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Curso basico de topografia
Tipologia: Notas de estudo
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UNESP ñ UNIVERSIDADE ESTADUAL S√O PAULO CEETPS ñ CENTRO ESTADUAL EDUCACIONAL TECNOL”GICO PAULA SOUZA ETECC ñ ESCOLA T…CNICA ESTADUAL CARLOS DE CAMPOS EDIFICA«’ES TOPOGRAFIA PROFESSOR EDUARDO ANDREOLI
- Professor Andreoli Professor Andreoli 4
Este termo È usado quando queremos saber o que foi construÌdo. A traduÁ„o È Como ConstruÌdo. A pÛs a construÁ„o de um projeto, pode fazer uma nova mediÁ„o ou levantamento topogr·fico para verificar as diferenÁas em relaÁ„o ao projeto original. TambÈm, podemos usar este conceito para saber como esta ‡ construÁ„o, apÛs ter ocorrido v·rias reformas. Usando a trena, mede-se todos os detalhes da construÁ„o, como exemplo: Paredes, Portas, Janelas, MÛveis, Etc.
EXERCÕCIO
Medir um corredor, imaginado que ser· feita ‡ troca do piso, pintura, reforma. Fazer o croqui Medir:
MATERIAL NECESS¡RIO
L·pis; Borracha; Uma folha de papel; Trena.
Professor Andreoli 5
Medir corretamente (menor medida), movendo o lado da trena com o carretel, para cima e/ou para baixo, para obter menor dist‚ncia.
EXERCÕCIO:
Medir a dist‚ncia entre os pontos conforme croqui, em intervalos prÛximos ‡ 5m.
L·pis; Borracha; Uma folha de papel; Trena; 3 (trÍs) balisas.
Professor Andreoli 7
Figura de um Teodolito da linha americana. Marca: World, de procedÍncia japonesa (foto cedida pela PolitÈcnica Paulista).
O teodolito usa trÍs parafusos calantes (1) para a operaÁ„o de nivelamento de dois tubos de bolha (2) sobre o cÌrculo horizontal; (3) tem leitura atravÈs de nÙnio (4) em duas janelas colocadas opostas pelo di‚metro. Possui outro tubo de bolha (5) preso ‡ luneta por meio de suportes O cÌrculo vertical (6) indica a leitura zero quando a luneta est· horizontal, isto È, quando seu tubo de bolha est· centrado. Tem dois movimentos em torno do eixo vertical, ou seja, o movimento geral ou inferior (7) e o movimento superior (8); cada um desses movimentos tem o parafuso principal e ores. I parafuso micromÈtrico. Possui ainda b˙ssola central (9). O movimento da luneta no plano vertical È controlado pelo parafuso de elevaÁ„o (10) com respectivo parafuso micromÈtrico (11). A focalizaÁ„o da imagem È feita com o parafuso (12) e a focalizaÁ„o dos retÌculos com o anel (13).
Professor Andreoli 8
Serve para medir a diferenÁa de altura (nÌvel) nos pontos do terreno de um levantamento topogr·fico. Vista lateral
Obra:
TopÛgrafo: Data:
Visada EstaÁ„o Ponto Visado RÈ Inter medi·rio Vante
Cota ObservaÁ„o
A 1 1,00 100, 2 3,00 98,
O valor 100,00 como cota topogr·fica inicial, È adotada sempre que n„o tiver um valor verdadeiro ou conhecido. » um valor adotado em pequenos serviÁos de levantamento topogr·fico ou para levantamentos onde o serviÁo de levantamento topogr·fico n„o È para nenhuma obra do governo ou estatais, ou simplesmente, para construÁ„o de edificaÁıes (casas, prÈdios, etc.).
Professor Andreoli 10
RÈ, sem tirar a mira do lugar, do ponto visado. Sendo assim, o valor da cota topogr·fico ser· repetido para a linha identificada com o mesmo ponto. A Visada RÈ ser· sempre a 1∫ leitura apÛs o aparelho ser posicionado (Estacionado) A Visada Vante ser· sempre a ˙ltima leitura antes do aparelho mudar de lugar ou no final dos trabalhos A Visada Intermedi·ria ser· sempre qualquer outra situaÁ„o que n„o as anteriores. Os valores da coluna intermedi·ria n„o ser„o usados na verificaÁ„o.
ROTEIRO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRAFICO DE NIVELAMENTO
Reconhecer o local do levantamento. Fazer croqui. Determinar visualmente o melhor lugar para o posicionamento do tripÈ, de forma a conseguir ver o maior n˙mero de pontos a serem medidos sem fazer mudanÁa do aparelho e sem ficar em um local onde seja atrapalhado e/ou atrapalhar a passagem. Com as pernas do tripÈ juntas, soltar os parafusos (borboletas) que prendem a extens„o das pernas do tripÈ. Levantar a mesa do tripÈ atÈ a altura do peito do topÛgrafo (quem ir· fazer as leituras), prender os parafusos (borboletas). Visualmente, fazer com que a mesa do tripÈ fique o mais horizontal. Caso necess·rio aumentar uma perna do tripÈ para a mesa ficar na horizontal. Em terrenos muito inclinados, medir a altura da mesa pelo lado mais baixo do terreno. A parafusar o teodolito/nÌvel no tripÈ, verificar se esta bem preso. Posicionar as bolhas de nÌvel, para o aparelho ficar o mais vertical, para fazer as leituras o mais corretas. Escolher uma das bolhas para ficar paralela a dois parafusos calantes, desta forma, a outra bolha fica perpendicular a estes parafusos. Girar estes parafusos em sentidos contr·rios (se um gira no sentido hor·rio, o outro deve ser girado no sentido anti-hor·rio) para nivelar mais r·pido a bolha. ApÛs centralizar esta bolha, girar o 3∫ parafuso, somente ele, atÈ que a outra bolha tambÈm fique centralizada. Girar o aparelho em 90∫, repetir o processo para centralizar as bolhas. Posicionar a mira no primeiro ponto a ser medido para fazer a primeira leitura. Anotar na Coluna RÈ. Mudar a mira para o prÛximo ponto, verificar se È uma visada Intermedi·ria ou Vante. Caso seja um visada Vante, manter a mira no mesmo lugar, mudar o aparelho para prÛxima estaÁ„o e repetir o processo a partir do passo 6.
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Medir o desnÌvel entre um andar ao outro do prÈdio (vide croqui).
(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12
(^43)
(^342) 1
44
56
78 9 I
12
34 56
7
(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12
(^43)
(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12
(^43)
(^76) (^54) (^32) (^1) I (^98) (^76) (^54) 4 12
(^43)
Obra:
TopÛgrafo: Data:
EstaÁ„o Ponto Visado RÈ Inter Vante Cota Plano Horizontal A 1 100, 2 3 B 3 4 5
L·pis; Borracha; Planilha de Nivelamento; Teodolito/TripÈ; Mira.
Professor Andreoli 13
Conhecendo os valores das cotas topogr·ficas, analisamos quais os n˙meros inteiros que passam entre estes pontos. Exemplo: Ponto 1 = 768, Ponto 2 = 763, Os n∫ inteiros que existem entre 763,52 e 768, S„o: 764, 765, 766, 767 e 768.
M…TODO GR¡FICO
Se fossem desenhados estes valores nos eixos cartesiano (XY) eles ficariam assim:
O mÈtodo gr·fico È muito impreciso.
M…TODO ANALÕTICO
Outra forma de se determinar ‡s curvas de nÌvel È calculando a inclinaÁ„o de terreno existente entre dois pontos adjacentes (prÛximos) do levantamento.
Este mÈtodo tambÈm pode ser chamado de semelhanÁa de triangulo, ou ainda, regra de 3 ou raz„o ou traÁo.
Professor Andreoli 14
Regra de 3
Onde H ñ DiferenÁa de altura entre os pontos D ñ Dist‚ncia horizontal em planta, entre os pontos h ñ DiferenÁa de altura entre a curva d ñ Dist‚ncia da curva de nÌvel atÈ o ponto do levantamento Exemplo H = 768,32 ñ 763,52 = D = 10,38 m i = H/D = h = 764 ñ 763,52 = d = h/i = Portanto, a curva de nÌvel 764 esta distante do Ponto 2, metros. Sendo assim, usando o escalimetro, medimos, em escala, a partir do Ponto 2, m, isto indica onde a curva de nÌvel esta passando em planta.
Professor Andreoli 16
Serve para fazer o detalhamento do levantamento topogr·fico, medindo todos os pontos do local do levantamento. Exemplos: Paredes (quinas e cantos) Muros/cercas/divisas ¡rvores/jardim Ruas/vias/caminhos/meio fio Bueiros/boca de lobo/boca de le„o PoÁo de visita Cursos dí·guas, cÛrregos, rios, lagos, etc. Barrancos, taludes; Etc.
… com este mÈtodo de levantamento que fazemos o levantamento PLANI-ALTIM…TRICO. No levantamento topogr·fico taqueomÈtrico, s„o feitas 5 leituras no teodolito. FIO SUPERIOR FIO M…DIO FIO INFERIOR ¬NGULO VERTICAL ¬NGULO HORIZONTAL
AlÈm de em cada estacionada do aparelho, tambÈm È anotado a altura da luneta, uma vez para cada estaÁ„o.
DHR = (FS ñ FI) x 100 x COS≤ AV
CPV = CE + AL ñ FM ñ [(FS ñ FI) x 100 x SEN AV x COS AV]
Onde FS ñ FIO SUPERIOR FM ñ FIO M…DIO FI ñ FIO INFERIOR AV ñ ¬NGULO VERTICAL CE ñ COTA DA ESTA«√O AL ñ ALTURA DA LUNETA
Exemplo: FS = 1, FM = 1, FI = 1, AV = 2∫ 35í CE = 100, AL = 1,65 m
Professor Andreoli 17
Obra:
TopÛgrafo: Data:
EstaÁ„o Ponto^ FS^ Angulo^ Angulo^ Dist‚ncia^ Cota ObservaÁ„o Visado FM Vertical Horizontal Reduzida AI FI
Professor Andreoli 19
Obra: TopÛgrafo: Data:
EstaÁ„o FS FM AL
Ponto Visado FI
¬ngulo Vertical
¬ngulo Horizontal Dist‚ncia^ Cota^ ObservaÁ„o
4,
3,
1,
1,
3,
1,
2,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
1,
2,
1,
2,
1,
Apostila de Topografia
Prática
Professor Andreoli