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Revoltas da República Velha, Resumos de História

A Revolta de Canudos (1893-1897) A guerra do contestado (1912-1916) A revolta da vacina (1904) A fúria popular explode nas ruas do Rio de Janeiro A Revolta da Chibata (1910) Os marinheiros sob o comando do Almirante Negro Cangaço: Revolta e Violência no Nordeste Revolta da Armada - 1893 - resumo, causas Revolução Federalista - resumo, causas, o que foi, conclusão

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 15/04/2020

amanda-zubreski
amanda-zubreski 🇧🇷

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As revoltas
da República
Velha
Nome: Ricardo da S. Machado
Escola: Reinaldo Affonso Augustin
Professora: Animari
Disciplina: História
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As revoltas

da República

Velha

Nome: Ricardo da S. Machado Escola: Reinaldo Affonso Augustin Professora: Animari Disciplina: História

A Revolta de Canudos (1893-1897)

O governo de Prudente de Morais movimentou uma grande revolta social entre os humildes sertanejos Baiano. Um dos lideres dos Sertanejos Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio o conselheiro, ele tinha grande religiosidade; foi considerado homem de Deus. Não compreendendo Certas mudanças sugeridas como a República, Antônio conselheiro declarava-se; por exemplo: contra o casamento civil e por isso, foi identificado como um fanático religioso e monarquista.

A guerra do contestado (1912-1916)

Além de canudos, outro grande movimento messiânico ocorreu na fronteira entre Paraná e Santa Catarina. Nessa região muito grande o número de sertanejos sem-terra e famintos que viviam sobre dura exploração dos fazendeiros e duas empresas norte americanas que ali atuavam. Os sertanejos contestados eram liderados por João Maria, logo após a morte outro líder nomeado foi José Maria, seu nome verdadeiro era (Miguel Boa Ventura). José Maria reuniu 20 mil sertanejos e fundaram alguns povoados chamados “Monarquia Celeste”, como em Canudos.Os sertanejos foram violentamente perseguidos e expulsos das terras que ocupavam. Em novembro de combate. 1912.O monge José Maria foi morto e seus seguidores tentaram resistir e foram arrasados por tropas de 7 mil homens armados de canhões, metralhadoras e até aviões

A revolta da vacina (1904)

A fúria popular explode nas ruas do Rio de Janeiro

O governo do presidente Rodrigo Alves (1902-1906) o Rio de Janeiro, capital da República, era uma cidade grande, tinha muitos problemas urbanos e sociais, pobreza, desemprego, lixo, muitos ratos e mosquitos transmissores de doenças. Muitas pessoas morriam em consequência de apneias como febre amarela, peste bubônica e varíola. O governo decidiu, modernizar a cidade e tomar medidas drásticas contra as epidemias, derrubou cortiços, casebres e a população dali foram expulsas, Depois disso, o Prefeito Pereira Passos iniciou as obras de modernização da cidade. Organizou um exército de funcionários da saúde e começou a destruir focos de ratos e mosquitos. Osvaldo Cruz convenceu o presidente a decretar uma lei de vacinação obrigatória contra a varíola, o que gerou a revolta da população que diziam ser uma falta de vergonha as mulheres a se vacinar, pois achavam que as vacinas eram aplicadas nas partes intimas das mulheres. O resultado de tanta reação foi uma revolta popular que explodiu pelas ruas do Rio de Janeiro que o governo conseguiu controlar com tropas do corpo de bombeiros e a cavalaria.

A Revolta da Chibata (1910)

Os marinheiros sob o comando do Almirante Negro

No final do governo do presidente Nilo Peçanha, estourou uma revolta de 2 mil marujos da marinha brasileira liderada pelo marinheiro João Cândido Primeiramente, os revoltosos tomaram o comando do navio Minas Gerais, matando na luta o comandante e três oficiais que resistiram. Depois, assumiram o controle dos navios São Paulo, Bahia e Deodoro em seguida apontaram os canhões para a cidade do Rio de Janeiro e enviaram um comunicado ao presidente explicando as razões da revolta. Queriam mudanças no código de disciplina da marinha, que punia as faltas graves com 25 Chibatadas. O governo cedeu e aprovou um projeto que acabava com as chibatadas e anistiava os revoltosos, mas o governo não cumpriu a promessa, esquecendo a anistia, decretou a expulsão de vários marinheiros e a prisão de alguns líderes. João Cândido foi preso , julgado e absolvido em 1912. Passou para a história como o Almirante Negro que acabou com as chibatadas na marinha do Brasil. http://monografias.brasilescola.uol.com.br/historia/as-rebelioes-na-republica-velha.htm

Cangaço: Revolta e Violência no Nordeste

Ocorreu entre os anos 1870 a 1940 (setenta anos), no nordeste do Brasil. Para alguns pesquisadores, ele foi uma forma pura e simples de bandidismo e criminalidade, para outros foi uma forma de banditismo social, isto é, uma forma de revoltas conhecida como algo pelas pessoas que vivem em condições semelhantes. Motivo para o acontecimento do cangaço: Miséria, fome, secas e injustiças dos coronéis e fazendeiros no semiárido do Nordeste um cenário favorável a formação de grupos conhecidos como cangaceiros. Os cangaceiros praticavam crimes, assaltavam fazendas e matavam pessoas. Os dois mais importantes bandos do cangaço foi de Antônio Silvino e o de Virgolino Ferreira da Silva, o lampeão, o “Rei do cangaço”. Depois que a polícia massacrou o “bando de lampeão” em 1938 o cangaço praticamente desapareceu do Nordeste. http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/republica-velha-revoltas

-Os revoltosos queriam a manutenção dos militares no poder. Acontecimentos e como terminou: Em 13 de setembro de 1894, navios de guerra da Marinha, em posse de militares integrantes da revolta, bombardearam a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil. O governo Floriano não cedeu, organizou o Exército e resistiu à revolta. A defesa do litoral impediu o desembarque dos revoltosos. Após muitos conflitos armados, o governo debelou a rebelião em março de 1894. http://www.historiadobrasil.net/resumos/revolta_armada.htm

Revolução Federalista - resumo, causas, o que foi,

conclusão

O que foi, causas, resumo, conclusão, história e contexto histórico da Revolução Federalista O que foi: A Revolução Federalista foi um conflito de caráter político, ocorrido no Rio Grande do Sul entre os anos de 1893 e 1895, que desencadeou uma revolta armada. A revolta atingiu também o Paraná e Santa Catarina. Causas da Revolução Federalista:

  • Insatisfação dos federalistas com o domínio político de Júlio de Castilhos (presidente do RS) do Partido Republicano Riograndense.
    • Disputa política entre dois grupos políticos gaúchos: Os chimangos (pica-paus) eram defensores do governo de Júlio de Castilhos, da centralização política, do presidencialismo, do positivismo e do governo federal. Já os maragatos (federalistas) queriam tirar Júlio de Castilhos do poder do RS, implantar um sistema descentralizado, baseado no parlamentarismo. Os federalistas eram também contrários à política implantada pelo governo federal após a Proclamação da República e exigiam uma revisão da constituição. Início, desenvolvimento e fim da revolta Em fevereiro de 1893, os federalistas pegaram em armas para derrubar o governo de Júlio de Castilhos. Floriano Peixoto, presidente do Brasil, se colocou ao lado do governo gaúcho. O conflito acabou tomando âmbito nacional, pois os opositores de Floriano passaram a defender o movimento federalista no RS. Os federalistas tiveram algumas vitórias no começo do movimento. Sob a liderança de Gumercindo Saraiva, os federalistas avançaram sobre Santa Catarina.

Em janeiro de 1894, os federalistas se uniram aos participantes da Revolta da Armada. Entraram no estado do Paraná e tomaram a cidade de Curitiba. No final de 1894, o movimento federalista perdeu força. Na batalha da Lapa, no Paraná, as forças federais de Floriano Peixoto venceram os revoltosos. Com a chegada de tropas paulistas, os federalistas tiveram que recuar. A paz foi assinada em 23 de agosto de 1895, na cidade de Pelotas, e selou a derrota dos federalistas. Conclusão: A Revolução Federalista, embora não tenha conquistado seus objetivos, nos mostra que a Proclamação da República e seu sistema político não foram aceitos de forma unânime no Brasil. Alguns grupos políticos contestaram, inclusive de forma armada, o regime republicano, o positivismo, a centralização de poder e a presença das oligarquias nos governos estaduais. Portanto, a Revolução Federalista pode ser compreendida dentro deste contexto histórico de insatisfação com o regime republicano, recém-instalado no país após o 15 de novembro de