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Resumo de Hitologia Geral sobre Tecido Ósseo.
Tipologia: Resumos
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Suporte para partes moles, principal constituinte principal do esqueleto, protege estruturas viscerais, aloja e protege medula óssea, proporciona apoio ao músculo esquelético, alavanca movimentos, armazena cálcio, fosfato e outros íons podendo liberá-los de modo controlado mantendo a concentração constante. OBS.: Há um intercambio entre o cálcio do plasma sanguíneo e o cálcio do osso. Mas maior parte de cálcio no osso não pode ser trocada livremente com o cálcio do fluído extracelular.
inorgânicos.
concentrar fosfato de cálcio participando da calcificação da matriz. Osteoclastos - aumentam a área de contato com a matriz óssea enzimas degradam e o pH é ácido para favorecer a reabsorção, o ácido vem da degradação do CO2 e o pH ácido. Secretam para dentro do ambiente ácido, colagenases, e outras hidrolases que atuam localmente digerindo a matriz orgânica e dissolvendo os cristais de cálcio. Osteócitos – Células da matriz que apresentam pequena síntese e são essenciais para manutenção da matriz. Osteóide – matriz óssea, recém formada que não contem cristais de hidroxiapatita.
precipitação de cristais de hidroxiapatita, se houver calcificação fora do tecido ósseo é chamada de calcificação ectópica, mas o organismo humano existe inibidores dessa precipitação, o pirofosfato.
fosfatos de um grande número de moléculas diferentes, incluindo nucleotídeos, proteínas e alcalóides; como o próprio nome sugere, essa enzima é mais ativa em soluções alcalinas. O processo de remoção desses grupos fosfatos é conhecido como defosforilação. A fosfatase alcalina é produzida por diversos órgãos e tecidos, como por exemplo: ossos, fígado e placenta. Vai catalisar a precipitação dos cristais de cálcio. As concentrações de fosfatase alcalina podem aumentar sempre que aumente a atividade das células ósseas (por exemplo, durante o período de crescimento ou depois de uma fratura) ou como resultado de doenças ósseas, que incluem a osteomalacia, o câncer ósseo, e a doença de Paget. OBS.: Os ácidos não dissolvem cristais de cálcio, o cristal mais duro e mais difícil de ser dissolvido é o de hidroxiapatita.
forma equilibrada. O osso é dinâmico, que sofre constante remodelagem e alterações por estresse, na condição de equilíbrio, existe um balanço entre a formação do osso novo e a reabsorção óssea.
A troca do cálcio com o meio extracelular pode ocorrer de duas formas, sob o controle hormonal e por um controle físico. O cálcio plasmático pode ser encontrado em três formas (complexado com ácidos orgânicos, ligado a proteína e ionizado). O organismo tem pouca tolerância aos níveis de cálcio ionizado alterado, se os níveis caírem, pode haver convulsões tetânicas, se o nível sobe pode haver morte por paralisia muscular e coma.
níveis não levam ao óbito enquanto os baixos níveis de cálcio levam a óbito.
desmineralização e absorção intestinal, renal. Ao mesmo tempo em que aumenta a reabsorção de cálcio, ele diminui a reabsorção de fosfato para que não haja a formação de cristais de hidroxiapatita ectopicamente. Quanto mais cálcio no sangue, menos PHT. A vitamina D é um potencializador para o
PTH, pois sem a vitamina D pode-se ter todo o PTH do mundo que o cálcio não será absorvido no intestino. A nível renal o PTH reabsorve cálcio para os capilares peritubulares ao nível dos túbulos distais aumentando a [Ca++] sanguíneo, ao mesmo tempo diminuem a [fosfato] do sangue, pois aumentam sua excreção na urina. A nível ósseo: o PTH reabsorve cálcio e fosfato do osso para o sangue, a [cálcio] aumenta já a [fosfato] não aumenta, pois será excretado pela urina. Resumindo: Baixos níveis de cálcio plasmático, há liberação do PHT, absorção do cálcio intestinal proveniente da alimentação, redução na excreção urinária e aumenta a mobilização de cálcio ósseo.
(após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. Sua forma ativa é hidroxilada em dois pontos (1 e 25), não tem afinidade pela água do sangue, precisa de proteinas para ser transportada, deixa o osso mais sensivel ao PTH. A 1 – alfa – hidroxilase vai estimular a hidroxilação na posição 1 da vitamina D, a vitamina D é levado para o fígado ondo é hidroxilada na posição 25 e então vai para o rim.
curto reduz a saída de calcio atraves da membrana ossea e a longo prazo reduz a reabsorção ossea. No TGI inibe a secreção gastrica, a secreção gastrica diminui o pH, o pH ácido favorece a reabsorção ossea, a gastrina aumenta o nivel de calcitonina pra impedri que haja muita liberação de calcio do osso pela reabsorção ossea. Inibe a atividade osteoclástica, aumenta a excreção urinária de fosfato e cálcio e conserva os sais minerais dos ossos.
sintomas incluem irritabilidade neuromuscular, cãibras e tetania. Hipocalcemia aguda resulta em paralisia tetânica dos músculos respiratórios, convulsões severas e morte. Hipocalcemia crônica resulta em alterações cutâneas, catarata e calcificação dos gânglios da base do cérebro.
hiperplasia da tireóide, produção excessiva de PTH.
quando passar pelo rim será adicionado outro OH na posição 24 que causara a sua inativação e armazenamento no tecido adiposo. Deficiência de vitamina D, Ca++ e PO4--- no plasma: o rim ativa a vitamina D. As células alvo da vitamina D são intestino e os ossos. A vitamina se liga diretamente a um receptor no núcleo celular, estimulando a síntese de proteínas transportadoras de cálcio. A vitamina D estimula a reabsorção de Ca++ do osso, ou seja, estimula a osteólise osteocítica. Ao longo prazo a vitamina D inibe a formação óssea.