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Este documento discute a importância da sustentabilidade no contexto da degradação permanente do meio ambiente e da necessidade de uma educação ambiental crítica e inovadora. Ele aborda a importância de uma perspectiva interdisciplinar na educação ambiental e o papel dos diferentes sistemas de conhecimento, profissionais e comunidade universitária. O documento também discute a necessidade de formular uma educação ambiental que seja política e voltada para a transformação social.
Tipologia: Notas de estudo
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william shakespeare
A reflexão sobre as práticas sociais, em um contexto marcado pela degradação permanente do meio ambiente e do seu ecossistema, cria uma necessária articulação com a produção de sentidos sobre a educação ambiental. A dimensão ambiental configura-se crescentemente como uma questão que diz respeito a um conjunto de atores do universo educativo, potencializando o envolvimento dos diversos sistemas de conhecimento, a capacitação de profissionais e a comunidade universitária numa perspectiva interdisciplinar. O desafio que se coloca é de formular uma educação ambiental que seja crítica e inovadora em dois níveis: formal e não formal. Assim, ela deve ser acima de tudo um ato político voltado para a transformação social. O seu enfoque deve buscar uma perspectiva de ação holística que relaciona o homem, a natureza e o universo, tendo como referência que os recursos naturais se esgotam e que o principal responsável pela sua degradação é o ser humano.
PALAVRAS-CHAVE: Cidadania, Ecologia, Educação Ambiental.
O final do século XX presenciou o crescimento da consciencia da sociedade em relato degradado do meio ambiente decorrente do processo de desenvolvimento. O aprofundamento da crise ambiental, juntamente com o reflexo sistemático sobre a
influencia da sociedade neste processo, conduziu a um novo conceito o de desenvolvimento sustentável. Este conceito alcançou um destaque inusitado a partir da década de 1990, tornando-se um dos termos mais utilizados para se definir um novo modelo de desenvolvimento. Esta crescente legitimidade do conceito não veio acompanhada, entretanto, de uma discussão crítica consistente a respeito do seu significado efetivo e das medidas necessárias para alcança-lo. Na medida em que não existe consenso relativo sobre o conceito, observa-se uma disparidade conceitual considerável nas discussões referentes avalia o da sustentabilidade do desenvolvimento. Existe uma série de ferramentas ou sistemas que procuram avaliar o grau de sustentabilidade do desenvolvimento, portanto se conhecem adequadamente as características teóricas e práticas destas ferramentas. Este trabalho procura colaborar na tarefa de aprofundar a discussão sobre a sustentabilidade e sua avaliação. O objetivo geral desta pesquisa foi analisar comparativamente as principais ferramentas que pretendem mensurar o grau de sustentabilidade do desenvolvimento.
Um dos resultados mais perceptíveis das conferências internacionais na ultima década, foi a incorporação da sustentabilidade nos debates sobre desenvolvimento. Governos, universidades, agências multilaterais e empresas de consultoria técnica introduziram, em escala e extensão crescentes, considerações e propostas que refletem a preocupação com o "esverdeamento" de projetos de desenvolvimento e a "democratização" dos processos de tomada de decisão. Muitas ONGs, adotando um posicionamento crítico em relação à definição oficial de desenvolvimento dos governos e agências internacionais, entendem sustentabilidade como o princípio estruturador de um processo de desenvolvimento centrado nas pessoas e que poderia se tornar o fator mobilizador e motivador nos esforços da sociedade para transformar as instituições sociais, os padrões de comportamento e os valores dominantes.
Contudo, a falta de precisão do conceito de sustentabilidade evidencia a ausência de um quadro de referência teórico capaz de relacionar sistematicamente
desenvolvido a fim de dar plausibilidade e substância às suas diversas reivindicações de sustentabilidade.
Para que as organizações sejam sustentáveis, estas devem buscar um equilíbrio entre as três dimensões que balizam o conceito de sustentabilidade corporativa: a econômica, a ambiental e a social. Porém, estes princípios são muitas vezes vistos como conflitantes, perante a busca por resultados financeiros imediatos, aumento de fatias de mercado e competitividade, sobretudo no setor industrial, objeto de estudo deste trabalho. A globalização e a mudança em torno da competitividade nos últimos anos mudaram a lógica da gestão estratégica empresarial, deixando de estar focalizada nas próprias organizações e voltando-se para as relações interempresariais, através das diversas cadeias produtivas que as formam. Considerando estas premissas, o presente trabalho analisou a percepção especializada, através da utilização do método Delphi, da aplicabilidade dos métodos de sustentabilidade corporativa frente às diversas formações de cadeias produtivas. Dentre outros resultados, pôde-se constatar que a competitividade de um negócio está vinculada às relações interempresariais da cadeia produtiva, independente do tipo de cadeia. Sendo que a sustentabilidade corporativa, dentro desta perspectiva, reverte-se num importante fator crítico de sucesso, visto que permeia a viabilidade econômica, ambiental e social de qualquer tipo de negócio.
MENDELEY. Disponível em
< http://www.mendeley.com/research/indicadores-de-sustentabilidade-uma-anlise- comparativa/>.
SCIELO. Disponível em
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ANPAD. Disponivel em:
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SCIELO. Disponível em
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