lativo vi-

s ualm e nte pode já ve r as no-

vidade s da nova ve rs ão do

XFCE.

pag. 28

Z e nity

Apre nda a e m be le z ar

os s e us s cripts atra-

vés de diálogos GTK.

pág. 8

FAI

A pode ros o e clás s i-

co De bian é ins tala-

do e m m as s a e de

m odo autom ático!

pág. 14

Te m a de Capa

D o Do PPhh oottosos hh oopp

paparraa oo GG IIM PMP

Saiba o q ue um de s igne r de longa

data do Adobe Ph otos h op diz

s obre o us o e m udança para o Th e

GIM P!

pág. 17

Au Au ttomom aattixix

Se ach a q ue o Ubuntu pode ria s e r

ainda m ais s im ple s de us ar, e ntão

ach a be m pois o Autom atix ve m

facilitar ainda m ais a s ua vida.

pág. 20

M a Macc OO SS llininuu XX

A aparência do M ac O SlinuX junta-

s e à funcionalidade do Gnom e e

potência do Linux!

pág. 23

Laz arus

Program e para várias plata-

form as de form a agradáve le

rápida com um a s intaxe ba-

s e ada e m Pas cal.

pág. 32.

Fre ts on Fire

Es te jogo ope n s ource vai

m udar form a com o olh a (e

com o s e gura) para um te clado!

pág. 46

Se cond Life

O s gatos têm s e te vidas m as

agora todos pode m os te r duas

com e s te "grande " jogo!

pág. 49

Entre vis ta

Darío Rapis ardi fala-nos

s obre o s uce s s o do Line x na

Extre m adura de Es panh a e

da s ua vida à volta do Linux!

pág. 36

Novidade s do K e rne l

Dicas

Book Re vie w

K e rne lPan!c

Soluçõe s O pe n Source

Eve ntos

FSW C 3.

Es tive m os pre s e nte s na Fre e

Softw are W orld Confe re nce 3.0,

e s te ano e m Badajoz , e conta-

m os com o foi e s te grande e ve nto.

pág. 43

(^55)

3131

4141

5454

5757

5858

Re vis ta Linux :: K e rne l

Novidade s do

K e rne l

s e cção adm inis trada

por Luís Rodrigue s

s ta é a s e gunda parte do artigo s obre a inte rface do K e rne l Vide o4Linux2. Pa- ra os le itore s q ue não le ram o artigo introdutório, é acons e lh á- ve lq ue o façam ante s de com e - çar e s te , pois os dois com ple - m e ntam -s e. O artigo introdutório e ncontra-s e na e dição núm e ro 1 da Re vis ta Linux.

Es te artigo irá apre s e ntar a e s - trutura do V4L2 e o proce s s o de re gis to de dis pos itivos. Ante s de com e çar, é ne ce s s ário re fe rir dois re curs os q ue s ão indis pe n- s áve is para q ue m pre te nde e s - cre ve r controladore s de víde o.

  • A e s pe cificação da API V4L2: Es te docum e nto cobre a API da pe rs pe ctiva do us e r-s pace (é e s - ta API q ue os controladore s V4L2 im ple m e ntam ).
  • O controlador “vivi” q ue e s tá e m : drive rs /m e dia/vide o/vivi.c. É um controlador virtualq ue ge ra padrõe s de te s te m as q ue não com unica dire ctam e nte com o

h ardw are. Es te código s e rve de e xe m plo de com o os controlado- re s V4L2 de ve m s e r e s critos.

Todos os controladore s de ví- de o ne ce s s itam de incluir o h e a- de r, onde s e localiz a m uita da in- form ação ne ce s s ária:

#include ,

Quando e s tive r a pe s q uis ar nos h e ade rs à procura de inform a- ção, de ve rá tam bém te r e m con- ta o include /m e dia/v4l2-de v.h , dado q ue e s te de fine m uitas das e s truturas q ue ne ce s s itará para trabalh ar. Provave lm e nte , o controlador de víde o te rá s e cçõe s para lidar com as inte rface s PCI e USB não s e ndo, no e ntanto, e s s a par- te e xam inada e m de talh e ne s te artigo. Exis te tam bém um a inte r- face inte rna i2c, q ue s e rá dis cuti- da noutro artigo de s ta s érie. Por fim , e xis te a inte rface para o s is - te m a V4L2, q ue é cons truída à

volta da e s trutura vide o_ de vice (q ue re pre s e nta um dis pos itivo V4L2). A anális e do conte údo de s ta e s trutura s e rá o tópico de alguns artigos ; ne s te , ape nas s e rá dada um a vis ão ge ral.

O cam po nam e da e s trutura vide o_ de vice é o nom e do tipo de dis pos itivo e irá apare ce r nos logs do k e rne le no s ys fs. O no- m e ge ralm e nte é igualao nom e do controlador. Exis te m dois cam pos q ue de s - cre ve m o tipo de dis pos itivo a s e r re pre s e ntado. O prim e iro (type ), apare nte m e n- te ficou na API Vide o4Linux1 e pode te r um dos s e guinte s valo- re s :

  • VFL_ TYPE_ GRABBER: Indica o dis pos itivo q ue captura a im a- ge m (inclui câm aras , placas s in- te tiz adoras , e tc);
  • VFL_ TYPE_ VBI: para dis pos iti- vos q ue e nviam inform ação no inte rvalo de “vide o blank ing”;
  • VFL_ TYPE_ RADIO : para dis -

E

Im age m original

da aut

oria de M ark v

an de W ouw

Re vis ta Linux :: K e rne l

z e r alte raçõe s aos parâm e tros de ope ração q ue e s tão grava- dos no h ardw are. Is to é, de ve s e r pos s íve le xe cutar um a apli- cação de linh a de com andos q ue configura a câm ara e de s e - guida e xe cutar um a outra q ue captura um a im age m s e m alte - rar os parâm e tros de configura- ção. Um controlador V4L2 de ve te ntar m ante r as configuraçõe s até um a aplicação e xplicitam e n- te os m odificar. O m étodo re le as e () lim pa os re - curs os. Dado q ue os dis pos iti- vos de víde o pode m te r m últi- plos de s critore s de fich e iros abe rtos , o re le as e () de ve de cre - m e ntar um contador ante s de fa- z e r algo radical. Se um de s critor e s tava a s e r utiliz ado para trans - fe rir dados , pode s e r ne ce s s ário de s ligar o m otor DM A e /ou lim - par outros dados.

No próxim o artigo ire m os com e - çar o longo proce s s o de s olicitar as capacidade s e m odos de ope ração dos dis pos itivos.

O s artigos apre s e ntados ne s ta s e cção s ão traduçõe s autoriz adas de artigos re lacionados com o k e rne ldo Linux do jornal online Linux W e e k ly Ne w s - h ttp://w w w .lw n.ne t.

Sobre e s ta s e cção

Re vis ta Linux :: Prático

Z e nity

h e lls cript é um a das fe r- ram e ntas m ais úte is e po- de ros as e m am bie nte s Li- nux, pe rm itindo autom atiz ar m ui- tas tare fas q ue por ve z e s s ão bas tante com plicadas de e fe ctu- ar m anualm e nte. Ao us ar s h e ll s cript, torna-s e por ve z e s ne ce s - s ário algum a com unicação e n- tre o utiliz ador e s h e lls cript, s e - ja para apre s e ntar inform ação com o para adq uirir dados. M ui- tas ve z e s e s ta inte racção é fe ita e m m odo de te xto através da própria linh a através do us o dos com andos “e ch o” e “re ad”.

O s olh os tam bém com e m

Exis te m várias fe rram e ntas q ue pe rm ite m apre s e ntar caixas de diálogo, pe rm itindo as s im o diá- logo e ntre um s h e lls cript e o uti- liz ador. Es tas caixas de diálogo pode m s e r apre s e ntadas e m m odo de te xto com o é o cas o do dialog ou re corre ndo ao GTK + para apre s e ntar os diálo- gos e m m odo gráfico, com o é o cas o do xdialog ou do gdialog.

Com o us o do gdialog e do xdia-

log pode -s e criar facilm e nte um inte rface gráfico para um s h e ll s cript de form a a q ue o utiliz a- dor pos s a ins e rir dados q ue por s ua ve z s e rão us ados no s cript ou m e s m o us ado para apre s e n- tar inform ação ao utiliz ador.

O z e nity é um a e volução tanto do xdialog com o do gdialog, pe r- m itindo apre s e ntar ao utiliz ador caixas de diálogos a partir de um a linh a de com andos , pos s ibi- litando um a fácilinte racção e n- tre um s h e lls cript e o utiliz ador. A ins talação de s te s e rá s im ple s dado q ue de ve rá h ave r pacote s para as principais dis tribuiçõe s. Se o s e u s is te m a for bas e ado e m De bian ins tale o program a e xe cutanto num a cons ola, com o s upe r-utiliz ador, o s e guinte co- m ando: $ apt-get install zenity

O z e nity pe rm ite apre s e ntar ao utiliz ador um vas to núm e ro de caixas de diálogo, tornando pos - s íve lapre s e ntar cale ndários , e n- trada de dados , e rros , inform a- çõe s , s e le cção de fich e iros , lis ta de opçõe s , notificaçõe s , barras

de progre s s os , pe rguntas , avi- s os e barras de e s calas.

Utiliz ação

Trabalh ar com o z e nity é m uito s im ple s , bas tando ape nas faz e r um a ch am ada ao z e nity num a li- nh a de com andos com os argu- m e ntos corre ctos para s e e s pe - cificar q ualo tipo de diálogo e q uala inform ação q ue s e pre te n- de apre s e ntar ou pe rguntar ao utiliz ador. Para s e e s pe cificar q ualo tipo de diálogo q ue s e pre te nde apre s e ntar bas ta pas - s ar ao z e nity um dos s e guinte s argum e ntos :

--calendar Display calendar dialog --entry Display text entry dialog --error Display error dialog --info Dis- play info dialog --file-selection Display file selecti- on dialog --list

S

Im age m original

da aut

oria de Ev

an L

e e s on

por Pe dro Salgue iro

Re vis ta Linux :: Prático

#! /bin/bash

FILE_ORIG=zenity --title="Escolha o ficheiro origiem" --file-selection --separator=" " -- filename=.~/

if [! $? -eq 0 ] then zenity --error --text "Operação cancelada pelo utilizador." --title "Cancelado" exit 1 fi

FILE_SAVE=zenity --title="Escolha o ficheiro de destino" --file-selection --save – filename=~/

if [! $? -eq 0 ] then zenity --error --text "Operação cancelada pelo utilizador." --title "Cancelado" exit 1 fi

RESULTADO=cp $FILE_ORIG $FILE_SAVE 2>&1

if [ $? -eq 0 ] then zenity --info --text "Ficheiro copiado com sucesso" --title "Copia efectuada" else zenity --error --text "$RESULTADO" --title "Erro a copiar o ficheiro" fi

Te s te Cópia de Fich e iros

Im age m 1

diálogo, us ando-s e para is s o os argum e ntos “--title ”, “--w idth ”, “--h e igh t” e “--w indow -icon”, re s - pe ctivam e nte.

Exe m plo Prático

Um e xe m plo m uito s im ple s do us o do z e nity, é pe dir ao utiliz a- dor para introduz ir dados na for- m a de te xto e indicar q ualo bo- tão q ue o utiliz ador pre s s ionou e q ualo te xto introduz ido. Ne s te cas o, o te xto apare ce s ob a for- m a de pas s w ord (e s condido) - ve r caixa Te s te Pas s w ord.

Ne s te e xe m plo pode m os ve r um a s im ple s ch am ada ao z e nity para m os trar um a caixa de diálo- go do tipo “e ntry”. Es ta ch am a- da irá re s ultar num a jane la com o título “Dados ”, dando orige m à caixa de diálogo da im age m 1.

De pois do utiliz ador te r pre s s io- nado e m “O k ” ou e m “Cance l”, a inform ação pre e nch ida pe lo utili- z ador fica alocada na variáve l $PASSW O RD. Um a aplicação te rm ina s e m pre com um valor de re torno. Num s h e lls cript, a variáve l$?te m s e m pre o valor de re torno da aplicação q ue te r- m inou im e diatam e nte ante s , po- de ndo-s e as s im guardar e s te pa- ra q ue pos s a s e r us ado m ais tar- de. Ne s te cas o foi us ada a variá- ve l$VALO R_ RETO RNO.

As s im , com e s tas duas variá- ve is cons e gue -s e s abe r facil- m e nte q ualo botão q ue o utiliz a- dor pre s s ionou e q uala inform a- ção pre e nch ida.

O utro e xe m plo s im ple s do us o do z e nity é um a pe q ue na aplica- ção para copiar fich e iros , apre - s e ntando ao utiliz ador um a cai- xa de diálogo a pe rguntar q ualo fich e iro q ue q ue r copiar e outra q ue pe rgunta q ualo nom e do novo fich e iro (ve r caixa Te s te Cópia de Fich e iro ).

Ne s te e xe m plo e ncontram -s e

duas ch am adas ao z e nity, um a para apre s e ntar um a caixa de diálogo ao utiliz ador para e s co- lh e r o fich e iro q ue vai s e r copia- do e outra pe rguntar q ualo local

e o nom e para o novo fich e iro. Na prim e ira ch am ada ao z e nity, o cam inh o do fich e iro e s colh ido pe lo utiliz ador s e rá de volvido pe - lo STDO UT, ficando e s te na va-

Re vis ta Linux :: Prático

riáve l$FILE_ O RIG. Es tas caixa de diálogo pode s e r vis ta na im age m 2.

Ne s te e xe m plo e ncontram -s e duas ch am adas ao z e nity, um a para apre s e ntar um a caixa de diálogo ao utiliz ador para e s co- lh e r o fich e iro q ue vai s e r copia- do e outra pe rguntar q ualo local e o nom e para o novo fich e iro. Na prim e ira ch am ada ao z e nity, o cam inh o do fich e iro e s colh ido pe lo utiliz ador s e rá de volvido pe - lo STDO UT, ficando e s te na va- riáve l$FILE_ O RIG. Es tas caixa de diálogo pode s e r vis ta na im age m 2.

A s e gunda ch am ada ao z e nity re ce be com o argum e nto a op- ção “--s ave “ q ue fará com q ue o z e nity apre s e nte um a caixa de diálogo do tipo “file -s e le ction” um pouco dife re nte da caixa de diálogo ante rior. Com e s ta op- ção, a caixa de diálogo s e rá igualà jane la q ue é apre s e nta- da q uando o utiliz ador pe de pa- ra gravar um fich e iro, pode ndo e s ta s e r vis ta na im age m 3. Tal com o na prim e ira ch am ada ao z e nity, o nom e do fich e iro s e rá

guardado num a variáve l, fican- do ne s te cas o na variáve l $FILE _ S AVE.

Para além do nom e dos fich e i- ros q ue s ão guardados e q ue s e - rão us ados m ais tarde , é tam - bém us ado o valor de re torno no z e nity para ve rificar s e o utili-

Im age m 2

Im age m 3

z ador cance lou a ope ração e m algum a das caixas de diálogo. No cas o da ope ração te r s ido cance lada pe lo utiliz ador, s e rá apre s e ntada um a outra caixa de diálogo a inform ar q ue o utiliz a- dor cance lou a ope ração, us an- do para is s o um a caixa de diálo- go do tipo “e rror”, re s ultando na caixa de diálogo vis íve lna im a- ge m 4.

De pois do utiliz ador te r s e le ccio- nado os dois fich e iros , é fe ita um a s im ple s cópia dum para o outro, re dire ccionando o STERR para o STDO UT de for- m a a pode rm os apanh ar algum e rro q ue pos s a apare ce r duran- te a cópia do fich e iro. Se a có- pia for fe ita com s uce s s o, é apre s e ntada ao utiliz ador um a caixa de diálogo do tipo “info” a inform ar q ue a cópia foi fe ita com s uce s s o, cas o contrário s e - rá apre s e ntada um a caixa de diálogo do tipo “e rror” a inform ar o utiliz ador q ue h ouve um e rro durante a ope ração e q ualo e r- ro, vis íve lna caixa de diálogo da im age m 5.

Re vis ta Linux :: Prático

FAI

AI (Fully Autom ate d Ins - tall) é um a aplicação cuja função é a ins talação total- m e nte autom ática de um a ou de de z e nas de m áq uinas De bi- an/De bian bas e d de acordo com um pe rfilde finido. O le itor, no de corre r da utiliz ação de s is - te m as De bian (é re fe rido unica- m e nte De bian m as re fe re -s e a todos os s is te m as De bian Ba- s e d) já pre cis ou, provave lm e n- te , de re ins talar a s ua m áq uina

dive rs as ve z e s. As raz õe s po- de m s e r as m ais dís pare s : por carolice , para alte rar o particio- nam e nto ou, s im ple s m e nte , por- q ue s im. Se fos s e um adm inis - trador de s is te m as e lh e pe dis - s e m para ins talar um conjunto de m áq uinas , com o o faria?Co- m o ins talaria e configuraria um conjunto de m áq uinas todas s e - m e lh ante s e m te rm os fís icos (não é e s tritam e nte ne ce s s ário m as útilpara s alie ntar a ide ia) s e m pas s ar pe la pe nos a tare fa de ins talar drive rs , configu- rar k e yboards , configurar placa de víde o ve z e s s e m fim? Com o pouparia te m po? A s olução apre - s e nta-s e actual- m e nte pe lo nom e de FAI. A aplica- ção foi d e s e n vo l- vi d a p o r Th o- m as Lange e o m anualé indis pe n- s áve l (1).

O FAI s e ndo um a aplicação com ple - xa ne ce s s ita para o s e u corre cto fun- cionam e nto de : Um s e rvidor DH CP, um s e rvi- dor TFTP, um m ir- ror De bian, Um s e r- vidor FAI e o clie n- te q ue s e rá ins tala- do.

O clie nte , por s i pouco ne ce s s ita pa- ra s e r ins talado. Um a placa de re de , m e m ória, proce s s a- dor e dis co. O iní- cio da ins talação ocor-

re q uando o clie nte e fe ctua boot via pxe (Pre -boot e Xe cution En- vironm e nt), as s um e -s e ne s te e x- e m plo q ue o faz. O le itor pode , s e de s e jar, utiliz ar um a dis q ue te de arranq ue ou um cd por form a a obte r o m e s m o re s ultado, ca- s o tive s s e e xe cutado boot via pxe.

No início do proce s s o FAI, ou s e ja, de ins talação, é s olicitado um IP ao s e rvidor de DH CP e , cas o o clie nte pos s ua um m ac addre s s autoriz ado, e s te é-lh e atribuído. Após ip atribuído, é s olicitado um k e rne l via TFTP q ue , q uando e xe cutado, m onta via nfs um s is te m a de fich e iros do s e rvidor FAI, e e xe cuta um conjunto de s cripts de configura- ção e ins talação do clie nte. Pa- re ce fácil, ce rto?

O s pas s os ne ce s s ários para co- locar e s te proje cto e m m arch a com e çam pe la e xe cução das ta- re fas : 1 :: Ins talação e configuração do DH CP; 2 :: Ins talação e configuração do FAI; 3 :: Anális e de re q uis itos e e s co- lh a de pacote s para ins talação (Proxim a ve z ).

Com o root o utiliz ador ins tala os pacote s dh cp3-s e rve r, m k nbi, tftp-h pa, rs h -s e rve r e w ge t.

$apt-ge tins talldh cp3-s e rve r $ a p t- g e t i n s ta ll m k n b i tftp - h p a rs h - s e rve r w g e t

Se a ins talação ocorre r s e m pro- ble m as , configuram os o s e rvi- dor dh cp.

Em /e tc/dh cp3/dh cpd.conf, co- pie a configuração da caixa

F

Im age m original

da aut

oria de Tracy Byrne s

por Pe dro Fe rre ira

Re vis ta Linux :: Prático

installserver=192.168.2.

O nosso mirror Debian, imaginamos que possuimos um mirror na nossa rede

interna. mirrorhost=192.168.2. debdist=sarge NFSROOT_ETC_HOSTS="192.168.2.100" FAI_DEBOOTSTRAP="sarge http://192.168.2.251/mirrors/debian"

FAI_DEBOOTSTRAP_OPTS="--arch i386 --exclude=pcmcia- cs,ppp,pppconfig,pppoe,pppoeconf,dhcp-client,exim4,exim4-base,exim 4-config,exim4-daemon- light,mailx,at,fdutils,info,modconf,libident,logrotate,exim"

um kernel que exista em /usr/lib/fai/

KERNELPACKAGE="/usr/lib/fai/kernel/kernel-image-2.6.10_i386.deb"

extra packages which will be installed into the nfsroot

NFSROOT_PACKAGES="expect"

a string encriptada pode ser obtida pelo comando openssl passwd

FAI_ROOTPW="56hNVqht51tzc"

o user anonymous deve existir no servidor

LOGUSER=anonymous

protocolo para guardar os logs

FAI_LOGPROTO=ftp LOGSERVER=192.168.2.

FAI_LOCATION=192.168.2.100:$FAI_CONFIGDIR

Configuração 2

packages="module-init-tools dhcp3-client ssh file rdate hwinfo portmap bootpc rsync wget rsh-client less dump reiserfsprogs usbutils ext2resize hdparm smartmontools parted raidtools2 lvm dnsutils ntpdate dosfstools cfengine cvs jove xfsprogs xfsdump sysutils dialog discover mdetect libnet- perl netcat libapt-pkg-perl"

Configuração 3

(1) h ttp://w w w .inform atik .uni-k oe ln.de /fai

Ve r na W e b

Pe dro Fe rre ira é lice nciado e m Enge nh aria Infor- m ática pe la Unive rs idade de Évora. Trabalh ou na PT-Com unicaçõe s e m proje ctos de m onitoriz ação, controlo e de te cção de e ve n- tos de s is te m as e re de s inform áticas. Participa na com unidade de de s e nvolvim e nto FAI e de plu- gins para o Nagios. Actualm e nte de s e m pe nh a funçõe s de docência. É um acérrim o utiliz ador do Aline x.

Sobre o Autor

Re vis ta Linux :: Te m a de Capa

De um program a com e rcial, conde corado por

m uitos com o o re i das fe rram e ntas gráficas , para um a s olução ope n s ource q ue pre te nde vingar ne s te ram o, e m ape nas alguns pas s os.

O s protagonis tas

Adobe Ph otos h op

Actualm e nte é o líde r de m e rcado de e di- tore s gráficos , s e ndo cons ide rado o s tan- dard na indús tria. De s e nvolvido de s de 19 87, te ve três anos m ais tarde o lançam e nto da ve r- s ão núm e ro 1 ape nas para M ac. A nom e n- clatura m ante ve -s e coe re nte até à ve r- s ão 7, após a q ualforam lançadas m ais duas ve rs õe s a CS e a CS2, s e ndo e s ta a últim a. Es ta m udança de ve -s e a um a inte gração da Adobe do Ph otos h op na ch am ada Cre ati- ve Suite , daí a s igla CS. M ais re ce nte - m e nte , e m De z e m bro pas s ado, foi pe la prim e ira ve z lançada um a ve rs ão be ta do Adobe Ph otos h op para os pos s uí- dore s da ve rs ão ante rior, CS3. Es ta ve rs ão te m a s ua re le as e finalna prim ave ra do corre nte ano.

Alguns e s tudos re ve lam q ue é a apli- cação q ue m ais utiliz adore s de Li- nux gos tariam de ve r portada.

O pre ço de s ta aplicação ronda os 600 €.

Th e Gim p

Com e çou por s e r um proje cto académ ico e o s e u nom e originalm e nte de rivava de Ge ne ral Im age M anipulation Program. Em 19 9 7, tor- nou-s e parte do GNU Proje ct e actualm e n- te Gim p provém de GNU Im age M anipu- lation Program.

O s e u níve lde funcionalidade s é e s pantos o: fun- çõe s de brus h e s , gradie nts , m as k s , laye rs , trans -

parências , e fe itos e filtros , m acros via s crip- ting, e ntre m uitas outras.

Es tá dis poníve lpara plataform as Li- nux, W indow s , M acO S X, Solaris e trata-s e de um proje cto s ob lice n- ça GPL.

As dife re nças

À prim e ira vis ta, e após nave gar um pouco nos m e nus de um a e outra aplicação, cons e guim os e ncontrar algum as s e m e - lh anças e ntre e las. O proble m a re s ide na ve r- dade ira utiliz ação, q uan- do s e com e ça a trabalh ar e não cons e guim os faz e r o m e s m o com o Th e Gim p de vido a não e ncontrarm os o q ue pre cis a- m os. O Th e Gim p utiliz a um a nom e nclatura algo dife re nte do Ph o- tos h op para os m e - nus e os s e us ite m s. Além dis s o, a lo- caliz ação de cada um de s te s ite m s tam bém não ajuda, e s tando não s ó e m lo- cais dife re nte s , com o agrupados de form a dis tinta.

O utiliz ador m ais e xpe rie nte tam bém não cons e guirá contornar e s tas dife re nças atra- vés de te clas de atalh o. Tam bém e s tas dife re m na s ua grande m aioria.

As ch am adas "ble nding options " dos laye rs e m Ph otos h op tam bém não e s tão pre s e nte s e todos os e fe itos ine re nte s têm q ue s e r obtidos de um a

Do Ph otos h op para

o GIM P

por Rube n Silva

Re vis ta Linux :: Te m a de Capa

No e ntanto, é s e guram e nte m ais fácilre aliz ar algo com o na figura 1 no Th e Gim p após as m odificaçõe s do q ue ante rior- m e nte. Es ta im age m foi re aliz a- da s e m cons ultar ne nh um tutori- alne m de Ph otos h op ne m de Gim p.

Conclus õe s

Não pos s o dar o m e u ponto de vis ta q uanto à utiliz ação do Gim p s e m um a prévia e xpe riên- cia e m Ph otos h op, contudo, cre io q ue algum as dificuldade s pode rão s urgir. Ve jam os , por e x- e m plo, um cas o de te clas de atalh o: para apagar é ne ce s s á- rio faz e r CTRL+ k , ao invés do in- tuitivo De le te.

De pois de re aliz ar alguns tutori- ais e m am bas aplicaçõe s e após a adaptação do Gim p, pos - s o diz e r q ue não s e pode utiliz ar o Gim p com o s e fos s e o Ph o- tos h op, m as pode m os s im e xplo- rar as s uas funcionalidade s pró- prias de um a form a m ais intuiti- va e prática após a m igração, vis to q ue o am bie nte s e torna m ais fam iliar ao utiliz ador de Ph otos h op.

O Th e Gim p te m funcionalida- de s fantás ticas por e xplorar, m as ante s de lá ch e garm os é pre cis o e s tar à vontade no bás i- co.

Cons tate i um a falta ao níve lde tutorials de q ualidade , de ixo a s uge s tão para q ue os le itore s crie m tutoriais e os pos te m no fórum da Re vis ta Linux.

Figura 1

(1) h ttp://w w w .plas ticbugs .com /

(2) h ttp://e pie rce .fre e s h e ll.org/gim p/gim p_ ps .ph p

(3) h ttp://re gis try.gim p.org/plugin?id=69 88

(4) h ttp://w w w .gim p.org/~ tm l/gim p/w in32/ps pi.h tm l

(5) h ttp://e ffe ctica.com /s h ow th re ad.ph p?t=

Ve r na W e b

Rube n Silva é vice -pre s ide nte do NEEI, aluno finalis ta da Lice nciatura e m Enge - nh aria Inform ática na Unive rs idade de Évora. É o re s pons áve lpe la criação do w e bs ite da De lta aLANte jo|06 e actualm e nte faz tam bém parte da s e cção inform ativa da As s ociação Académ ica da Unive rs idade de Évora onde e xe cuta funçõe s de de s ig- ne r e ntre outras.

Rube n Silva é, a partir de s ta e dição, a colaborador pe r- m ane nte da Re vis ta Linux.

Sobre o autor

Re vis ta Linux :: Te m a de Capa

Im age m original

da aut

oria de Tops y Qur'e t

Autom atix

Ubuntu (1) é conh e cido com o um a das dis tribui- çõe s m ais “Us e r-Frie n- dly” do m undo Linux de vido à s ua facilidade de ins talação, ao s e u pode ros o s is te m a de re co- nh e cim e nto de h ardw are e pe la s im plicidade e organiz ação dos s e us inte rface s gráficos. No e ntanto os utiliz adore s princi- piante s ne s te m undo, ao ins tala- re m o Ubuntu (ou o irm ão K u- buntu) de param -s e com dive r- s os proble m as , com o por e xe m - plo a falta de code cs (de vido ao facto de s e re m proprie tários e não pode re m s e r dis tribuídos li- vre m e nte ), plugins , fonte s de te xto e ntre outras aplicaçõe s. Exis te , no e ntanto, o ins talador de pacote s do De bian (2) , o Sy- naptic (3) , q ue pode re s olve r al- guns de s te s proble m as. Porém , para a m aioria dos utiliz adore s principiante s no m undo Linux, o Synaptic não é m uito s ucinto e fácilde us ar, por ve z e s as de s - criçõe s dos pacote s s ão m uito técnicas , o q ue le va os utiliz ado- re s principiante s a te re m dificul- dade e m e ncontrar o pacote q ue ne ce s s itam. Fe liz m e nte apare ce u o Autom a-

por Valério Valério

tix (4) , q ue ve io s im plificar a vi- da dos utiliz adore s principiante s no Ubuntu, m as tam bém dos m ais e xpe rie nte s. O Autom atix é um inte rface gráfi- co e s crito e m Pyth on (5) e Bas h (6) , q ue pe rm ite ins talar de for- m a autom ática e s im plificada di- ve rs as aplicaçõe s. Através de um conjunto de s cripts , o Auto- m atix faz dow nload dos pacote s s e le ccionados , s atis faz e ndo de form a autom ática todas as de - pe ndências dos m e s m os , bas - tando ao utiliz ador e s colh e r o q ue pre te nde e e s pe rar pe lo fim da ins talação. O Autom atix pe r- m ite ainda re m ove r de form a s im ple s os pacote s q ue foram ins talados por e le.

Ve rs õe s

Exis te m duas ve rs õe s do Auto- m atix: a ve rs ão bas e , tam bém conh e cida com o Autom atix2, q ue contém todas as aplicaçõe s e s táve is , e a ve rs ão e s pe cial, o Autom atix2 Ble e de r, q ue m con- tém program as q ue ainda não s ão s uficie nte m e nte e s táve is pa- ra figurare m no Autom atix2. De notar q ue o Autom atix2 Ble e de r

s ó funciona na ve rs ão 6.10 do Ubuntu (ubuntu,K ubuntu,Xubun- tu) e q ue algum as ope raçõe s re - q ue re m ins talação m anual por parte do utiliz ador.

Ins talação do Autom atix

Autom atix2 (bas e )

Exis te m duas form as de ins talar o Autom atix, a m ais fácile na m inh a opinião m e lh or, cons is te e m de s carre gar o pacote da pá- gina da aplicação (7) , abrir o pa- cote e s e le ccionar a opção de ins talação. A outra form a é in- cluir no fich e iro “s ource s .lis t” (/e tc/apt/s ource s .lis t) do ubuntu, o re pos itório do autom atix (7) e de s carre gar e ins talar o pacote por “apt-ge t”. Es ta form a de ins - talação é m uito m ais com plica- da e de m orada, e na m inh a opi- nião não traz vantage ns a utiliz a- ção da aplicação.

Autom atix2 Ble e de r

É acons e lh áve lpos s uir o Auto- m atix2(bas e ), ante s de proce de r a ins talação do Autom atix2 Ble e - de r, ou s e ja, ante s de ins talar o

O