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termologia, Notas de estudo de Cultura

termologia

Tipologia: Notas de estudo

2011
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Compartilhado em 18/09/2011

guilherme-impalea-6
guilherme-impalea-6 🇧🇷

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característica da dilatação linear. Imaginemos uma barra de comprimento inicial Lo e temperatura inicial to. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o aquecermos esta barra para uma temperatura t ela passará a ter um novo comprimento L. Vejamos o esquema: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED PBrush ####A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação é dada por: # (i) Bulbo - Parte que(L = L - LoExiste uma outra forma de determinar esta dilatação ?##Para responder a questão anterior devemos avaliar outra questão: # (i) Bulbo - Parte queDo que depende a dilatação linear de uma barra ?Poderíamos citar: # (i) Bulbo - Parte queo comprimento inicial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela a variação da temperatura; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela o tipo do material.Logo temos que: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Onde: # (i) Bulbo - Parte queLo............comprimento inicial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (.............coeficiente de dilatação linear; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............variação da temperatura (t € to).##O coeficiente de dilatação linear é a grandeza que indica o material utilizado. Cada material possui um ( diferente. Ele é o fator determinante para escolhermos um material que não se dilata facilmente ou o contrário.É fácil demonstrar que (faça você): # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Unidades Usuais: # (i) Bulbo - Parte queLo............centímetro (cm); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (.............oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............Celsius (oC).##5.1.2 € dilatação superficialQuando estamos estudando a dilatação de uma placa de concreto, teremos a ocorrência predominante de um aumento na área dessa placa. Essa é a característica da dilatação superficial. Imaginemos uma placa de área inicial A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o e temperatura inicial to. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o aquecermos esta placa para uma temperatura t ela passará a ter uma nova área A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo. Vejamos o esquema: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED PBrush ####A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação é dada por: # (i) Bulbo - Parte que(A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo = A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo - A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo oExiste uma outra forma de determinar esta dilatação ?##Para responder a questão anterior devemos avaliar outra questão: # (i) Bulbo - Parte queDo que depende a dilatação superficial de uma placa ?Poderíamos citar: # (i) Bulbo - Parte quea área inicial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela a variação da temperatura; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela o tipo do material.Logo temos que: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Onde: # (i) Bulbo - Parte queA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o............área inicial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (.............coeficiente de dilatação superficial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............variação da temperatura (t € to).##O coeficiente de dilatação superficial é a grandeza que indica o material utilizado. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo relação do coeficiente de dilatação superficial com o linear é dada por: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###(Fale para o teu professor demonstrar para você)É fácil demonstrar que (faça você): # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT ###Unidades Usuais: # (i) Bulbo - Parte queA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o............centímetro quadrado (cm2); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (.............oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............Celsius (oC).##5.1.3 € dilatação volumétricaQuando estamos estudando a dilatação de um paralelepípedo, teremos a ocorrência predominante de um aumento no volume desse corpo. Essa é a característica da dilatação volumétrica. Imaginemos um paralelepípedo de volume inicial Vo e temperatura inicial to. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o aquecermos este corpo para uma temperatura t ele passará a ter um novo volume V. Vejamos o esquema: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED PBrush ####A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação é dada por: # (i) Bulbo - Parte que(V = V - VoExiste uma outra forma de determinar esta dilatação ?##Para responder a questão anterior devemos avaliar outra questão: # (i) Bulbo - Parte queDo que depende a dilatação volumétrica do paralelepípedo ?Poderíamos citar: # (i) Bulbo - Parte queo volume inicial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela a variação da temperatura; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela o tipo do material.Logo temos que: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Onde: # (i) Bulbo - Parte que Vo............volume inicial; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (.............coeficiente de dilatação volumétrica; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............variação da temperatura (t € to).##O coeficiente de dilatação volumétrica é a grandeza que indica o material utilizado. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo relação do coeficiente de dilatação volumétrica com o linear é dada por: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###(Fale para o teu professor demonstrar para você)É fácil demonstrar que (faça você): # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Unidades Usuais: # (i) Bulbo - Parte que Vo............centímetro cúbico (cm3); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (.............oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............Celsius (oC).##5.2 € dilatação térmica dos líquidosComo um líquido não possui forma definida (ele terá a forma do volume que o contém) sua dilatação respeita tudo o que vimos na dilatação volumétrica.Existe um fator importante a ser analisado. Como o líquido estará num recipiente, ao se dilatar deveremos levar em conta a dilatação do recipiente.# EMBED PBrush ####A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação real de um líquido deve levar em consideração a dilatação aparente (extravasada) e a do recipiente. É lógico que estamos considerando que o recipiente no inicio estava cheio.# EMBED Equation.DSMT4 #####Temos que: # (i) Bulbo - Parte queA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação do recipiente: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT ###A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação do líquido (real): # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dilatação A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo parente: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Coeficiente A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo parente: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT ###6 € CalorimetriaPassaremos a discutir a diferença entre Calor e Temperatura. Veremos também como medir o Calor e como ocorre a transferência desse calor de um corpo para outro.6.1 € calorCalor é a energia térmica em trânsito, que se transfere do corpo de maior temperatura para o corpo de menor temperatura. Nessa transferência pode ocorrer apenas uma mudança de temperatura (calor sensível) ou uma mudança de estado físico (calor latente).6.2 € unidade de medida do calorA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo

substância utilizada como padrão para definir a unidade de quantidade de calor, a caloria (cal), foi a água. Uma caloria é a quantidade de calor necessária para que 1 grama de água pura, sob pressão normal, sofra a elevação de temperatura de 1oC.Como calor é energia, experimentalmente Joule estabeleceu o equivalente mecânico do calor: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Quando uma transformação ocorre sem troca de calor, dizemos que ela é adiabática.6.3 € capacidade térmica e calor específicoSuponhamos que ao fornecer certa quantidade de calor Q a um############################################################################## ############################################ #c#o#r#p#o# #d#e# #m#a#s#s#a# #m#,# #s#u#a# #t#e#m#p#e#r#a#t#u#r#a# #v#a#r#i#e# #Dðt#.###D#e#f#i#n#i#m#o#s# #C#a#p#a#c#i#d#a#d#e# #T#é#r#m#i#c#a# #C# #d#e# #u#m# #c#o#r#p#o# #c#o#m#o# #s#e#n#d#o# #a# #q#u#a#n#t#i#d#a#d#e# #d#e# #c#a#l#o#r# #n#e#c#e#s#s#á#r#i#a# #p#o#r# #u#n#i#d#a#d#e# #d#e# #v#a#r#i#a#ç#ã#o# #d#a# #t#e#m#p#e#r#a#t#u#r#a# #d#o# #c#o#r#p#o#: # (i) Bulbo - Parte que##### #E#M#B#E#D# #E#q#u#a#t#i#o#n#.#D#S#M#T#4# # ######### #U#n#i#d#a#d#e#s# #U#s#u#a#i#s#: # (i) Bulbo - Parte que###Q#.#.#.#.#.#.#.#.#.#.#.#.#c#a#l#o#r#i#a# #(#c#a#l#); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............Celsius (oC); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela C...........cal/oC.##A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo capacidade térmica é uma característica do corpo e não da substância. Portanto, diferentes blocos de alumínio têm diferentes capacidades térmicas, apesar de serem da mesma substância.Quando consideramos a capacidade térmica da unidade de massa temos o calor específico c da substância considerada.# EMBED Equation.DSMT4 ###Unidades Usuais: # (i) Bulbo - Parte queC............ cal/oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela m............grama (g); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela c............ cal/g.oC.## Calor específico é uma característica da substância e não do corpo. Portanto cada substância possui o seu calor específico.Confira a tabela de alguns valores de calor específico.Substância#Calor Específico (cal/g.oC)##água#1,000##álcool#0,580##alumínio#0,219##chumbo#0,031##cobre#0,093# #ferro#0,110##gelo#0,550##mercúrio#0,033##prata#0,056##vidro#0,200##vapor d'água#0,480##OBS: # (i) Bulbo - Parte que O calor específico possui uma certa variação com a temperatura. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo tabela mostra um valor médio.6.4 € equação fundamental da calorimetriaCombinando os conceitos de calor específico e Capacidade Térmica temos a equação fundamental da Calorimetria: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT4 ###Unidades Usuais: # (i) Bulbo - Parte queQ.................. cal; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela m............grama (g); (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela c............ cal/g.oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (t............Celsius (oC).##6.5 € trocas de calorSe vários corpos, no interior de um recipiente isolado termicamente, trocam calor, os de maior temperatura cedem calor aos de menor temperatura, até que se estabeleça o equilíbrio térmico. E de acordo com o princípio de conservação temos: # (i) Bulbo - Parte que# EMBED Equation.DSMT ###Se o calor recebido é QR e o calor cedido é QC, temos: # (i) Bulbo - Parte queQR > 0 e QC < 0.6.6 € propagação do calorO Calor pode se propagar de três formas: # (i) Bulbo - Parte que por condução, por convecção e por irradiação, passaremos a discutir cada uma dessas possibilidades: # (i) Bulbo - Parte que6.6.1 € ConduçãoA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo condução de calor ocorre sempre que há diferença de temperatura, do ponto de maior para o de menor temperatura, sendo esta forma típica de propagação de calor nos sólidos.A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo s partículas que constituem o corpo, no ponto de maior temperatura, vibram intensamente, transmitindo sua energia cinética às partículas vizinhas. O calor é transmitido do ponto de maior para o de menor temperatura, sem que a posição relativa das partículas varie. Somente o calor caminha através do corpo.Na natureza existem bons e maus condutores de calor. Os metais são bons condutores de calor. Borracha, cortiça, isopor, vidro, amianto, etc. são maus condutores de calor (isolantes térmicos).6.6.2 € ConvecçãoConvecção é a forma típica de propagação do calor nos fluídos, onde a própria matéria aquecida é que se desloca, isto é, há transporte de matéria.Quando aquecemos um recipiente sobre uma chama, a parte do líquido no seu interior em contato com o fundo do recipiente se aquece e sua densidade diminui. Com isso, ele sobe, ao passo que no líquido mais frio, tendo densidade maior, desce, ocupando seu lugar. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo ssim, formam correntes ascendentes do líquido mais quente e descendentes do frio, denominadas correntes de convecção.6.6.3 € IrradiaçãoA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo propagação do calor por irradiação é feita por meio de ondas eletromagnéticas que atravessam, inclusive, o vácuo.A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo Terra é aquecida pelo calor que vem do Sol através da Irradiação.Há corpos que absorvem mais energia radiante que outros. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo absorção da energia radiante é muito grande numa superfície escura, e pequena numa superfície clara. Essa é a razão por que devemos usar roupas claras no verão.A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o absorver energia radiante, um corpo se aquece; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela ao emiti-la, resfria-se.6.7 € mudança de estado físicoToda a matéria, dependendo da temperatura, pode se apresentar em 4 estados, sólido, líquido, gasoso e plasma. Em nosso estudo falaremos apenas dos 3 primeiros.A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo s mudanças desses estados são mostradas abaixo; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela # EMBED PBrush ###Fusão: # (i) Bulbo - Parte que Passagem do estado

fornecem valores simétricos: # (i) Bulbo - Parte que(a) - 26,6 oC (b) - 13,3 oC (c) 13,3 oC (d) 18, oC (e) 26,6 oC(FEI-SP) 8> Um mecânico deseja colocar um eixo no furo de uma engrenagem e verifica que o eixo tem diâmetro um pouco maior que o orifício na engrenagem. O que você faria para colocar a engrenagem no eixo ?(a) aqueceria o eixo; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) resfriaria o eixo e aqueceria a engrenagem; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) aqueceria a engrenagem e o eixo; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) resfriaria a engrenagem e o eixo; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) resfriaria a engrenagem e aqueceria o eixo.(UFA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo C) 9> Uma barra de cobre (( = 17 x 10-6 oC-1) tem o comprimento de 250 m a 30 oC. Calcule o comprimento dessa barra a 150 oC.(ITA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo - SP) 10> Você é convidado a projetar uma ponte metálica, cujo comprimento será de 2,0 km. Considerando os efeitos de contração e expansão térmica para temperaturas no intervalo de - 40 oF a 110oF e o coeficiente de dilatação linear do metal igual a 12 x 10-6 oC-1, qual será a máxima variação esperada no comprimento da ponte? (Considere o coeficiente de dilatação linear constante no intervalo de temperatura dado.)(a) 9,3 m; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 2,0 m; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 3,0 m; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 0,93 m; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 6,5 m.(Mackenzie-SP) 11> Uma chapa plana de uma liga metálica (coeficiente de dilatação linear 2,0 x 10-5 oC-1) tem área A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo o à temperatura de 20oC. Para que a área dessa placa aumente 1%, devemos elevar sua temperatura para: # (i) Bulbo - Parte que(a) 520oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 470oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 320oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 270oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 170oC. (Faap-SP) 12> Uma barra de estanho tem a forma de um prisma reto, com base de 4 cm2 e comprimento 1,0 m, à temperatura de 68oF. Qual será o comprimento e o volume da barra à temperatura de 518oF? Considere o coeficiente de dilatação do estanho igual a 2 x 10-5 oC-1(linear).(FA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo ENQUIL-SP) 13> Um cilindro de 3 m de comprimento sofre uma dilatação linear de 3 mm para uma elevação de 100 oC em sua temperatura. Qual o coeficiente de dilatação linear do material do cilindro ?(a) 2,0 x 105 oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 1,0 x 10-5 oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 3,0 x 10-2 oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 1,0 x 105 oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 2,0 x 10-5 oC-1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (FEI-SP) 14> Um recipiente de vidro tem capacidade de 91,000 cm3 a 0 oC e contém, a essa temperatura, 90,000 cm3 de mercúrio. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo que temperatura o recipiente estará completamente cheio de mercúrio? Dados: # (i) Bulbo - Parte que o coeficiente de dilatação linear do vidro é 32 x10-6 oC-1, e o coeficiente de dilatação do mercúrio é de 182 x 10-6 oC-1.(CESGRA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo NRIO) 15> Um petroleiro recebe uma carga de 1 milhão de barris de petróleo (1,6 x 105 m3) no Golfo Pérsico, a uma temperatura de aproximadamente 50oC. Qual a perda de volume, por efeito de contração térmica, que esta carga apresenta quando descarregada no Sul do Brasil, a uma temperatura de cerca de 20oC? O coeficiente de dilatação térmica do petróleo é aproximadamente igual a 1 x 10- oC-1.(a) 3 barris; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 30 barris; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 300 barris; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 3000 barris; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 30000 barris. (UFRN) 16> Suponha um recipiente com capacidade de 1,0 litro cheio com um líquido que tem o coeficiente de dilatação volumétrica duas vezes maior que o coeficiente do material do recipiente. Qual a quantidade de líquido que transbordará quando o conjunto sofrer uma variação de temperatura de 30oC ?Dado: # (i) Bulbo - Parte que Coeficiente de Dilatação Volumétrica do líquido = 2 x 10-5 oC-1.(a) 0,01 cm3; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 0,09 cm3; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 0,30 cm3; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 0,60 cm3; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 1,00 cm3.17> A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo razão mais forte para não se usar a água como substância termométrica é: # (i) Bulbo - Parte que(a) porque ela é líquida; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) porque sua massa específica é muito alta; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) porque sua massa específica é muito baixa; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) porque sua dilatação é irregular; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) n.d.a. 18> Qual a capacidade térmica de um corpo que recebe 0,7 kcal de calor para elevar sua temperatura de 20oC para 90oC ?19> Em cada caso a seguir determine a capacidade térmica de um corpo cujo diagrama calor x temperatura é: # (i) Bulbo - Parte que###(a) #(b)#(c)##20> Quantas calorias uma massa de 1 kg de água a 30 oC deve receber para que sua temperatura passe a 70 oC.21> Um corpo de massa igual a 10 kg recebeu 20 kcal, e sua temperatura passou de 50 oC para 100 oC.(a) Qual o calor específico desse corpo ?(b) Qual a capacidade térmica desse corpo ?22> Uma manivela é usada para agita a água (massa de 100 gramas) contida em um recipiente termicamente isolado. Para cada volta da manivela é realizado um trabalho de 0,1 J sobre a água. Determine o número de voltas para que a temperatura da água aumente 1 oC.Dados: # (i) Bulbo - Parte que cágua = 1 cal/goC e 1 cal = 4,2 J(UFRS- RS) 23> O consumo energético diário típico de uma pessoa totaliza 2000 kcal.(a) Sendo 1 cal = 4,18 J, a quantos Joules corresponde aquela quantidade ?(b) Calcule a potência, em watts, de uma pessoa, admitindo que essa energia seja dissipada a uma taxa constante de 24 h.(PUC-SP) 24> Um forno microondas produz ondas eletromagnéticas de 2,45 x 109 Hz de freqüência, que aquecem os alimentos colocados no seu interior ao provocar a agitação e o atrito entre suas moléculas.(a) Qual o comprimento dessas microondas no ar ?(b) Se colocarmos no interior do forno um copo com 250 g de água a 20 oC, quanto tempo será

necessário para aquecê-la a 100 oC? Suponha que as microondas produzem 10 000 cal/min na água e despreze a capacidade térmica do corpo.Dados: # (i) Bulbo - Parte que c = 3 x 108 m/s; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela cáhua = 1,0 cal/goC.(UNIMEP-SP) 25> Num recipiente, colocamos 250 g de água a 100 oC e, em seguida, mais 1000 g de água a 0oC. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo dmitindo que não haja perda de calor para o recipiente e para o ambiente, a temperatura final dos 1250 g de água será de: # (i) Bulbo - Parte que(a) 80 oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 75 oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 60 oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 25 oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 20 oC; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (PUC-SP) 26> Em um calorímetro de capacidade térmica de 200 cal/oC, contendo 300 g de água a 20 oC, é introduzido um corpo sólido de massa 100 g, estando o mesmo a uma temperatura de 650 oC. Obtém-se o equilíbrio térmico final a 50 oC. Dado o calor específico da água = 1 cal/goC. Supondo desprezível as perdas de calor, determinar o calor específico do corpo sólido.27> Têm-se 200 g de gelo inicialmente a -10oC. Determine a quantidade de calor que o mesmo deve receber para se transformar em 200 g de água líquida a 20 oC. São dados os calores específicos do gelo e da água, respectivamente, 0,5 cal/goC e 1 cal/goC, além do calor latente de fusão do gelo, 80 cal/g.(FUVEST-SP) 28> Um bloco de massa 2, kg, ao receber toda energia térmica liberada por 1000 g de água que diminuem a sua temperatura de 1 oC, sofre um acréscimo de temperatura de 10 oC. Considere o calor específico da água igual a 1 cal/goC. O calor específico do bloco em cal/goC é: # (i) Bulbo - Parte que(a) 0,2; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 0,1; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 0,15; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 0,05; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 0,01.superdesafio(ITA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo -SP) 29> Cinco gramas de carbono são queimados dentro de um calorímetro de alumínio, resultando o gás CO2. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo massa do calorímetro é de 1000 g e há 1500 g de água dentro dele. A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo temperatura inicial do sistema é de 20 oC e a final, 43 oC. Despreze a pequena capacidade calorífica do carbono e do dióxido de carbono. Calcule o calor produzido (em calorias) por grama de carbono.Dados: # (i) Bulbo - Parte que cA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo l = 0,215 cal/goC e cágua = 1 cal/goC.(PUC-PR) 30> O gráfico a seguir representa o comportamento de 50 g de uma substância, que, quando iniciado o aquecimento, se encontrava no estado sólido. Supondo-se que não houve variação de massa durante todas as fases apresentadas no gráfico, verificamos que a proposição INCORRETA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo é: # (i) Bulbo - Parte que(a) O calor específico da substância no estado líquido é 0,1 cal/goC.(b) A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo temperatura da ebulição da substância é de 90 oC.(c) A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo capacidade calorífica no estado sólido é 20 cal/oC.(d) O calor latente de vaporização da substância é 440 cal/g.(e) A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo temperatura de fusão da substância é de 10 oC.# (UFES-ES) 31> O uso de chaminés para escape de gases quentes provenientes de combustão é uma aplicação do processo térmico de: # (i) Bulbo - Parte que(a) radiação; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) condução; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) absorção; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) convecção; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) dilatação. 32> A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo transmissão de energia térmica de um ponto para outro, graças ao deslocamento do próprio material aquecido, é um fenômeno de: # (i) Bulbo - Parte que(a) irradiação; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) radiação; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) convecção; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) emissão; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) condução. (ITA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo -SP) 33> Uma garrafa térmica impede trocas de calor, devido às paredes espelhadas, por: # (i) Bulbo - Parte que(a) reflexão; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) irradiação; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) convecção; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) difusão; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) n.d.a. (ITA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo -SP) 34> Uma garrafa térmica, devido ao vácuo entre as paredes duplas, impede a troca de calor por: # (i) Bulbo - Parte que(a) reflexão; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) irradiação; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) condução e convecção; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) difusão; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) n.d.a. (OSEC-SP) 35> Numa transformação isobárica, o volume de um gás ideal aumentou de 0,2 m3 para 0,6 m3, sob pressão de 5 N/m2. Durante o processo, o gás recebeu 5 J de calor do ambiente. Qual foi a variação da energia interna do gás ?(a) 10 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 12 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 15 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 2 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 3 J.(PUC-RS) 36> A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo um gás mantido a Volume constante são fornecidos 500 J de calor. Em correpondência, o trabalho realizado pelo gás e a variação da sua energia interna são, respectivamente: # (i) Bulbo - Parte que(a) zero e 250 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 500 J e zero; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 500 J e 500 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 250 J e 250 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) zero e 500 J.(FA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo TEC-SP) 37> Certa massa gasosa sofre a transformação A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo B indicada no diagrama#O trabalho realizado pelo gás na transformação A 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo B é de: # (i) Bulbo - Parte que (a) 400 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (b) 800 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (c) 300 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (d) 600 J; (ii) Capilar - Maior parte do termômetro, ela (e) 200 J.GA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo BA 1 – Introdução Estudaremos dentro deste capítulo RITO1> 25oC#2> 54oF e 30 K#3> 20 oC e 293 K#4> 232,8oC##5> letra a#6> 108oF#7> letra c#8> letra b##9> 250,51 m#10> letra b#11> letra d#12> 100,5 cm e 406 cm3.##13> letra b#14> 131 oC#15############

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