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Tcc pronto e corrigido carla, Redação de Bioengenharia

LAMINAS DE AGUA

Tipologia: Redação

2015

Compartilhado em 18/08/2015

lfsmmiranda
lfsmmiranda 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS
ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL
NÍVEIS DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA
DO RABANETE EM LATOSSOLO VERMELHO
BACHAREL EM ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL
Carla dos Reis Pinto de Oliveira
Rondonópolis, MT-2014
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS

ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

NÍVEIS DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA

DO RABANETE EM LATOSSOLO VERMELHO

BACHAREL EM ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Rondonópolis, MT-

NÍVEIS DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA DO

RABANETE EM LATOSSOLO VERMELHO

Por

Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade Federal

de Mato Grosso como parte dos requisitos para a obtenção do Título

de Bacharel em Engenharia Agrícola e Ambiental

Orientador: Prof. Dr° Marcio Koetz

Rondonópolis-Mato Grosso- Brasil

À meu Pai Manoel Soares de Oliveira.

...Ofereço

À minha mãe, Francisca dos Reis Pinto de Oliveira. ...Dedico

AGRADECIMENTOS

Primeiramente a Deus, por ser essencial na minha vida, autor do meu destino, meu guia, presente em todos os momentos. À minha mãe, irmãos Érica, Paulo Henrique, Carliene e avós pelo carinho incondicional. À meu pai Manoel em especial, por não medir esforços na concretização dos meus sonhos. A Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, pela sua competência enquanto Instituição, a seus servidores e técnicos. Ao meu Orientador Marcio Koetz, pela orientação, incentivos e confiança demonstrado ao longo do trabalho. À professora Edna Bonfim, João Angelo, Ellen Anisésio, Jakeline Oliveira, Hiago Zanetoni, Tálita Raphanhin, pelas orientações, incentivo e pela boa vontade em ajudar. Aos professores do curso pelos ensinamentos compartilhados. Aos membros da banca: Prof. Dr. Márcio Koetz, Prof. Dra^ Edna Bonfim da Silva e Ms. Maria Débora Loiola Bezerra. Às minhas amigas e companheiras, Jéssica Cristhiny, Ana Aládia,Thaisi Ribeiro e Isabela Seixo pela fiel amizade. Dedico a todas as pessoas que participaram da minha vida, direta ou indiretamente, transmitindo conhecimento e discussões acerca dos assuntos pertinentes do dia a dia e da academia.

À todos muito obrigada!

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS

ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

REPOSIÇÃO DE ÁGUA NA CULTURA DO RABANETE EM

LATOSSOLO VERMELHO

Graduando: Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Orientador: Prof. Drº. Marcio Koetz

RESUMO - As diferentes lâminas de água afetam o desenvolvimento do rabanete, assim objetivou-se avaliar a influência das lâminas de água na cultura no rabanete ( Raphanussativus L.) cv. cometa no Latossolo Vermelho do Cerrado. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Rondonópolis de maio a junho de 2014. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (40; 60; 80; 100 e 120% da capacidade de campo), com quatro repetições. A manutenção da umidade foi mantida pelo método gravimétrico. Foi avaliada, altura da folha, números de folhas, índice de clorofila, massa fresca das folhas e tubérculo, massa seca das folhas e tubérculo. As lâminas de água promoveram diferença significativa no desenvolvimento da cultura, exceto nas variáveis números de folha e índice de clorofila. As maiores produções de peso e massa seca do tubérculo, massa fresca, massa seca e altura da parte aérea da planta, foram obtidos para o nível de reposição de água no solo entre 67,98% e 71,16%. O nível de reposição de 40% proporcionou a maior massa seca das folhas.

Palavras- chave: Raphanussativus L.; método gravimétrico; casa de vegetação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS

ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL

WATER LEVELS ON RADISH CULTURE IN OXISOL.

Graduating: Carla dos Reis Pinto de Oliveira

Adviser: Prof. Drº Marcio Koetz

ABSTRACT- The different depths of water levels the development of the radish as well study to evaluate the influence of water levels on radish culture ( Raphanussativus L .) cv. comet in the Cerrado Oxissol. The experiment was conducted in a greenhouse at the Federal University of Mato Grosso, University Campus Rondonópolis May-June, 2014. The experimental design was completely randomized. With five treatments (40,60,80,100 and 120 % being irrigated according to the gravimetric method) and four replications. Diameter, weight, fresh and dry tuber fresh weight, dry weight and height of the aerial part of the plant, chlorophyll content and leaf numbers were evaluated. The results were submitted to analysis of variance an regression at 5%.The water deeps significant difference in the development of culture, except in variable numbers and leaf chlorophyll content. The highest yields of dry matter weight and tuber fresh mass, dry mass and height of the aerial part of the plant, were obtained for the level of water replacement in the soil between 67,98 and 71,16%. The replacement level 40 % provided higher leaf dry weight.

Keywords: Raphanussativus L.; gravimetric method; greenhouse.

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1 INTRODUÇÃO

Segundo o Instituto Brasileiro de Qualidade em Horticultura a área de cultivo de hortaliças no Brasil até o ano de 2010 era de 779 mil hectares, produzindo cerca de 17 milhões de toneladas por ano. O crescimento na produção de hortaliças no país cresceu 63% de 1990 a 2006, devido principalmente ao aumento de aproximadamente 54% na produtividade, elevando a área de cultivo em apenas 5% (GUTIERREZ, 2010). O rabanete ( Raphanus sativus L.) é considerado uma cultura de pouca importância econômica tendo em vista sua pequena área plantada em relação a outras culturas, porém o mesmo é muito cultivado em pequenas propriedades tornando-se uma alternativa vantajosa devido ao seu ciclo curto, em torno de 30 dias podendo ser cultivado no intervalo de implantação de duas outras culturas de ciclo longo (CARDOSO & HIRAKI, 2001). De acordo com COSTA et al. (2006) variações de umidade e temperatura no solo durante o desenvolvimento das plantas podem prejudicar a produtividade e a qualidade das raízes. O estresse hídrico ao longo do ciclo da cultura pode alterar seu desenvolvimento, modificando a fisiologia, morfologia e, principalmente, afetando as relações bioquímicas da planta (PEREIRA et al., 1999). Em geral, as hortaliças cultivadas em condições de campo ou em ambientes protegidos têm seu desenvolvimento intensamente influenciado pelas condições de umidade do solo. A deficiência de água normalmente é o fator mais limitante para a obtenção de produtividade elevada e produtos de qualidade, mas o excesso também pode ser prejudicial (SILVA & MAROUELLI,1998). Dos fatores de adversidade nas plantas, a limitação hídrica é a principal causa de redução na produtividade das espécies agrícolas e florestais, limitando o potencial e a exploração agrícola durante o período de estiagens (GHAMARNIA et al., 2012). Segundo Hassanli et al. (2010), a irrigação surge como um auxílio para diminuição dos riscos das safras em épocas de secas, pois irrigações frequentes e na quantidade adequada, juntamente com a escolha correta do sistema de irrigação, ajudam no aumento da produtividade agrícola.

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O manejo racional da irrigação é importante não apenas por suprir as necessidades hídricas das plantas, mas também por minimizar problemas com doenças e lixiviação de nutrientes, bem como gastos desnecessários com água e energia, garantindo um maior retorno econômico (KOETZ et al., 2006). Nesse contexto, fica evidente a importância do manejo da água na agricultura irrigada, visando o uso racional dos recursos hídricos e uma maior eficiência desse recurso ao longo do processo produtivo. Assim objetivou-se avaliar as influências das reposições de água na cultura do rabanete, cultivado em solo do Cerrado.

2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Cultura do Rabanete

O rabanete ( Raphanus sativus L.) pertence à família brassicaceae, sendo de pequeno porte e sua parte comestível é a raiz carnuda, que pode apresentar o formato globular, ovoide ou alongado (FILGUEIRA, 1982). As suas raízes são ricas em vitaminas C e B6, ácido fólico, potássio, elevadas quantidade de fibras alimentares, significativa atividade antioxidante e isotiocianatos, e possui baixa quantidade de calorias (CAMARGO et al., 2007). O rabanete é uma das hortaliças de cultivo que se tem notícia com controvérsias em relação a sua origem. Alguns autores afirmam que tem origem da China, enquanto outros se dizem originário do oeste asiático ou sul da Europa. Mas a certeza que se tem, é que já era cultivado no antigo Egito, onde suas folhas eram consumidas (MINAMI & TESSARIOLLI NETTO, 1997). Em termos de área plantada é uma cultura de pequena importância, mas além de ser considerada relativamente rústica, apresenta ciclo muito curto e retorno rápido, se tornando viável financeiramente (MINAMI et al.,1998). Por se caracterizar como uma das culturas de ciclo mais curto que se conhece, o rabanete pode ser uma opção interessante ao produtor rural também no Brasil. O mercado consumidor dá preferência ao uso de sua raiz tuberosa em forma

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morfologia e, principalmente, afetando as relações bioquímicas da planta (PEREIRA et al., 1999). O conhecimento dos períodos críticos do desenvolvimento das culturas possibilita uma adoção de manejo adequado que vise a otimização na irrigação, aplicando lâminas de água certa e o no estádio certo (CUNHA & BERGAMASHI,1992). As hortaliças em geral apresentam fases distintas, uma fase do plantio até a emergência das plântulas; do final da emergência até o máximo desenvolvimento vegetativo, início da formação do tubérculo até o máximo de desenvolvimento; e final do desenvolvimento até a colheita (MAROUELLI et al ., 2001). As hortaliças, em sua maioria necessitam de grandes quantidades de nutrientes dentro de períodos de tempo relativamente curtos, sendo por isso exigente do ponto de vista nutricional. Por outro lado, principalmente as espécies folhosas e tuberosas deixam poucos restos de cultura no solo, sendo consideradas altamente esgotantes (COUTINHO et. al ., 1993). Segundo Minami et al. (1997), há diferenças entres as principais cultivares existentes. A raiz tuberosa pode ser redonda, oval ou alongada, apresentando-se nas cores, vermelha, amarela, rosa ou branca e, algumas vezes, com pontas a ponta branca e o restante com umas das cores mencionadas. As principais cultivares comerciais dos quais são híbridos e outros de polinização aberta são, Akamaru, Fuego, Comprido Vermelho, Selma, Sereja, Champion, Comet, Comprido Branco, Redondo Vermelho, Precoce Scarlet Globe, Sparkler Ponta Branca, Hib, Chierriete,Hib. Juliete,Hib. Crunchy n°19, entre outros (MINAMI & TESSARIOLI NETTO, 1997).

2.2 Cultivo em ambiente protegido

O clima é um fator que influencia a produção de hortaliças, pois no verão as chuvas demasiadas danificam as hortaliças e criam condições favoráveis a surgimento de doenças. Por outro lado, o frio e os ventos do inverno acabam prolongando o ciclo dessas culturas ( VILLANI & TIVELLI, 2009) A finalidade de cultivar em ambiente protegido é melhorar a produtividade e a qualidade dos produtos agrícolas oferecendo regularidade na produção em função do clima,(CARVALHO & TESSARIOLI NETO, 2005). Reis et al. (2013), relata que

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esta técnica permite proteção as plantas contra temperaturas elevadas e alta intensidade de radiação solar, durante todo seu crescimento. A luz tem influência complexa no crescimento, no desenvolvimento e na produção das culturas e, devido à absorção e reflexão do material da cobertura plástica, a densidade de fluxo da radiação solar global no interior do ambiente protegido, é menor que a observada externamente. Além de elementos meteorológicos que a casa de vegetação proporciona, atua no combate à pragas e doenças (SOUZA & ESCOBEDO,1997). Desde 1998, estudos feitos no Brasil com diversas espécies de olerícolas cultivadas em estufa plástica, indicam que essa técnica de cultivo vem trazendo rendimentos superiores aos normalmente obtidos em campo (MARTINS et al., 1995).

2.3 Manejo de irrigação da cultura do rabanete pelo método gravimétrico

Os métodos de determinação de umidade do solo são normalmente classificados como diretos ou indiretos. A gravimetria é um método direto e é considerado o método padrão, onde a massa de água presente numa dada amostra de solo é obtida por diferença entre o peso da amostra úmida e seca (SILVA, 2013).

O conhecimento do regime de umidade do solo é de grande importância para tomadas de decisões, como manejo de irrigação, escolha da época de plantio e determinação do consumo de água pelas plantas (BERNARDO et al., 2006). Diversos métodos podem ser utilizados para medir a umidade do solo visando a determinação da disponibilidade de água às plantas de forma a permitir seu pleno desenvolvimento, minimizando o gasto de energia na absorção de água e nutrientes. Os principais métodos são: o padrão da estufa, que fornece de forma direta os valores de umidade no solo, e os indiretos, que tomam como base medidas da moderação de nêutrons, da resistência do solo à passagem de uma corrente elétrica, da constante dielétrica do solo e da tensão da água no solo (TEIXEIRA & COELHO, 2005).

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3.2 Coleta e preparo do solo utilizado no experimento

O solo utilizado foi classificado como LATOSSOLO VERMELHO, cuja caracterização química e granulométrica foi descrita de acordo com a EMPRAPA (1997) (Tabela 1), coletado em área sob vegetação de Cerrado na camada de 0 - 0,20 cm e peneirado em malha de 4mm para o preenchimento dos vasos e em malha de 2mm para a caracterização do solo. Com base na análise química do solo foi realizada a correção e adubação de plantio. Trinte dias antes da semeadura foi realizada a calagem utilizando calcário dolomítico (PNRT=80%), de acordo com Lopes et al. (1991).

Tabela 1. Caracterização química e granulométrica do LATOSSOLO VERMELHO proveniente de Cerrado nativo. ph P K Ca Mg H Al SB CTC V M.O. Areia Silte Argila

(CaCl 2 ) mg dm-^3 Cmolc dm-^3 % g dm-^3 g kg-^1

4,1 1,2 23 0,2 0,1 5,7 0,9 0,4 5,4 6,7 12,6 475 75 450

Após o período de incubação do solo com calcário para correção de acidez realizou-se a adubação com 200 mg dm-3^ de P 2 O 5 na forma de superfosfato simples, 100mgdm-3^ de K 2 O na forma de cloreto de potássio e 100 mg dm-3^ de N forma de uréia. A adubação com fósforo e potássio foi feita por incorporação 1 dia antes da semeadura. A uréia foi incorporada por meio de solução em duas aplicações de 50mg dm-3^ sendo aos 7 e 14 dias após a semeadura. A aplicação de Cu e B foi realizada aos 14 dias após a semeadura, com 8 e 4 mg dm-3^ tendo como fonte sulfato de cobre e ácido bórico, respectivamente.

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3.3 Delineamento experimental e tratamentos

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com cinco tratamentos que consistiam em níveis de reposição de água (40, 60, 80, 100 e 120% sendo o nível de 100%, o volume de reposição de água até a condição de capacidade máxima de retenção de água do solo), com quatro repetições, totalizando 20 unidades experimentais. A hortaliça utilizada foi o rabanete cv. Cometa cultivado em vasos com volume de solo 4 dm³, contendo 3 plantas cada, representando as unidade experimentais. As datas de realização das atividades de coleta do solo, capacidade de campo semeadura, plantio, adubação e colheitas estão contidas na Tabela 2.

Tabela 2. Datas das atividade durante o período experimental, Rondonópolis-MT, 2014

Atividade Data Coleta do solo 25/04/ Capacidade de campo 05/05/ 1ª adubação 20/05/ Semeadura 21/05/ 2ª adubação 28/05/ 3ª adubação 04/06/ Colheita 19/06/

Na Figura 2, observa-se as plantas de rabanete aos 7 dias após a semeadura, 14 dias após a semeadura e após 28 dias após a semeadura.

Figura 2. Plantas de rabanete após 7 dias de semeadura(A), após 14 dias de semeadura(B), e após 28 dias de semeadura(C).

A B C

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Tabela 3. Níveis de reposição de água, capacidade de retenção para cada nível e peso final a ser atingido.

Níveis de reposição de água (%)

Capacidade de retenção para cada nível

Peso final do vaso (kg) 40 356,4 5251 60 534,6 5429 80 712,8 5607 100 881 5786 120 1069,2 5819

Para a manutenção da capacidade de retenção de água no solo diariamente cada parcela experimental era pesada, com o objetivo de repor a água consumida por evapotranspiração. Foi feito dois turnos de irrigação sendo um pela manhã e outro no fim de tarde, sendo a irrigação aplicada manualmente controlando o peso diretamente na balança de acordo com cada lâmina de água a ser analisada.

Valores de volume total de água aplicado em cada tratamento, no período de 20 dias estão apresentados na Tabela 4.

Tabela 4. Níveis de reposição e volume total aplicado no ciclo da cultura.

Níveis de reposição de água no solo (%) Volume de água (L) 40 3, 60 3, 80 3, 100 4, 120 4,

3.4 Variáveis analisadas

Por ocasião da colheita realizada aos 28 dias após o plantio, as variáveis avaliadas foram, altura da planta, números de folhas, diâmetro do tubérculo, massa fresca do tubérculo, massa fresca das folhas, massa seca das folhas e massa seca do tubérculo e índice de clorofila. As plantas foram levadas para laboratório onde se obteve a altura das folhas tubérculo por meio de régua graduada, o diâmetro do

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tubérculo através de paquímetro e o peso do tubérculo assim como a massa verde e seca da parte aérea da planta, pesadas em balança semi-analítica. Após a pesagem da massa fresca da parte aérea, acondicionou-se o material em estufa de circulação de ar forçado a 65º C até atingir massa constante. A determinação indireta do teor de clorofila foi realizada com o emprego do ClorofiLOG® modelo CFL1030, em que as leituras foram realizadas em três folhas, obtendo-se a média dessas leituras.

3.5 Análises estatísticas

Os resultados foram submetidos à análise de variância a 5% de probabilidade pelo teste de F, por meio do software SISVAR 5.3 (FERREIRA, 2008).

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES

4.1 Altura da planta

Os níveis de reposição de água apresentaram diferenças significativas na variável altura das plantas, ajustando-se ao modelo quadrático de regressão (Figura 4), indicando que a altura da planta sofreu maior influência na reposição de água acima da capacidade de campo ( Figura 4). Observa-se para o nível de reposição de água de 68,81%, obteve-se a maior altura das plantas (22,72 cm). De acordo com Flecha (2004), o excesso de umidade no solo pode provocar redução na altura da planta, no diâmetro e no peso da parte área, além da redução no diâmetro do caule.

Figura 4. Altura das plantas em diferentes níveis de reposição após 28 dias de semeadura.