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Avaliação detalhada do ombro 35 páginas
Tipologia: Resumos
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Avaliação do Ombro Músculos do ombro: Peitoral Maior; Peitoral Menor; Trapézio; Deltóide; Supra espinhal; Infra espinhal; Redondo Menor Redondo Maior; Subescapular; Esternocleidomastóideo; Escalenos; Bíceps braquial cabeça longa.
Acidentes anatômicos que formam o ombro Úmero : Cabeça do úmero, colo anatômico, colo cirúrgico, tubérculo maior, tubérculo menor, sulco intertubercular. Escápula : Cavidade glenoidal, tubérculo supraglenoidal, tubérculo infraglenoidal, acrômio, processo coracóide. Ossos do ombro e acidentes anatômicos: Clavícula Osso longo e delgado localizado na base do pescoço, anteriormente à primeira costela. Os dois terços mediais estão encurvados para frente, enquanto que o terço lateral está curvado para trás. A extremidade medial articula-se como manúbrio do esterno, enquanto a extremidade lateral com o acrômio da escápula. A articulação entre a clavícula e o esterno é a única articulação entre o membro superior e o tórax. Acidentes Ósseos: -Tubérculo conóide; -Face articular esternal; -Impressão do ligamento costoclavicular; -Forame Nutricio; -Sulco do M. Subclávio; -Face articular acromial;
Acidentes ósseos:
Sistema piramidal Podemos definir o sistema piramidal como uma grande via eferente (uma via eferente é aquela que leva informações para fora do Sistema Nervoso Central - lembrete: Via E ferente = aquela via que vai E mbora), responsável por levar as informações motoras do córtex cerebral até outros neurônios localizados na substância cinzenta na região ventral da medula. (Outro lembrete: Para jamais esquecer que a região ventral ou anterior da medula é a região motora). Informações motoras elaboradas no córtex cerebral são transmitidas por meio de vias descendentes até o neurônio motor inferior, também denominado segundo neurônio, sendo estas vias descendentes chamadas de via ou sistema piramidal. Detalhe importante: O corpo celular do primeiro neurônio localiza-se no córtex, e seu axônio é gigantesco, percorrendo todo um caminho descendente desde o córtex cerebral até a porção inferior da medula. Qualquer lesão a estes neurônios em qualquer parte de seu trajeto vai gerar um conjunto de sinais e sintomas bastante característicos, denominados de síndrome piramidal. Classicamente, existe uma tríade de sintomas que são considerados como os principais indicadores da síndrome piramidal: Transmissão de Sinais – Córtex para Músculos –
cápsula interna indo às pirâmides bulbares onde decussam formando a via corticoespinhal lateral descendo aos interneurônios medulares. Algumas fibras não decussam nas pirâmides bulbares formando a via corticoespinhal anterior (possivelmente formada predominantemente por neurônios originados na área motora suplementar). Os neurônios motores do sistema piramidal são chamados neurônios motores superiores. Suas fibras estabelecem sinapses com os neurônios motores de núcleos do tronco encefálico e neurônios motores da coluna cinzenta anterior da medula, chamados neurônios motores inferiores ou neurônios alfa. Os nervos periféricos (cranianos ou espinhais) originários dos neurônios motores inferiores, inervam os músculos estriados, que contraem e provocam os movimentos. As fibras do trato piramidal constituem o trato córtico-nuclear (constituído pelos tratos córtico-mesencefálico, córtico-pontino e córtico-bulbar) e o trato córtico-espinhal. As fibras do trato piramidal, após saírem do córtex cerebral, descem pela coroa radiada, passam pela perna posterior da capsula interna, ocupam a base do pedúnculo cerebral, a base da ponte e as pirâmides na base do bulbo. Pelo fato de suas fibras ocuparem as pirâmides do bulbo, recebeu o mesmo o nome de trato piramidal. Lesões piramidais Lesões do sistema piramidal causam paralisias (incapacidade para realizar movimentos, com perda total da força) ou paresias musculares (dificuldade para realizar movimentos, com perda parcial da força). Lesões na área motora ou no trato piramidal inicialmente causam paralisia flácida, com perda do tônus e dos reflexos miotáticos. Após algumas semanas, instala-se uma paralisia espástica, com hipertonia e hiperreflexia. A razão precisa da hiperreflexia e da hipertonia não é conhecida. Uma das hipóteses é que seja devida à lesão de fibras extrapiramidais que, normalmente, exercem ação inibitória sobre o neurônio motor inferior. Outra explicação seria a lesão de fibras procedentes de áreas supressoras e do sistema reticular que, normalmente, exerceriam uma ação inibitória sobre os
Exercícios para alterações posturais Desvios Posturais Lordose cervical : Acentuação da concavidade da coluna cervical, colocando o ponto trago para trás da linha de gravidade. É causada, geralmente pela hipertrofia da musculatura posterior do pescoço. Como corrigir : É necessário um trabalho de força na musculatura anterior do pescoço (esternocleidooccipitomastóideo, escalenos e pré-vertebrais) e um trabalho de alongamento da musculatura posterior. Exercícios: Procurar encostar a coluna cervical na parede, contraindo a musculatura anterior do pescoço sem desencostar a cabeça da parede; flexão de pescoço em decúbito dorsal, com a cabeça pendente; flexão de pescoço com auxílio do puxador. Cifose: Acentuação da convexidade da coluna torácica, colocando o ponto acromial à frente da linha de gravidade. Pode ser do tipo flexível (quando a correção pode ser obtida através de contração muscular voluntária – causada por maus hábitos posturais) ou rígida (é quando a correcção já não pode ser obtida com uma simples contração muscular ou manual, devido a frequência de uma atitude cifótica – A musculatura anterior do tórax está muito hipertrofiada e a posterior está muito alongada). Como corrigir: Flexível: trabalhar a musculatura posterior do tórax (trapézio, rombóides, dorsal maior e redondo maior e consciencialização do aluno para que corrija a sua atitude cifótica errada. Exercícios corretivos : remada curva, vôos, abrir cabos no puxador duplo no plano horizontal.
Rígida: hipertrofiar a musculatura posterior do tórax, alongar a musculatura anterior do tórax e um desbloqueio torácico, causado por o abaixar das costelas. Exercícios Corretivos : os mesmos da cifose flexível, suspensão alongada com apoio dorsal
Exercícios Corretivos : Devemos atuar primeiro no desvio primário, geralmente localizado na região lombar, para depois atuar nos desvios compensatórios. Os exercícios devem ser: suspensão alongada e alongamentos sem suspensão. http://www.3fitness.com/portal/desvios-posturais/
Exercícios para os 3 tipos de trofismo e dos 3 tipos de tônus muscular.
1. Trofismo muscular: 1.1 Exercícios para atrofia muscular: O tratamento mais eficaz para a atrofia muscular é a prática de exercícios físicos com resistência, desde que a atrofia muscular não tenha sido causada por um problema neurológico. O uso de um aparelho de eletroestimulação que promova a contração dos músculos, como é o caso da corrente russa, é uma ótima opção para complementar o tratamento, sendo ainda indispensável o uso de carga como pesos ou alteres, por exemplo. Levantar pesos, fazer exercícios com elásticos e exercícios de musculação são alguns exemplos de exercícios que devem ser realizados em caso de atrofia muscular. O exercício inclui exercícios na água, que são úteis quando a pessoa tem dificuldade para se movimentar. O fisioterapeuta pode ensinar a maneira correta de se exercitar. O fisioterapeuta pode mover os braços e pernas para a pessoa, se ela tiver dificuldade para se mover. http://www.tuasaude.com/tratamento-para-atrofia-muscular/ 1.2 Exercício para Distrofia Muscular: Tornozelos O indivíduo deve estar deitado de costas e relaxada. A pessoa que faz os exercícios deve estar de lado. Coloque uma mão sobre a planta do pé com os dedos virados para o calcanhar, que deve ficar firmemente seguro (embora sem forçar), entre o polegar e os outros dedos. Entretanto, a outra mão deve
espasticidade tem como uma de suas consequências a perda da movimentação seletiva, provocando movimentos em bloco. Para o tratamento da espasticidade as medidas mais indicadas são: Métodos não invasivos: como bloqueios de nervos periféricos e biofeedback ; Estimulação Elétrica Funcional (FES): visando o recondicionamento muscular e reorganização do ato motor; Método Bobath. Objetivo Método Bobath O objetivo dessa técnica é diminuir a espasticidade muscular e introduzir os movimentos automáticos e voluntários, a fim de preparar o paciente para os movimentos funcionais, onde o tônus anormal pode ser inibido e os movimentos mais normais, facilitados. A espasticidade torna os músculos antagônicos, mais fracos, e estes deixam de exercer esse estímulo, resultando em desequilíbrio e conseqüente encurtamento. Surge, assim, a contratura estrutural ou orgânica, com limitação de movimentos. O Método Bobath trabalha com a facilitação do movimento, ou seja, solicita-se ajustamentos automáticos na postura, a fim de produzir reações automáticas de proteção, endireitamento e equilíbrio. A facilitação, então, baseia-se nas reações de endireitamento (são reações estático-cinéticas que estão presentes desde o nascimento e se desenvolvem, obedecendo a uma ordem cronológica) e nas reações de equilíbrio, a partir dos movimentos que produzem adaptações posturais possíveis para mantê-lo. Dentro da compreensão do movimento normal, incluindo a percepção, usa-se a facilitação de movimentos e posturas seletivas, objetivando-se um aprimoramento da qualidade de vida do paciente.
Indicações do método Variar posturas; Aumentar o controle sobre esta postura; Simetria do corpo; Alongamento; Propriocepção; Aumentar ou diminuir tônus muscular; Estimular reação de proteção e equilíbrio; Estimular extensão de cabeça, tronco e quadril nas crianças hipotônicas; Suporte de peso para as mãos; Trabalhar as rotações do tronco; Trabalhar a dissociação de cintura pélvica e escapular, facilitando a marcha. 2.2 Exercícios para hipotonia: Hipotonia será a diminuição da resistência ao movimento passivo de uma articulação. Nos pacientes acometidos por alterações do tônus muscular, as Terapias com Equinos atuam como programa de tratamento incluindo atividades que possuam trabalho ativo contra a ação da gravidade e, de preferência, em superfície instável, dentro do que pode ser bem assimilado pelo praticante, gradualmente (CIRILLO, 2001). Nos casos específicos de hipotonia, o tratamento pode-se iniciar com atividades em decúbito ventral, com o praticante olhando para trás do cavalo e sendo solicitado a elevar-se gradualmente, a partir da cabeça, até adquirir o controle do tronco confiável e sem compensações (SANTOS, 2005). Segundo o autor, o programa de tratamento deve incluir atividades com trabalho ativo
Deve-se estimular os movimentos de ajustamento através de transferência de peso constante em grandes amplitudes, para os lados, para frente, para trás, e diagonalmente, enquanto damos pressão e resistência. Isso pode ser feito em várias posições e atividades (supino, prono, sentada, em pé e andando). 2 - Placing (Colocação) e Holding (Manutenção): Placing é um termo usado para descrever a habilidade do paciente em interromper um movimento em qualquer etapa, automaticamente ou voluntariamente. No tratamento o corpo e membros do paciente são colocados em várias posições e ele é requisitado a manter (holding) e controla-los sem ajuda, em grande variedade de padrões funcionais e em várias etapas e em diversas amplitudes de um movimento. 3 - Tapping: Tapping é usado frequentemente em combinação com placing. É usado para aumentar o tônus postural do tronco e dos membros através de estimulação proprioceptiva e tátil em atáxicos e atetóides. É dividido em quatro diferentes formas: Tapping de Inibição : Ativa grupos musculares fracos que não conseguem contrair-se como resultado da atividade excessiva dos músculos antagonistas hipertônicos); Tapping de Pressão : Serve para aumentar o tônus postural para a manutenção da postura contra gravidade; É feito para obter co-contração para manutenção da postura; Ativa a contração simultânea de agonistas e antagonistas; É usado em atetóides e atáxicos que tem mobilidade excessiva, falta de fixação e não sustentação do tônus postural. Tapping Alternado : Serve para obter graduação apropriada da inervação recíproca e para estimular as reações de equilíbrio. Tapping por Deslizamento : Serve para ativar padrões sinérgicos da função muscular pela estimulação de grupos musculares específicos responsáveis por
aquela ação, com um movimento de alisar firme na direção do movimento desejado. https://fisiovirtual.wordpress.com/2011/02/13/conceito-bobath/ 2.4 Paratonia: Perturbação do tônus muscular (debilidade motora) consistindo principalmente num dificuldade do relaxamento voluntário. Incapacidade de relaxamento da musculatura. Parece que se trata mais de uma incapacidade maior ou menor da inibição voluntária do tônus do que uma anomalia do tônus muscular. O indivíduo não pode realizar movimentos e ao tentá-lo aumenta mais sua rigidez. 2.5 Distonia: O tratamento fisioterapêutico para distonia consiste na realização de exercícios específicos ou técnicas para ajudar a manter a totalidade dos movimentos, melhorar a postura, aliviar a dor, evitar o encurtamento ou enfraquecimento dos músculos afetados e melhorar a qualidade de vida do paciente. Além disso, a fisioterapia ajuda a evitar contraturas musculares e a diminuir os efeitos colaterais do tratamento com botox, através do alívio da dor ou da estimulação da deglutição, por exemplo, que pode ficar comprometida com o botox. http://www.tuasaude.com/tratamento-para-distonia/ Uma série de exercícios e de estiramentos pode ser executada nas sessões da fisioterapia que ajudam a melhorar a escala do paciente de movimento e de posturing assim como de reforçar seus músculos. Esta pode ser uma adjunção útil à medicamentação. Fisioterapia - Os seus principais objetivos são: