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Esta edição da revista linux apresenta dois artigos interessantes. O primeiro trata sobre o módulo vfl do kernel linux e suas diferentes variantes. O segundo artigo aborda o uso do zenity, uma ferramenta para apresentar caixas de diálogo a partir de uma linha de comandos em ubuntu. O documento também inclui informações sobre a instalação e uso do automatix, uma ferramenta para gerenciar pacotes em ubuntu.
Tipologia: Notas de estudo
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Entre vis ta com
Darío Rapis ardi
Jogos : Fre ts on Fire , Se cond Life Book Re vie w : Pyth on in a Nuts h e ll
w w w .re v
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a-l
inux.com
Re vis ta Linux
Nú Númm ee rroo 2 2
XFCE 4.
pag. 28
Z e nity
pág. 8
FAI
pág. 14
D o Do PPhh oottosos hh oopp
paparraa oo GG IIM PMP
pág. 17
Au Au ttomom aattixix
pág. 20
M a Macc OO SS llininuu XX
pág. 23
Laz arus
pág. 32.
Fre ts on Fire
pág. 46
Se cond Life
pág. 49
Entre vis ta
pág. 36
FSW C 3.
pág. 43
(^55)
3131
4141
5454
5757
5858
Re vis ta Linux :: K e rne l
Novidade s do
K e rne l
s ta é a s e gunda parte do artigo s obre a inte rface do K e rne l Vide o4Linux2. Pa- ra os le itore s q ue não le ram o artigo introdutório, é acons e lh á- ve lq ue o façam ante s de com e - çar e s te , pois os dois com ple - m e ntam -s e. O artigo introdutório e ncontra-s e na e dição núm e ro 1 da Re vis ta Linux.
Es te artigo irá apre s e ntar a e s - trutura do V4L2 e o proce s s o de re gis to de dis pos itivos. Ante s de com e çar, é ne ce s s ário re fe rir dois re curs os q ue s ão indis pe n- s áve is para q ue m pre te nde e s - cre ve r controladore s de víde o.
h ardw are. Es te código s e rve de e xe m plo de com o os controlado- re s V4L2 de ve m s e r e s critos.
Todos os controladore s de ví- de o ne ce s s itam de incluir o h e a- de r, onde s e localiz a m uita da in- form ação ne ce s s ária:
#include ,
Quando e s tive r a pe s q uis ar nos h e ade rs à procura de inform a- ção, de ve rá tam bém te r e m con- ta o include /m e dia/v4l2-de v.h , dado q ue e s te de fine m uitas das e s truturas q ue ne ce s s itará para trabalh ar. Provave lm e nte , o controlador de víde o te rá s e cçõe s para lidar com as inte rface s PCI e USB não s e ndo, no e ntanto, e s s a par- te e xam inada e m de talh e ne s te artigo. Exis te tam bém um a inte r- face inte rna i2c, q ue s e rá dis cuti- da noutro artigo de s ta s érie. Por fim , e xis te a inte rface para o s is - te m a V4L2, q ue é cons truída à
volta da e s trutura vide o_ de vice (q ue re pre s e nta um dis pos itivo V4L2). A anális e do conte údo de s ta e s trutura s e rá o tópico de alguns artigos ; ne s te , ape nas s e rá dada um a vis ão ge ral.
O cam po nam e da e s trutura vide o_ de vice é o nom e do tipo de dis pos itivo e irá apare ce r nos logs do k e rne le no s ys fs. O no- m e ge ralm e nte é igualao nom e do controlador. Exis te m dois cam pos q ue de s - cre ve m o tipo de dis pos itivo a s e r re pre s e ntado. O prim e iro (type ), apare nte m e n- te ficou na API Vide o4Linux1 e pode te r um dos s e guinte s valo- re s :
E
Im age m original
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oria de M ark v
an de W ouw
Re vis ta Linux :: K e rne l
z e r alte raçõe s aos parâm e tros de ope ração q ue e s tão grava- dos no h ardw are. Is to é, de ve s e r pos s íve le xe cutar um a apli- cação de linh a de com andos q ue configura a câm ara e de s e - guida e xe cutar um a outra q ue captura um a im age m s e m alte - rar os parâm e tros de configura- ção. Um controlador V4L2 de ve te ntar m ante r as configuraçõe s até um a aplicação e xplicitam e n- te os m odificar. O m étodo re le as e () lim pa os re - curs os. Dado q ue os dis pos iti- vos de víde o pode m te r m últi- plos de s critore s de fich e iros abe rtos , o re le as e () de ve de cre - m e ntar um contador ante s de fa- z e r algo radical. Se um de s critor e s tava a s e r utiliz ado para trans - fe rir dados , pode s e r ne ce s s ário de s ligar o m otor DM A e /ou lim - par outros dados.
No próxim o artigo ire m os com e - çar o longo proce s s o de s olicitar as capacidade s e m odos de ope ração dos dis pos itivos.
O s artigos apre s e ntados ne s ta s e cção s ão traduçõe s autoriz adas de artigos re lacionados com o k e rne ldo Linux do jornal online Linux W e e k ly Ne w s - h ttp://w w w .lw n.ne t.
Re vis ta Linux :: Prático
Z e nity
h e lls cript é um a das fe r- ram e ntas m ais úte is e po- de ros as e m am bie nte s Li- nux, pe rm itindo autom atiz ar m ui- tas tare fas q ue por ve z e s s ão bas tante com plicadas de e fe ctu- ar m anualm e nte. Ao us ar s h e ll s cript, torna-s e por ve z e s ne ce s - s ário algum a com unicação e n- tre o utiliz ador e s h e lls cript, s e - ja para apre s e ntar inform ação com o para adq uirir dados. M ui- tas ve z e s e s ta inte racção é fe ita e m m odo de te xto através da própria linh a através do us o dos com andos “e ch o” e “re ad”.
Exis te m várias fe rram e ntas q ue pe rm ite m apre s e ntar caixas de diálogo, pe rm itindo as s im o diá- logo e ntre um s h e lls cript e o uti- liz ador. Es tas caixas de diálogo pode m s e r apre s e ntadas e m m odo de te xto com o é o cas o do dialog ou re corre ndo ao GTK + para apre s e ntar os diálo- gos e m m odo gráfico, com o é o cas o do xdialog ou do gdialog.
Com o us o do gdialog e do xdia-
log pode -s e criar facilm e nte um inte rface gráfico para um s h e ll s cript de form a a q ue o utiliz a- dor pos s a ins e rir dados q ue por s ua ve z s e rão us ados no s cript ou m e s m o us ado para apre s e n- tar inform ação ao utiliz ador.
O z e nity é um a e volução tanto do xdialog com o do gdialog, pe r- m itindo apre s e ntar ao utiliz ador caixas de diálogos a partir de um a linh a de com andos , pos s ibi- litando um a fácilinte racção e n- tre um s h e lls cript e o utiliz ador. A ins talação de s te s e rá s im ple s dado q ue de ve rá h ave r pacote s para as principais dis tribuiçõe s. Se o s e u s is te m a for bas e ado e m De bian ins tale o program a e xe cutanto num a cons ola, com o s upe r-utiliz ador, o s e guinte co- m ando: $ apt-get install zenity
O z e nity pe rm ite apre s e ntar ao utiliz ador um vas to núm e ro de caixas de diálogo, tornando pos - s íve lapre s e ntar cale ndários , e n- trada de dados , e rros , inform a- çõe s , s e le cção de fich e iros , lis ta de opçõe s , notificaçõe s , barras
de progre s s os , pe rguntas , avi- s os e barras de e s calas.
Trabalh ar com o z e nity é m uito s im ple s , bas tando ape nas faz e r um a ch am ada ao z e nity num a li- nh a de com andos com os argu- m e ntos corre ctos para s e e s pe - cificar q ualo tipo de diálogo e q uala inform ação q ue s e pre te n- de apre s e ntar ou pe rguntar ao utiliz ador. Para s e e s pe cificar q ualo tipo de diálogo q ue s e pre te nde apre s e ntar bas ta pas - s ar ao z e nity um dos s e guinte s argum e ntos :
--calendar Display calendar dialog --entry Display text entry dialog --error Display error dialog --info Dis- play info dialog --file-selection Display file selecti- on dialog --list
S
Im age m original
da aut
oria de Ev
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e e s on
Re vis ta Linux :: Prático
#! /bin/bash
FILE_ORIG=zenity --title="Escolha o ficheiro origiem" --file-selection --separator=" " -- filename=.~/
if [! $? -eq 0 ] then zenity --error --text "Operação cancelada pelo utilizador." --title "Cancelado" exit 1 fi
FILE_SAVE=zenity --title="Escolha o ficheiro de destino" --file-selection --save – filename=~/
if [! $? -eq 0 ] then zenity --error --text "Operação cancelada pelo utilizador." --title "Cancelado" exit 1 fi
RESULTADO=cp $FILE_ORIG $FILE_SAVE 2>&1
if [ $? -eq 0 ] then zenity --info --text "Ficheiro copiado com sucesso" --title "Copia efectuada" else zenity --error --text "$RESULTADO" --title "Erro a copiar o ficheiro" fi
Im age m 1
diálogo, us ando-s e para is s o os argum e ntos “--title ”, “--w idth ”, “--h e igh t” e “--w indow -icon”, re s - pe ctivam e nte.
Um e xe m plo m uito s im ple s do us o do z e nity, é pe dir ao utiliz a- dor para introduz ir dados na for- m a de te xto e indicar q ualo bo- tão q ue o utiliz ador pre s s ionou e q ualo te xto introduz ido. Ne s te cas o, o te xto apare ce s ob a for- m a de pas s w ord (e s condido) - ve r caixa Te s te Pas s w ord.
Ne s te e xe m plo pode m os ve r um a s im ple s ch am ada ao z e nity para m os trar um a caixa de diálo- go do tipo “e ntry”. Es ta ch am a- da irá re s ultar num a jane la com o título “Dados ”, dando orige m à caixa de diálogo da im age m 1.
De pois do utiliz ador te r pre s s io- nado e m “O k ” ou e m “Cance l”, a inform ação pre e nch ida pe lo utili- z ador fica alocada na variáve l $PASSW O RD. Um a aplicação te rm ina s e m pre com um valor de re torno. Num s h e lls cript, a variáve l$?te m s e m pre o valor de re torno da aplicação q ue te r- m inou im e diatam e nte ante s , po- de ndo-s e as s im guardar e s te pa- ra q ue pos s a s e r us ado m ais tar- de. Ne s te cas o foi us ada a variá- ve l$VALO R_ RETO RNO.
As s im , com e s tas duas variá- ve is cons e gue -s e s abe r facil- m e nte q ualo botão q ue o utiliz a- dor pre s s ionou e q uala inform a- ção pre e nch ida.
O utro e xe m plo s im ple s do us o do z e nity é um a pe q ue na aplica- ção para copiar fich e iros , apre - s e ntando ao utiliz ador um a cai- xa de diálogo a pe rguntar q ualo fich e iro q ue q ue r copiar e outra q ue pe rgunta q ualo nom e do novo fich e iro (ve r caixa Te s te Cópia de Fich e iro ).
Ne s te e xe m plo e ncontram -s e
duas ch am adas ao z e nity, um a para apre s e ntar um a caixa de diálogo ao utiliz ador para e s co- lh e r o fich e iro q ue vai s e r copia- do e outra pe rguntar q ualo local
e o nom e para o novo fich e iro. Na prim e ira ch am ada ao z e nity, o cam inh o do fich e iro e s colh ido pe lo utiliz ador s e rá de volvido pe - lo STDO UT, ficando e s te na va-
Re vis ta Linux :: Prático
riáve l$FILE_ O RIG. Es tas caixa de diálogo pode s e r vis ta na im age m 2.
Ne s te e xe m plo e ncontram -s e duas ch am adas ao z e nity, um a para apre s e ntar um a caixa de diálogo ao utiliz ador para e s co- lh e r o fich e iro q ue vai s e r copia- do e outra pe rguntar q ualo local e o nom e para o novo fich e iro. Na prim e ira ch am ada ao z e nity, o cam inh o do fich e iro e s colh ido pe lo utiliz ador s e rá de volvido pe - lo STDO UT, ficando e s te na va- riáve l$FILE_ O RIG. Es tas caixa de diálogo pode s e r vis ta na im age m 2.
A s e gunda ch am ada ao z e nity re ce be com o argum e nto a op- ção “--s ave “ q ue fará com q ue o z e nity apre s e nte um a caixa de diálogo do tipo “file -s e le ction” um pouco dife re nte da caixa de diálogo ante rior. Com e s ta op- ção, a caixa de diálogo s e rá igualà jane la q ue é apre s e nta- da q uando o utiliz ador pe de pa- ra gravar um fich e iro, pode ndo e s ta s e r vis ta na im age m 3. Tal com o na prim e ira ch am ada ao z e nity, o nom e do fich e iro s e rá
guardado num a variáve l, fican- do ne s te cas o na variáve l $FILE _ S AVE.
Para além do nom e dos fich e i- ros q ue s ão guardados e q ue s e - rão us ados m ais tarde , é tam - bém us ado o valor de re torno no z e nity para ve rificar s e o utili-
Im age m 2
Im age m 3
z ador cance lou a ope ração e m algum a das caixas de diálogo. No cas o da ope ração te r s ido cance lada pe lo utiliz ador, s e rá apre s e ntada um a outra caixa de diálogo a inform ar q ue o utiliz a- dor cance lou a ope ração, us an- do para is s o um a caixa de diálo- go do tipo “e rror”, re s ultando na caixa de diálogo vis íve lna im a- ge m 4.
De pois do utiliz ador te r s e le ccio- nado os dois fich e iros , é fe ita um a s im ple s cópia dum para o outro, re dire ccionando o STERR para o STDO UT de for- m a a pode rm os apanh ar algum e rro q ue pos s a apare ce r duran- te a cópia do fich e iro. Se a có- pia for fe ita com s uce s s o, é apre s e ntada ao utiliz ador um a caixa de diálogo do tipo “info” a inform ar q ue a cópia foi fe ita com s uce s s o, cas o contrário s e - rá apre s e ntada um a caixa de diálogo do tipo “e rror” a inform ar o utiliz ador q ue h ouve um e rro durante a ope ração e q ualo e r- ro, vis íve lna caixa de diálogo da im age m 5.
Re vis ta Linux :: Prático
AI (Fully Autom ate d Ins - tall) é um a aplicação cuja função é a ins talação total- m e nte autom ática de um a ou de de z e nas de m áq uinas De bi- an/De bian bas e d de acordo com um pe rfilde finido. O le itor, no de corre r da utiliz ação de s is - te m as De bian (é re fe rido unica- m e nte De bian m as re fe re -s e a todos os s is te m as De bian Ba- s e d) já pre cis ou, provave lm e n- te , de re ins talar a s ua m áq uina
dive rs as ve z e s. As raz õe s po- de m s e r as m ais dís pare s : por carolice , para alte rar o particio- nam e nto ou, s im ple s m e nte , por- q ue s im. Se fos s e um adm inis - trador de s is te m as e lh e pe dis - s e m para ins talar um conjunto de m áq uinas , com o o faria?Co- m o ins talaria e configuraria um conjunto de m áq uinas todas s e - m e lh ante s e m te rm os fís icos (não é e s tritam e nte ne ce s s ário m as útilpara s alie ntar a ide ia) s e m pas s ar pe la pe nos a tare fa de ins talar drive rs , configu- rar k e yboards , configurar placa de víde o ve z e s s e m fim? Com o pouparia te m po? A s olução apre - s e nta-s e actual- m e nte pe lo nom e de FAI. A aplica- ção foi d e s e n vo l- vi d a p o r Th o- m as Lange e o m anualé indis pe n- s áve l (1).
O FAI s e ndo um a aplicação com ple - xa ne ce s s ita para o s e u corre cto fun- cionam e nto de : Um s e rvidor DH CP, um s e rvi- dor TFTP, um m ir- ror De bian, Um s e r- vidor FAI e o clie n- te q ue s e rá ins tala- do.
O clie nte , por s i pouco ne ce s s ita pa- ra s e r ins talado. Um a placa de re de , m e m ória, proce s s a- dor e dis co. O iní- cio da ins talação ocor-
re q uando o clie nte e fe ctua boot via pxe (Pre -boot e Xe cution En- vironm e nt), as s um e -s e ne s te e x- e m plo q ue o faz. O le itor pode , s e de s e jar, utiliz ar um a dis q ue te de arranq ue ou um cd por form a a obte r o m e s m o re s ultado, ca- s o tive s s e e xe cutado boot via pxe.
No início do proce s s o FAI, ou s e ja, de ins talação, é s olicitado um IP ao s e rvidor de DH CP e , cas o o clie nte pos s ua um m ac addre s s autoriz ado, e s te é-lh e atribuído. Após ip atribuído, é s olicitado um k e rne l via TFTP q ue , q uando e xe cutado, m onta via nfs um s is te m a de fich e iros do s e rvidor FAI, e e xe cuta um conjunto de s cripts de configura- ção e ins talação do clie nte. Pa- re ce fácil, ce rto?
O s pas s os ne ce s s ários para co- locar e s te proje cto e m m arch a com e çam pe la e xe cução das ta- re fas : 1 :: Ins talação e configuração do DH CP; 2 :: Ins talação e configuração do FAI; 3 :: Anális e de re q uis itos e e s co- lh a de pacote s para ins talação (Proxim a ve z ).
Com o root o utiliz ador ins tala os pacote s dh cp3-s e rve r, m k nbi, tftp-h pa, rs h -s e rve r e w ge t.
$apt-ge tins talldh cp3-s e rve r $ a p t- g e t i n s ta ll m k n b i tftp - h p a rs h - s e rve r w g e t
Se a ins talação ocorre r s e m pro- ble m as , configuram os o s e rvi- dor dh cp.
Em /e tc/dh cp3/dh cpd.conf, co- pie a configuração da caixa
Im age m original
da aut
oria de Tracy Byrne s
Re vis ta Linux :: Prático
installserver=192.168.2.
interna. mirrorhost=192.168.2. debdist=sarge NFSROOT_ETC_HOSTS="192.168.2.100" FAI_DEBOOTSTRAP="sarge http://192.168.2.251/mirrors/debian"
FAI_DEBOOTSTRAP_OPTS="--arch i386 --exclude=pcmcia- cs,ppp,pppconfig,pppoe,pppoeconf,dhcp-client,exim4,exim4-base,exim 4-config,exim4-daemon- light,mailx,at,fdutils,info,modconf,libident,logrotate,exim"
KERNELPACKAGE="/usr/lib/fai/kernel/kernel-image-2.6.10_i386.deb"
NFSROOT_PACKAGES="expect"
FAI_ROOTPW="56hNVqht51tzc"
LOGUSER=anonymous
FAI_LOGPROTO=ftp LOGSERVER=192.168.2.
FAI_LOCATION=192.168.2.100:$FAI_CONFIGDIR
packages="module-init-tools dhcp3-client ssh file rdate hwinfo portmap bootpc rsync wget rsh-client less dump reiserfsprogs usbutils ext2resize hdparm smartmontools parted raidtools2 lvm dnsutils ntpdate dosfstools cfengine cvs jove xfsprogs xfsdump sysutils dialog discover mdetect libnet- perl netcat libapt-pkg-perl"
(1) h ttp://w w w .inform atik .uni-k oe ln.de /fai
Pe dro Fe rre ira é lice nciado e m Enge nh aria Infor- m ática pe la Unive rs idade de Évora. Trabalh ou na PT-Com unicaçõe s e m proje ctos de m onitoriz ação, controlo e de te cção de e ve n- tos de s is te m as e re de s inform áticas. Participa na com unidade de de s e nvolvim e nto FAI e de plu- gins para o Nagios. Actualm e nte de s e m pe nh a funçõe s de docência. É um acérrim o utiliz ador do Aline x.
Re vis ta Linux :: Te m a de Capa
De um program a com e rcial, conde corado por
m uitos com o o re i das fe rram e ntas gráficas , para um a s olução ope n s ource q ue pre te nde vingar ne s te ram o, e m ape nas alguns pas s os.
Adobe Ph otos h op
Actualm e nte é o líde r de m e rcado de e di- tore s gráficos , s e ndo cons ide rado o s tan- dard na indús tria. De s e nvolvido de s de 19 87, te ve três anos m ais tarde o lançam e nto da ve r- s ão núm e ro 1 ape nas para M ac. A nom e n- clatura m ante ve -s e coe re nte até à ve r- s ão 7, após a q ualforam lançadas m ais duas ve rs õe s a CS e a CS2, s e ndo e s ta a últim a. Es ta m udança de ve -s e a um a inte gração da Adobe do Ph otos h op na ch am ada Cre ati- ve Suite , daí a s igla CS. M ais re ce nte - m e nte , e m De z e m bro pas s ado, foi pe la prim e ira ve z lançada um a ve rs ão be ta do Adobe Ph otos h op para os pos s uí- dore s da ve rs ão ante rior, CS3. Es ta ve rs ão te m a s ua re le as e finalna prim ave ra do corre nte ano.
Alguns e s tudos re ve lam q ue é a apli- cação q ue m ais utiliz adore s de Li- nux gos tariam de ve r portada.
O pre ço de s ta aplicação ronda os 600 €.
Th e Gim p
Com e çou por s e r um proje cto académ ico e o s e u nom e originalm e nte de rivava de Ge ne ral Im age M anipulation Program. Em 19 9 7, tor- nou-s e parte do GNU Proje ct e actualm e n- te Gim p provém de GNU Im age M anipu- lation Program.
O s e u níve lde funcionalidade s é e s pantos o: fun- çõe s de brus h e s , gradie nts , m as k s , laye rs , trans -
parências , e fe itos e filtros , m acros via s crip- ting, e ntre m uitas outras.
Es tá dis poníve lpara plataform as Li- nux, W indow s , M acO S X, Solaris e trata-s e de um proje cto s ob lice n- ça GPL.
À prim e ira vis ta, e após nave gar um pouco nos m e nus de um a e outra aplicação, cons e guim os e ncontrar algum as s e m e - lh anças e ntre e las. O proble m a re s ide na ve r- dade ira utiliz ação, q uan- do s e com e ça a trabalh ar e não cons e guim os faz e r o m e s m o com o Th e Gim p de vido a não e ncontrarm os o q ue pre cis a- m os. O Th e Gim p utiliz a um a nom e nclatura algo dife re nte do Ph o- tos h op para os m e - nus e os s e us ite m s. Além dis s o, a lo- caliz ação de cada um de s te s ite m s tam bém não ajuda, e s tando não s ó e m lo- cais dife re nte s , com o agrupados de form a dis tinta.
O utiliz ador m ais e xpe rie nte tam bém não cons e guirá contornar e s tas dife re nças atra- vés de te clas de atalh o. Tam bém e s tas dife re m na s ua grande m aioria.
As ch am adas "ble nding options " dos laye rs e m Ph otos h op tam bém não e s tão pre s e nte s e todos os e fe itos ine re nte s têm q ue s e r obtidos de um a
Do Ph otos h op para
o GIM P
Re vis ta Linux :: Te m a de Capa
No e ntanto, é s e guram e nte m ais fácilre aliz ar algo com o na figura 1 no Th e Gim p após as m odificaçõe s do q ue ante rior- m e nte. Es ta im age m foi re aliz a- da s e m cons ultar ne nh um tutori- alne m de Ph otos h op ne m de Gim p.
Não pos s o dar o m e u ponto de vis ta q uanto à utiliz ação do Gim p s e m um a prévia e xpe riên- cia e m Ph otos h op, contudo, cre io q ue algum as dificuldade s pode rão s urgir. Ve jam os , por e x- e m plo, um cas o de te clas de atalh o: para apagar é ne ce s s á- rio faz e r CTRL+ k , ao invés do in- tuitivo De le te.
De pois de re aliz ar alguns tutori- ais e m am bas aplicaçõe s e após a adaptação do Gim p, pos - s o diz e r q ue não s e pode utiliz ar o Gim p com o s e fos s e o Ph o- tos h op, m as pode m os s im e xplo- rar as s uas funcionalidade s pró- prias de um a form a m ais intuiti- va e prática após a m igração, vis to q ue o am bie nte s e torna m ais fam iliar ao utiliz ador de Ph otos h op.
O Th e Gim p te m funcionalida- de s fantás ticas por e xplorar, m as ante s de lá ch e garm os é pre cis o e s tar à vontade no bás i- co.
Cons tate i um a falta ao níve lde tutorials de q ualidade , de ixo a s uge s tão para q ue os le itore s crie m tutoriais e os pos te m no fórum da Re vis ta Linux.
Figura 1
(1) h ttp://w w w .plas ticbugs .com /
(2) h ttp://e pie rce .fre e s h e ll.org/gim p/gim p_ ps .ph p
(3) h ttp://re gis try.gim p.org/plugin?id=69 88
(4) h ttp://w w w .gim p.org/~ tm l/gim p/w in32/ps pi.h tm l
(5) h ttp://e ffe ctica.com /s h ow th re ad.ph p?t=
Rube n Silva é vice -pre s ide nte do NEEI, aluno finalis ta da Lice nciatura e m Enge - nh aria Inform ática na Unive rs idade de Évora. É o re s pons áve lpe la criação do w e bs ite da De lta aLANte jo|06 e actualm e nte faz tam bém parte da s e cção inform ativa da As s ociação Académ ica da Unive rs idade de Évora onde e xe cuta funçõe s de de s ig- ne r e ntre outras.
Rube n Silva é, a partir de s ta e dição, a colaborador pe r- m ane nte da Re vis ta Linux.
Re vis ta Linux :: Te m a de Capa
Im age m original
da aut
oria de Tops y Qur'e t
Autom atix
Ubuntu (1) é conh e cido com o um a das dis tribui- çõe s m ais “Us e r-Frie n- dly” do m undo Linux de vido à s ua facilidade de ins talação, ao s e u pode ros o s is te m a de re co- nh e cim e nto de h ardw are e pe la s im plicidade e organiz ação dos s e us inte rface s gráficos. No e ntanto os utiliz adore s princi- piante s ne s te m undo, ao ins tala- re m o Ubuntu (ou o irm ão K u- buntu) de param -s e com dive r- s os proble m as , com o por e xe m - plo a falta de code cs (de vido ao facto de s e re m proprie tários e não pode re m s e r dis tribuídos li- vre m e nte ), plugins , fonte s de te xto e ntre outras aplicaçõe s. Exis te , no e ntanto, o ins talador de pacote s do De bian (2) , o Sy- naptic (3) , q ue pode re s olve r al- guns de s te s proble m as. Porém , para a m aioria dos utiliz adore s principiante s no m undo Linux, o Synaptic não é m uito s ucinto e fácilde us ar, por ve z e s as de s - criçõe s dos pacote s s ão m uito técnicas , o q ue le va os utiliz ado- re s principiante s a te re m dificul- dade e m e ncontrar o pacote q ue ne ce s s itam. Fe liz m e nte apare ce u o Autom a-
tix (4) , q ue ve io s im plificar a vi- da dos utiliz adore s principiante s no Ubuntu, m as tam bém dos m ais e xpe rie nte s. O Autom atix é um inte rface gráfi- co e s crito e m Pyth on (5) e Bas h (6) , q ue pe rm ite ins talar de for- m a autom ática e s im plificada di- ve rs as aplicaçõe s. Através de um conjunto de s cripts , o Auto- m atix faz dow nload dos pacote s s e le ccionados , s atis faz e ndo de form a autom ática todas as de - pe ndências dos m e s m os , bas - tando ao utiliz ador e s colh e r o q ue pre te nde e e s pe rar pe lo fim da ins talação. O Autom atix pe r- m ite ainda re m ove r de form a s im ple s os pacote s q ue foram ins talados por e le.
Exis te m duas ve rs õe s do Auto- m atix: a ve rs ão bas e , tam bém conh e cida com o Autom atix2, q ue contém todas as aplicaçõe s e s táve is , e a ve rs ão e s pe cial, o Autom atix2 Ble e de r, q ue m con- tém program as q ue ainda não s ão s uficie nte m e nte e s táve is pa- ra figurare m no Autom atix2. De notar q ue o Autom atix2 Ble e de r
s ó funciona na ve rs ão 6.10 do Ubuntu (ubuntu,K ubuntu,Xubun- tu) e q ue algum as ope raçõe s re - q ue re m ins talação m anual por parte do utiliz ador.
Autom atix2 (bas e )
Exis te m duas form as de ins talar o Autom atix, a m ais fácile na m inh a opinião m e lh or, cons is te e m de s carre gar o pacote da pá- gina da aplicação (7) , abrir o pa- cote e s e le ccionar a opção de ins talação. A outra form a é in- cluir no fich e iro “s ource s .lis t” (/e tc/apt/s ource s .lis t) do ubuntu, o re pos itório do autom atix (7) e de s carre gar e ins talar o pacote por “apt-ge t”. Es ta form a de ins - talação é m uito m ais com plica- da e de m orada, e na m inh a opi- nião não traz vantage ns a utiliz a- ção da aplicação.
Autom atix2 Ble e de r
É acons e lh áve lpos s uir o Auto- m atix2(bas e ), ante s de proce de r a ins talação do Autom atix2 Ble e - de r, ou s e ja, ante s de ins talar o
O