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Topografia Pratica, Notas de estudo de Design

Curso basico de topografia

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 24/05/2010

jann-luca-12
jann-luca-12 🇧🇷

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bg1
UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL SÃO PAULO
CEETPS – CENTRO ESTADUAL EDUCACIONAL TECNOLÓGICO PAULA SOUZA
ETECC – ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL CARLOS DE CAMPOS
EDIFICAÇÕES
TOPOGRAFIA
PROFESSOR EDUARDO ANDREOLI
APOSTILA DE TOPOGRAFIA
PRÁTICA
SET/2005
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UNESP ñ UNIVERSIDADE ESTADUAL S√O PAULO CEETPS ñ CENTRO ESTADUAL EDUCACIONAL TECNOL”GICO PAULA SOUZA ETECC ñ ESCOLA T…CNICA ESTADUAL CARLOS DE CAMPOS EDIFICA«’ES TOPOGRAFIA PROFESSOR EDUARDO ANDREOLI

APOSTILA DE TOPOGRAFIA

PR¡TICA

SET/

ÕNDICE

 - Professor Andreoli 
  • ÕNDICE -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • CROQUI------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXEMPLO ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • MATERIAL NECESS¡RIO ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • AS BIULT ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • MATERIAL NECESS¡RIO ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • MEDIDAS LINEARES COM TRENA E 3 BALISAS -----------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO:----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • MATERIAL NECESS¡RIO ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • LEITURA DA MIRA---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • LUNETA DO TEODOLITO/NÕVEL-------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • TEODOLITO------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • NIVELAMENTO -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • ROTEIRO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO DE NIVELAMENTO --------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO PR¡TICO -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • MATERIAL NECESS¡RIO --------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • CURVA DE NÕVEL --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • DETERMINA«√O DA CURVA DE NÕVEL-------------------------------------------------------------------------------------------
    • M…TODO GR¡FICO ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • M…TODO ANALÕTICO-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • TAQUEOMETRIA---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • F”RMULAS --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • PLANILHA DE TAQUEOMETRIA-----------------------------------------------------------------------------------------------------
    • ROTEIRO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO DE TAQUEOMETRIA ------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO:--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • MATERIAL NECESS¡RIO --------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  • POLIGONAL----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO DE POLIGONAL ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • ROTEIRO PARA CALCULO DA POLIGONAL --------------------------------------------------------------------------------------
  • ROTEIRO PARA LEVANTAMENTO TOPOGR¡FICO ñ POLIGONAL -------------------------------------------------------
    • LEITURA DO N‘NIO --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO DE LEITURA DE ¬NGULOS -------------------------------------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO DE LEITURA DE ¬NGULOS COM O APARELHO-----------------------------------------------------------------
    • EXERCÕCIO PR¡TICO DA POLIGONAL---------------------------------------------------------------------------------------------
    • MATERIAL NECESS¡RIO --------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Professor Andreoli 4

AS BIULT

Este termo È usado quando queremos saber o que foi construÌdo. A traduÁ„o È Como ConstruÌdo. A pÛs a construÁ„o de um projeto, pode fazer uma nova mediÁ„o ou levantamento topogr·fico para verificar as diferenÁas em relaÁ„o ao projeto original. TambÈm, podemos usar este conceito para saber como esta ‡ construÁ„o, apÛs ter ocorrido v·rias reformas. Usando a trena, mede-se todos os detalhes da construÁ„o, como exemplo: Paredes, Portas, Janelas, MÛveis, Etc.

EXERCÕCIO

Medir um corredor, imaginado que ser· feita ‡ troca do piso, pintura, reforma. Fazer o croqui Medir:

  1. Comprimento das paredes
  2. Portas alturas/larguras
  3. Janelas altura/largura/peitoril
  4. Escada (metade de cada lance)

MATERIAL NECESS¡RIO

L·pis; Borracha; Uma folha de papel; Trena.

Professor Andreoli 5

MEDIDAS LINEARES COM TRENA E 3 BALISAS

Medir corretamente (menor medida), movendo o lado da trena com o carretel, para cima e/ou para baixo, para obter menor dist‚ncia.

EXERCÕCIO:

Medir a dist‚ncia entre os pontos conforme croqui, em intervalos prÛximos ‡ 5m.

MATERIAL NECESS¡RIO

L·pis; Borracha; Uma folha de papel; Trena; 3 (trÍs) balisas.

Professor Andreoli 7

TEODOLITO

Figura de um Teodolito da linha americana. Marca: World, de procedÍncia japonesa (foto cedida pela PolitÈcnica Paulista).

O teodolito usa trÍs parafusos calantes (1) para a operaÁ„o de nivelamento de dois tubos de bolha (2) sobre o cÌrculo horizontal; (3) tem leitura atravÈs de nÙnio (4) em duas janelas colocadas opostas pelo di‚metro. Possui outro tubo de bolha (5) preso ‡ luneta por meio de suportes O cÌrculo vertical (6) indica a leitura zero quando a luneta est· horizontal, isto È, quando seu tubo de bolha est· centrado. Tem dois movimentos em torno do eixo vertical, ou seja, o movimento geral ou inferior (7) e o movimento superior (8); cada um desses movimentos tem o parafuso principal e ores. I parafuso micromÈtrico. Possui ainda b˙ssola central (9). O movimento da luneta no plano vertical È controlado pelo parafuso de elevaÁ„o (10) com respectivo parafuso micromÈtrico (11). A focalizaÁ„o da imagem È feita com o parafuso (12) e a focalizaÁ„o dos retÌculos com o anel (13).

Professor Andreoli 8

NIVELAMENTO

Serve para medir a diferenÁa de altura (nÌvel) nos pontos do terreno de um levantamento topogr·fico. Vista lateral

Planilha de Nivelamento

Obra:

TopÛgrafo: Data:

Visada EstaÁ„o Ponto Visado RÈ Inter medi·rio Vante

Cota ObservaÁ„o

A 1 1,00 100, 2 3,00 98,

O valor 100,00 como cota topogr·fica inicial, È adotada sempre que n„o tiver um valor verdadeiro ou conhecido. » um valor adotado em pequenos serviÁos de levantamento topogr·fico ou para levantamentos onde o serviÁo de levantamento topogr·fico n„o È para nenhuma obra do governo ou estatais, ou simplesmente, para construÁ„o de edificaÁıes (casas, prÈdios, etc.).

Professor Andreoli 10

RÈ, sem tirar a mira do lugar, do ponto visado. Sendo assim, o valor da cota topogr·fico ser· repetido para a linha identificada com o mesmo ponto. A Visada RÈ ser· sempre a 1∫ leitura apÛs o aparelho ser posicionado (Estacionado) A Visada Vante ser· sempre a ˙ltima leitura antes do aparelho mudar de lugar ou no final dos trabalhos A Visada Intermedi·ria ser· sempre qualquer outra situaÁ„o que n„o as anteriores. Os valores da coluna intermedi·ria n„o ser„o usados na verificaÁ„o.

ROTEIRO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO DE NIVELAMENTO

Reconhecer o local do levantamento. Fazer croqui. Determinar visualmente o melhor lugar para o posicionamento do tripÈ, de forma a conseguir ver o maior n˙mero de pontos a serem medidos sem fazer mudanÁa do aparelho e sem ficar em um local onde seja atrapalhado e/ou atrapalhar a passagem. Com as pernas do tripÈ juntas, soltar os parafusos (borboletas) que prendem a extens„o das pernas do tripÈ. Levantar a mesa do tripÈ atÈ a altura do peito do topÛgrafo (quem ir· fazer as leituras), prender os parafusos (borboletas). Visualmente, fazer com que a mesa do tripÈ fique o mais horizontal. Caso necess·rio aumentar uma perna do tripÈ para a mesa ficar na horizontal. Em terrenos muito inclinados, medir a altura da mesa pelo lado mais baixo do terreno. A parafusar o teodolito/nÌvel no tripÈ, verificar se esta bem preso. Posicionar as bolhas de nÌvel, para o aparelho ficar o mais vertical, para fazer as leituras o mais corretas. Escolher uma das bolhas para ficar paralela a dois parafusos calantes, desta forma, a outra bolha fica perpendicular a estes parafusos. Girar estes parafusos em sentidos contr·rios (se um gira no sentido hor·rio, o outro deve ser girado no sentido anti-hor·rio) para nivelar mais r·pido a bolha. ApÛs centralizar esta bolha, girar o 3∫ parafuso, somente ele, atÈ que a outra bolha tambÈm fique centralizada. Girar o aparelho em 90∫, repetir o processo para centralizar as bolhas. Posicionar a mira no primeiro ponto a ser medido para fazer a primeira leitura. Anotar na Coluna RÈ. Mudar a mira para o prÛximo ponto, verificar se È uma visada Intermedi·ria ou Vante. Caso seja um visada Vante, manter a mira no mesmo lugar, mudar o aparelho para prÛxima estaÁ„o e repetir o processo a partir do passo 6.

Professor Andreoli 11

EXERCÕCIO PR¡TICO

Medir o desnÌvel entre um andar ao outro do prÈdio (vide croqui).

(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12

(^43)

(^342) 1

44

56

78 9 I

12

34 56

7

(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12

(^43)

(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12

(^43)

(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12

(^43)

Planilha de Nivelamento

Obra:

TopÛgrafo: Data:

EstaÁ„o Ponto Visado RÈ Inter Vante Cota Plano Horizontal A 1 100, 2 3 B 3 4 5

MATERIAL NECESS¡RIO

L·pis; Borracha; Planilha de Nivelamento; Teodolito/TripÈ; Mira.

Professor Andreoli 13

DETERMINA«√O DA CURVA DE NÕVEL

Conhecendo os valores das cotas topogr·ficas, analisamos quais os n˙meros inteiros que passam entre estes pontos. Exemplo: Ponto 1 = 768, Ponto 2 = 763, Os n∫ inteiros que existem entre 763,52 e 768, S„o: 764, 765, 766, 767 e 768.

M…TODO GR¡FICO

Se fossem desenhados estes valores nos eixos cartesiano (XY) eles ficariam assim:

O mÈtodo gr·fico È muito impreciso.

M…TODO ANALÕTICO

Outra forma de se determinar ‡s curvas de nÌvel È calculando a inclinaÁ„o de terreno existente entre dois pontos adjacentes (prÛximos) do levantamento.

Este mÈtodo tambÈm pode ser chamado de semelhanÁa de triangulo, ou ainda, regra de 3 ou raz„o ou traÁo.

Professor Andreoli 14

Regra de 3

Onde H ñ DiferenÁa de altura entre os pontos D ñ Dist‚ncia horizontal em planta, entre os pontos h ñ DiferenÁa de altura entre a curva d ñ Dist‚ncia da curva de nÌvel atÈ o ponto do levantamento Exemplo H = 768,32 ñ 763,52 = D = 10,38 m i = H/D = h = 764 ñ 763,52 = d = h/i = Portanto, a curva de nÌvel 764 esta distante do Ponto 2, metros. Sendo assim, usando o escalimetro, medimos, em escala, a partir do Ponto 2, m, isto indica onde a curva de nÌvel esta passando em planta.

Professor Andreoli 16

TAQUEOMETRIA

Serve para fazer o detalhamento do levantamento topogr·fico, medindo todos os pontos do local do levantamento. Exemplos: Paredes (quinas e cantos) Muros/cercas/divisas ¡rvores/jardim Ruas/vias/caminhos/meio fio Bueiros/boca de lobo/boca de le„o PoÁo de visita Cursos dí·guas, cÛrregos, rios, lagos, etc. Barrancos, taludes; Etc.

… com este mÈtodo de levantamento que fazemos o levantamento PLANI-ALTIM…TRICO. No levantamento topogr·fico taqueomÈtrico, s„o feitas 5 leituras no teodolito. FIO SUPERIOR FIO M…DIO FIO INFERIOR ¬NGULO VERTICAL ¬NGULO HORIZONTAL

AlÈm de em cada estacionada do aparelho, tambÈm È anotado a altura da luneta, uma vez para cada estaÁ„o.

F”RMULAS

DHR = (FS ñ FI) x 100 x COS≤ AV

CPV = CE + AL ñ FM ñ [(FS ñ FI) x 100 x SEN AV x COS AV]

Onde FS ñ FIO SUPERIOR FM ñ FIO M…DIO FI ñ FIO INFERIOR AV ñ ¬NGULO VERTICAL CE ñ COTA DA ESTA«√O AL ñ ALTURA DA LUNETA

Exemplo: FS = 1, FM = 1, FI = 1, AV = 2∫ 35í CE = 100, AL = 1,65 m

Professor Andreoli 17

PLANILHA DE TAQUEOMETRIA

Planilha de Taqueometria

Obra:

TopÛgrafo: Data:

EstaÁ„o Ponto^ FS^ Angulo^ Angulo^ Dist‚ncia^ Cota ObservaÁ„o Visado FM Vertical Horizontal Reduzida AI FI

Professor Andreoli 19

Obra: TopÛgrafo: Data:

EstaÁ„o FS FM AL

Ponto Visado FI

¬ngulo Vertical

¬ngulo Horizontal Dist‚ncia^ Cota^ ObservaÁ„o

15 NADA

4,

3,

02∫ 01' 44∫ 32' D¡GUANÕVEL

1,

B 1,

1,

01∫ 03' 90∫ 00' ESTA«√OVANTE

3,

B 2,

1,

A

2,

00∫ 52' 00∫ 00' ESTA«√OR…

1,

03∫ 16' 02∫ 21' CRISTA

1,

1,

02∫ 46' 17∫ 14' CRISTA

1,

1,

02∫ 31' 30∫ 22' CRISTA

1,

1,

02∫ 16' 37∫ 16' CRISTA

1,

1,

01∫ 32' 53∫ 51' MURO

1,

1,

03∫ 09' 21∫ 37' MURO

1,

1,

00∫ 03' 139∫ 01' MURO

1,

1,

00∫ 24' 175∫ 01' MURO

1,

1,

02∫ 11' 177∫ 02' MURO

1,

1,

00∫ 45' 248∫ 46' MURO

2,

1,

02∫ 16' 319∫ 54' CRISTA

2,

1,

02∫ 34' 347∫ 54' CRISTA

Apostila de Topografia

Prática

Professor Andreoli