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Guias e Dicas
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Slide dossiê império, Slides de História

Nossa apresentação no seminário da disciplina Histórida do Brasil Império.

Tipologia: Slides

2011

Compartilhado em 24/11/2011

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marta-brito-6 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ
COLEGIADO DE HISTÓRIA
HISTÓRIA DO BRASIL IMPÉRIO
DOCENTE: Profª Msc. Maura Leal
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ

COLEGIADO DE HISTÓRIA

HISTÓRIA DO BRASIL IMPÉRIO

DOCENTE: Profª Msc. Maura Leal

ACADÊMICOS:

Fábio Luiz do Nascimento Lima

Jean Alex Teixeira Ataíde

Joelma de Souza Costa

José Raimundo Pantoja Castelo

Marta do Carmo Brito

Tatiana Barboza Magalhães

POLÍTICA IMPERIAL

TERRITÓRIO

IDENTIDADE NACIONAL

A CRISE DO SISTEMA

COLONIAL

O PROCESSO DE

INDEPENDÊNCIA

A OPÇÃO PELA

MONARQUIA

A CRIAÇÃO

DO IMPÉRIO.

A monarquia

exótica

Simbologias

A figura de Dom

Pedro II

DURANTE A CRISE DO SISTEMA COLONIAL E O INÍCIO DO IMPÉRIO O BRASIL TINHA BASICAMENTE TRÊS CORRENTES POLÍTICAS. “A primeira, formada por comerciantes, militares e funcionários portugueses estabelecidos no Brasil, apoiava a recolonização e o constitucionalismo lusitano. O segundo e maior partido era formado pelos plantadores e comerciantes escravistas, pelos altos funcionários e pelos comerciantes ligados aos ingleses e franceses. Finalmente, o partido republicano reunia os raquíticos setores urbanos médios – militares, clérigos, jornalistas, dentistas, ourives – favoráveis às soluções liberais e a uma independência nos moldes da norte- americana.” ( MAESTRI, 1997, p. 36- 37 )

GUERRA DA CISPLATINA (1825 - 1828) A Província da Cisplatina (atual Uruguai) havia sido anexada ao Brasil por D. João VI. Os Cisplatinos, descendentes de índios e espanhóis, queriam libertar-se do Brasil. Em sua luta pela independência, conseguiram o apoio dos argentinos, que também tinham interesse em dominar a região. A guerra terminou com a derrota do Brasil. A Cisplatina tornou-se um país independente com o nome de Republica Oriental do Uruguai.

NOITE DAS GARRAFADAS
(DE 12 A 15 DE MARÇO DE 1831)

Charge política “Noite das garrafadas”. Autor: Renato Amaral Silva. No dia 20 de novembro de 1830, o jornalista Líbero Badaró, que denunciava o autoritarismo do imperador D. Pedro I, é assassinado - e supõe-se que foi a mando do próprio governante. Em fevereiro de 1831, D. Pedro I viaja para Minas Gerais, sendo hostilizado pelo povo mineiro. No dia 11 de março ele retorna ao Rio de Janeiro, onde encontraram uma grande festa do partido português para o imperador. O partido brasileiro, acompanhando a festa, fica revoltado, pois o país estava em crise. Dando início a um conflito entre o partido português e o brasileiro, feito com pedras e garrafas.

(Trecho do quadro A batalha dos Farrapos, de W. Rodrigues) Foi uma guerra regional, de caráter republicano, que ocorreu no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina contra o governo imperial do Brasil, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio- Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1° de março de 1845

Em Salvador, na Bahia, de 25 a 27 de janeiro de 1835, ocorreu a mais importante rebelião urbana contra a escravidão negra no Brasil. A revolta teve esse nome por causa de seus lideres - Pacifico Licutan, Ahuna, Manuel Calafate e outros que seguiam o culto Malê.

Ocorreu no interior da então
Província do Maranhão, Foi
feita por pobres da região,
escravos, fugitivos e
prisioneiros. O motivo era

a disputa pelo controle

controle do poder local. A definitiva

pacificação só foi conseguida com a

anistia concedida pelo imperador aos

revoltosos sobreviventes. As causas

foram à miséria promovida pela crise do

Negros escravos fazendo o Balaio, de Jonas Barreto

A Guerra do Paraguai foi o maior conflito

armado internacional ocorrido na América

do Sul. Ela foi travada entre o Paraguai e

a Tríplice Aliança, composta por Brasil,

Argentina e Uruguai, O conflito iniciou-se

com a invasão da província brasileira de

Mato Grosso pelo exército do Paraguai. O

Brasil, Argentina e Uruguai, aliados,

derrotaram o Paraguai após mais de cinco

anos de lutas durante os quais o Brasil

enviou em torno de 150 mil homens à

guerra. Cerca de 50 mil não voltaram.