
Camadas da epiderme
•Camada basal. É a camada mais profunda, sendo
composta por uma única fila de células de forma
prismática situadas sobre uma membrana basal que
separa a epiderme da derme e através da qual essas
células recebem os elementos necessários para a sua
nutrição. Estas células estão em constante divisão, ou
seja, à medida que se multiplicam, as novas vão
empurrando as mais antigas em direção à superfície, de
modo a que estas passem a pertencer a outras camadas.
•Camada espinhosa. É formada por várias células
provenientes da camada basal que, à medida que as
novas células profundas vão nascendo, se vão
deslocando para o exterior. As mais profundas são as
arredondadas, enquanto que as que estão mais próximas
da superfície são mais planas.
•Camada granulosa. É formada por uma ou duas filas de
células muito planas em que é possível apreciar alguns
grânulos, nos quais é elaborada a queratina, a proteína
fibrosa que garante à pele a sua peculiar consistência.
Embora estas células, durante a sua maturação,
produzam queratina, em simultâneo vão igualmente
perdendo o seu núcleo e os restantes elementos
intracelulares, o que proporciona a perda da sua
vitalidade.
•Camada lúcida. Apenas presente na pele das palmas
das mãos e na planta dos pés, é constituída por uma ou
duas filas de células planas e praticamente transparentes
que, embora ainda conservem o núcleo, não
desempenham qualquer atividade essencial.
•Camada córnea. É a camada mais externa da epiderme,
sendo formada por várias filas de células repletas de
queratina que entretanto já perderam o seu núcleo e que
não desempenham qualquer atividade vital, sendo por
isso células mortas.