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Trabalho sobre Difteria, Trabalhos de Fisiologia

Trabalho de Difteria para a matéria de Fisiologia humana

Tipologia: Trabalhos

2025

Compartilhado em 23/02/2026

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paola-lucas-4 🇧🇷

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CEUNSP- CENTRO UNIVERSITARIO NOSSA SENHORA DO
PATROCIONO
ENFERMAGEM- VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÙDE
ISAQUE FRANÇA DOMINGUES
HULDA MIEKO AZUMA DAVID
MARIA CLARA MARTELLI ROSSILHO
CARLOS DANIEL PEREIRA DOS SANTOS
ISABELA MARTINS PEREIRA
MILENA SILVA RIZZI
PAOLA LUCAS DE OLIVEIRA
STEPHANNY XIMENDES
LORRAINE DESIRÉE INACIO FEDOCHENCO
GIOVANNA VITORIA ANTUNES CUBA
DIFTERIA
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CEUNSP- CENTRO UNIVERSITARIO NOSSA SENHORA DO

PATROCIONO

ENFERMAGEM- VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÙDE

ISAQUE FRANÇA DOMINGUES

HULDA MIEKO AZUMA DAVID

MARIA CLARA MARTELLI ROSSILHO

CARLOS DANIEL PEREIRA DOS SANTOS

ISABELA MARTINS PEREIRA

MILENA SILVA RIZZI

PAOLA LUCAS DE OLIVEIRA

STEPHANNY XIMENDES

LORRAINE DESIRÉE INACIO FEDOCHENCO

GIOVANNA VITORIA ANTUNES CUBA

DIFTERIA

ITU

ISAQUE FRANÇA DOMINGUES

HULDA MIEKO AZUMA DAVID

MARIA CLARA MARTELLI ROSSILHO

CARLOS DANIEL PEREIRA DOS SANTOS

ISABELA MARTINS PEREIRA

MILENA SILVA RIZZI

PAOLA LUCAS DE OLIVEIRA

STEPHANNY XIMENDES

LORRAINE DESIRÉE INACIO FEDOCHENCO

GIOVANNA VITORIA ANTUNES CUBA

DIFTERIA

O trabalho tem como objetivo mostrar os dados estatísticos de casos de difteria em todo território nacional juntamente com a cobertura vacinal. Orientador: Prof. Daniel Alves Dos Santos

1.INTRODUÇAO

A difteria é uma doença infecciosa grave causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae , que afeta principalmente as vias respiratórias superiores, como amígdalas, faringe, laringe e nariz, podendo também acometer a pele e outras mucosas. A doença se manifesta principalmente por meio de placas branco-acinzentadas nas amígdalas e estruturas próximas, podendo causar dificuldades respiratórias e, em casos mais graves, inchaço no pescoço e gânglios linfáticos. No Brasil, a introdução da vacina tríplice bacteriana (DTP) e, posteriormente, da vacina Penta, foi determinante para a drástica redução dos casos de difteria, tornando a doença rara no país. No entanto, o risco permanece presente, especialmente em grupos não vacinados ou em regiões com cobertura vacinal insuficiente, o que reforça a necessidade de manter estratégias de prevenção e controle ativas e abrangentes. Este documento apresenta um panorama atualizado da situação da difteria no Brasil, abordando os principais aspectos epidemiológicos e as estratégias adotadas para prevenção e controle da doença. Além disso, propõe ações de intervenção e reforço vacinal, destacando a importância da vigilância ativa para evitar a reemergência da difteria em território nacional.

2. DESENVOLVIMENTO

A Difteria é uma doença transmissível e causada por bactéria (Corynebacterium diphtheriae) que atinge as amígdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, outras partes do corpo, como pele e mucosas. A presença de placas na cor branco-acinzentada nas amígdalas e partes próximas é o principal sintoma da difteria. Dependendo do tamanho e de onde as placas aparecerem, a pessoa pode sentir dificuldade de respirar. Em casos mais graves, porém raros, podem aparecer inchaços no pescoço e gânglios linfáticos. A principal forma de prevenção é por meio da vacina Penta. Após o surgimento da vacina tríplice bacteriana (DTP), o número de casos de difteria tornou-se muito raro no Brasil. A vacina é a melhor, mais eficaz e principal forma de prevenir a difteria. A difteria ocorre durante todos os períodos do ano e pode afetar todas as pessoas não protegidas pela vacinação de qualquer idade, raça ou sexo.  Objetivo Avaliar a incidência dos casos de Difteria para auxiliar na prevenção.  Metas acompanhar a tendência da doença, para detecção precoce de surtos e epidemias; investigar todos os casos suspeitos e confirmados com vistas à adoção de medidas de controle pertinentes para evitar a ocorrência de novos casos; e aumentar o percentual de isolamento em cultura, com envio de 100% das cepas isoladas para o laboratório de referência nacional, para estudos moleculares e de resistência bacteriana a antimicrobianos. Desenvolvimento das Estratégias de Ação.  Vigilância epidemiológica No Brasil, a notificação imediata (até 24 horas) de casos suspeitos ou confirmados é obrigatória por todos os estabelecimentos de saúde conforme Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de setembro de 2017. É necessário o fortalecimento da vigilância laboratorial, com a capacitação periódica dos profissionais de saúde quanto à coleta de amostras clínicas suspeitas de difteria,

elevadas. Daí a necessidade de intensificação de ações de vacinação de rotina no esquema primário, com ênfase nos reforços com 15 meses e 4 anos. E os reforços com dupla adulto a cada 10 anos, na perspectiva de manter a população adulta protegida, já que devido à queda de imunidade há potencial para desenvolvimento de surtos e epidemias nesse grupo. 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 0 5 10 15 20 6 16 4 5 1 4 2 1 2 4 7

Numeros de casos

registrados no Brasil de

2014 a 2024

ano n° de casos  Parcerias intersetoriais Ministério da Saúde; Secretaria de Vigilância em Saúde; Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis; Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações. Atualiza informações sobre a situação epidemiológica da difteria na região das Américas, coberturas vacinais e reitera as recomendações para prevenção e controle da doença no Brasil. Gráfico abaixo demonstra o número de casos registrados de difteria comparado com a cobertura vacinal entre os anos de 1990 a 2020 no Brasil.

 Plano de Implementação A confirmação dos casos dessa doença ocorre por quatro critérios: laboratorial, clínico-epidemiológico, clínico e anatomopatológico. Notificar e investigar todos os casos suspeitos e surtos de difteria, bem como registrar os dados no Sinan; Manter a vigilância ativa para a detecção precoce de casos suspeitos a fim de iniciar tratamento oportuno (antibioticoterapia e soro antidiftérico); Realizar coleta de amostras clínicas de todos os casos suspeitos de difteria, inclusive comunicantes na busca por portadores, considerados disseminadores do agente etiológico; Disseminar informações epidemiológicas amplamente à população e aos serviços de saúde, público e privado; Manter elevadas coberturas vacinais do esquema primário com a vacina penta e dos reforços aos 15 meses e 4 anos de idade com a vacina DTP em todos os municípios, com meta ≥ 95% conforme preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI); Garantir as doses de reforço com dupla adulto a cada 10 anos na população em geral e aumentar as coberturas de dTpa (vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis acelular) em gestantes e puérperas. Em relação ao tratamento, em geral, a difteria é uma doença grave que necessita de assistência médico-hospitalar imediata e isolamento.

77% 23%

ZONA DE MORADIA DE

CASOS REGISTRADO 2014

A 2024

URBANA RURAL PERIURBANA IGNORADO/S. INF Tais ações visam reduzir a propagação da infecção na comunidade e morbimortalidade nos indivíduos afetados. Por fim, é importante lembrar que a difteria é uma doença grave, potencialmente letal, que embora controlada no país, ainda está presente em nosso meio e, portanto, é preciso elaborar estratégias para o aumento das coberturas vacinais de forma homogênea bem como ter uma vigilância ativa a fim de evitar a reemergência dessa doença.

3. CONCLUSÃO Conclui-se que a difteria, embora atualmente controlada no Brasil devido às elevadas coberturas vacinais, ainda representa um risco, especialmente em populações não imunizadas. A manutenção da vigilância epidemiológica ativa, aliada a estratégias de prevenção e controle, é fundamental para evitar o surgimento de surtos e garantir a proteção da população. Investimentos contínuos em campanhas de vacinação, capacitação de profissionais de saúde e monitoramento epidemiológico são essenciais para manter os baixos índices da doença e responder prontamente a eventuais casos suspeitos. A integração entre diferentes setores da saúde pública também se mostra crucial para assegurar a eficácia das ações preventivas e de controle. Portanto, reforçar a conscientização sobre a importância da vacinação e garantir o acesso às vacinas são medidas prioritárias para manter a difteria sob controle no Brasil, protegendo a saúde coletiva e evitando a reintrodução dessa enfermidade potencialmente grave.

4.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BRASIL. Gov. Gov. DIFTERIA. 2025. GOV.BR. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/difteria. Acesso em: 10 maio. 2025. BRASIL. Gov. Gov. ESTUDOS E NOTAS. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/estudos-e- notas-informativas/2023/nota-tecnica_340_cgpni-devit_svs_ms.pdf Acesso em: 12 maio. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Gov. DIFTERIA. BOLETIM EPDEMOLOGICO.

  1. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/difteria/publicacoes/ boletim-epidemiologico-no-34-vol-51-ago-2020.pdf/view