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Trabalho com combustiveis e inflamaveis
Tipologia: Slides
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Gás Combustível – É o gás que queima a qualquer temperatura. Vapor – é a fase gasosa de uma substância que a 25 °C e 760mmHg é líquida ou sólida (vapores de água, gasolina, etc). Líquido Combustível – Qualquer líquido que tenha ponto de fulgor igual ou superior a 60C e inferior a 93°C Líquido Inflamável – qualquer líquido que tenha ponto de fulgor inferior a 60°C. Queima à temperatura ambiente e qualquer foco de ignição pode acendê-lo já que a sua temperatura de combustão é baixa. Ex: gasolina, álcool, étilico, etc.
As propriedades dos combustíveis são definidas pela volatibilidade, poder calorífico, calor latente, peso específico e viscosidade. As informações de cada produto pode ser encontrada na sua FISPQ.
Pode ser definida como a porcentagem de um combustível a uma data temperatura, quando a pressão atuante for de uma atmosfera. Um combustível é tanto mais volátil quanto: (^) Menor for a pressão interna (^) Maior for a temperatura externa (^) Para um bom funcionamento de um motor, a volabilidade de um combustível não deve ser nem muito elevada e nem muito baixa.
Defina-se como a quantidade de energia interna contida no combustível, sendo que quanto mais alto for o poder calorífico, maior será energia contida. Um combustível é constituído sobretudo de hidrogênio e carbono, tento o hidrogênio o poder calorífico de 28700Kcal/kg enquanto que o carbono é de 8140Kcal/kg, por isso, quanto mais rico em hidrogênio for o combustível maior será o seu poder calorífico.
É a relação entre o peso de uma substância e o de um volume igual de água destilada, a uma temperatura de 4ºC. É o peso de uma substância por unidade de volume, densidade. Comercialmente, é usado para diferenciar os diversos tipos de combustíveis e permite calcular ainda o volume, peso e consequentemente, a tonalidade térmica que é expressa em kilocalorias por litro de mistura (cal/L). Para o peso específico dos carburantes, os limites máximos geralmente admitidos são 0,705 a 0,770kg/dm3. O peso específico da gasolina oscila entre 0,840 e 0,890kg/dm3.
A viscosidade se explica pela força de coesão das moléculas do fluido. Ao se tentar deslocar uma camada de água sobre outra, por exemplo, é necessário vencer a força de resistência provocada pela atração entre as moléculas das duas camadas. Para os óleos lubrificantes há uma escala arbitrária estabelecida pela Society of Automotive Engineers, os graus SAE, que são expressos por dezenas inteiras, sendo o óleo mais fino ou menos viscoso de grau igual a 10.
A projeção violenta do agente extintor sobre um líquido inflamado pode provocar respingos ou seu transbordamento, cuja consequência poderá será propagação do incêndio. Em caso de gases, quando não é possível cortar o suprimento, o vazamento seguirá gerando maiores volumes de mistura inflamável, que fatalmente encontrará uma fonte de ignição em suas proximidades, provocando uma explosão. Toxidade aguda: Produto não classificado como tóxico agudo por via oral, pode causar náuseas e vômitos, se ingerido. Corrosão/Irritação à pele: Provoca irritação à pele com vermelhidão e ressecamento.
Lesões oculares graves/ Irritação ocular: Provoca irritação aos olhos com vermilhidão, dor e lacrimejamento. O contato repetido dos olhos pode causar conjuntivite crônica. Sensibilização respiratória ou à pele: Pode ser absorvido pela pele e causar dermatite crônica após contato prolongado. Não é esperado que provoque sensibilização respiratória. Pode provocar irritação das vias respiratórias com tosse, espirros e falta de ar. Pode provocar sonolência, vertigem e dor de cabeça. Pode causar dano ao sistema nervoso central e fígado por exposição repetida e prolongada. A aspiração para pulmões pode resultar em pneumonte química.
Os equipamentos de proteção coletiva – EPC são dispositivos utilizados no ambiente de trabalho com o objetivo de proteger os trabalhadores dos riscos inerentes as atividades. Exemplos de EPC: Enclausuramentos acústico de fontes de ruído, exaustor para gases, névoas e vapores contaminantes, ventilação no local de trabalho, proteção de partes móveis de máquinas, sensores em máquinas, palete de contenção, armário antichama, corrimão e guarda-corpos, contêineres com proteção antichama, detector de vazamento de gás, piso anti-derrapante, cabine para pintura, isolamento de áreas de risco, sinalizadores de segurança, lava-olhos de segurança, chuveiros de emergência, kit de primeiros socorros.
O uso deste tipo de equipamento só deverá ser feito quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade, ou seja, quando as medidas de proteção coletiva não forem viáveis, eficientes e suficientes para atenuação dos riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho. O equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado a proteção contra riscos capazes de ameaçar a sua segurança e a sua saúde.