Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


TCC FINAL PARA IMPRIMIR correto, Trabalhos de Cultura

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Tecnólogo em Logística e Transportes.

Tipologia: Trabalhos

2015

Compartilhado em 21/03/2015

willians-dias-pereira-9
willians-dias-pereira-9 🇧🇷

1 documento

1 / 44

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
FATEC PROFESSOR JESSEN VIDAL
ALEXANDRE DE CASTRO FERREIRA
WILLIANS DIAS PEREIRA
REDUÇÃO NO LEAD TIME
DE CARGA E DESCARGA EM UMA
INDÚSTRIA de bebidas
BASEADO EM UM ESTUDO DE CASO
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
2011
ALEXANDRE DE CASTRO FERREIRA
WILLIANS DIAS PEREIRA
3
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c

Pré-visualização parcial do texto

Baixe TCC FINAL PARA IMPRIMIR correto e outras Trabalhos em PDF para Cultura, somente na Docsity!

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

FATEC PROFESSOR JESSEN VIDAL

ALEXANDRE DE CASTRO FERREIRA

WILLIANS DIAS PEREIRA

REDUÇÃO NO LEAD TIME

DE CARGA E DESCARGA EM UMA

INDÚSTRIA de bebidas

BASEADO EM UM ESTUDO DE CASO

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

ALEXANDRE DE CASTRO FERREIRA

WILLIANS DIAS PEREIRA

REDUÇÃO NO LEAD TIME

DE CARGA E DESCARGA EM UMA

INDÚSTRIA de bebidas

BASEADO EM UM ESTUDO DE CASO

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Tecnólogo em Logística e Transportes.

Orientador: Prof. Luiz Antônio Tozi

São José dos Campos – SP

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP) Divisão de Informação e Documentação

WILLIANS DIAS PEREIRA

ALEXANDRE DE CASTRO FERREIRA

REDUÇÃO NO LEAD TIME

DE CARGA E DESCARGA EM UMA

INDÚSTRIA CERVEJEIRA

BASEADO EM UM ESTUDO DE CASO

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Tecnólogo em Logística com ênfase em Transportes.

CARLOS EDUARDO BASTOS - MESTRE

CARLOS HIDEAKI MIYAGI - MESTRE

LUIZ ANTONIO TOZI - DOUTOR

____ / ____ / ____

DATA DE APROVAÇÃO

AGRADECIMENTOS

Nossos sinceros agradecimentos ao Prof. Antonio Luiz Tozi, por sua orientação, apoio e dedicação, na realização deste trabalho, que significa para nós uma etapa superada em nossas vidas. A todo o corpo docente e discente da FATEC – SJC, que ao longo do curso nos proporcionou grandes aprendizados. Aos familiares, que sempre nos dispensou atenção, contribuindo de forma decisiva na conclusão deste trabalho. A Deus que nos proporcionou saúde e força para a realização desta grande meta.

RESUMO

No passado, um armazém era definido como um "lugar para guardar material". Hoje, ele é uma parte integrante da política de fabricação e marketing, administração de materiais e planejamento financeiro. O nível de sofisticação dos equipamentos e a criação de técnicas operacionais devem representar uma resposta direta para a logística e os serviços de comércio ou instituição, sustentada pelos serviços de armazenagem. Neste trabalho foi relatado um problema evidenciado em uma indústria de bebidas. Havia o problema de layout impróprio do armazém, com vias mal distribuídas e o transito de empilhadeiras elevando o tempo de carga e descarga, aumentando o tempo de espera no pátio da empresa, resultando em insatisfação dos clientes e gerando muitas vezes em multas contratuais devido à demora de entrega das mercadorias. A proposta deste trabalho é implantar uma melhoria no processo logístico de movimentação na carga e descarga que atenda a necessidade de reduzir o lead time dentro dos armazéns, usando um novo método de movimentação das empilhadeiras, no qual será chamado de movimento de encontro dos vértices, sem alterar o layout do armazém, reduzindo as perdas e avarias neste processo e diminuindo de forma significativa o consumo de gás utilizado pelas empilhadeiras.

Palavras-Chave: “Armazém; Movimentação; Lead Time; Operador; Empilhadeira; Perdas”.

ABSTRACT

In the past, warehouse was defined as a place to keep materials. Now a day, it is an integrant part of the manufacturing and marketing rules, materials management and financial planning. The equipments sophistication level and the creation of operational handling must show a direct answer to the logistic and the institution or establishment services, afforded by the storing services. In this report was reported an evidenced problem in a drinks factory. There was a layout problem in a warehouse, with bad distribution of the ways and the traffic of the forklifts, raising the time of charging and discharging, taking long time waiting on the path of the factory, resulting in disgusting in customers and causing extra tax for the delivering delay. The goal of this report is to improve the logistic process of charging and discharging movement which solves the reducing needed of the lead time inside of the warehouses, using a new method of moving the forklifts, which one will be called motion against the vertices, with no layout changing, reducing the loss in this process and decreasing significantly the gas consuming used by the forklift.

Keywords: “Warehouse; Moving; Lead Time; Operation; Forklift; Using”.

LISTA DE FIGURAS

Figura 1- Carreta carga seca 22

LISTA DE TABELAS

  • Figura 2- Carreta asa delta
  • Figura 3- Carreta graneleiro
  • Figura 4- Caminhão truck
  • Figura 5- Caminhão toco
  • Figura 6- Carreta Bi-trem
  • Figura 7- Sider com carga normal
  • Figura 9- Dimensões de altura e largura conforme fonte CONTRAN
  • Figura 10- Layout do armazém
  • Figura 11- Movimentação da empilhadeira
  • Figura 12- Movimento retilíneo nível A
  • Figura 13- Movimento retilíneo nível B
  • Figura 14- Movimento retilíneo nível C
  • Figura 15- Gráfico de movimentação
  • Tabela 1- Pesquisa de satisfação dos motoristas
  • Tabela 2- Dados do processo de carregamento
  • Tabela 3- Movimentações de um operador inexperiente lado A da carreta
  • Tabela 4- Apresentação de ganhos obtidos
  • Tabela 5- Comparação entre os lados A e B em metros e percentual
  • Tabela 6- Desempenho do processo

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.................................................................................................... 11

2 OBJETIVO............................................................................................................ 12

3 DESCRIÇÃO DO AMBIENTE............................................................................ 21

3.1 Mercado................................................................................................................ 21

2 OBJETIVO

Reduzir o tempo de descarga e carregamento no processo de armazenagem e distribuição em armazéns de uma indústria de bebidas. Elaborar processos internos no armazém na garantia de eficiência e eficácia tendo sinergia com uma redução de tempo entre o pedido e a entrega, o respeito ao prazo de entrega e pontualidade no atendimento dos pedidos que flexionem a ocupação do armazém. Evitar acidentes com pessoal e danos aos produtos na movimentação interna, possibilitando que se tenha que embalar os mesmos novamente que demandam tempo e custo.

  1. Justificativa

Como na maioria dos armazéns são utilizadas ruas de acessos para as movimentações dos produtos e insumos que estão locados em determinado Layout, a justificativa é melhorar o tempo de carga e de movimentações internas dos veículos ocorrendo de maneira objetiva, portanto a adequação para a implementação surge totalmente focada em não mais termos esperas de carretas no pátio, pois o fundamento é chegar e entrar, mantendo a continuidade do processo, fato esse quando executado uma pesquisa de satisfação demonstram a demora no atendimento, isso é um indicador que acarreta problemas junto aos clientes, conforme tabela 1.

Tabela 1 – Pesquisa de Satisfação dos Motoristas.

3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

  1. Logística e transporte

Bispo (2007) coloca que as organizações têm buscado soluções para o melhor atendimento possível, qualidade dos produtos, e com prazos de entrega e custos reduzidos para seus clientes, e é isso que a logística pode proporcionar se bem estruturada com sistemas e pessoas qualificadas para o processo.

Para Ballou (2001) o transporte é uma das principais funções logísticas, um dos elementos mais visíveis na cadeia por ser visto como última forma de redução dos custos nas empresas uma vez que esse custo representa cerca de 60 % das despesas. Com o conceito de Logística Integrada todas as funções logísticas passam a ser componentes operacionais da estratégica, e o transporte passa a ter papel fundamental nessa rede, além de representar a maior parcela dos custos logísticos na maioria das organizações. Tem papel fundamental no desempenho de diversas dimensões de Serviço ao Cliente, do ponto de vista de custos, em alguns casos pode representar duas ou três vezes o lucro de uma companhia. O transporte é essencial, pois é nenhuma empresa pode funcionar sem movimentar suas matérias-primas e/ou seus produtos acabados. Sua importância pode ser ofuscada apenas pelos problemas financeiros, greves do setor rodoviário ou devido ao aumento do valor de combustível.

Para Ballou (2001) O transporte tem a função básica de oferecer disponibilidade dos bens permitindo acesso a produtos que de outra maneira não estariam disponíveis para o consumidor ou se estivessem seu custo seria elevado. As principais funções do transporte estão ligadas em suma às dimensões de tempo e utilidades de lugar. Desde os primórdios, o transporte de mercadorias tem sido utilizado para disponibilizar produtos onde existe demanda potencial, dentro do prazo adequado às necessidades do comprador. Mesmo com o avanço de tecnologias que permitem a troca de informações em tempo real, o transporte continua sendo fundamental para que seja atingido o

  1. Movimentação de materiais

Para Stalk (1998) a movimentação interna de materiais e responsável pela administração do fluxo de materiais, a partir do fluxo de informações recebido principalmente das áreas de produção, planejamento e controle da produção, como muitas vezes das áreas de Compras e Engenharia.

Bowersox (2007) considera que existe uma diferença básica entre o manuseio de materiais a granel e em caixas. No manuseio de materiais a granel não existem necessidades de embalagens de proteção, porém necessitam de equipamentos especiais para carga. Nos últimos anos tem sido recomendada uma serie de diretrizes para ajudar a administração no projeto de sistemas para manuseio de materiais. As mais importantes são listadas a seguir: - Equipamentos de manuseio e armazenagem devem ser os mais padronizados possíveis; - Deve ser projetados para proporcionar fluxo de produtos mais continuo possível; - Os investimentos devem ser feitos em equipamentos de manuseio de preferência a equipamentos estáticos (como prateleiras e estantes); - Os equipamentos de manuseio de materiais devem ter a menor relação possível entre peso e carga útil; - sempre que possível, a força da gravidade deve ser aproveitada em projetos de sistemas de manuseio.

Alvarenga e Novaes (2000), após o desembarque dos produtos na doca, estes são encaminhados para o ponto do depósito onde ficarão armazenados. Na saída ocorre a operação inversa: o produto é tirado da célula onde está armazenado (prateleira, gaveta, palete, etc.) sendo movimentado até a doca de despacho. As opções para a movimentação de produtos envolvem combinações múltiplas em termos de equipamentos, formas de operação e outros. Para carregar e descarregar caminhões, carretas ou navios, pode ser necessário equipamento especial de manuseio. A maneira pela qual as mercadorias são agrupadas fisicamente para transporte e armazenagem também afeta o custo de manuseio.

Ballou (2006, p.275) estoques figuram normalmente em lugares como armazéns, pátios, chão de fábrica, equipamentos de transportes e armazéns das redes de varejo. O custo de manutenção desses estoques pode representar de 20% a 40% do seu valor por ano. Por isso mesmo, administrar cuidadosamente o nível desses estoques é economicamente sensato.

Ballou (2006, p.413) “O sistema de manuseio de materiais deveria ser escolhido de maneira a se constituir parte integral das atividades do sistema de estocagem”.

  1. Agilidade logística como vantagem competitiva

George Stalk (1988) considera o tempo como uma importante fonte de vantagem competitiva para as empresas em seus processos produtivos, na introdução e desenvolvimento de novos produtos e na distribuição e venda dos mesmos. Desta forma ele coloca o tempo como uma variável fundamental do desempenho dos negócios, ou seja, assim como o custo, o tempo também é quantificável e por isto administrável. As empresas devem estar estruturadas para produzirem respostas rápidas aos seus clientes, concentrando-se na eliminação de atrasos e conseguindo com isto atrair novos clientes.

Aumentar a velocidade com que o fluxo de materiais e informações passa através de uma empresa, a torna mais enxuta e produtiva, além de aproximar as necessidades do cliente e a resposta da empresa dando maior satisfação ao consumidor e menor complexidade para a empresa.

Slack (1993) divide as vantagens baseada em tempo e dois grupos: as vantagens externas e as vantagens internas. Os benefícios externos da rapidez de resposta, dizem respeito às operações que aumentam a velocidade de resposta ao consumidor, ou seja, diminuem o tempo de entrega do produto ou serviço.

Já os benefícios internos são vários, como podemos observar: Redução das atividades em base especulativa com a redução de tempo no fluxo das operações; Permite previsões, pois os eventos futuros mais próximos são mais fáceis de serem previstos; Redução de estoques tanto de processo, como de matérias primas e de produto acabado, proporcionando ainda economia de espaço; Redução de custos com a