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Uma explicação sobre a síndrome de choque, suas classificações e causas. São abordados os tipos de choque hipovolêmico, cardiogênico, vasculogênico e obstrutivo, além das fases e sintomas da síndrome. O texto é voltado para estudantes da área da saúde que desejam entender melhor o tema.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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É a quantidade insuficiente de sangue passando pelos tecidos. Há 4 classificações de choques: choque hipovolêmico, choque cardiogênico, choque vasculogênico e choque obstrutivo
(problema no volume de sangue) Perda de sangue (hemorragias, hemoconcentração), plasma ou líquidos extracelulares. Causado por hemorragias ou hemoconcentração ou parasitas (endoparasitas ou ectoparasitas)
no coração) O choque cardiogênico é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue em quantidade suficiente para atender as necessidades de todo o corpo. Causado por duas origens:
problema nos vasos Diminuição do tônus vascular, sendo assim, uma vasoconstrição. Dividido em:
Ocasionado por compressão ou obstrução do coração ou grandes vasos (compressão de veias cavas). Causado pelo acúmulo de: gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias no sangue.
F Fase 1 G Hipotensão da aorta.
A Anamnese (histórico de todos os sintomas narrados pelo tutor sobre determinado caso clínico). J Patologias emergenciais; J Dispneia (falta de ar ou de dificuldade de respirar); J Hemorragia (perda de sangue para dentro ou fora do corpo devido ao rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou artéria, alterando o fluxo normal da circulação); J Assistolia (ausência ou baixíssima frequência de qualquer atividade elétrica, contrações cardíacas ou ritmos cardíacos). A Laboratorial J Hematócrito (parâmetro laboratorial que indica a porcentagem de glóbulos vermelhos no volume total de
sangue, mais hemácias = desidratação e menos hemácias = anemia); J Gasometria (analise dos gases presentes, suas distribuições, o pH e o equilíbrio ácido-base no sangue); J Glicemia alta; J Alanina-aminotransferase (é usado para investigar problemas no fígado); J Creatinina e ureia. (se o nível no sangue estiver alto significa que, ou há problemas na filtração do sangue ou que o corpo está em busca de água); J Proteínas do plasma C Quantidade de proteínas baixa: G Doenças renais, devido à perda de proteínas na urina; G Gravidez; G Excesso de hidratação; G Cirrose; G Deficiência em cálcio e vitamina D; G Insuficiência cardíaca; G Má absorção; G Doenças hepáticas. C Quantidade de proteínas alta: G Aumento da produção de anticorpos em algumas doenças infecciosas; G Câncer; G Doenças autoimunes, como artrite reumatoide; G Doenças granulomatosas (presença do granuloma, que é resultado de um processo de defesa e cicatrização do organismo); G Desidratação, porque o plasma sanguíneo fica mais concentrado; G Hepatite B, C e autoimune; G Amiloidose, que consiste no acúmulo proteico anormal em diversos órgãos e tecidos celulares. G H É necessário providenciar