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Sistemas de Representações:, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Ambiental

DESENHO PROJETIVO

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 23/03/2010

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nayara-corgozinho-8 🇧🇷

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Desenho Projetivo
14. Sistemas de Representações:
A transposição de elementos do espaço para superfícies bidimensionais é
denominada de projeção. A gura abaixo representa um Sistema de Projeções, onde:
(A) é o ponto objetivo em posição original no espaço;
A trajetória do ponto (A) até sua interseção com a superfície de projeção (a) é
denominada de projetante de (A);
A superfície de projeção é onde se determinam as projeções dos pontos
objetivos;
A interseção da projetante com a superfície de projeção é denominada de
projeção de (A).
No Desenho Técnico, as representações são feitas utilizando-se um sistema de
projeções denominado de sistema de projeções reta-plano.
A gura abaixo representa este sistema, onde a projetante é uma reta, denominada
de reta projetante e a superfície de projeção é um plano, denominado de plano de
projeção (α).
14.1 Projeções Cilíndricas:
O Sistema de Projeções Cilíndricas, caracterizado por estar o centro de projeções a
uma distancia innita do plano de projeções, o que faz com que as projetantes tenham
uma única direção (d), é subdividido em dois sub-grupos, segundo a direção das
projetantes.
A gura abaixo ilustra o Sistema de Projeções Oblíquas, onde a direção das
projetantes é oblíqua do plano (α). O ângulo de incidência das projetantes, neste caso
será qualquer um, diferente de 0°, 90° e 180°.
Por m, o mais nos interessa: o Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais.
Neste Sistema, o centro de projeções também está a uma distancia innita do plano de
projeções. Isto faz com que as projetantes tenham uma única direção (d), a qual, neste
caso especíco, é ortogonal do plano (α). Dessa forma, o ângulo de incidência das
projetantes será, neste caso, de 90°.
O Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais é mais comumente conhecido como
Sistema de Projeções Ortogonais. Sua utilização é a base para representação para o
Desenho Técnico (Mecânico, Topográco e Arquitetônico).
15. Planos de Projeção:
15.1. Introdução:
A representação dos objetos tridimensionais em uma superfície plana consiste em
desenhar as vistas ortográcas necessárias e sucientes, que denem com exatidão e
clareza as formas e dimensões dos objetos, dispostas de modo coerente.
UNIPAM - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE PATOS DE MINAS
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Desenho Projetivo

14. Sistemas de Representações:

A transposição de elementos do espaço para superfícies bidimensionais é denominada de projeção. A figura abaixo representa um Sistema de Projeções, onde:

• (A) é o ponto objetivo em posição original no espaço;

• A trajetória do ponto (A) até sua interseção com a superfície de projeção (a) é

denominada de projetante de (A);

• A superfície de projeção é onde se determinam as projeções dos pontos

objetivos;

• A interseção da projetante com a superfície de projeção é denominada de

projeção de (A).

No Desenho Técnico, as representações são feitas utilizando-se um sistema de projeções denominado de sistema de projeções reta-plano. A figura abaixo representa este sistema, onde a projetante é uma reta, denominada de reta projetante e a superfície de projeção é um plano, denominado de plano de projeção (α).

14.1 Projeções Cilíndricas:

O Sistema de Projeções Cilíndricas, caracterizado por estar o centro de projeções a uma distancia infinita do plano de projeções, o que faz com que as projetantes tenham uma única direção (d), é subdividido em dois sub-grupos, segundo a direção das projetantes. A figura abaixo ilustra o Sistema de Projeções Oblíquas, onde a direção das projetantes é oblíqua do plano (α). O ângulo de incidência das projetantes, neste caso será qualquer um, diferente de 0°, 90° e 180°.

Por fim, o mais nos interessa: o Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais. Neste Sistema, o centro de projeções também está a uma distancia infinita do plano de projeções. Isto faz com que as projetantes tenham uma única direção (d), a qual, neste caso específico, é ortogonal do plano (α). Dessa forma, o ângulo de incidência das projetantes será, neste caso, de 90°. O Sistema de Projeções Cilíndricas Ortogonais é mais comumente conhecido como Sistema de Projeções Ortogonais. Sua utilização é a base para representação para o Desenho Técnico (Mecânico, Topográfico e Arquitetônico).

15. Planos de Projeção:

15.1. Introdução:

A representação dos objetos tridimensionais em uma superfície plana consiste em desenhar as vistas ortográficas necessárias e suficientes, que definem com exatidão e clareza as formas e dimensões dos objetos, dispostas de modo coerente.

A vista ortográfica é a figura resultante da projeção cilíndrica ortogonal de um objeto sobre um plano de referência, segundo uma direção de observação determinada. Para desenhar e interpretar as projeções utiliza-se inicialmente planos de projeção: um vertical e outro horizontal, que dividem o espaço em quatro semi-espaços iguais denominados 1º, 2º, 3º e 4º diedros, como convencionam a geometria descritiva.

Plano vertical e horizontal de projeções

De acordo com a NBR 10067, os desenhos devem ser executados utilizando-se o primeiro ou terceiro diedros, embora sejam adotados como referência, os desenhos no primeiro diedro. Esta norma especifica que a vista frontal é sempre definida pela posição do observador à frente do plano vertical e olhando-o de frente. As demais vistas, consequentemente, são definidas em relação à posição do observador e são denominadas: vista superior, vista lateral esquerda, vista lateral direita, vista inferior e vista posterior.

a) 1º Diedro:

A posição relativa de um objeto colocado no 1º diedro é: observador , objeto , plano de projeção.

Posição relativa de um objeto colocado no 1º diedro

b) 3º Diedro:

A posição relativa de um objeto colocado no 3º diedro é: observador , plano de projeção , objeto.

Posição relativa de um objeto colocado no 3º diedro

A vista posterior é obtida utilizando-se um plano vertical auxiliar, sempre respeitando a ordem: observador, objeto e plano de projeção.

Vista superior de um objeto colocado no 1º diedro.

15.3. Rebatimento dos Planos de Projeção:

Os seis planos de projeção contendo as vistas do objeto formam um paralelepípedo como indicado na figura abaixo:

Paralelepípedo formado pelas projeções do objeto colocado no 1º diedro.

Para representação do objeto tridimensional no plano, é necessário o desenvolvimento do paralelepípedo conforme as figuras abaixo:

Desenvolvimento do paralelepípedo

Paralelepípedo desenvolvido.

16. Cotagem – NBR 10126

As dimensões mostradas nos desenhos recebem o nome de cotas, que têm relevância fundamental, pois elas permitirão sua construção exata e objetiva. Os desenhos devem conter todas as cotas necessárias de maneira a permitir a completa execução da peça, sem que para isso seja necessário recorrer à medição no desenho, o que não seria cômodo e nem adequado. As cotas devem ser distribuídas nas vistas ortográficas que melhor caracterizam as partes cotadas. Na figura abaixo encontramos todos os elementos que compõem o sistema de cotagem.

16.1. Linha de extensão ou chamada:

É uma linha perpendicular às linhas de cotas, ultrapassando cerca de 3 mm. Suas características são contínuas e estreitas. As linhas de chamada NÂO tocam o desenho.

16.2. Limitação externa:

São elementos que visam à indicação dos limites da linha de cota. Podem ser representados por:

a)

b)

c)

Nos casos da utilização de pontos ou traços de 45°, a linha de cota ultrapassa a linha de chamada em aproximadamente 2 mm (fig. a e b ).

• Para cotagem de pequenos detalhes, deverá proceder-se conforme o exemplo

abaixo:

• Ao utilizar indicadores na contagem, estes deverão estar inclinados a 30°, 45° ou

60°, com a seta tocando o detalhe, escrevendo-se a notação na extensão horizontal do indicador;

• Na cotagem de elementos esféricos, deve-se colocar a cota, precedendo a

referente ao valor do diâmetro ou do raio, a palavra ESFERA, ou, simplesmente, a abreviação ESF.

16.4. Observações Complementares:

• A cotagem deve ser executada de forma funcional e objetiva, visando fornecer

uma perfeita idéia das dimensões da peça em estudo, não deixando margem a futuros cálculos;

• As linhas de cota, assim como as linhas de chamada ou extensão, serão sempre

de espessura fina;

• Evitar o cruzamento de linhas na cotagem;

• As linhas de centro, de simetria e os contornos do desenho, não podem ser usados

como linhas de cota;

• O desenho pode ser executado em qualquer escala, porém as cotas são sempre

representações das medidas reais do objetivo;

• Na cotagem, só são admitidas letras e algarismo padronizados;

• A mesma cota mostrada mais de uma vez no desenho é erro técnico;

• Havendo necessidade de cotar-se um desenho em perspectiva, os algarismos

deverão estar também perspectivados.

17. Referências Bibliográficas:

ACCETI JR, A.; CLAPIS, A. P.; SIMÃO R. Desenho Técnico para Engenheiros. 2 ed.

Uberlândia: Editora UFU Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, 1988. 91 p.

BUENO, C. P; PAPAZOGLOU, R. S. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba: Ed.

Juruá, 2008. 198p.

MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico. 3ª Edição. São Paulo: Editora Edgard

Blücher Ltda., 1997. 158 p.