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transportam substâncias auxiliares em indústrias de processamento, armazenagem e distribuição de fluidos. Também constituem as tubulações em indústrias dedicadas a outras atividades. Podem ser empregadas tanto em sistemas de refrigeração, aquecimento, etc. Como em outras finalidades, como manutenção e limpeza. As substâncias transportadas incluem água, vapor e ar comprimido. • Instrumentação: diferentemente de outros tipos de tubulações, não são utilizadas para o transporte de fluídos, mas sim p
Tipologia: Exercícios
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Este ensaio tem por objetivo determinar a massa específica real do agregado miúdo pelo método do frasco de Chapman, fundamentado na NBR 9776.
Colocar água no frasco (até marca de 200 cm³); Introduzir o agregado seco; Agitar até eliminar as bolhas de ar; Efetuar a leitura do nível atingido pela água.
A massa específica do agregado miúdo é calculada pela seguinte expressão. Exemplo: Duas determinações consecutivas não devem diferir entre si de mais de 0,05 kg/dm³; Resultado expresso com três algarismos significativos.
Determinar a massa do recipiente vazio (Mr), em kg.; Lançar o agregado através de concha ou pá a uma altura aproximadamente de 10 a 12 cm do topo do recipiente, evitando a segregação das amostras; Realizar a regularização da superfície do material com uma régua; Pesar o material e anotar os dados, (Mar), em kg.
A massa unitária do agregado miúdo é calculada pela seguinte expressão. Exemplo: Duas determinações consecutivas não devem diferir entre si de mais de 0,05 kg/dm³; Resultado expresso com três algarismos significativos.
Massa unitária de um agregado é a relação entre sua massa e seu volume sem compactar, considerando-se também os vazios entre os grãos. É utilizada para transformar massa em volume e vice-versa. Massa unitária compactada é a relação entre sua massa e seu volume compactado segundo um determinado processo, considerando-se também os vazios entre os grãos. Pode ser feita com um único agregado ou com uma composição destes.
Balança com sensibilidade de 0,1 g; Espátula; Pá; Estufa; Recipiente paralepipédico com volume de 15 litros para medição do volume.
Secar a amostra em estufa a 110ºC, até constância de peso; Determinar o volume do recipiente a ser utilizado (Vr); Separar a amostra a ser utilizada, com volume no mínimo duas vezes o correspondente à capacidade do recipiente a ser usado; Pesar o recipiente utilizado para medir a sua massa (Mr); Colocar amostra no recipiente de forma a ocupar 1/3 do volume do recipiente, nivelar com a mão e em seguida
Os agregados miúdos têm grande capacidade de retenção de água, portanto, na preparação de concretos em que o agregado é proporcionado em volume, é importante considerar o inchamento devido à absorção de água do agregado miúdo conforme a granulometria, podendo variar de 20 a 40. O inchamento varia com a umidade e, conhecendo-se a curva de inchamento (inchamento em função da umidade), basta que se determine a umidade para que se obtenha essa característica. Em linhas gerais a tensão superficial da película de água aumenta a bolha, os grãos de areia se separam. Depois de certa umidade a água toma os esforços e os grãos descem por adensamento. O inchamento se aplica na correção do agregado miúdo do concreto dosado em volume e na aquisição do agregado miúdo em volume.
Balança com sensibilidade de 0,1 g; Espátula; Garra metálica; Pá; Cápsula de porcelana Cápsulas de alumínio.
Pesar uma amostra de areia úmida (aprox. 50 g); Colocar a amostra em uma cápsula de porcelana e colocar álcool até saturar a amostra; Tocar fogo e mexer até a extinção do fogo; Repetir o procedimento até a secar completamente a amostra; Determinar a massa da amostra seca.
A umidade superficial do agregado miúdo (h) é dada pela expressão. Exemplo: W= Mh - Ms x Ms onde: w = teor de umidade Mh = massa da amostra úmida Ms = massa da amostra seca realizar duas determinações para o mesmo agregado, colhidos ao mesmo tempo. “Os resultados não devem diferir entre si de mais do que 0,5.”
Umidade é a água aderente na superfície dos grãos do agregado. Esta água deve ser medida para corrigir a quantidade de areia no traço e descontar da água de
Este método estabelece a determinação da massa específica e absorção do agregado graúdo. A massa específica pode ser expressa como Massa Específica Aparente (Bulk) Seca, Massa Específica Aparente (Saturada-Superfície Seca (SSD) ou Massa Específica Real. A Massa Específica Aparente (SSD) e a absorção estão baseadas em um agregado imerso 15 horas na água. Este método não deve ser usado com agregados leves.
Balança com sensibilidade de 0,1 g; Espátula; Pá; Estufa;
Recipiente paralepipédico com volume de 15 litros para medição do volume.
Coletar a amostra;
A diferença (ms – ma) é numericamente igual ao volume do agregado, excluindo-se os vazios permeáveis A diferença M-Ma é numericamente igual ao volume do agregado, incluindo os vazios permeáveis Duas determinações consecutivas, feitas com amostras do mesmo agregado, não devem diferir entre si de mais de 0,02 g/cm3, ou seja: “Os resultados devem ser expressos com duas casas decimais.”
Para cada uma das amostras de ensaio, calcular a porcentagem retida, em massa, em cada peneira, com aproximação de 0,1%. As duas amostras devem apresentar, necessariamente, o mesmo diâmetro máximo e, nas demais peneiras, os valores percentuais retidos individualmente não devem diferenciar mais que quatro unidades percentuais (4%) entre si. Caso isso ocorra, repetir o peneiramento para outras amostras de ensaio até atender a esta exigência. Calcular as porcentagens médias retidas e acumuladas, em cada peneira, com aproximação de 1%. Calcular o módulo de finura, o qual é determinado através da soma das porcentagens retidas acumuladas, em massa, nas peneiras da série normal (excetuam-se as peneiras intermediárias) dividida por 100, expressar o resultado com aproximação de 0,01. Determinar o diâmetro máximo, correspondente à abertura nominal, em milímetros, da malha da peneira da série normal ou intermediária, na qual o agregado apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5%, em massa. Traçar o gráfico da curva granulométrica, em papel semi-logarítmico, incluindo as peneiras intermediárias, se houver.
Os agregados miúdos têm grande capacidade de retenção de água, portanto, na preparação de concretos em que o agregado é proporcionado em volume, é importante considerar o inchamento devido à absorção de água do agregado miúdo conforme a granulometria, podendo variar de 20 a 40%. O inchamento varia com a umidade e, conhecendo-se a curva de inchamento (inchamento em função da umidade), basta que se determine a umidade para que se obtenha essa característica. Em linhas gerais a tensão superficial da película de água aumenta a bolha, os grãos de areia se separam. Depois de certa umidade a água toma os esforços e os grãos descem por adensamento. O inchamento se aplica na correção do agregado miúdo do concreto dosado em volume e na aquisição de agregado miúdo em volume.
Encerado de lona nas dimensões 2,0 m x 2,5 m Balança sensibilidade de 100 g com capacidade de 50 kg Recipiente metálico de volume conhecido Régua metálica Estufa - Concha ou pá 10 cápsulas com tampa com capacidade de 50 ml Proveta graduada
Secar o material na estufa até massa constante, aproximadamente 24 horas; Determinar o volume do recipiente (V) Determinar a tara que é a massa do recipiente seco e vazio (T). Colocar o material seco sobre o encerado de lona ou piso limpo não aderente, homogeneizar e determinar a massa unitária do material seco e solto, conforme NBR 7251. Determinar massa unitária do material solto e seco (gs), enchendo o recipiente com a concha até transbordar, despejando o agregado de uma altura de aproximadamente 12 cm, evitando segregação dos grãos. Com a régua de aço rígida, retirar o excesso de agregado por rasamento deixando no mesmo nível das bordas superiores do recipiente e determinar a massa do recipiente mais agregados (Ma); Determinar uma massa (peso) do material seco que ultrapasse um pouco ao volume do mesmo recipiente utilizado no ensaio da massa unitária seca; Este material é utilizado para realizar todas as massas unitárias úmidas (gh); Sobre esta massa obtida de material seco, adicionar 0,5% de água, homogeneizar cuidadosamente a amostra
Onde: w = teor de umidade do agregado, em %; Mi = massa da cápsula com o material coletado durante o ensaio, em g; Mf = massa final da cápsula com o material coletado após secagem em estufa, em g; Mc = massa da cápsula, em g Para cada teor de umidade, calcular o coeficiente de inchamento de acordo com a expressão: Vw = s (100+w) Vs w 100 Onde: Vw = volume do agregado com w% de umidade, em dm3 V0 = volume do agregado seco em estufa, em dm3; Vw/V0 = coeficiente de Inchamento; s = massa unitária do agregado seco em estufa, em kg/ dm3; w = massa unitária do agregado com h% de umidade, em kg/dm3; w = teor de umidade do agregado, em %.
O método permite determinar, por lavagem, a quantidade de material mais fino que a abertura da malha da peneira de 0,075 mm presente nos agregados graúdos ou miúdos. O excesso deste material prejudica a aderência entre a pasta de cimento e a argamassa, aumenta o consumo de água devido à alta superfície específica, acarretando retração e diminuição da resistência de concretos e argamassa.
Balança com resolução de 0,1 g ou 0,1% da massa da amostra. Peneiras de 0,075 mm e 1,18 mm. Recipiente para agitação do material. Estufa capaz de manter a temperatura no intervalo de 100 a 110 °C. Dois béqueres de vidro transparente. Haste para agitação.
Secar a amostra em estufa (100°C a 110°C) até massa constante (aproximadamente 24horas) e registrar a massa. Colocar a amostra no recipiente e adicionar água até cobri-la. Agitar a amostra vigorosamente até que o material pulverulento fique em suspensão. Imediatamente, escoar a água de lavagem sobre as peneiras, colocadas em ordem de diâmetro crescente, de baixo para cima. Adicionar uma segunda quantidade de água no recipiente, agitar e verter a água sobre as peneiras. Repetir a operação até que a água de lavagem fique clara, comparando-se visualmente sua limpidez com uma água limpa, usando os dois béqueres. Retornar todo o material retido nas peneiras sobre a amostra lavada. Secar o agregado lavado em estufa e determinar a massa restante. Calcular o teor de material pulverulento do agregado (m).
O resultado do ensaio é a média de duas determinações. Informar os resultados de absorção de água com aproximação de 0,1%.
Determinar a massa específica do cimento Portland, por meio do frasco volumétrico de Le Chatelier.
o Balança com precisão de 0,01g; o Recipiente; o Funis de haste longa e curta; o Peneira # 0,15mm; o Termômetro com precisão de 0,5º C; CIMENTO – MASSA ESPECÍFICA EQUIPAMENTOS; o Banho termorregulador, cujo nível da água atinja a marca de 24cm3 da graduação do frasco de Le Chatelier quando imerso, bem como a temperatura durante o ensaio não deve variar mais que 0,5º C; o Líquido não reagente com o cimento (xilol, querosene ou nafta).
A amostra de cimento deve ser ensaiada como recebida. Caso existam corpos estranhos, peneirá-la através da peneira #150mm; Encher o frasco com o líquido até uma marca entre 0 e 1cm³, com auxílio do funil de haste longa; Secar o colo do frasco volumétrico na parte acima do nível do líquido com papel absorvente; CIMENTO – MASSA ESPECÍFICA; Submeter o frasco de Le Chatelier ao banho termorregulador até que seja obtido o equilíbrio térmico (mín. 30 min); Efetuar a leitura inicial V1; Determinar a massa m de amostra a ser ensaiada, que deve ser suficiente para causar um deslocamento do líquido entre as marcas 18cm³ e 24cm³ (sugestão: m = 60g ± 0,01g); Colocar a amostra de cimento dentro do frasco, para isso utilize o funil de haste curta. Colocar em pequenas proporções, atentando para que não ocorra aderência de cimento nas paredes internas CIMENTO – MASSA ESPECÍFICA EXECUÇÃO DO ENSAIO: do frasco, acima do nível do líquido;
Submeter o frasco a movimentos pendulares até que, voltando-se o frasco à posição vertical não subam mais borbulhas de ar; Efetuar a leitura final V2.
= é a massa específica do material ensaiado, em g / cm3. m = é a massa do material ensaiado. V = é o volume deslocado pela massa do material ensaiado (V’2 – V’1), em cm3.
O ensaio de determinação da massa unitária consiste em especificar o volume da amostra do cimento, mas desta vez levando-se em consideração os vazios existentes entre os grãos.
Querosene, para penetrar nos espaços vazios entre os grãos de cimento. Visto que o querosene é um líquido inerte. 60 gramas de Cimento Portland CP II-E 32 Frasco volumétrico de Le Chatelier Balança Eletrônica Bastonete Funil