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trabalho hidrante, Trabalhos de Engenharia Civil

tipos de hidrantes

Tipologia: Trabalhos

2012

Compartilhado em 27/11/2012

grazielle-clarino-6
grazielle-clarino-6 🇧🇷

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1. INTRODUÇÃO
A proteção contra incêndios, bem como os equipamentos e a correta instalações
destes é de extrema importância para a segurança, devendo ser uma preocupação tanto
de órgãos públicos, quanto dos profissionais e de toda a sociedade, uma vez que a
ocorrência destes provocará prejuízos a todos.
1.1 - Controle e Proteção Contra Incêndios
Desde os primórdios da civilização é grande a preocupação do homem em se
proteger e prevenir contra incêndios.
Desde a pré-história, quando o homem começa a controlar o fogo, inicialmente
obtido da natureza e durante a sua evolução, descobriu como obtê-lo e utilizou-se de
suas características para desenvolvimento de inúmeras atividades, dentre elas:
aquecimento, preparo de alimentos, fundição, geração de vapor, etc. o homem tinha
conhecimento dos perigos de sua utilização. (GUIMARÂES, 2009).
A evolução do mundo civilizado e da vida nas cidades, especialmente intensa ao
longo do nosso século, converteu o projeto de edificações em um processo complexo.
Tal processo envolve conhecimentos especializados e o emprego de novos materiais e
tecnologias. A importância das perdas econômicas e de vidas humanas, envolvidas em
incêndios, possibilitou o incremento das pesquisas e investigações nesta área do
conhecimento nas últimas décadas.
A Proteção Contra Incêndio é um assunto um pouco mais complexo do que
possa parecer. A primeira vista, imagina-se que ela é composta pelos equipamentos de
combate à incêndio fixados nas edificações, porem esta é apenas uma parte de um
sistema, é necessário o conhecimento e o treinamento dos ocupantes da edificação.
Estes deverão identificar e operar corretamente os equipamentos de combate a incêndio.
(CPN - SP, 2008).
A importância do planejamento nesta área é medida pelos acidentes evitados e
não pelos incêndios extintos. Neste processo preventivo os projetistas têm participação
fundamental. Apesar disto, a criação arquitetônica, e muitos dos projetos derivados,
ainda são feitos à margem do conhecimento da ciência da prevenção contra o fogo.
(LUZ NETO, 1995).
A figura 1.1 mostra a ocorrência de incêndios no estado de São Paulo de 1975 a
2006.
Figura 1.1 – ocorrência de incêndios em São Paulo (GUIMARÂES, 2009).
1.2 - Normas de Proteção Contra Incêndios
Existem algumas normas que regulamentam o uso e instalações de equipamentos
de proteção contra incêndios.
O Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP, 2010) fixa os
requisitos exigíveis nas edificações e no exercício de atividades, estabelecendo normas
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1. INTRODUÇÃO

A proteção contra incêndios, bem como os equipamentos e a correta instalações destes é de extrema importância para a segurança, devendo ser uma preocupação tanto de órgãos públicos, quanto dos profissionais e de toda a sociedade, uma vez que a ocorrência destes provocará prejuízos a todos.

1.1 - Controle e Proteção Contra Incêndios

Desde os primórdios da civilização é grande a preocupação do homem em se proteger e prevenir contra incêndios. Desde a pré-história, quando o homem começa a controlar o fogo, inicialmente obtido da natureza e durante a sua evolução, descobriu como obtê-lo e utilizou-se de suas características para desenvolvimento de inúmeras atividades, dentre elas: aquecimento, preparo de alimentos, fundição, geração de vapor, etc. o homem já tinha conhecimento dos perigos de sua utilização. (GUIMARÂES, 2009). A evolução do mundo civilizado e da vida nas cidades, especialmente intensa ao longo do nosso século, converteu o projeto de edificações em um processo complexo. Tal processo envolve conhecimentos especializados e o emprego de novos materiais e tecnologias. A importância das perdas econômicas e de vidas humanas, envolvidas em incêndios, possibilitou o incremento das pesquisas e investigações nesta área do conhecimento nas últimas décadas. A Proteção Contra Incêndio é um assunto um pouco mais complexo do que possa parecer. A primeira vista, imagina-se que ela é composta pelos equipamentos de combate à incêndio fixados nas edificações, porem esta é apenas uma parte de um sistema, é necessário o conhecimento e o treinamento dos ocupantes da edificação. Estes deverão identificar e operar corretamente os equipamentos de combate a incêndio. (CPN - SP, 2008).

A importância do planejamento nesta área é medida pelos acidentes evitados e não pelos incêndios extintos. Neste processo preventivo os projetistas têm participação fundamental. Apesar disto, a criação arquitetônica, e muitos dos projetos derivados, ainda são feitos à margem do conhecimento da ciência da prevenção contra o fogo. (LUZ NETO, 1995).

A figura 1.1 mostra a ocorrência de incêndios no estado de São Paulo de 1975 a

Figura 1.1 – ocorrência de incêndios em São Paulo (GUIMARÂES, 2009).

1.2 - Normas de Proteção Contra Incêndios

Existem algumas normas que regulamentam o uso e instalações de equipamentos de proteção contra incêndios.

O Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP, 2010) fixa os requisitos exigíveis nas edificações e no exercício de atividades, estabelecendo normas

de Segurança Contra Incêndio e Pânico, no Estado do Rio de Janeiro, levando em consideração a proteção das pessoas e dos seus bens.

A tabela 1.1, resume os artigos 3 e 21 do Decreto Municipal Numero 2912 de 1976 de Belo Horizonte.

Tabela 1.1 - Decreto Municipal Número 2912 (CBM – MG, 1996).

A apresentação gráfica dos projetos de proteção contra incêndios deverá ser desenvolvida em softwares, aplicativos das áreas de engenharia e arquitetura, entregues uma cópia em CD e uma cópia impressa. As folhas serão numeradas, tituladas, datadas, com identificação do autor do projeto. O tamanho das folhas deve seguir as normas (NBR10068/87 – folhas de desenho “lay out” e dimensões / NBR 10582 – conteúdo da folha para desenho técnico / NBR 13142 – dobramento de cópia) e convenções usuais referentes às folhas para representação de desenhos técnicos.

A definição do prazo de entrega dos projetos será fornecida pela contratante, que deverá fornecer um cronograma, definindo o início, que será a partir da assinatura da ordem de serviço, prazos intermediários, onde ocorrerão tantas análises / revisões quantas forem necessárias e solicitadas pelos técnicos do DEINFRA/DIOC e o prazo final de entrega, que será contado a partir da data da aprovação (órgãos competentes) e liberação final do projeto. O formulário da ART será preenchido pelo Responsável Técnico do serviço, sem rasuras, manuscrito em letra de forma ou por intermédio de sistema informatizado, com cópias, rigorosamente de acordo com as instruções que determinam o manual técnico de preenchimento de ART, estabelecido pelo CREA A ART do projeto preventivo contra incêndio será elaborada com área igual a do projeto arquitetônico. (LUZ NETO, 1995).

1.3 - Objetivos Tendo em vista a importância do uso e instalações adequadas de equipamentos de proteção contra incêndios, o presente trabalho tem por objetivo o estudo de um dos equipamentos mais importante nesse sentido, o hidrante.

REERÊNCIAS

CPN – SP; Manual de Proteção e Combate a Incêndios, São Paulo – SP; 2008. http://www.fundacentro.gov.br/dominios/ctn/anexos/cdNr10/Manuais/ M%C3%B3dulo02/8_Manual%20de%20Prote%C3%A7%C3%A3o%20e%20Combate% 20a%20Inc%C3%AAndios.pdf.

GUIMARÃES, A. P.; Segurança Contra Incêndios; 2009. http:// www.brasilengenharia.com.br/ed/596/Art_Construcao-civil.pdf.

LUZ NETO, M. A., Condições de Segurança Contra Incêndio, Brasília – DF, 1995. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/condicoes_incendio.pdf.