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Siemens - simatic s7-200, Notas de estudo de Mecatrônica

apostila básica CLP s7-200

Tipologia: Notas de estudo

2012
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Compartilhado em 18/02/2012

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Escola De Educação Profissional SENAI “Visconde De Mauá”
Apostila CLP SIEMENS SIMATIC S7-200 1
ESCOLA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAI “VISCONDE DE MAUÁ”
CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA INDUSTRIAL
CONTROLADORES LÓGICOS
PROGRAMÁVEIS
SIEMENS SIMATIC S7-200
LABORATÓRIO DE PROJETOS E AUTOMAÇÃO
MAIO DE 2003
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ESCOLA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAI “VISCONDE DE MAUÁ”

CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA INDUSTRIAL

CONTROLADORES LÓGICOS

PROGRAMÁVEIS

SIEMENS SIMATIC S7-

LABORATÓRIO DE PROJETOS E AUTOMAÇÃO

MAIO DE 2003

SUMÁRIO

  • INTRODUÇÃO
  • 1 INTRODUÇÃO AO CLP
  • 1.1 HISTÓRICO........................................................................................................
  • 1.2 MERCADO ATUAL............................................................................................
  • 1.3 APLICAÇÕES.....................................................................................................
  • 2 PRINCIPIOS DE FUNCIONAMENTO
  • 2.1 ESTRUTURAS DO CLP...................................................................................
  • 2.2 HARDWARE CARACTERÍSTICO...................................................................
  • 3 INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO
  • 3.1 LÓGICA MATEMÁTICA E BINÁRIA...............................................................
  • 3.2 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO.............................................................
  • 4 O CLP SIEMENS SIMATIC S7-200
  • 4.1 CARACTERÍSTICAS DE HARDWARE..........................................................
  • 4.1.1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS......................................................................
  • 4.2 CARACTERÍSTICAS DO SOFTWARE..........................................................
  • 5 INSTALANDO O CLP S7-200
  • 5.1 INSTALANDO EM PAINEL OU TRILHO........................................................
  • 5.2 LIGANDO O CLP AO COMPUTADOR...........................................................
  • 5.3 INSTALANDO O STEP 7 Micro/WIN 32.........................................................
  • 6 PROGRAMANDO O CLP S7-200
  • 6.1 CONCEITOS BÁSICOS....................................................................................
  • 6.2 CONFIGURANDO O CLP.................................................................................
  • 6.3 PROGRAMANDO EM LADDER......................................................................
  • 6.4 INSTRUÇÕES LADDER...................................................................................
  • 6.5 EXEMPLOS DAS INTRUÇÕES LADDER.....................................................
  • 7 EXERCÍCIOS

operação e programação facilitadas ao usuário, instruções de aritmética e de manipulação de dados poderosas, recursos de comunicação por meio de redes de PLC, possibilidades de configuração específica a cada finalidade por meio de módulos intercambiáveis, dentre outras inúmeras vantagens encontradas nos modelos comerciais que estão atualmente disponíveis. Assim, os técnicos em controle de máquinas e processos passaram a contar com um dispositivo capaz de:

  • Permitir fácil diagnóstico de funcionamento ainda na fase de projeto do sistema e/ou de reparos em falhas que venham a ocorrer durante a sua operação.
  • Ser instalado em cabinas reduzidas devido ao pequeno espaço físico exigido.
  • Operar com reduzido grau de proteção, pelo fato de não serem gerados faiscamentos.
  • Ser facilmente reprogramado sem necessidade de interromper o processo produtivo (programação on-line).
  • Possibilitar a criação de um banco de armazenamento de programas que podem ser reutilizados a qualquer momento.
  • Manter uma documentação sempre atualizada com o processo em execução.
  • Apresentar baixo consumo de energia.
  • Manter o funcionamento da planta de produção com uma reduzida equipe de manutenção.
  • Garantir maior confiabilidade pela menor incidência de defeitos.
  • Emitir menores níveis de ruídos eletrostáticos.
  • Ter a flexibilidade de expansão do número de entradas e saídas por serem controladas.
  • Ter a capacidade de se comunicar com diversos outros equipamentos

Em nível de Brasil, porém, é na década de 80, que o PLC veio a proliferar na indústria, primeiramente pela absorção de tecnologias utilizadas na Matriz das multinacionais. Atualmente, com a crescente redução no custo do PLC, observa-se o incremento de sua utilização nas indústrias em geral, independente de seu porte ou ramo de atividades. Nota: Citação de Silveira, Paulo Rogério e Santos, Winderson em Automação e controle Discreto.

1.2 – MERCADO ATUAL

A roda viva da atualização, da qual fazemos parte, movimenta e impulsiona o mercado mundial atualmente. Os profissionais buscam conhecimentos para se tornarem mais versáteis, adequando-se às necessidades das empresas, que por sua vez, buscam maior variedade e rapidez de produção para atender ao cliente, que se torna cada vez mais exigente. As empresas estão se reorganizando para atender as necessidades atuais de aumento de produtividade, flexibilidade e redução de custos. Destas necessidades surgiram as necessidades de os equipamentos se adequarem rapidamente às alterações de configurações necessárias para produzirem diversos modelos de produtos, com pequenas alterações entre si.

1.3 – APLICAÇÕES

Projetado para substituir antigos quadros de comando de relés o controlador deve ocupar pequeno espaço físico, apresentar flexibilidade para possíveis mudanças na lógica de controle, ser resistente ao ambiente e ser imune a toda natureza de ruídos. O CLP trabalha manipulando saídas conforme o estado de suas entradas. O usuário elabora um programa, normalmente por software que dá os resultados desejados. CLPs são muito usados hoje. São boas as chances que haja um CLP presente em vários tipos de indústrias. Se você trabalha em máquinas automatizadas ou em processos industriais você provavelmente está os usando. Quase qualquer aplicação que precisa de algum tipo de controle pode se usar um CLP. Algumas aplicações de sucesso são:

  • Máquinas industriais em geral
  • Prensas
  • Máquinas de usinagem de madeira
  • Aparafusadeiras
  • Manipuladores
  • Máquinas de solda
  • Estações de tratamento de efluentes
  • Estações de bombeamento de fluidos
  • Elevadores
  • Transportadores de cargas
  • Máquinas de lavar veículos
  • Sistemas de empacotamento
  • Automação predial
  • Sistema de alarme com monitoramento remoto

Figura 2 – Ciclo de processamento dos CLPs.

2.2 – HARDWARE CARACTERÍSTICO

Basicamente o CLP é um computador dedicado a funções de controle, este possui um processador, memória e dispositivos de entrada e saída como veremos mais adiante. Um sistema de controle de estado sólido, com memória programável para armazenamento de instruções para controle lógico, pode executar funções equivalentes as de um painel de relés ou de um sistema de controle lógico. É ideal para aplicações em sistemas de controle de relés e contadores, os quais se utilizam principalmente de fiação, dificultando, desta forma, os acessos, possíveis modificações e ampliações do circuito de controle existente.

Figura 3 – Esquema de hardware característico.

O Controlador Programável monitora o estado das entradas e saídas, em resposta às instruções programadas na memória do usuário, e energiza ou desenergiza as saídas, dependendo do resultado lógico conseguido através das instruções de programa. O programa é uma seqüência de instruções a serem executadas pelo Controlador Programável para executar um processo. A tarefa do Controlador Programável é ler, de forma cíclica, as instruções contidas neste programa, interpretá-las e processar as operações correspondentes.

Um CLP é basicamente um pequeno computador dedicado, onde em sua estrutura físico encontra-se:

  • Unidade Central de Processamento
  • Memória do tipo ROM para armazenamento do FIRMWARE (programa onde se encontra os principais códigos de operação da máquina)
  • Memória RAM para armazenamento de dados e programas do usuário
  • Dispositivos de Entrada e Saída para a comunicação com o exterior.

Por outro lado, algumas características são particulares nos CLPs, como por exemplo:

  • Espaço de memória RAM com mapeamento para uso específico na aplicação fim, em outras palavras durante o projeto do controlador lógico programável seus espaços de memória são previamente organizados durante a elaboração do FIRMWARE. Isto ocorre porque os CLPs são equipamentos dedicados a um tipo de aplicação específica, admitindo apenas serem programados com SOFTWARES desenvolvidos especificamente para eles
  • Normalmente é utilizado um dispositivo de SOFTWARE que monitora o tempo limite para a varredura do programa do usuário (watch dog time).
  • Os dispositivos de entrada saída (pontos digitais), são geralmente isolados para evitar ruídos e também a danificação interna por picos de tensão na entrada ou saída.

O processador do CP efetua a leitura das entradas e atualiza a tabela imagem de entrada, logo após executa o programa do usuário e atualiza a tabela imagem de saída.

Tipo Símbolo Equipamento elétrico

Contato Aberto

Contato Fechado

Saída

Tabela 2 – Principais símbolos de programação.

Para entendermos o circuito com o CLP, vamos observar o programa desenvolvido para acender a lâmpada L quando acionamos o botão B1.

Figura 4 – Acionamento de uma lâmpada.

O botão B1, normalmente aberto, está ligado a entrada I0.0 e a lâmpada está ligada à saída Q0.0. Ao acionarmos B1, I0.0 é acionado e a saída Q0.0 é energizada. Caso quiséssemos que a lâmpada apagasse quando acionássemos B1 bastaria trocar o contato normal aberto por um contato normal fechado, o que representa a função NOT. Podemos desenvolver programas para CLPs que correspondam a operações lógicas combinacionais básicas da álgebra de Boole, como a operação AND. Na área elétrica a operação AND corresponde a associação em série de contatos, como indicado na figura x.

Figura 5 – Lógica AND.

Outra operação lógica básica é a função OR, que corresponde a associação em paralelo de contatos, como indicado na figura X.

Circuito elétrico Programa Circuito CLP

Figura 6 – Lógica OR.

Assim podemos afirmar que todas as funções lógicas combinacionais podem ser desenvolvidas em programação e executadas por CLPs, uma vez que todas derivam dos básicos: NOT, AND e OR. A flexibilidade dos CLPs é percebida neste momento pois as alterações lógicas podem ocorrer com grande facilidade, sem que sejam necessárias alterações do hardware ou inclusão de componentes eletrônicos ou elétricos. Esta é a principal característica dos sistemas de automação flexíveis e o que faz dos CLPs ferramentas de grande aplicação nas estruturas de automação. Além da linguagem de contatos, existem outras formas de programação características de cada fabricante. Concluímos então que os projetos de automação e controle envolvendo CLPs reduzem o trabalho de desenvolvimento de hardware dos circuitos lógicos do acionamento, bem como os dispositivos e potência para acionamento de cargas e dos atuadores, uma vez que podemos escolher módulos de saída já prontos, adequados ao tipo de carga que desejamos acionar. As utilizações desses controladores contemplam, por conseguinte alguns passos genéricos:

  • Definição da função lógica a ser programada
  • Transformação desta função em programa assimilável pelo CLP
  • Implementação física do controlador e de suas interfaces com o processo

3.2 – LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

Entre os formatos encontrados no mercado o mais popular é o LADDER. Dentre outros tipos existentes no mercado temos: LISTA DE INSTRUÇÕES, BLOCOS LÓGICOS, LINGUAGENS DESCRITIVAS, etc O CLP SIEMENS SIMATIC S7-200 e o software STEP 7 MICRO/WIN, suportam os seguintes formatos de programação:

  • Statement List (STL) é um conjunto de instruções escritas pelo usuário, onde cada linha de programação representa uma função do CLP. Essa linguagem geralmente é usada por programadores experientes. O STL permite que o programador crie programas que não possam ser feitos em linguagem visual.
  • Ladder (LAD) é bastante conhecido e teve seu nascimento no continente norte americano. É também conhecido como “Diagrama de contatos”, muito semelhante a um esquema elétrico. Por se tratar de uma linguagem visual,

4 – O CLP SIEMENS SIMATIC S7-

O micro CLP S7-200 constitui uma verdadeira alternativa econômica para todas as aplicações na área de automação de pequeno porte. Seu projeto é caracterizado pelas seguintes qualidades básicas:

  • Elevada performance
  • Excelente modularidade
  • Elevada conectividade

Elevada performance O S7-200 é pequeno e compacto – ideal para as aplicações onde o espaço disponível é crítico. Ele também é rápido, oferecendo um excelente comportamento em tempo real, garantindo maior qualidade, eficiência e confiabilidade ao processo. E, com seus recursos amigáveis de programação, ele pode ser programado de maneira rápida, simples e conveniente.

Excelente modularidade A família do S7-200 tem uma concepção modular coerente, permitindo que soluções possam ser desenvolvidas sob medida e ampliadas conforme a demanda. Ela é composta de CPUs com diferentes níveis de memória e diferentes números de entradas e saídas integradas. Estão disponíveis uma vasta gama de módulos de expansão para diversas funções, bem como diversas possibilidades de painéis de comando e visualização.

Elevada conectividade As possibilidades de comunicação do S7-200 não têm comparação. As interfaces integradas padrão RS485 suportam taxas de transferência de dados até 187,5 Kbps e podem trabalhar no modo Freeport, que aceita protocolo definido pelo usuário. Através de módulos de expansão específicos, é possível a comunicação via modem, PROFIBUS-DP, AS-Interface e até Ethernet.

Figura 10 – S7-200 Micro PLC

4.1 – CARACTERÍSTICAS DE HARDWARE

Um amplo espectro de CPUs está disponível para aplicações simples até aplicações de grande performance. Ao todo são 5 modelos de CPU com diferentes características, dentre elas, a quantidade de memória e de entradas e saídas integradas. A própria CPU já vem equipada com diversos recursos, como:

  • Entradas e saídas digitais integradas
  • Interface RS485 integrada
  • Protocolo PPI (mestre/escravo), MPI (escravo), ou outros como Modbus (programável via Freeport)
  • Contadores rápidos
  • Saídas de pulso rápido
  • Memória retentiva
  • Entradas de interrupção
  • Relógio de tempo real (opcional para alguns modelos)
  • Cartão de memória removível
  • Potenciômetro

Figura 11 – Características do S7-200.

A grande diversidade de módulos de expansão permite a adaptação da configuração para diversos tipos de aplicação. Dependendo do modelo da CPU, é possível utilizar até 7 módulos de expansão:

Módulos de Entradas/Saídas

  • Digitais
  • Analógicos
  • Específicos para medição de temperatura

Módulo de Posicionamento Módulos de Comunicação

  • AS-Interface (mestre)
  • PROFIBUS-DP (escravo)
  • Modem
  • Ethernet

LEDs de status Cartucho

Porta de Comunicação

Terminal de força Terminal de saída

Chave RUN / STOP Potenciômetro Conector p/ expansão

Sensor de força Terminal de Entrada

4.2 – CARACTERÍSTICAS DO SOFTWARE

A programação do SIMATIC S7-200 é feita através do software STEP 7-Micro/WIN, que é uma ferramenta que preza a facilidade de uso, possibilitando a programação na linguagem que mais lhe agrada: LAD, FDB e STL (SIMATIC), ou KOP e FUP (IEC 1131). Sua aparência e operação são idênticas às aplicações padrão Windows, agilizando a ambientação do usuário. Ele permite que você crie suas próprias bibliotecas, com partes de programas para serem reutilizadas, ou adicionar bibliotecas prontas, como a de protocolo USS. Além disso, ele conta com os Wizards, que são assistentes de parametrização para funções como comunicação em rede e configuração do TD200, entre outros. Isso tudo lhe permite poupar tempo, aumentando sua produtividade e reduzindo custos.

Figura 12 – STEP 7 Micro/WIN 32

5 - INSTALANDO O CLP S7-

A instalação de um CLP S7-200 foi desenvolvida para ser fácil, rápida e prática. Você pode usar os furos da carcaça para prender o CLP em um painel ou então usar os clips para fixá-lo em um trilho padrão(DIN). O pequeno tamanho do CLP facilita o aproveitamento de espaço em um painel. Você pode instalar o clp em posição vertical ou horizontal, contanto que os módulos de expansão sejam instalados da mesma maneira. Para montagens em trilho padrão(DIN) existe um cabo para a interligação dos módulos de expansão.

Figura 13 – Configurações de montagem.

Figura 14 – Espaçamento mínimo vertical e horizontal para montagem

Figura 15 – Dimensões para trilho padrão DIN

Montagem em painel (^) Montagem em trilho padrão DIN

Tampa do painel

Superfície de Montagem

Vista frontal Vista lateral

Espaçamento para ventilação

O CLP deve ser alimentado por uma fonte de tensão DC de 24V. A alimentação deve ser conectada nas entradas L+ (positivo) e M (terra) conforme a figura abaixo:

Figura 18 – Alimentação do S7-200.

5.3 – INSTALANDO O STEP 7 Micro/WIN 32

A instalação do programador do CLP S7-200 é simples. Basta ter um microcomputador com os seguintes requerimentos mínimos:

  • Sistema Operacional Windows 95, 98, ME, 2000 ou NT 4.
  • Processador de 233MHz
  • 32MB RAM
  • 50MB de espaço livre em disco.

Basta colocar o CD1 e executar o programa SETUP.EXE dentro do diretório raiz do CD.

6 – PROGRAMANDO O CLP S7-

A programação do CLP SIEMENS S7-200 será apresentada de uma forma rápida, visual e direta. A linguagem de programação escolhida, foi a LADDER por sua fácil compreensão e progamação.

6.1 – CONCEITOS BÁSICOS

ENTRADAS E SAÍDAS

O CLP SIEMENS SIMATIC S7-200 CPU 224 apresenta 14 entradas e 10 saídas reais digitais.

Entradas são elementos usados para monitorar um evento como uma botoeira, interruptor, termostato, etc. As entradas são representadas da seguinte forma:

I0.0, I0.1, I0.2, I0.3, I0.4, I0.5, I0.6, I0.7, I1.0, I1.1, I1.2, I1.3, I1.4, I1.5.

Saídas são elementos usados para acionar equipamentos como motores, válvulas, relés, solenóides, etc. As saídas são representadas da seguinte forma:

Q0.0, Q0.1, Q0.2, Q0.3, Q0.4, Q0.5, Q0.6, Q0.7, Q1.0, Q1.1.

Entradas e saídas virtuais são aquelas apenas representadas internamente pelo programa do CLP. Elas são representadas por:

Ix.y e Qx.y, onde x e y variam de 0 à 7, sendo que a primeira entrada virtual começa em I1.6 e a primeira saída em Q1.2.

BARRAS DE FERRAMENTAS E MENUS DO STEP 7

Ao abrir o STEP 7, aparecera a tela de abertura do programa. A partir daí, pode-se iniciar a programação de sua lógica LADDER. Abaixo segue a descrição de cada função das barras de ferramentas e menus do STEP 7:

  • Novo projeto - Colar
  • Abrir projeto - Voltar
  • Salvar projeto - Compilar o programa (Janela ativa)
  • Imprimir (^) - Compilar tudo
  • Visualizar impressão - Ler o programa do CLP (Upload)
  • Cortar - Carregar o programa no CLP
  • Copiar

Figura 19 – Barra de ferramentas FILE.