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Determinação de Pontos de Fulgor e Inflamação de Combustíveis: Etanol e Óleo Diesel, Exercícios de Engenharia Mecânica

Os procedimentos para determinar os pontos de fulgor e inflamação de etanol e óleo diesel usando aparelhos de cleveland e pensky-martens. Além disso, aprenda sobre a importância dessas medidas e como determinar o percentual de etanol em gasolina.

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 24/03/2021

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Baixe Determinação de Pontos de Fulgor e Inflamação de Combustíveis: Etanol e Óleo Diesel e outras Exercícios em PDF para Engenharia Mecânica, somente na Docsity!

OBJETIVO:

Determinação dos pontos de fulgor e de inflamação de um combustível (óleo diesel) e determinação do percentual de etanol na gasolina.

MATERIAIS UTILIZADOS:

Aparelho de Cleveland (vaso aberto), Aparelho de PenskyMartens (vaso fechado), Termômetro, Gás Encanado, Óleo Diesel, Etanol, Gasolina, Solução Saturada de NaCl, Proveta graduada de 100 ml e dotada de rolha esmerilhada.

PROCEDIMENTOS:

Modo de operação a) Verificar, inicialmente, se o aparelho está em condições de uso, isto é, se todas as peças estão em ordem e sem vestígios de combustível usado em teste anterior. b) Encher o vaso padrão com o combustível em estudo até o traço interno de referência. c) O termômetro deve ser escolhido de acordo com o provável ponto de fulgor de combustível. Se não se conhecer esse ponto de fulgor provável, deve-se iniciar combustível. Se não se conhecer esse ponto de fulgor provável, deve-se iniciar com termômetro de baixa escala de temperatura (até 120°C) e se necessário, trocar em seguida pelo de alta escala de temperatura até (300°C) ao atingir 100°C a 110°C. d) O diâmetro de chama escorvadora deve ser regulado em cerca de 4 milímetros. e) A elevação da temperatura do combustível dentro do vaso deve ser de 5 a 6°C por minuto, e deve-se agitar o óleo com agitador 1 ou 2 vezes por minuto. f) A aplicação de chama escorvadora (dentro do vaso fechado) deve ser efetuada de 2oC em 2oC de elevação de temperatura. Aparelho de Pensky-Martens (vaso fechado )

Modo de operação a) O termômetro será suspenso ou mantido em posição por qualquer dispositivo adequado. O fundo do bulbo deverá permanecer a 0,635 cm (1/4 polegada) do fundo do vaso e a meia distância entre o centro e as paredes do vaso. b) O vaso será cheio de óleo a ensaiar, de modo que a parte superior do menisco fique exatamente sobre a marca de enchimento na temperatura ambiente. A superfície do óleo deve estar isenta de bolhas e não deve haver óleo acima da superfície do óleo deve estar isenta de bolhas e não deve haver óleo acima da marca de enchimento ou na parte externa do aparelho. c) A chama de ensaio deverá ter aproximadamente 0,4 cm de diâmetro. d) A chama de ensaio deve ser aplicada cada vez que a temperatura do termômetro se eleve em 3oC e deverá cruzar o vaso em linha reta que passe pelo centro do vaso, formando um ângulo reto com o plano diametral que passa pelo termômetro. e) A chama de ensaio deverá estar no plano da borda do vaso quando passar por meio da superfície do óleo. O tempo para passagem da chama deverá ser aproximadamente de 1 segundo. Aparelho de Cleveland (vaso aberto)

Aparelho de Cleveland (vaso aberto) Aparelho de Cleveland (vaso aberto)

Determinação do Percentual de Etanol na Gasolina

% etanol = 100 - (2 x volume de gasolina) Proveta após a determinação do percentual de etanol na gasolina RESULTADOS E CONCLUSÕES:

ADÃO, B.; PEREIRA, K.S.; OLIVEIRA, R.F. METODOLOGIA PARA PONTO DE

FULGOR EM PETRÓLEO , 2008. P1......................................................................

BORBA, J.; MAGALHAES, J.C. Mistura de etanol na gasolina sobe para 27% e entra em vigor dia 16 , 2015. Folha de S. Paulo Disponível em:< http://m.folha.uol.com.br/mercado> Acessado em: 14/10/2020.............................. CUNHA, C.P.; BANDEIRA, R.D.C.C.; UEKANE, T.M.; CUNHA, V. M, L.; GEAQUINTO, R.O.; CAIXEIRO, J.M.R. Comparação da análise do ponto de inflamação e método de secagem em estufa. 2012.p.9. Disponível: Acessado em: 13/10/2020........................................................................................................ LORA, E.E.S.; VENTURINI, O.J. Biocombustíveis. v.1,n.1, p.174-360, 2012. Acesso em: 12/04/2017............................................................................................ ........................................................................................ VIEIRA, D.S.N. Otimização de Misturas Ternárias de Diesel e Biodiese l,

  1. P.7 Escola politécnica. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica DEM/POLI/UFRJ. Acessado em: 08/11/16.