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Tipologia: Exercícios
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Aluna: Gabrielle Lucena Barbosa. Disciplina: Saúde do idoso. Atividade: A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBREIDOSOS E HIPERTENSÃO ARTERIAL:DESVELANDO OS CAMINHOS DA ENFERMAGEM. Nos trabalhos identificados neste estudo cujos objetivos estavam diretamente relacionados à enfermagem, observa-se várias propostas de intervenção do enfermeiro voltadas ao idoso com hipertensão arterial, as quais podem contribuir para melhorias na prática desse profissional a tal clientela. Relacionados diretamente à enfermagem, por meio de:
tipo hipertensão sistólica isolada (HSI).1 A pressão aumenta com a idade, mas de uma maneira não linear durante as décadas de vida: o componente diastólico aumenta até a quinta ou sexta década de vida e, a partir daí, começa a diminuir, enquanto o componente sistólico continua a se elevar com o aumento da idade. Esse padrão de elevação da pressão arterial sistólica (PAS) com o envelhecimento é a principal explicação para a elevada prevalência de hipertensão sistólica isolada (PAS > 140 mmHg e pressão arterial diastólica (PAD) < 90 mmHg) em idosos. O acidente vascular cerebral é a principal complicação relacionada à mortalidade em idosos, cuja principal causa é a hipertensão arterial; além disso, a insuficiência cardíaca, uma das principais morbidades do paciente idoso, tem como principal causa, nesta população, a doença hipertensiva. A hipertensão arterial é uma doença multifatorial na qual a combinação dos diferentes fatores envolvidos na sua fisiopatologia pode variar de acordo com a idade do paciente. A HSI é caracterizada por aumento importante da pressão sistólica e da pressão de pulso, e é consequência direta da diminuição de distensibilidade arterial, expressa pelo aumento da rigidez arterial. Recentemente , novos mecanismos moleculares têm sido identificados na hipertensão associada ao envelhecimento, como o encurtamento de telômeros, a disfunção das células endoteliais progenitoras e o aumento de micropartículas de letérias.10,21 Essas alterações podem sofrer influência do meio ambiente sobre a programação da estrutura arterial geneticamente determinada, elucidando diferentes origens da hipertensão no idoso e assim promovendo o desenvolvimento de novos alvos terapêuticos nessa população. A onda de pulso arterial é gerada pela sístole ventricular incidente e é transmitida livremente ao longo da aorta, artéria notadamente viscoelástica, até encontrar pontos de ramificação arterial e de maior resistência oferecidos pelas arteríolas, predominantemente musculares. apesar de as alterações vasculares serem o principal componente fisiopatológico da hipertensão arterial no idoso, sobretudo da pressão arterial sistólica, outros mecanismos também têm papel importante na hipertensão arterial de indivíduos idosos. Assim, entre os idosos existe maior sensibilidade ao sódio, definida como a intensidade de aumento da pressão arterial que ocorre com a maior ingestão de cloreto de sódio. é muito importante o reconhecimento dos principais mecanismos envolvidos na hipertensão arterial do indivíduo idoso, sobretudo no que se refere à hipertensão sistólica isolada. Esse melhor entendimento proporciona melhor abordagem terapêutica e sucesso maior na prevenção das complicações cardiovasculares desses pacientes.