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sempre juntos, Notas de estudo de Cultura

informacoesw de inventario florstal

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 07/06/2011

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alfredo-daniel-nanvara-3 🇧🇷

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Prefácio
Muito é ouvir hoje em dia falar da redução da floresta tropical. Agora ai está a grande
preocupação acerca das florestas abundantes dos países temperados que começaram a
murchar e a morrer. Então surgem as questões seguintes: Até aonde podemos permitir o
desaparecimento das àrvores? Como as àrvores são importantes para o planeta e a vida no
planeta? Quando é que começou a reduçào das àrvores no planeta? Se as àrvores são
importantes, o que é que deve ser feito para salvaguardar as florestas? Westoby,J.(1989).
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Prefácio

Muito é ouvir hoje em dia falar da redução da floresta tropical. Agora ai está a grande preocupação acerca das florestas abundantes dos países temperados que começaram a murchar e a morrer. Então surgem as questões seguintes: Até aonde podemos permitir o desaparecimento das àrvores? Como as àrvores são importantes para o planeta e a vida no planeta? Quando é que começou a reduçào das àrvores no planeta? Se as àrvores são importantes, o que é que deve ser feito para salvaguardar as florestas? Westoby,J.(1989).

Se tivesse sido possível nós observarmos a evolução das mudanças na superfície terrestre acima dos 4.5 bilhões de anos de existência, teriamos visto enormes mudanças.Uma vez as àrvores apareciadas , nós teríamos visto a declinação e o fluxo, reduçcão para determinadas areas, e depois alastrar-se para outras areas. Todas essas mudançcas na cobertura florestal teve lugar ao longo de milhões de anos, mas num pequeno recente de séculos passados , nós assistimos uma rápida degradação e redução das florestas na terra e de acordo com a história da humanidade, isso deve-se coincide e fundamentalmente ao aparecimento de uma espécie de seres vivos – Homo sapiens. Westoby,J.(1989).

Hoje, são largas areas da superfície terrestre com os problemas de declinação e extinção das espécies de àrvores e sem seja pessoas nem àrvores( a região polar, os desertos, altas areas montanhosas, etc.). Mas seja for, onde existe maior número das pessoas aí existe menor número da população florestal e vice-versa. Podemos então concluir por duas razões, primeiro é que a população fixa-se no espaço e ao longo do tempo ela multiplica-se e limpam as florestas.

É com esta última razão que somos obrigados a fazer inventário florestal dentro do espaço e tempo onde é possível com o objectivo principal de quantificar e qualificar os recursos florestais existentes na àrea e com isso podermos planificar o seu uso(redução) e reposição (fluxo) = diz-se então aumentar a sustentabilidade das florestas.

O autor

  1. Introdução

Qualquer Pais no mundo nunca poderia prescindir dos seus recursos oriundos das florestas para seu desenvolvimento economico e social,pois, os produtos florestais são utilizados em actividades diversas desde as construçoes civis aos adornos de Madeira , cobrindo variada gama de utilidades indispensáveis ao bem-estar do homem.

Devido ao uso extensivo da medeira, uma considerável àrea florestal é desvastada (desmatada) e utilizada anualmente para responder essa demanda. É dessa forma que um grande número de negócios é efectivado com exploração das florestas ainda remanascentes com objectives de atender e cumprir com actual procura do Mercado consumidor.

É obvio que com o aumento demográfico,dimensionamento das industrias, financiamento de recursos e planificação da utilização dos recursos florestais,só serão eficientes e lograrão êxito, se forem fundamentados em dados colectados, manipulados dentro dos padrões técnicos, que possam garantir uma decisão adequada e racional. Os inventários florestais

  • O volume total do povoamento ou da amostra- fornece informação sobre o total da população que constitui uma floresta ou unidade amostral.
  • O volume commercial de um indivíduo- volume de uma àrvore dentro do povoamento seja individualmente.
  • O volume comercial do povoamento ou da unidade amostral.
  • O volume commercial para fins específicos-material para combustível lenhoso em esters, esters de bambus, etc.
  • O volume de remanascência ou regeneração- volume de sustentação ambiental.

Considerando-se essas e outras possíveis informaçoes preferiu-se definer inventário florestal de forma mais genérica, para não se omitir nenhuma abrangência do seu escopo, e assim; o INVENTÁRIO FLORESTAL é uma actividade que visa obter informações qualitativas e quantitativas dos recursos florestais existentes numa àrea pré-especificada.

  1. O que são àrvores florestais?

As àrvores florestais são extratos arbustivos espalhados por toda superficie terrestre dos continentes. Comparando, àrvores florestais diriamos que por exemplo a floresta das zonas baixas húmidas (Àsia), das zonas tropicais e densas (America do Sul-Amazonia) e as das zonas frígidas de baixíssimas temperaturas(Sibéria-Russia) e ainda as das zonas tropicais secas e quentes(Africa); poderia se afirmar que as suas àrvores são diferentes e consideravelmente à similaridade. Em todos os casos o canopy está entre 25 e 30 m de altura, apesar de haver algumas poucas àrvores mais altas nas florestas tropicais.

Em todos os casos o mais grande peso do material biologic é acumulado nos troncos de grandes àrvores, acerca de 200 toneladas por hectare(100mx100m).

  1. Objectivos dos inventarios florestais

O objectivo geral dos inventários florestais é de obter informações qualitativas e quantitativas a cerca de recursos florestais e o seu meio ambiente físico num ponto específico de tempo e num custo razoável. Eles podem ser para cunho tactico ou estratégico.

Os inventários realizados com objectivos de cunho tactico são para atender demandas técnicas específicas de uma empresa ou instituição ou ainda de uma propriedade florestal com intuito de conhecer a dinâmica da floresta ou espécie ao longo de um determinado tempo, actualização cadastral,elaboraçcão do plano de maneio, exploração florestal para garantir o suprimento da matéria prima de uma indústria, etc. (Mónica, 2004)

Para os objectives estratégicos de um inventário florestal, são traçados para instruir o poder public na formação de políticas de conservacão, de desenvolvimento e uso dos recursos florestais, no planeamento e administração das florestas ao nível nacional, estatal ou regional

na análise dos impact os ambientais que seriam causados pela implantação de determinados empreendimentos,etc.(Mónica,2004).

  1. Impotância dos inventários florestais e o desenvolvimento demográfico

A evolução histórica de uma nação passa necessariamente por ocupação progressive das suas terras e, como tal, a exploração das florestas visando o aumento de espaço para a actividade agro-pecuária, estabelecimento de aglomerados populacionais e demais formas de ocupação da terra que se acentua com o grau de desenvolvimento de um povo. Caracteriza-se desta forma uma estreita ligação entre a exploração dos recursos florestais e o desenvolvimento da estrutura social de uma nação que espresso naturalmente o nível de equilíbrio entre a capitalização vital oriunda da exploração dos recursos florestais e o grau de fragilidade do ecossistema alterado.

Apartir desta, conclui-se que com os inventários florestais, pode-se evitar a ocorrência do extrativismo desordenado e excessivo que naturalmente conduziria a um rompimento do equilíbrio de ecossistema, resultando em graves consequencias ao bem-estar das populaçcoes, devido ao aumento da erosão do solo,degradação da fauna e flora silvestres, deterioração da produção de alimentos, desiquilíbrio meteorológico gerador de seca enchente, mudanças causadas na paisagem e poluição ambiental.

Na generalidade, conclui-se então que é importante que os inventários florestais sejam feitos periodicamente para permitirem aos proprietários, ao empresário ou ao estado um acompanhamento da dinâmica das mudanças que ocorrem num determinado espaço de tempo considerado. Sabe-se também que a avaliação de mudanças e do crescimento das florestas constituem o instrumento fundamental para o manejo racional das mesmas florestas, bem como permitem ao gestor planear o alcance do equilíbrio entre a produção e a exploração ; denominada então por sustentabilidade.

  1. Classificação dos inventários florestais

Os inventários florestais podem ser classificados e agrupados em diversos tipos de acordo com os seus objectivos, abrangência, forma de obtenção dos dados, abordagem da sua população no tempo que passa e ainda pelo grau de detalhamento ou precisão dos seus resultados, tabela1.

Tabela1: Classificação dos inventários florestais

Inventários quanto aos objectivos

Inventários quanto a abrangência

Inventários quanto a obtenção dos dados

Inventários quanto a bordagem da população no tempo

Inventários quanto detalhamento dos resultados

_- inventários florestais de cunho táctico,

  • inventários florestais de cunho estratégico_ - Inventários florestais nacionais, - inventários florestais regionais e, - Enumeração total ou censo, - amostragem, - Tabelas de produção - inventários florestais de uma ocasião ou temporários, - inventários florestais - inventários exploratórios, - inventários de reconhecimento e, - inventários

final da rotação; recorre-se à Tabelas de produção. Numa tabela de produção, são nele apresentadas as estimativas dos parâmetros dendrométricos das `arvores dos povoamentos de uma espécie por sítio e idade para um determinado sistema de maneio. Desta maneira avalia- se uma floresta apartir da identificação do sítio, espécie e idade obtendo-se informações necessárias directamente na tabela de produção.

5.3. Inventários florestais quanto a bordagem da população no tempo

Em função da abordagem da população no tempo, os inventários florestais são classificados em 2 ocasiões: De única ocasião e de múltiplas ocasiões. Os primeiros são caracterizados por abordarem a população um único tento do tempo e, deste modo, a estrutura de amostragem definida para o inventário é materializada para uma única colheita de dados. As unidades amostrais são temporárias e, em geral instaladas pelos simples balizamentos nos seus limites e após finda a colheita de dados, toda a estrutura é da amostragem é abandonada.

Os inventários de múltiplas ocasiões caracterizam-se por permitirem várias abordagens da população no tempo,i.é; o inventário é repetido periodicamente e a estrutura da amostragem amontada é permanente ou seja, duradouro tendo em vista as sucessivas colheitas de dados. As unidades amostrais materilizadas de maneira apermitir sua localização e identificação a cada nova ocasião do inventário florestal.

5.4. (^) Inventários florestias quanto ao detalhamento dos resultados

Todos os inventários florestais são realizados sob diferentes detalhamentos das informações de acordo com os objectivos, extensão da àrea inventariada, informações requeridas e precisão das estimativas. Esses detalhamentos dos resulatdos são classificados em exploratórios, dereconhecimento edetalhados.

Os resultados classificados como exploratórios são esperados em trabalhos de inventários para àreas de grandes extensões do estado ou Pais. Os resultados geralmente usam-se para avliar a cobertura florestal de determinada região, sua localização, extensão e caracterizar os tipos florestais aí existentes. A base para o reconhecimento da superfície é obtida utilizando mapas combonados com a aerofotografia do terreno nas escalas de 1:50 000 a 1:60 000 à imagem por satélite.

Simultaneamente ao levantamento florestal, podem ser efectuados descrições gerais sobre o uso da terra mediante a identificação de àreas de cultivo, paisagens, cursos de àgua, rede viária, àrea improdutiva, etc.

Por outro lado os inventários florestais de reconhecimento, também chamados de pré- inventários, possuem uma característica de não serem precisos, por usar-se croquís como como guião do trabalho do gabinete. As informações têm como objectivo principal de caracterizar o tipo floresta, determinar a composição em espécies, estimar o volume sem o devido controle de precisão, definir àreas de preservação, unidades de maneio e potencial madeireiro da àrea em estudo.

Os mais comuns e, em geral realizados em àreas menores e possibilitando maior precisão e detalhamento dos seus resultados(informações), são os inventários florestais detalhados.

  1. Teoria da amostragem

Uma amostra pode ser conceituada como sendo uma parte da população, constituída de indivíduos que apresentam características comuns que identificam a população a que pertencem.

6.1. Intensidade deamostragem

A intensidade ou fracção de amostragem é a razão entre o número de unidades de amostra (n) e extensão da população (N), multiplicado por 100%; seja :

In = n / N. 100%

6.1.2 Método de amostragem

6.1.3 Forma e tamanho das parcelas

A amostragem será feita em conglomerados (“clusters”). Cada cluster constitui um

elemento estatístico básico da amostragem (unidade de amostragem) e é composto por 4

parcelas de amostragem que são unidades de registo dos dados. As parcelas são

rectangulares (20x100 m) com 0,2 ha cada e localizadas a 300 m umas das outras a partir do início de cada lado de um quadrado de 400 m de lado, como se mostra na Figura 1.

Figura 3. Esquema da primeira sub-parcela (25 m x 20 m).

A regeneração não estabelecida (DAP <5 cm) é registada dentro de um quadrado de superfície 5 m x 5 m,

situada na margem esquerda inferior da sub-parcela, enquanto que a regeneração

estabelecida (DAP _5 cm), é medida em toda a extensão da sub-parcela.

6.2 Como atingir as parcelas de amostragem

O ponto inicial da parcela (ponto 0) coincide com o início da linha central da parcela

(Figuras 2 e 3). O GPS é usado no campo para localizar o ponto inicial da parcela do

cluster mais próxima ao local de início da caminhada. Para a sua localização dois

métodos podem ser usados, nomeadamente:

1- Localização directa do cluster com o GPS. As coordenadas do cluster são

determinadas com antecedência e introduzidas no GPS, onde geralmente o erro da

estimação do posicionamento deverá ser inferior a 10 metros (EPE, Estimated Position

Error). Este método deve ser usado sempre que for possível captar o sinal do GPS

(Figura 4).

Figura 4. Localização do cluster com método directo. Círculo: Ponto de início (com

GPS).

2-Localização indirecta do cluster. Em casos excepcionais faz-se a localização indirecta das parcelas em florestas fechadas, com fraca recepção de sinal. Neste caso, para além

do GPS, é usado outro material de suporte como mapas, réguas, transferidores e fitas

métricas. Deve-se identificar, no mapa, um ponto de referência que esteja a menor

distância do cluster (Figura 5). Para o efeito, obtêm-se as coordenadas da posição onde o

GPS não consegue captar o sinal e demarca-se essa posição de referência no mapa. Com

o apoio de uma régua traçamos uma linha recta entre a posição de referência e a parcela

mais próxima do cluster. Calculam-se as coordenadas deste ponto localizado e

introduzem-se as coordenadas no GPS. O azimute pode ser calculado directamente no

GPS ou utilizando o transferidor no mapa. No campo, usa-se o GPS para encontrar o

ponto localizado, e em seguida a bússola é usada para se manter o rumo. Uma corda de 50 metros é usada para medir as distâncias a percorrer e nas parcelas do cluster.

Nestes casos, o ponto de referência (estrada, rio, etc.; deve ser um ponto permanente) e as suas coordenadas GPS, devem ser indicadas na ficha de campo, assim como o azimute e a distância à amostra de campo.

Figura 5. Localização do cluster com método indirecto. Círculo: Ponto de início (com

GPS), Seta: Rota para primeira parcela.