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As noções básicas sobre microcontroladores, incluindo sua definição, classificação, recursos e outras características de hardware. Além disso, discute diferentes tipos de memória de programa, interfaces serial e conversores a/d e d/a. O texto também aborda arquiteturas cisc, risc e harvard, e compara as arquiteturas harvard e von neumann.
Tipologia: Resumos
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Núcleo de Pesquisa e Apoio Científico CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - ESCOLA TÉCNICA DE BRASÍLIA
Microcontroladores – noções gerais Definição - Um microcontrolador pode ser definido como um single-chip computer (computador em um único chip), microcomputer, ou ainda como embedded controller. O termo MCU (Micro Controller Unit) também é bastante utilizado para se designar esse dispositivo. No mesmo chip está integrada uma CPU, também chamada de core (núcleo), e circuitos auxiliares (periféricos) como memória de programa, memória de dados, circuito de clock, interface de comunicação serial, temporizadores/contadores, portas de I/O, etc. Esses diferentes recursos embutidos em um microcontrolador variam em função do modelo e do fabricante. É uma tarefa do desenvolvedor especificar o microcontrolador mais adequado para cada aplicação. Classificação Quanto ao número de bits de dados - Um importante critério para a classificação dos microcontroladores é o número de bits de dados. O segmento mais popular é o de 8 bits, sendo que existem ainda os modelos de 4, 16 e 32 bits. Quanto ao armazenamento do programa - Outra forma de se classificar os microcontroladores é em função do método de armazenamento do programa (código). São exemplos: ROMless - Requerem uma memória externa para o armazenamento do programa. OTP - One-Time Programable – permite a programação uma única vez. São viáveis para produção em baixa escala, na qual não se justifica arcar com o custo de uma máscara. Masked - Contêm uma ROM que é programada pelo fabricante, com o código fornecido pelo usuário. São mais baratos que os equivalentes OTP ou flash, mas justificáveis apenas se comprados em grandes quantidades (a partir de milhares). Flash - Possui memória de programa interna do tipo Flash (gravável e apagável eletricamente). Podem ser reprogramados. Isso faz com que o código possa ser mudado várias vezes. EPROM - Possuem memória de programa interna do tipo EPROM (UV-EPROM). O programa pode ser gravado e depois apagado expondo-se a janela do dispositivo à luz ultravioleta. Após o apagamento um novo programa pode ser gravado. EEPROM - Possuem memória de programa interna do tipo EEPROM (Eletrically Erasable Programmable Read Only Memory). Assim como os modelos com memória Flash, podem ser reprogramados. Recursos e outras características de hardware
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só vez (endereçando o byte), ou individualmente (bit-endereçável), caso o microcontrolador forneça este benefício. É comum que essas linhas de I/O possuam funções especiais, relacionadas aos "periféricos Microcontroladores – noções gerais 2/3 on-chip" (serial, conversor A/D e etc.). Confere ao usuário determinar se elas serão usadas por esses periféricos ou como porta digital de I/O padrão. Algumas linhas podem ainda ter maior capacidade de corrente do que outras (para driver LEDs, por exemplo, em que é necessária capacidade de 20mA).
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A Figura 1 mostra uma comparação sucinta entre as Arquiteturas Harvard e Von Neumann Figura 1 - Arquiteturas Harvard e Von Neumann. Fonte: http://santhosh84.blogspot.com.br/ Ferramentas para desenvolvimento a. Emulador - É o equipamento ideal para o desenvolvimento de projetos. Ele é "soquetado" no lugar do microcontrolador, podendo monitorar todos os parâmetros internos. Utiliza como interface o PC. b. Simulador - Simula o microcontrolador no PC. É indicado no processo de depuração do programa, permitindo que se busquem erros de algoritmo e de lógica, por exemplo. Não faz interface com os dispositivos externos. c. Assemblador - É o programa que transforma os códigos assembly em linguagem de máquina. Geralmente os fabricantes dos chips os fornecem gratuitamente para seus dispositivos. d. Compilador C - A maioria dos microcontroladores possuem compiladores C disponíveis. Isso permite o desenvolver aplicações de forma ágil se comparada à programação em assembly. Os códigos gerados pelos compiladores mais modernos são eficientes em termos de velocidade. e. IDE (Integrated Development Environment) - É um Ambiente de Desenvolvimento Integrado é um programa de computador que reúne características e ferramentas de apoio ao desenvolvimento de software com o objetivo de agilizar este processo. Em outras palavras, é um espaço onde você tem tudo que precisa para programar sua placa baseada nessa plataforma escrevendo seus códigos de maneira satisfatória, rápida e eficiente. EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO: